A questão do analfabetismo funcional no Brasil

Começo o post deste tema com essa imagem, que mostra que, não somente nas redes sociais, mais em todas as comunicações verbais e escritas, há problemas graves de interpretação de texto. O que faz 21% da população brasileira ser analfabeta funcional.

Então, caros alunos, eu peço: leiam bem tudo com atenção antes de começarem a escrever. Se ficarem com dúvidas, mandem um comments.

Texto 1

Definida como a incapacidade que uma pessoa demonstra ao não compreender textos simples, muitos brasileiros, mesmo se achando “capacitados” por possuírem um diploma de determinado nível de escolaridade, só conseguem decodificar, minimamente, letras, frases isoladas, algumas sentenças e textos curtos, demonstrando uma absoluta dificuldade de interpretação de textos.

No Brasil, menos de 70% daqueles que possuem diploma de nível superior conseguem ser proficientes na leitura e escrita, ou seja, demonstrar habilidade e competência na leitura e na produção de textos. E Somente 8 em cada 100 pessoas têm um perfeito domínio da leitura e produção de qualquer tipo de texto.

Fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/academico/analfabetismo-funcional– no-brasil/103313/

TEXTO 2

…”O analfabeto funcional, um conceito difundido pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco), não consegue entender o que lê e nem elaborar um enunciado, por mais curto que seja, sobre um assunto genérico. O termo revela distorções existentes na educação das sociedades que antes não eram conhecidas, pois os estudos se limitavam a distinguir quem sabe de quem não sabe ler. O Instituto Paulo Montenegro, ligado ao Ibope, faz, desde 2001, um levantamento chamado Indicador de Alfabetismo Funcional (Inaf), que apontou em 2005 que apenas 26% da população brasileira  consegue ler e escrever plenamente. Ou seja, três em cada quatro brasileiros têm algum nível de analfabetismo ou analfabetismo funcional.

Fonte: http://professora-karin.blogspot.com.br/2012/08/analfabetismo-funcional.html

O acesso à produção cultural em questão no Brasil

Olá, pessoal, como vocês estão?

Preparados para o tema da semana? Antes dos texto, assistam ao vídeo abaixo e entendam o conceito de cultura. Neste tema, vocês precisam escrever sobre o acesso à produção cultural no Brasil, Pensem nas questões: todos têm acesso ao mesmo tipo de cultura? Teatro e cinema estão acessíveis a todos? Quem gosta de funk tem menos “cultura” do que quem ouve Caetano Veloso? 

 

Na introdução, já sabem: como é o acesso da sociedade á produção textual, deem uma causa/consequência.

Abraços.

Profª.: Jussara

Texto 1

“Cultura” é um conceito usado genericamente para falar da totalidade dos valores e das práticas humanas. Neste sentido, cultura é tudo o que é produzido pelo ser humano enquanto não é próprio da natureza. Em um segundo sentido, costumamos chamar de cultura um tipo de recorte para definir práticas relacionadas às artes e às chamadas ciências humanas voltadas à pesquisa de cunho antropológico e social.  Marcia Tiburi, 2009

Fonte: http://goo.gl/gwM0tB

Texto 2

Entretenimento: a minoria dos brasileiros frequenta cinema uma vez no ano. Quase todos os brasileiros nunca frequentaram museus ou jamais frequentaram alguma exposição de arte. Mais de 70% dos brasileiros nunca assistiram a um espetáculo de dança, embora muitos saiam para dançar. Grande parte dos municípios não possui salas de cinema, teatro, museus e espaços culturais multiuso.

Livros e Bibliotecas: o brasileiro praticamente não tem o hábito de leitura. A maioria dos livros estão concentrados nas mãos de muito poucos. O preço médio do livro de leitura é muito elevado quando se compara com a renda do brasileiro nas classes C/D/E. Muitos municípios brasileiros não têm biblioteca, a maioria destes se localiza no Nordeste, e apenas dois no Sudeste.

