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COMO TIRAR 1000 NA REDAÇÃO DO ENEM

A banca de correção do Enem tem sido cada vez mais criteriosa e exigente. Conseguir uma nota 1000 no texto não está fácil: na edição do exame ano passado, apenas 53 candidatos dentre os 725.330 que fizeram a prova conseguiram a nota máxima. 14 deles são alunos que estudaram com a IMAGINIE! Nosso objetivo é que você faça parte da porcentagem que se dá bem! Neste post, você irá compreender qual é o olhar do corretor sobre o texto na hora da correção, para que você saiba o que ele espera de você para dar uma nota boa. Confira:

  • A primeira avaliação do corretor começa pela LETRA, ORGANIZAÇÃO E PROPORÇÃO DOS PARÁGRAFOS. Olhando de forma geral e superficial o texto, ele já começa a avaliar alguns aspectos. Se o candidato tem uma letra que dificulta a compreensão, certamente o avaliador tende a ficar um pouco desmotivado, afinal, terá que decifrar as ideias ao longo do texto. Parágrafos extremamente discrepantes em termos de tamanho também passam uma impressão de desordem e pouco cuidado com a estruturação. Capriche na letra, organize-se no rascunho e saiba dividir o número de linhas para o número de parágrafos.
  • No primeiro parágrafo, o corretor espera ser cativado. Assim como o começo de um livro pode ser decisivo para fazer com que você queira, de fato, lê-lo até o fim, uma INTRODUÇÃO BEM ELABORADA faz com que o seu avaliador crie boas expectativas a respeito de suas ideias. Faça alusões históricas, cite um pensador relevante, chame a atenção do seu leitor! 😉
  • O olhar do corretor já está treinado para identificar TESE NA INTRODUÇÃO, afinal, não apresentá-la compromete, e muito, a nota do aluno, por não atender a uma característica fundamental do gênero. Seja claro ao denotar sua opinião a respeito do assunto em pauta, já direcionando sobre quais aspectos irá desenvolver a argumentação.
  • Ao terminar a leitura do primeiro parágrafo, o corretor irá avaliar de que forma você introduz o desenvolvimento, esperando que faça o USO DE CONECTIVOS E EXPRESSÕES COESIVAS, que denotam a capacidade de estabelecer conexão entre um parágrafo e outro.
  • O argumento deve ser devidamente introduzido nos parágrafos de desenvolvimento por meio de um TÓPICO FRASAL. Ele indica a ideia central a ser discutida e direciona o corretor a analisar se o aluno irá focar na resposta àquele argumento de forma completa.
  • A sequenciação de ideias, para COMPROVAR O ARGUMENTO escolhido, será cobrada pelo corretor. Preze pela estruturação do pensamento de forma a convencer o leitor de que seu ponto de vista é válido.
  • EXEMPLOS, além de contextualizar o leitor sobre o assunto, denotam o seu conhecimento sobre a situação. O corretor se vê situado sobre como aquilo que está sendo discutido acontece, e essa estratégia é valorizada.
  • APRESENTAR CONSEQUÊNCIAS do problema mostra para o corretor que você compreende a dimensão e gravidade do que afirma ser um problema, e ele irá avaliar sua capacidade de apresentar essa relação.
  • Assim como o texto no geral, os parágrafos devem ter um início, meio e fim. Portanto, não se esqueça de FINALIZAR OS PARÁGRAFOS, como forma de indicar o propósito de ter apresentado aquela ideia.
  • Caso a tese seja do tipo roteiro, o corretor irá avaliar se o texto SEGUE UMA ORDEM DE PENSAMENTO. Argumentos mais fracos devem vir primeiro, os mais fortes depois.
  • A VARIEDADE DE CONECTIVOS também será cobrada. O avaliador quer perceber o conhecimento de variados operadores argumentativos, repertório vocabular diversificado. Estude e grave mais de um conectivos de cada sentido.
  • AVISAR QUE ESTÁ TERMINANDO O TEXTO por meio do já citado, no tópico acima, conectivo é essencial. Uma das observações mais importantes por parte do corretor é se o texto é coeso, possui relações entre as partes bem estabelecidas.
  • As PROPOSTAS DE INTERVENÇÃO COMPLETAS garantirão ao candidato a nota máxima na competência específica que a avalia. Para isso, o corretor deverá ler no parágrafo final QUEM resolverá os problemas que você apresentou, DE QUE FORMA e qual a FINALIDADE depois da efetivação da sua ideia.
  • O corretor irá refletir ao final da correção de seu texto se você denotou AUTORIA, FUGINDO DO SENSO COMUM. A reflexão crítica do assunto traz credibilidade ao que foi dito. Pense nisso, invista no estudos dos diversos assuntos sociais para ser capaz de extrapolar os textos motivadores e diferenciar sua argumentação das demais.
  • Tenha AUTORREVISÃO para não deixar passar erros de ortografia, acentuação e pontuação e perder pontos de bobeira na competência que avalia a norma culta. Nesse processo, será possível observar, também, se seu texto possui linearidade de pensamento, coerência.

