Revisão para prova 7º ano

1. Identifique o verbo e classifique-o quanto a sua transitividade verbal:

a) Ninguém temia o tirano.

b) A indústria de lã optou por fibra sintética.

c) Os homens aspiram à paz.

d) Mandaram copiar.

e) Já conheço os alunos.

f) Escrevi uma carta ao presidente.

g) Paguei um guaraná a Nancy.

h) Aquela notícia interessa a todos.

i) Sua opinião não importa para mim.

J) Aquele livro pertence ao professor.




2. Identifique os objetos (complemento do verbo) e classifique-os:

a) Duvido destas verdades.

b) Os Romanos adoravam a Júpiter.

c) Beberam do vinho.

d) Cumpri com minha palavra.

e) Não gostei do porém.

f) Contemplei a esplêndida paisagem.

g) A professora não confia em seus alunos.

h) Compreende isso?

i) Transmita meus cumprimentos a seu irmão.

j) Cantou suas mágoas a todos que o ouviam.




3. Identifique o predicativo e classifique-o:

a) A falta de perspectivas deixa o povo desesperado.

b) Marciano marchava tenso.

c) Os indicadores da pesquisa não são animadores.

d) A Ministra considerou baixa a inflação.

e) São horríveis essas coisas.

f) O atleta virou herói nacional.

g) Quem são esses homens?

h) Consideram irrisório o salário.

i) Ando desconfiado, esse homem parece um espião.

j) Os policiais pediam calma absoluta.

k) O crepúsculo vai ficando mais pálido.

Tarefa sobre Objetos (Complemento do verbo) para 7ºs anos

Vídeos sobre complemento do verbo

EXERCÍCIOS

1. Identifique e classifique os objetos:
a) Chegou o dia dos namorados.
b) Eu estava ansiosa.
c) Você merece os melhores presentes.
d) Dei-lhe três presentes lindos.
e) O Brasil exportou muito café.
f) Você me conhece muito bem.
g) O menino sumiu até a hora do jantar.
h) O pai perguntou a mulher quem quebrou a janela.
i) O pai não acreditou em Pedrinho.
j) A mãe permaneceu calada.

Tarefa para a semana do dia 06.08 – 7ºs anos

Link de vídeo-aula de revisão sobre transitividade verbal:

www.youtube.com/watch?v=y2haxLgR4BM

Exercícios

1. Classifique os verbos quanto a sua transitividade:
a) Chegou o dia dos namorados.
b) Eu estava ansiosa.
c) Você merece os melhores presentes.
d) Dei-lhe três presentes lindos.
e) O Brasil exportou muito café.
f) Você me conhece muito bem.
g) O menino sumiu até a hora do jantar.
h) O pai perguntou a mulher quem quebrou a janela.
i) O pai não acreditou em Pedrinho.
j) A mãe permaneceu calada.

 

2. Destaque os verbos e classifique-os quanto à transitividade.

a) Sem dúvida, este jovem gosta de música.

b) Desejo-te boa viagem.

c) A Leitura amplia nossos conhecimentos.

d) Que lhe importa o meu ar.

e) Não duvides das verdades divinas.

f) Ela os ensina a fazer ninhos nas árvores.

g) Daremos ao rapaz o apoio necessário.

h) Esse garoto desconfia das pessoas.

i) Os ricos, não os invejo.

j) A moça não resistiu ao beijo do namorado.

 

3. Classifique os verbos em negrito quanto à transitividade.

a) Eu comprei um carro.
b) Gustavo trabalha muito.
c) Ela quis agradar a mim.
d) Ela gosta de carros luxuosos.
e) Ele viajou ontem.

 

4. Complete os verbos transitivos com objetos adequados:

a) Gosto ____________________________________________________________
b) Deram ____________________________________________________________
c) Cecília ganhou ____________________________________________________________

Tarefa de Língua Portuguesa 71

1. Identifique e Classifique o Predicativo nas orações abaixo:

a) Consideram-no um sonhador.

b) José chegou cansado.

c) Sílvio e Gabriela passeiam felizes.

d) Fumar é um vício.

e) Joana comprou flores perfumadas.

f) Os alunos sairam da prova confiantes.

g) Considero inexecutável o projeto exposto.

h) As águas podiam estar poluídas.

i) Os adultos consideram ascrianças sapecas.

j) Elegeram Marcos representante da classe.

k) O empresário nomeou gerente o irmão.

l) Os alunos estudaram atentos para o concurso.

 

2. Sublinhe o complemento nominal de cada oração.

a) Eu tenho medo dos ladrões.

b) As crianças têm necessidade de estudo.

c) O dia é impróprio para diversão.

d) Ele sente receio do mundo.

e) Naquele momento, o menino perdeu a esperança da vitória.