Acesso à Internet: uma grande porcentagem de brasileiros não possui computador em casa, destes, a maioria não tem qualquer acesso à internet (nem no trabalho, nem na escola). Profissionais da Cultura: a metade da população ocupada na área de cultura não têm carteira assinada ou trabalha por conta própria.

Fonte: Unesco, 2015. Disponível em: http://goo.gl/VVslIX

Texto 3

O Vale-Cultura foi criado para beneficiar prioritariamente os trabalhadores que recebem até cinco salários mínimos. Com ele, o trabalhador pode comprar ingressos de teatro, cinema, museus, espetáculos, shows, circo, CDs, DVDs, livros, revistas, jornais, entre outros. O Vale-Cultura também poderá pagar mensalidades de cursos de audiovisual, dança, circo, fotografia, música, literatura, teatro, entre outras atividades culturais.

O benefício é concedido pelo empregador aos seus trabalhadores com vínculo empregatício formal com empregador por meio de um cartão magnético pré-pago, válido em todo território nacional, no valor de R$ 50,00 mensais.

Para os trabalhadores que quiserem adquirir produtos ou serviços culturais que custam mais de R$ 50,00, uma boa notícia: o crédito é cumulativo, ou seja, não expira nem tem prazo de validade. Assim, é possível fazer uma poupança para viabilizar a compra desejada.

Fonte: Ministério da Cultura, 2015 Disponível em: http://goo.gl/ctX5tR

A questão da Reforma do Ensino Médio

Olá, alunos!

Abaixo, tem o texto motivador do tema da semana. Mas se você ainda não entendeu direito o que é essa reforma, CLIQUE AQUI.

Texto 1

A reforma flexibiliza o conteúdo que será ensinado aos alunos, muda a distribuição do conteúdo das 13 disciplinas tradicionais ao longo dos três anos do ciclo, dá novo peso ao ensino técnico e incentiva a ampliação de escolas de tempo integral. O currículo do ensino médio será definido pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC), atualmente em elaboração. Mas a nova lei já determina como a carga horária do ensino médio será dividida. Tudo o que será lecionado vai estar dentro de uma das seguintes áreas, que são chamadas de “itinerários formativos”: linguagens e suas tecnologias; matemática e suas tecnologias ; ciências da natureza e suas tecnologias;ciências humanas e sociais aplicadas ; formação técnica e profissional

As escolas, pela reforma, não são obrigadas a oferecer aos alunos todas as cinco áreas, mas deverão oferecer ao menos um dos itinerários formativos. No ensino médio, a carga deve agora ser ampliada progressivamente até atingir 1,4 mil horas anuais. Atualmente, o total é de 800 horas por ano, de acordo com o MEC. (…)

A principal polêmica diz respeito às disciplinas obrigatórias do ensino médio. Até então, a Lei de Diretrizes e Bases (LDB) só citava explicitamente, em trechos diversos, as disciplinas de português, matemática, artes, educação física, filosofia e sociologia como obrigatórias nos três anos do ensino médio. Na versão original enviada pelo governo, a MP mudou isso, e retirou do texto as disciplinas de artes, educação física, filosofia e sociologia. Outro alvo de críticas foi a permissão para que professores sem diploma específico ministrem aulas. O texto aprovado no Congresso manteve a autorização para que profissionais com “notório saber”, reconhecidos pelo sistema de ensino, possam dar aulas exclusivamente para cursos de formação técnica e profissional, desde que os cursos estejam ligados às áreas de atuação deles.

Fonte: http://g1.globo.com/educacao/noticia/entenda-a-reforma-do-ensino-medio.ghtml

TEXTO 2

Ex-ministros que passaram pela chefia do Ministério da Educação nos últimos anos comentaram, a pedido do G1, a medida provisória de reforma do ensino médio, publicada pelo governo Temer na semana passada. Aloizio Mercadante, Renato Janine Ribeiro e Henrique Paim demonstraram preocupação sobre como a flexibilização do currículo pode, caso não seja bem delimitada, significar que alguns estudantes tenham, na prática, mais opções que outros, o que aumentaria a desigualdade educacional no Brasil.