(VIA IMAGINIE)

Os desafios da educação universitária no Brasil

Os alunos da Universidade Estadual da Zona Oeste (Uezo) fizeram uma manifestação na terça-feira (17), na unidade de Campo Grande, no Rio, pedindo mais atenção do governo estadual para com a instituição, que tem enfrentado problemas com a falta de professores, de aulas e até na limpeza do estabelecimento. Em petição pública dirigida ao governador Luiz Fernando Pezão, a universidade afirma que tem sido negligenciada pelo estado, e que só neste ano, já perdeu 30% de seus professores e o governo não autoriza a instituição a dar posse aos profissionais já concursados, nem a fazer novos concursos. “Os docentes não têm regime de dedicação exclusiva, como em todas as universidades públicas do país. Ao contrário de outras instituições, os alunos não têm bolsa de apoio ao desenvolvimento científico e tecnológico”, diz a petiçãO.

Em nota, a Uezo reclama que a equipe de gestão da universidade tem se cotizado para fazer o pagamento dos serviços de faxina. “O processo licitatório que estava em curso, no início do ano, para a contratação de empresa especializada, teve de ser suspenso em função do decreto estadual 45.109, que determinou um corte de 20% nos gastos públicos. O novo processo licitatório tem previsão de conclusão até o final deste mês”. Segundo a instituição, o orçamento da Uezo para o exercício de 2016 será de R$ 24 milhões, e os cortes previstos na área de investimento são de 99,9%. “Isso impacta na paralisação da construção do novo campus, suspensa desde o início de 2015, e que precisa de R$ 10 milhões para ser retomada em 2016”. O reitor da Uezo, Alex da Silva Sirqueira, reivindicou, em audiência pública realizada pela Comissão de Educação da Assembleia Legislativa do Estado do Rio, no dia 14 de outubro, um orçamento para possibilitar início das obras do campus, a realização de novos concursos, a implantação do regime de dedicação exclusiva dos professores e o reajuste salarial dos técnicos, girando em torno de R$ 43 milhões.

Disponível em: http://noticias.terra.com.br/brasil/alunos-de-universidade-do-rioprotestam-contra-a-falta-de-professores,32bb292ac48fb1eb0ee098712a20422d3pdbg3 zt.html

TEXTO 3:

No Brasil, a formação profissional de nível médio e superior, embora tardiamente, já ocupa o imaginário de mais famílias. Países como os Estados Unidos começaram esse movimento no século 19, com ações de desenvolvimento territorial, como a construção de ferrovias, articuladas com a implantação de escolas secundárias e universidades regionais. Esse fenômeno de crescente valorização da educação no Brasil está associado à redução da desigualdade e à ascensão social. Há que se reconhecer o impacto das políticas de acesso à educação superior e técnica nos últimos anos, que permitiram que mais cidadãos cursassem uma faculdade ou uma escola técnica.]Essa também é a perspectiva das famílias dos trabalhadores. Dados recentes mostram que a saída de jovens entre 18 e 24 anos do mercado de trabalho se deve à busca por novas oportunidades educacionais. Hoje, graças à diversificação da oferta de cursos, o jovem tem dezenas de alternativas de estudo que lhe darão mais chances profissionais.

Entre as políticas de acesso, o Enem é a grande chave para as várias portas da educação. Por isso, o interesse pelo exame é cada vez maior. Quem faz o Enem sabe que sua nota pode garantir desde a certificação do ensino médio até uma bolsa no exterior.

Disponível em: http://noticias.uol.com.br/opiniao/coluna/2014/07/02/enem-e-sisudemocratizaram-acesso-ao-ensino-superior.htm

TEXTO 3:

Com a ampliação de programas de financiamento estudantil, como o Fies, criação do ProUni e a autorização de funcionamento para mais instituições privadas, o sonho do acesso ao ensino superior se tornou realidade para milhares de estudantes. As barreiras de acesso deixavam de ser intransponíveis. No entanto, apesar da facilitação da entrada nas IES, outro problema surgiu: as dificuldades para a formação universitária. Uma pesquisa realizada no Instituto de Psicologia da USP mostrou que estudantes oriundos de escolas públicas que conseguem ingressar em uma universidade privada apresentam dificuldades para se manter no curso, mesmo quando recebem bolsas de estudo. O estudo revelou, ainda, que as dificuldades de universitários egressos da rede pública não se resumiam ao vestibular e acompanham os estudantes por toda a graduação. Isso ocorreria tanto por questões financeiras, como pelo baixo conteúdo educacional adquirido desde o ensino básico, fato que prejudica os universitários no acompanhamento do curso.