 

3. Dê complementos adequados aos trechos abaixo.

a) Devemos ter respeito ________________________________________________

b) Ele tem gosto_______________________________________________________

c) O menino tem necessidade____________________________________________

d) Ele tem conhecimento________________________________________________

e) A população tem necessidade__________________________________________

 

4. Transforme os verbos em substantivos, de forma que os objetos passem a ser complementos nominais.

           Procurar a paz.

           A procura da paz.

a) Conhecer o segredo do cofre.

b) Dedicar-se à pesquisa.

c) Necessitar de roupas.

d) Descobrir o humor.

e) Aprovar os direitos das crianças.

Tarefa de Literatura para os 7ºs anos para a semana de 02.04 a 05.04

A Raposa e as Uvas

     Uma Raposa, morta de fome, viu, ao passar diante de um pomar, penduradas nas ramas de uma viçosa videira, alguns cachos de exuberantes Uvas negras, e mais importante, maduras.

Não pensou duas vezes, e depois de certificar-se que o caminho estava livre de intrusos, resolveu colher seu alimento.

Ela então usou de todos os seus dotes, conhecimentos e artifícios para pegá-las, mas como estavam fora do seu alcance, acabou se cansando em vão, e nada conseguiu.

Desolada, cansada, faminta, frustrada com o insucesso de sua empreitada, suspirando, deu de ombros, e se deu por vencida.

Por fim deu meia volta e foi embora. Saiu consolando a si mesma, desapontada, dizendo:

“Na verdade, olhando com mais atenção, percebo agora que as Uvas estão todas estragadas, e não maduras como eu imaginei a princípio…”

Moral da História:
     Ao não reconhecer e aceitar as próprias limitações, o vaidoso abre assim o caminho para sua infelicidade.

 

  1. Por algum motivo a Raposa se deteve diante do pomar. Qual foi esse motivo?
  2. Descreva, com suas palavras, uma hipótese do que aconteceu em seguida.
  3. Ao fazer o comentário final, a Raposa tinha uma intenção. Qual era essa intenção?
  4. O autor tenta retratar algum sentimento humano nessa fábula, qual seria?
  5. Descrever, com suas palavras, o significado da Moral da Fábula?

Tarefa de Literatura dos 7ºs anos para a semana de 12.03 a 15.03

copiar e responder as questões no caderno.

O escorpião e a rã

Parado ao sol, o escorpião olhava ao redor da montanha onde morava. “Positivamente, tenho de me mudar daqui” – pensou.
Esperou a madrugada chegar, lançou-se por caminhos empoeirados até atingir a floresta. Escalou rochedos, cruzou bosques e, finalmente, chegou às margens do rio largo e caudaloso.
“Que imensidão de águas! A outra margem parece tão convidativa… Se eu soubesse nadar…”
Subiu longo trecho da margem, desceu novamente, olhou para trás. Aquele rio certamente não teria medi de escorpião. A travessia era impossível.
“Não vai dar. Tenho de reconsiderar minha decisão” – lamentou.
Estava quase desistindo quando viu a rã sobre a relva, bem próxima à correnteza. Os olhos do escorpião brilharam:
“Ora, ora… Acho que encontrei a solução!” – pensou rápido.
— Olá, rãzinha! Me diga uma coisa: você é capaz de atravessar este rio?
— Ih, já fiz essa travessia muitas vezes até a outra margem. Mas por que você pergunta? — disse a rã, desconfiada.
— Ah, deve ser tão agradável do outro lado — disse. Pena eu não saber nadar.
A rã já estava com os olhos arregalados:
“Será que ele vai me pedir…?”
— Se eu pedisse um favor, você me faria? — disse o escorpião mansamente.
— Que favor? — murmurou a rã.
— Bem — o tom da voz era mais brando ainda –, bem, você me carregaria nas costas até a outra margem?
A rã hesitou:
— Como é que eu vou ter certeza de que você não vai me matar?
— Ora, não tenha medo. Evidentemente, se eu matar você, também morrerei — argumentou o escorpião.
— Mas… e se quando estivermos saindo daqui você me matar e pular de volta para a margem?
— Nesse caso eu não cruzaria o rio nem atingiria meu destino — replicou o escorpião.
— E como vou saber se você não vai me matar quando atingirmos a outra margem? — perguntou a rã.
— Ora, ora… quando chegarmos ao outro lado eu estarei tão agradecido pela sua ajuda que não vou pagar essa gentileza com a morte.
Os argumentos do escorpião eram muito lógicos. A rã ponderou, ponderou, e, afinal, convenceu-se.
O escorpião acomodou-se nas costas macias da agora companheira de viagem e começou a travessia. A rã nadava suavemente e o escorpião quase chegou a cochilar. Perdeu-se em pensamentos e planos futuros, olhando a extensão enorme do rio. De repente se deu conta de que estava dependendo de alguém, de que ficaria devendo um favor para a rãzinha. Reagiu, ergueu o ferrão.
“Antes a morte que tal sorte” – pensou.
A rã sentiu uma violenta dor nas costas e, com o rabo do olho, viu o escorpião recolher o ferrão.
Um torpor cada vez mais acentuado começava a invadir-lhe o corpo.
— Seu tolo! — gritou a rã. — Agora nós dois vamos morrer! Por que fez isso?
O escorpião deu uma risadinha sarcástica e sacudiu o corpo.
— Desculpe, mas eu não pude evitar. Essa é a minha natureza.