Aloizio Mercadante, que se pronunciou sobre a medida provisória em um comunicado divulgado para a imprensa, afirmou que “a oferta de itinerários alternativos e a eleição de disciplinas opcionais pelo estudante, sem a fixação do que deve ser oferecido a todos como dever do estado, vai legalizar a desigualdade de oportunidades de aprender”. O ministro disse que o texto, do jeito que foi publicado, representa “revestir com a norma legal a desigualdade de oportunidades de aprendizagem, o que, na pratica, atinge todos os brasileiros, especialmente, os mais pobres”, e afirmou ainda que “a MP fala em dialogar com o interesse dos estudantes, nada mais consensual. Porém, delega as secretarias estaduais de educação, que possuem condições extremamente heterogêneas, a completa liberdade para definir os itinerários formativos e as disciplinas optativas. Essa medida representa o risco concreto de um verdadeiro apartheid escolar no Brasil”.

Fonte: http://g1.globo.com/educacao/noticia/novo-ensino-medio-pode-aumentar-desigualdade-dizem-ex-ministros.ghtml

Argumentos de autoridade: como funcionam?

Para deixar seu texto ainda mais consistente e embasado em quem entende do assunto, nada melhor do que usar argumentos de autoridade. Também conhecidos como Interdisciplinaridade, esses argumentos mostram ideias associadas ao tema e à discussão que você levantou, ressaltando e reforçando seu posicionamento.

Deve ter uma fonte confiável, não vale inventar um pensador X ou Y e achar que ninguém vai procurar saber se ele existe. Professor pode não saber tudo, mas sabe o principal: usar o Google. É facílimo saber se esse argumentador existe ou não.

Instituições de Pesquisa ou de Informação também valem, mas os dados apresentados têm de ser precisos.

Mas, professora, como vou lembrar de um bom argumento na hora da prova? Leitura é a resposta que você procura, jovem. Leia bastante, assista a filme e séries que sejam de conteúdo relevante, leia sites e jornais de notícias e com o texto você vai criando uma reserva de argumentos que consideramos “coringa”, aqueles que se encaixam em diversos temas e você usa em qualquer discussão levantada na sua produção textual.

Exemplo de argumento de autoridade:

“O cinema nacional conquistou nos últimos anos qualidade e faturamento nunca vistos antes. ‘Uma câmera na mão e uma ideia na cabeça’ – a famosa frase-conceito do diretor Glauber Rocha – virou uma fórmula eficiente para explicar os R$ 130 milhões que o cinema brasileiro faturou no ano passado”.

Boa escrita!00

Filmes e séries para ajudar na hora de produzir sua redação

Alunos,

Nada enche mais os olhos de um corretor de redação do que ver um texto bem escrito, com referências corretas e de acordo com o tema trabalhado. Mas somente de Aristóteles vive o pensador contemporâneo: filmes e séries também dão um bom tom na hora de escrever sua redação. Mostram conhecimento de mundo, independência do texto motivador e capacidade de raciocínio e dinamismo.

Separei alguns bons filmes e séries de acordo com alguns temas que poderão ser cobrados de vocês em suas produções. Se ainda não os viu, aproveite que têm (quase todos) na Netflix. Ou você pode procurar no seu amigo Google. Se já viu, veja novamente. Eles são bons mesmo.

Tema: Intolerância e Pluralidade

Deus não está Morto ( 1 e 2): conta a história de cristãos que são submetidos à intolerância religiosa e provam que sua fé é maior do que a compreensão humana.

A Onda: filme alemão que retrata de forma contundente o modelo autocrata (arbitrário e intolerante) de se governar, similar ao regime nazista.

Promessas de um Novo Mundo: documentário que mostra entrevistas com crianças judias e palestinas, e seus pontos de vista sobre  o conflito entre Israel e Palestina, tendo como temática a morte de amigos e parentes e seus sonhos.