Disponível em: http://www.jornalgrandebahia.com.br/2015/07/as-dificuldades-daformacao-universitaria-por-janguie-diniz.html

A democratização do acesso à cultura em questão no Brasil

Sabe-se que a Constituição é a lei fundamental e suprema de uma nação, ditando a sua forma de organização e seus princípios basilares. Os Direitos Culturais, além de serem direito s humanos previstos expressamente na Declaração Universal de Direitos Humanos (1948), no Brasil encontram-se devidamente normatizados na Constituição Federal de 1988 devido à sua relevância como fator de singularizarão da pessoa humana. Como afirma Bernardo Novais da Mata Machado, “os direitos culturais são parte integrante dos direitos humanos, cuja história remonta à Revolução Francesa e à sua Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão (1789), que sustentou serem os indivíduos portadores de direitos inerentes à pessoa humana, tais como direito à vida e à liberdade.” Fato é que a cultura reflete o modo de vida de uma sociedade, além de interferir em seu modo de pensar e agir, sendo fator de fortalecimento da identidade de um povo e indubitavelmente de desenvolvimento humano. Conforme afirma José Márcio Barros, a “cultura refere-se tanto ao modo de vida total de um povo – isso inclui tudo aquilo que é socialmente aprendido e transmitido, quanto ao processo de cultivo e desenvolvimento mental,  subjetivo e espiritual, através de práticas e subjetividades específicas, comumente chamadas de manifestações artísticas” Nesse sentido, com o intuito de garantir o direito à cultura, assim diz a Constituição: Art. 215. O Estado garantirá a todos o pleno exercício dos direitos culturais e acesso às fontes da cultura nacional, e apoiará e incentivará a valorização e a difusão das manifestações culturais. § 1.o O Estado protegerá as manifestações das culturas populares, indígenas e afro-brasileiras, e das de outros grupos participantes do processo civilizatório nacional. § 2.o A lei disporá sobre a fixação de datas comemorativas de alta significação para os diferentes segmentos étnicos nacionais.

Disponível em: http://observatoriodadiversidade.org.br/site/ o-direito-de-acesso-a-cultura-e-a- constituicao-federal

TEXTO 2:

Desigualdades no acesso à produção cultural: Entretenimento: a minoria dos brasileiros frequenta cinema uma vez no ano. Quase todos os brasileiros nunca frequentaram museus ou jamais frequentaram alguma exposição de arte. Mais de 70% dos brasileiros nunca assistiram a um espetáculo de dança, embora muitos saiam para dançar. Grande parte dos municípios não possui salas de cinema, teatro, museus e espaços culturais multiuso. Livros e Bibliotecas: o brasileiro praticamente não tem o hábito de leitura. A maioria dos livros estão concentrados nas mãos de muito poucos. O preço médio do livro de leitura é muito elevado quando se compara com a renda do brasileiro nas classes C/D/E. Muitos municípios brasileiros não têm biblioteca, a maioria destes se localiza no Nordeste, e apenas dois no Sudeste. Acesso à Internet: uma grande porcentagem de brasileiros não possui computador em casa, destes, a maioria não tem qualquer acesso à internet (nem no trabalho, nem na escola).

Profissionais da Cultura: a metade da população ocupada na área de cultura não têm carteira assinada ou trabalha por conta própria.

(Fonte: Ministério da Cultura – IBGE – IPEA). Disponível em: http://www.unesco.org/new/pt/brasilia/culture/culture-anddevelopment/access-to-culture/

TEXTO 3:

O Ministério da Cultura mostrou-se necessário ao Brasil. Hoje temos estudos e projetos brasileiros como referência em organizações internacionais que tratam dos problemas dos direitos autorais em ambiente digital. Somos (ou tínhamos sido) pioneiros na luta em defesa dos criadores, que se viram sem saber o quê, como, quanto e quando receberão pela divulgação de sua obra em plataformas de streaming. A Diretoria de Direitos Intelectuais (DDI) do MinC vinha se tornando um “think tank” especializado nesses assuntos. Sem falar na situação do audiovisual, que se tornou uma atividade superavitária; nos Pontos de Cultura, que buscam acompanhar e proteger centros de criação artística em todo o território nacional; na atenção ao patrimônio histórico. Sem altas verbas (muito ao contrário), o MinC tem mostrado que o país passou a dar à produção cultural o valor que ela merece.

http://oglobo.globo.com/cultura/artigo-sem-festa-por-caetano-veloso-19308827

Os desafios no uso das novas tecnologias em salas de aula

Texto 1

A professora de Matemática Elisângela Stocco, que trabalha em duas escolas públicas, é conhecida pelos alunos pela frase: “guardem o celular”. “Não sou totalmente contra o uso do celular em sala de aula. Mas acredito que tudo passa por evolução e maturidade. Os nossos jovens e crianças não têm discernimento suficiente para usar esse instrumento como um recurso para auxiliar seu aprendizado e construir seu conhecimento. Ainda é usado basicamente como entretenimento. O maior desafio do professor é manter o interesse, concentração e atenção. Então o uso do celular vem contra o seus objetivos”, defende. Elisângela considera que os professores buscam uma adaptação, tentando encontrar uma maneira de introduzir essas ferramentas tecnológicas no ensino. No entanto, acredita que é uma tarefa complicada por exigir controle rígido sobre o que os alunos acessam. “Mesmo quando a aula envolve o uso da internet, existe a necessidade de fiscalização e isso gera desconforto, frustração para o professor, pois todo seu planejamento buscando atingir os educandos cai em vigilância constante e a atividade, que deveria ser agradável e rica em aprendizado, acaba abatendo o seu ânimo e o entusiasmo”, identifica.

