Módulo 3 – Roberta, Vivian e Angela

o fundamento do Pensamento Crítico

Ao tentarmos responder ao problema “É justo que existam diferenças sociais”, percebemos que existem várias questões envolvidas. Em 1º lugar, Deus fez todos iguais e as diferenças nas classes sociais não devem nunca interferir nisso. Isso significa que a importância do ser humano não deve ser medida pelo que ele tem. Significa também que todos, pelo simples fato de serem seres humanos, merecem o que é básico para uma vida digna. Alimentação, moradia, educação e saúde deveriam ser direito de TODOS.
Por outro lado, vimos que as diferenças existem dependendo do quanto as pessoas estudam. Isso significa que o estudo é muito importante para a qualidade de vida das pessoas e também para o seu crescimento econômico e social. Porém, nem todos têm oportunidade para estudar e já vimos que não deveria ser assim, pois a educação deve ser um direito básico à todos.
Concluímos que se não há oportunidades iguais para todos e se as pessoas forem valorizadas pelo que elas têm, então não é justo que hajam diferenças sociais.

Elaborado pelas alunas do 5º ano: Alexandra Vaz e Amanda Ota.

Argumentação como fundamento do Pensamento Crítico

Ao tentarmos responder ao problema “É justo que existam diferenças sociais”, percebemos que existem várias questões envolvidas. Em 1º lugar, Deus fez todos iguais e as diferenças nas classes sociais não devem nunca interferir nisso. Isso significa que a importância do ser humano não deve ser medida pelo que ele tem. Significa também que todos, pelo simples fato de serem seres humanos, merecem o que é básico para uma vida digna. Alimentação, moradia, educação e saúde deveriam ser direito de TODOS.
Por outro lado, vimos que as diferenças existem dependendo do quanto as pessoas estudam. Isso significa que o estudo é muito importante para a qualidade de vida das pessoas e também para o seu crescimento econômico e social. Porém, nem todos têm oportunidade para estudar e já vimos que não deveria ser assim, pois a educação deve ser um direito básico à todos.
Concluímos que se não há oportunidades iguais para todos e se as pessoas forem valorizadas pelo que elas têm, então não é justo que hajam diferenças sociais.

Elaborado pelas alunas do 5º ano: Alexandra Vaz e Amanda Ota.