Tema: Imigração

O Visitante: um professor viaja a Nova York para dar uma palestra e ao chegar, descobre um músico sírio e uma comerciante senegalesa vivendo em seu apartamento.

How I Met you Mother: sim, essa série de humor trata de maneira sutil, porém bastante clara a forma que canadenses considerados inferiores aos estadunidenses.

Tema: Meio-ambiente

Uma Verdade Inconveniente: documentário do ex- candidato a presidência dos EUAs  Al Gore sobre os problemas ambientais de forma didática e clara, alertando sobre um futuro problemático para o planeta.

Wall-E: filme futurista sobre um robozinho fofo, porém que vive no lixo tóxico e tecnológico deixado pelos humanos devido ao alto consumo ao longo dos anos. De quebra, a animação ainda trabalha também a temática da obesidade e o sedentarismo.

Tema: Mundo digital

A Rede Social:  história de Mark Zuckerberg, que criou o Facebook, a rede social mais famosa do planeta. O filme mostra algumas das ações controversas que levaram Mark a se tornar um jovem milionário.

Série: Scream: Essa série mostra as facilidade e os perigos aos quais estamos submetidos através das redes sociais.

Tema; Globalização e capitalismo

Babel: mostra a interdependência entre acontecimentos em diferentes continentes.

Essas são algumas sugestões. Você tem alguma sugestão? Poste no cometários e compartilhe conosco!

Abraços.

Profª: Jussara

Concurso cultural: Blog Sou Mil

Oi, alunos, tudo bom?

Nosso blog tem um nome bem bacana, afinal o nosso desejo é que todos você seja nota mil na redação. Mas que tal dar um nome mais bacana ainda? Escreva no comentários a sua sugestão, o nome do blog pode ser o seu!

O concurso acontece até dia 30/09 e o resultado sairá dia 06/10, com o nome do campeão!

Vamos lá e caprichem na criatividade!

Abraços

Profª.: Jussara

A questão da jornada de trabalho no Brasil – aumentar ou reduzir?

Oi, alunos, tudo bom?

Para ajudar neste tema, além do texto motivador, CLIQUE AQUI e leia a uma reportagem da Época Negócios, tem outras informações também. Abaixo, seguem os texto entregues em sala de aulas e suas devidas fontes:

TEXTO 1

Com o avanço da tecnologia, pensava-se que as máquinas nos fariam trabalhar menos. Décadas depois, apesar de pequenos avanços, pouca coisa mudou: a maioria segue uma rotina de oito horas ou mais de trabalho por dia.

No período em que foi estabelecido, no início do século 20, a proposta era equilibrar as 24 horas do dia em oito de atividade laboral, oito de lazer e oito de descanso, além de reduzir as extenuantes jornadas industriais, que passavam das 12 horas. Atualmente, considerando o tempo gasto com deslocamento, essa conta fica difícil de fechar.

Diminuir a jornada de trabalho poderia ser um caminho para que a sociedade tivesse mais tempo livre. Contudo, no Brasil, não há mudança neste sentido desde 1988, quando a jornada máxima de 44 horas semanais foi estipulada pela Constituição.

“Nesse período, houve um aumento da produtividade que justifica a redução de jornada, pelo menos para as 40 horas semanais, conforme o patamar internacional”, diz o economista Cássio Calvete, professor da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul). Do ponto de vista técnico e econômico, imaginar uma jornada menor ainda, de 30 horas semanais, por exemplo, não seria uma realidade distante se o mundo se organizasse dessa forma. “Esse modelo faz parte de uma construção social, um país não vai reduzir se os outros não funcionam assim”, explica.

Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), 2015 teve a menor jornada média de trabalho já registrada no Brasil, com 39,9 horas semanais. Para Giuseppina De Grazia, doutora em sociologia pela USP (Universidade de São Paulo) e professora aposentada da UFF (Universidade Federal Fluminense), considerando o conjunto da população de empregados, desempregados e trabalhadores parciais, esse índice não reflete uma redução real. “Enquanto uns trabalham de 50 a 60 horas, fazendo extra para não perder o emprego ou aumentar o salário, outros são obrigados a sobreviver de bicos temporários e precarizados”, diz.