Enquanto a maioria das escolas veta a utilização com a justificativa de que os dispositivos podem dispersar a atenção e prejudicar o aprendizado, outras optaram por torná-los um recurso pedagógico. Numa escola da rede particular, foi criado, em 2014, um projeto chamado Escola 2.0. Esse projeto, além de melhorar a rede de computadores e internet, introduziu tablets nas aulas. Os tablets são usados em dupla por todos os alunos para a profundar o conteúdo. Essa dinamização é acusada por ampliar os saberes em todas as áreas do conhecimento.

Adaptado de http://diariodamanha.com/noticias/ver/21564/ Celular+em+sala+de+aula%3A+proibir+ou+permitir

Texto 2:

Um projeto para estimular estudantes da rede pública a usar tecnologia em sala de aula foi lançado hoje (12) na Escola Municipal Malba Tahan, em Irajá, zona norte do Rio de Janeiro. O projeto Recode em Escolas foi criado pela organização não governamental (ONG) Comitê pela Democratização da Informática (CDI) em parceria com a Secretaria Municipal de Educação e trabalha com os professores da rede pública, procurando sensibilizá-los para o uso das tecnologias e para que passem a enxergar objetos, como o celular e o tablet, como ferramentas para auxiliá-los em sala de aula para melhorar o desempenho dos alunos. A gerente do Recode em Escolas, Carla Branco, disse que o objetivo é que aparelhos como celular e o tablet sejam inseridos na prática da sala de aula. Para ela, o projeto torna o processo de ensinar e aprender mais interativo. Carla diz que, com o projeto, a secretaria e o CDI dão aos jovens a oportunidade de eles poderem se inscrever em disciplinas eletivas, oferecidas no contraturno.

Na Escola Municipal Malba Tahan, foram capacitados 11 professores, que levam para os alunos, na sala de aula, conteúdos com games (jogos) e competições em disciplinas eletivas. O projeto aproveita o modelo vigente nessa escola, que é o Ginásio Carioca, que tem um período mais estendido de aulas. “É um modelo diferente, com uma carga de aulas maior e melhor para formação dos meninos”, disse Carla. No período fora do horário regular, entram as disciplinas eletivas.

http://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2016-07/ projeto-estimula-estudantes-usar-tecnologias-em-sala-de-aula

O valor da educação nas transformações sociais do Brasil

Clique aqui e veja a lista de filmes que tratam o tema educação para usar de argumentos.

Texto 1:

O cão e a árvore também são inacabados, mas o homem se sabe inacabado e por isso se educa. Não haveria educação se o homem fosse um ser acabado. O homem pergunta-se: quem sou? de onde venho? onde posso estar? O homem pode refletir sobre si mesmo e colocar-se num determinado momento, numa certa realidade: é um ser na busca constante de ser mais e, como pode fazer esta autorreflexão, pode descobrir-se como um ser inacabado, que está em constante busca. Eis aqui a raiz da educação. A educação é uma resposta da finitude da infinitude. A educação é possível para o homem, porque este é inacabado e sabe-se inacabado. Isto leva-o à sua perfeição. A educação, portanto, implica uma busca realizada por um sujeito que é o homem. O homem deve ser o sujeito de sua própria educação. Não pode ser o objeto dela. Por isso, ninguém educa ninguém. Sem dúvida, ninguém pode buscar na exclusividade, individualmente. Esta busca solitária poderia traduzir-se em um ter mais, que é uma forma de ser menos. Essa busca deve ser feita com outros seres que também procuram ser mais e em comunhão com outras “consciências”.

Jaspers disse: “Eu sou na medida em que os outros também são”.Freire, P. Educação e mudança. 12. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1979, p.14 (adaptado).

Texto 2:

A presidente Dilma Rousseff divulgou, em seu discurso de posse, o novo lema de seu governo: “Brasil, Pátria Educadora”. Ela explicou que a educação será a “prioridade das prioridades” no segundo mandato que começa nesta quinta-feira, 1º. “Só a educação liberta um povo e abre as portas de um futuro próspero”, afirmou. Ela anunciou que a área de educação começará a receber volumes mais expressivos de recursos e que o governo continuará expandindo o acesso a creches e pré-escolas, uma promessa de campanha e também do primeiro mandato. Sobre o ensino técnico, Dilma afirmou que vai dar especial atenção ao Pronatec Jovem Aprendiz. Dilma anuncia o novo lema: Brasil, Pátria Educadora.

Disponível em: http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/dilma-anuncia-o-novo-lemabrasil-patria-educadora. Acesso em 5 janeiro 2015 (trecho).