Esopo

07) Essa fábula trata principalmente de dois sentimentos humanos. Quais?

08) Copie a fala do escorpião que certamente foi a mais difícil para ele dizer à rã, explicando seu raciocínio:

09) Nesta fábula, a expressão “carregar nas costas” foi empregada no sentido conotativo ou denotativo? Justifique sua resposta:

10) Construa uma frase em que tal expressão apareça com sentido diferente, explicando:

11) Você acha que algumas pessoas poderosas são capazes de qualquer coisa para manter seu poder?

12) O que você faria no lugar da rã? E do escorpião?

13) Escreva uma moral para essa fábula.

Tarefa de Literatura dos 7ºs anos para a semana que inicia dia 05.03 e termina dia 08.03

copiar e responder as questões no caderno.

O escorpião e a rã

Parado ao sol, o escorpião olhava ao redor da montanha onde morava. “Positivamente, tenho de me mudar daqui” – pensou.
Esperou a madrugada chegar, lançou-se por caminhos empoeirados até atingir a floresta. Escalou rochedos, cruzou bosques e, finalmente, chegou às margens do rio largo e caudaloso.
“Que imensidão de águas! A outra margem parece tão convidativa… Se eu soubesse nadar…”
Subiu longo trecho da margem, desceu novamente, olhou para trás. Aquele rio certamente não teria medi de escorpião. A travessia era impossível.
“Não vai dar. Tenho de reconsiderar minha decisão” – lamentou.
Estava quase desistindo quando viu a rã sobre a relva, bem próxima à correnteza. Os olhos do escorpião brilharam:
“Ora, ora… Acho que encontrei a solução!” – pensou rápido.
— Olá, rãzinha! Me diga uma coisa: você é capaz de atravessar este rio?
— Ih, já fiz essa travessia muitas vezes até a outra margem. Mas por que você pergunta? — disse a rã, desconfiada.
— Ah, deve ser tão agradável do outro lado — disse. Pena eu não saber nadar.
A rã já estava com os olhos arregalados:
“Será que ele vai me pedir…?”
— Se eu pedisse um favor, você me faria? — disse o escorpião mansamente.
— Que favor? — murmurou a rã.
— Bem — o tom da voz era mais brando ainda –, bem, você me carregaria nas costas até a outra margem?
A rã hesitou:
— Como é que eu vou ter certeza de que você não vai me matar?
— Ora, não tenha medo. Evidentemente, se eu matar você, também morrerei — argumentou o escorpião.
— Mas… e se quando estivermos saindo daqui você me matar e pular de volta para a margem?
— Nesse caso eu não cruzaria o rio nem atingiria meu destino — replicou o escorpião.
— E como vou saber se você não vai me matar quando atingirmos a outra margem? — perguntou a rã.
— Ora, ora… quando chegarmos ao outro lado eu estarei tão agradecido pela sua ajuda que não vou pagar essa gentileza com a morte.
Os argumentos do escorpião eram muito lógicos. A rã ponderou, ponderou, e, afinal, convenceu-se.
O escorpião acomodou-se nas costas macias da agora companheira de viagem e começou a travessia. A rã nadava suavemente e o escorpião quase chegou a cochilar. Perdeu-se em pensamentos e planos futuros, olhando a extensão enorme do rio. De repente se deu conta de que estava dependendo de alguém, de que ficaria devendo um favor para a rãzinha. Reagiu, ergueu o ferrão.
“Antes a morte que tal sorte” – pensou.
A rã sentiu uma violenta dor nas costas e, com o rabo do olho, viu o escorpião recolher o ferrão.
Um torpor cada vez mais acentuado começava a invadir-lhe o corpo.
— Seu tolo! — gritou a rã. — Agora nós dois vamos morrer! Por que fez isso?
O escorpião deu uma risadinha sarcástica e sacudiu o corpo.
— Desculpe, mas eu não pude evitar. Essa é a minha natureza.

Esopo

Interpretação
01) Por que o texto acima é uma fábula? Explique:
02) Por que o advérbio de modo MANSAMENTE referente à fala do escorpião revela hipocrisia?
03) Qual o principal argumento utilizado pelo escorpião para convencer a rã a transportá-lo?
04) Que sentimento dominou o escorpião quando ele decidiu dar na rã a ferroada fatal?
05) Como você explica a última frase do texto?
06) Considerando todo o texto, que significado simbólico adquire o rabo do escorpião? Esse significado baseia-se em algum fato já explicado pela ciência?