Disponível em : http://www.jornalcontabil.com.br/?p=10145

TEXTO 2

Brasileiro trabalha 44 horas por semana, mas Confederação Nacional da Indústria quer flexibilização, a partir de acordos pontuais, e usa França como exemplo A carga de trabalho no Brasil é, legalmente, de 44 horas semanais para quem tem carteira assinada. O número é alvo de constantes críticas do empresariado, que defende a possibilidade de flexibilizar a jornada, aumentando ou diminuindo a carga de acordo com a demanda.

No dia 8 de julho, o presidente da CNI (Confederação Nacional da Indústria), Robson Andrade, causou polêmica ao falar sobre a possibilidade de uma carga de 80 horas semanais e citou como exemplo a reforma trabalhista francesa.

Oitenta horas semanais significariam quase 11 horas e 30 minutos de trabalho diário sem folga no sábado ou domingo. Ou então 16 horas diárias de segunda a sexta.(…) A grande reclamação do setor empresarial é com a rigidez do horário definido em lei hoje no Brasil. Já as centrais sindicais defendem a redução da jornada de 44 horas para 40 horas semanais, sem redução desalários. Veja abaixo a jornada de trabalho no Brasil hoje comparada à de outros países do mundo.

No exterior:

(…) O caso francês

A França, um dos países que mais privilegia o modelo de bem-estar social no mundo, recentemente flexibilizou algumas regras trabalhistas. Mas o aumento das horas trabalhadas é uma exceção, não uma regra.

A carga horária para os trabalhadores franceses pode ser aumentada para até 60 horas semanais, mas isso precisa ser previamente acordado com o sindicato, aprovado pelo governo e só vale em casos específicos. As autoridades devem liberar caso haja a necessidade de ampliar a produção de um medicamento ou de um alimento em caso de escassez de oferta.

As novas regras, que ainda não estão em vigor, não podem ser usadas caso uma empresa precise apressar uma entrega a um cliente, por exemplo. O tempo trabalhado a mais tem de ser pago de acordo com as regras de horas extras.

Disponível em: https://www.nexojornal.com.br/expresso/2016/07/12/Brasil-discute– jornada-de- trabalho-como- ela-%C3%A9-aqui-e-no-mundo

TEXTO 3

O bem estar da população é assunto sério na Suécia. Esforçando-se para se manter na vanguarda no que diz respeito aos direitos trabalhistas, a Suécia começou, em 2015, a testar reduzir a jornada de trabalho, de 8 para 6 horas diárias, sem redução de salário. E os resultados começaram a aparecer.Passado um ano, as autoridades garantem que o saldo é totalmente positivo: redução de faltas, maior produtividade e melhora até mesmo na saúde dos empregados.

https://br.noticias.yahoo.com/a-su%C3%A9cia– reduziu-a- jornada-de- trabalho-para- 6-132509991.html?soc_src=social-sh&soc_trk=fb

Aluno CAU, aqui é o seu lugar!

Ah, os processos seletivos… ENEM, vestibular, aquele concurso público. Nós, do Colégio Adventista de Uberlândia, sabemos que essa fase é uma das mais difíceis da vida do jovem, pois, acreditem: já tivemos sua idade e já passamos por isso.

Neste momento, devemos acreditar nas maravilhas que Deus reservou para nós: ele é Bom e até aqui ELE tem nos ajudado. Mas temos que nos esforçar também, não é?

E nada melhor para garantir o sucesso nos processos seletivos do que uma redação nota 1.000. Ela é a porta de entrada para qualquer curso, qualquer Universidade, qualquer concurso. Então, foca na escrita e nas dicas aqui do blog para que você seja 1.000.

Abraços;

Profª. Jussara

Posts com temas e dicas para alunos do Colégio Adventista de Uberlândia.