Texto 3:

A história da sociedade é marcada, ao longo do seu desenvolvimento, pela busca da efetivação da educação para uma sociedade harmônica. E, apesar das transformações sociais e da escola, sabemos que muito ainda temos a conquistar. De certa forma, o ensino tradicional ainda prevalece na maioria das escolas, busca-se uma educação para a vida democrática onde o homem seja capaz de criar e transformar o seu mundo em prol da humanidade. Em um mundo de constantes mudanças, nem os conhecimentos acumulados, nem a conduta “correta” são tão importantes quanto a capacidade crescente do estudante de identificar os problemas existenciais e de pesquisar soluções originais e criativas. Tomando a educação como condição necessária para mudança social, deve ser construída para o processo de democratização das relações de poder na sociedade, como também pode comportar, ao mesmo tempo, conservação e inovação, podendo funcionar como instrumento para mudanças. A escola deve servir como instrumento de conscientização do cidadão, extrapolando, assim, sua função de mera transmissora de conhecimento e Texto 2 Texto 3 Sem dúvida, ninguém pode buscar na exclusividade, individualmente. Esta busca solitária poderia traduzir-se em um ter mais, que é uma forma de ser menos. Essa busca deve ser feita com outros seres que também procuram ser mais e em comunhão com outras “consciências”. Jaspers disse: “Eu sou na medida em que os outros também são”.Freire, P. Educação e mudança. 12. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1979, p.14 (adaptado). /vestibulares lançando-se numa ação social diretamente relacionada à formação do senso crítico, direcionada para a intervenção e mudança da realidade social.

Porto, Vera S. P. A educação tem uma função de mudança social. Disponível em: http:// www.webartigos.com/artigos/a-educacao-tem-uma-funcao-de-mudanca-social/81431/. Acesso em 5 jan 2015 (adaptado).

Os riscos da crise de representatividade

TEXTO 1:

representatividade substantivo feminino

1.qualidade de representativo. 2.qualidade de alguém, de um partido, de um grupo ou de um sindicato, cujo embasamento na população faz que ele possa exprimir-se verdadeiramente em seu nome.

Disponível em:https://www.google.com.br/webhp?sourceid=chromeinstant&ion=1&espv=2&es_th=1&ie=UTF-8#q

TEXTO 2

Uma das poucas certezas é a de que vivenciamos uma crise de legitimidade das instituições e um profundo mal-estar com a democracia existente no país. O problema central, portanto, me parece ser o da falta de legitimidade das instituições de representação. Há um esgotamento e uma descrença nelas que não é específica do Brasil, mas das democracias representativas de uma maneira geral e especialmente em relação aos partidos políticos. Existe assim uma crise da própria democracia representativa. Essencialmente, os cidadãos não se sentem representados nem pelos partidos e muito menos pelos governos. Uma crise da representação política, visível na descrença e desqualificação do parlamento, dos partidos e dos políticos, especialmente entre os jovens. Pesquisa do Instituto Data Popular publicada no dia 21/6/2013, com 1.502 pessoas entre 18 e 30 anos, em 100 cidades do país, revelou que 75% não confiam nos políticos, nem nos partidos (e 59% também não confiam na justiça). Essa descrença explica, em grande parte, a ausência de partidos nas manifestações e quando presentes (pequenos partidos de esquerda, como PSTU e Psol), foram rejeitados e hostilizados. Houve conflitos em diversas cidades entre militantes de partidos, com suas bandeiras, e os manifestantes.

Isso ocorreu também nas manifestações na Europa e na chamada “primavera árabe”. O que revela que o problema não é específico do Brasil, é mais geral, como disse o sociólogo espanhol Manuel Castells, estudioso dessas manifestações em várias partes do mundo e que publicou recentemente um livro “Indignação e Esperança – Movimentos Sociais na Era da Internet” (Zahar Editora). Para ele, uma das características desses movimentos é a rejeição aos partidos, “há um desprezo geral aos partidos políticos”. Disponível em: http://www.cartapotiguar.com.br/2013/07/02/as-manifestacoes-e-acrise-da-representacao-politica-no-brasil/

Mobilidade urbana no século XXI: o ir e vir em questão na sociedade brasileira

Os movimentos e protestos populares a que o Brasil assistiu nos meses de junho e julho de 2013 trouxeram à tona a questão da mobilidade urbana e da acessibilidade, que está implicada (e diretamente) na formação e construção da identidade do indivíduo. Chaves na sociabilização dos habitantes de uma cidade, elas propiciam o acesso a seus recursos mais importantes: o capital social, cultural e econômico. Assim, o direito à cidade é um dos direitos maiores das sociedades modernas. Uma das condições decisivas para que a acessibilidade aos bens urbanos se efetive é a mobilidade urbana, algo que vai além de transportes e da mera funcionalidade da cidade. A mobilidade urbana não deve ser pensada apenas pelo viés técnico, como área de domínio dos engenheiros especializados, pois não se trata apenas de ofertar meios de transporte para uma demanda de circulação, instalando equipamentos e tecnologias. É a cidade que precisa ser pensada em conexão com a questão da mobilidade e, de fato, isso não ocorre no Brasil.

Uma questão-chave que precisa ser compreendida: a cidade condiciona as formas de mobilidade, como as condições de mobilidade influem sobre a cidade. Conectar as dimensões nos leva a perguntar: que mobilidade para qual tipo de cidade? A forma da cidade, morfologia urbana, não pode ser abstraída quando se pensa a mobilidade urbana. Mas, por incrível que pareça, tudo o que acompanhamos sobre as questões relativas à mobilidade urbana das cidades brasileiras ignora essa relação.

Disponível em: http://www.cartanaescola.com.br/single/show/157.

Texto 2:

O trânsito se tornou uma das maiores dores de cabeça para a população. O acúmulo de veículos nas ruas causa prejuízos, estresse, acidentes e poluição, e tende a piorar nos próximos anos, caso não sejam adotadas políticas mais eficientes. O problema agravou-se nas últimas décadas graças à concentração de pessoas nas cidades, à falta de planejamento urbano, aos incentivos à indústria automotora e ao maior poder de consumo das famílias. Isso tudo provocou o que os especialistas chamam de crise de mobilidade urbana, que acontece quando o Estado não consegue oferecer condições para que as pessoas se desloquem nas cidades. Segundo o relatório “Estado das Cidades da América Latina e Caribe”, 80% da população latino-americana vive em centros urbanos e 14% (cerca de 65 milhões) habita metrópoles como São Paulo e Cidade do México. Ocorre que esse aumento contínuo da população urbana não foi acompanhado de políticas de urbanização e infraestrutura que resolvessem questões como moradia e transporte. A má qualidade do transporte público e o incentivo ao consumo faz a população optar pelo transporte individual. De acordo com o Observatório das Metrópoles, a frota de veículos nas metrópoles brasileiras dobrou nos últimos dez anos, com um crescimento médio de 77%. Os dados revelam que o número de automóveis e motocicletas nas 12 principais capitais do país aumentou de 11,5 milhões para 20,5 milhões, entre 2001 e 2011. Esses números correspondem a 44% da frota nacional. Trecho disponível em http://vestibular.uol.com.br/resumo-das-disciplinas/ atualidades/ mobilidade-urbana-como-solucionar-o-problema-do-transito-nas-metropoles.htm

Texto 3

Citações para enriquecer sua redação – Parte 2

Jean-Paul Sartre (1905-1980) foi um filósofo e crítico francês, considerado uma referência nos estudos sobre o existencialismo, sobre o qual afirmou que o homem é responsável por definir sua existência. Ao argumentar sobre conceitos como a liberdade humana, Sartre fundamenta que a essência do ser é adquirida por meio das vivências, experiências. Para isso, o indivíduo faz escolhas, o que é uma tarefa árdua e pessoal, cujo propósito final é compreender a si mesmo. Suas obras mais famosas são O Ser e o Nada (1943) e O Existencialismo é um Humanismo (1946). Veja mais citações de Sartre:

  1. “O homem deve ser inventado a cada dia.”
  2.  “Quando os ricos fazem a guerra, são sempre os pobres que morrem.”
  3. “Nasci para satisfazer a grande necessidade que eu tinha de mim mesmo.”
  4. “Todos os homens têm medo. Quem não tem medo não é normal; isso nada tem a ver com a coragem.”
  5. “Viver é isso: Ficar se equilibrando o tempo todo, entre escolhas e consequências.”
  6. “Não fazemos o que queremos e, no entanto, somos responsáveis pelo que somos: eis a verdade.”
  7. “Um amor, uma carreira, uma revolução: outras tantas coisas que se começam sem saber como acabarão.”
  8. “O homem não é a soma do que tem, mas a totalidade do que ainda não tem, do que poderia ter.”
  9. “Um homem não pode ser mais homem do que os outros, porque a liberdade é semelhantemente infinita em cada um.”
  10. “A beleza é uma contradição velada.”
  11. “Não importa o que fizeram com você. O que importa é o que você faz com aquilo que fizeram com você.”
  12. “A violência, seja qual for a maneira como ela se manifesta, é sempre uma derrota.”
  13. “O homem não é nada mais do que aquilo que faz a si próprio.”
  14. “Liberdade não é fazer o que se quer, mas querer o que se faz.”
  15. “Não fazemos aquilo que queremos e, no entanto, somos responsáveis por aquilo que somos.”
  • JÜRGEN HABERMAS 

Jürgen é um filósofo e sociólogo alemão que dedicou sua vida ao estudo sobre a democracia. Ficou famoso pelas teorias relacionadas à racionalidade comunicativa e a esfera pública, e é considerado um dos nomes mais importantes da contemporaneidade. Sua filosofia pode ser relacionada a temas que discutem a importância do debate, prejuízos da lógica capitalista e democracia, por exemplo. Citações:

“A sociedade é dependente de uma crítica às suas próprias tradições.”

“O resgate discursivo de pretensões de verdade conduz à aceitabilidade racional, não a verdade.”

  • RENÉ DESCARTES  

Descartes também foi “pai”, neste caso da filosofia e da matemática moderna. Nascido em uma configuração feudalista, predominantemente influenciada pela Igreja, foi considerado um revolucionário, e defendia que a dúvida era importante para se alcançar o conhecimento. O filósofo caiu 4 vezes só nos últimos 5 anos do exame. É muito importante pesquisar a fundo suas teorias para estar preparado na hora da prova. Sob a ótica do pensamento de Descartes, sua filosofia poderia ser relacionada a temas sobre a importância do questionamento ou sobre como estamos sujeitados às diversas formas de manipulação sociais, por exemplo. Citações:

“Se você for uma pessoa que busca realmente a verdade, é necessário que ao menos uma vez na vida duvide de todas as coisas, da maneira mais profunda possível.”

“Quando se é demasiado curioso de coisas praticadas nos séculos passados, é comum ficar-se ignorante das que se praticam no presente.”  

  • THOMAS HOBBES 

Este filósofo inglês, em sua principal obra “Leviatã” (1651), desenvolveu teorias sobre a natureza humana e sobre como é essencial um governo e uma sociedade fortes, além dos ideias de que não há nenhum homem tão acima do outro que esteja isento de sentir medo de que o outro o prejudique. Citações:

“O homem é o lobo do homem.”

“O verdadeiro e o falso são atributos da linguagem, não das coisas. E onde não há linguagem, não há verdade nem falsidade.”

  • THEODOR ADORNO 

O filósofo alemão Theodor Adorno foi um dos maiores críticos do capitalismo, afirmando que gerava degradação e comercialização da cultura e das relações em sociedade, uma excelente referência para a discussão de temas voltados para essas questões. Citações:

“Liberdade não é poder escolher entre preto e branco mas sim abominar este tipo de propostas de escolha.”

“O homem é tão bem manipulado e ideologizado que até mesmo o seu lazer se torna uma extensão do trabalho.”

  • DAVID HUME

Hume foi considerado um revolucionário filósofo do Iluminismo. Associava ateísmo ao ceticismo e, por isso, foi considerado também um herege pela Igreja Católica. Criticava o racionalismo cartesiano que valorizava a ideia da razão. Citações:

“A beleza das coisas existe no espírito de quem as contempla.”

“A experiência é um princípio que me instrui sobre as diversas conjunções dos objectos no passado.”  

  • MONTESQUIEU  

O francês Montesquieu fundou a teoria constitucional dos três poderes: republicano, monárquico e despótico. Defendia que por trás dos sistemas políticos existiam ideologias que direcionam o comportamento e a resposta dos indivíduos, o que define a vida em sociedade. Muito estudado também na história, para compreender as configurações de poder, pode cair nas provas objetivas e ainda ser citado na redação. Citações:

“Quanto menos os homens pensam, mais eles falam.”

“Uma injustiça feita a um só, é uma ameaça feita a todos.”

  • IMMANUEL KANT  

Kant fundou a filosofia crítica. Discutia sobre a natureza do conhecimento e como a compreensão do mundo faz com que o homem sinta-se parte dele. Kant questionava qual é o valor do pensamento humano, além da moral e os limites da razão. A educação é para ele entendida como essencial na formação do indivíduo moral. No Enem 2017, suas teorias foram muito relacionadas ao tema “Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil”. Citações:

“A educação é o maior e mais difícil problema imposto ao homem.”

“Quem não sabe o que busca, não identifica o que acha.”

Citações para enriquecer sua redação – Parte 1

Zygmunt Bauman: Esse filósofo e sociólogo polonês refletia sobre as relações na chamada pós-modernidade. Uma de suas falas em uma entrevista à revista ISTOÉ foi: “Os tempos são ‘líquidos’ porque tudo muda tão rapidamente. Nada é feito para durar, para ser ‘sólido’.” Veja mais citações de Bauman:

  1. “As redes sociais são muito úteis, oferecem serviços muito prazerosos, mas são uma armadilha.” (Bauman em entrevista ao jornal El País)
  2. “O consumismo de hoje, porém, não diz mais respeito à satisfação das necessidades — nem mesmo as mais sublimes, distantes (alguns diriam, não muito corretamente, ‘artificiais’, ‘inventadas’, ‘derivativas’) necessidades de identificação ou a auto-segurança quanto à ‘adequação’.” (Bauman em Modernidade Líquida)
  3. “Não se pode escapar do consumo: faz parte do seu metabolismo! O problema não é consumir; é o desejo insaciável de continuar consumindo… Desde o paleolítico os humanos perseguem a felicidade… Mas os desejos são infinitos. As relações humanas são sequestradas por essa mania de apropriar-se do máximo possível de coisas.” (Bauman em entrevista ao jornal espanhol La Vanguardia)
  4. “Não são as crises que mudam o mundo, e sim nossa reação a elas.” (Bauman em entrevista à revista ISTOÉ)
  5. “Mas foi provado, além de qualquer dúvida razoável, que a nossa induzida intolerância à dor é uma fonte inesgotável de lucros comerciais. Por essa razão, podemos esperar que essa nossa intolerância se agrave ainda mais, em vez de ser atenuada.” (Bauman em entrevista à revista ISTOÉ)
  6. “Os tempos são ‘líquidos’ porque tudo muda tão rapidamente. Nada é feito para durar, para ser ‘sólido’.” (Bauman em entrevista à revista ISTOÉ)
  7. “Tudo é mais fácil na vida virtual, mas perdemos a arte das relações sociais e da amizade”. (Bauman em entrevista ao El País)
  8. “Não é o ideal de perfeição que lubrifica as engrenagens da indústria de cosméticos, mas o desejo de melhorar. E isso significa seguir a moda atual. Todos os aspectos da aparência corporal são, atualmente, objetos da moda, não apenas o cabelo ou a cor dos lábios, mas os tamanhos dos quadris ou dos seios.” (Bauman em entrevista à revista ISTOÉ)
  9. “No líquido cenário da vida moderna, os relacionamentos talvez sejam os representantes mais comuns, agudos, perturbadores e profundamente sentidos da ambivalência.” (Bauman em Modernidade Líquida: sobre a fragilidade dos laços humanos)
  10. “A modernidade líquida em que vivemos traz consigo uma misteriosa fragilidade dos laços humanos – um amor líquido. A segurança inspirada por essa condição estimula desejos conflitantes de estreitar esses laços e ao mesmo tempo mantê-los frouxos.” (Bauman em Modernidade Líquida: sobre a fragilidade dos laços humanos)

Émile Durkheim foi considerado “pai da sociologia” e estudava o comportamento das pessoas em sociedade. O filósofo afirmou que “Nosso egoísmo é, em grande parte, produto da sociedade.”  Veja mais citações:

  1. “É preciso sentir a necessidade da experiência, da observação, ou seja, a necessidade de sair de nós próprios para aceder à escola das coisas, se as queremos conhecer e compreender.”
  2. “Nosso egoísmo é, em grande parte, produto da sociedade.”
  3. “Não há senão diferenças de um certo gênero que tendem uma para a outra; são aquelas que em lugar de se opor e de se excluir, se completam mutuamente.”
  4. “Perseguir um objetivo que por definição é inatingível é condenar-se a um estado de infelicidade perpétua.”
  5. “A religião não é somente um sistema de ideias, ela é antes de tudo um sistema de forças.”
  6. “Quando os costumes são suficientes, as leis são desnecessárias. Quando os costumes são insuficientes, é impossível fazer respeitar as leis.”
  7. “O indivíduo só poderá agir na medida em que aprender a conhecer o contexto em que está inserido, a saber quais são suas origens e as condições de que depende. E não poderá sabê-la sem ir à escola, começando por observar a matéria bruta que está lá representada.”
  8. “A criança deve exercitar-se a reconhecer [a autoridade] na palavra do educador e a submeter-se ao seu ascendente; é por meio dessa condição que saberá, mais tarde, encontrá-la na sua consciência e aí se conformar a ela.”

O brasileiro Paulo Freire foi um dos nomes mais importantes quando se fala em debate sobre educação. Uma de suas célebres afirmações foi “Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda.”

  1. Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda.”
  2. “Ninguém nasce feito, é experimentando-nos no mundo que nós nos fazemos.”
  3. “Ninguém educa ninguém, ninguém educa a si mesmo, os homens se educam entre si, mediatizados pelo mundo.”
  4. “A leitura do mundo precede a leitura da palavra.”
  5. “Me movo como educador, porque, primeiro, me movo como gente.”
  6. “Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção.”
  7. “Não há ensino sem pesquisa e pesquisa sem ensino.”
  8. “O homem, como um ser histórico, inserido num permanente movimento de procura, faz e refaz o seu saber.”
  9. “O diálogo cria base para colaboração.”
  10. “Educação não transforma o mundo. Educação muda as pessoas. Pessoas transformam o mundo.”
  11. “Quem ensina aprende ao ensinar. E quem aprende ensina ao aprender.”
  12. “A educação, qualquer que seja ela, é sempre uma teoria do conhecimento posta em prática.”
  13. “Onde quer que haja mulheres e homens, há sempre o que fazer, há sempre o que ensinar, há sempre o que aprender.”
  14. “Não há saber mais ou saber menos: Há saberes diferentes.”
  15. “Só, na verdade, quem pensa certo, mesmo que, às vezes, pense errado, é quem pode ensinar a pensar certo.”
  16. “Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Por isso aprendemos sempre.”
  17. “Gosto de ser gente porque, inacabado, sei que sou um ser condicionado, mas, consciente do inacabamento, sei que posso ir mais além dele.”
  18. “Criar o que não existe ainda deve ser a pretensão de todo sujeito que está vivo.”
  19. “Quando o homem compreende a sua realidade, pode levantar hipóteses sobre o desafio dessa realidade e procurar soluções. Assim, pode transformá-la e o seu trabalho pode criar um mundo próprio, seu Eu e as suas circunstâncias.”
  20. “A tarefa mais importante de uma pessoa que vem ao mundo é criar algo.”

 

O peso da nota de redação no Enem

A redação do ENEM contém alguns aspectos diferenciados, como a exigência de uma proposta de intervenção para o tema em debate. Além disso, a redação da prova é a única que sozinha vale 1000 pontos.  As demais provas, todas objetivas, são avaliadas por um sistema chamado Teoria de Resposta ao Item (TRI), que avalia cada participante segundo a nota de todos os candidatos, não sendo possível, por exemplo, tirar mil na prova de matemática, mesmo que o aluno a tenha gabaritado.

Tirar uma boa nota na redação tem muito mais peso na média final, afinal, é avaliada individualmente, podendo variar entre 0 e 1000!  Devido a isso, a banca de correção do ENEM tem sido cada vez mais criteriosa e exigente, restringido bastante o número de notas máximas. Até um tempo atrás, um aluno que escrevia de forma coesa, coerente e seguia bem os padrões do gênero dissertativo-argumentativo conseguia de forma relativamente fácil a nota máxima. Agora, é preciso pensar fora da casinha, trazer sempre conhecimentos além do texto motivador, interdisciplinaridade, intertextualidade e uma gramática adequada.

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