Tarefa de Literatura – somente turma 72 para 13.04

Em folha almaço, para entregar, com nome e turma, textos e questões copiadas e respondidas.

TEXTO 1:
A Borboleta e o Casulo
          Quando a lagarta, tornada crisálida, concluiu praticamente a sua transformação em lepidóptero, resta-lhe passar uma prova para se tornar verdadeiramente borboleta. Tem de conseguir romper o casulo no seio do qual se operou a transformação, a fim de se libertar dele e iniciar o seu voo.

          Se a lagarta teceu o seu casulo pouco a pouco, progressivamente, a futura borboleta em compensação não pode libertar-se dele da mesma forma, procedendo progressivamente. Desta vez tem de congregar força suficiente nas asas para conseguir romper, de uma assentada, a sua gola de seda.


          É precisamente graças a esta última prova e à força que ela exige que a borboleta acumule nas suas jovens asas, que esta desenvolve a musculatura de que terá necessidade depois para voar.


          Quem ignorar este dado importante e, imaginando ‘ajudar’ uma borboleta a nascer, romper o casulo em seu lugar, assistirá ao nascimento de um lepidóptero totalmente incapaz de voar. Esta não terá conseguido utilizar a resistência da sua sedosa prisão para construir a força de que teria necessidade para lançar-se seguidamente no céu.
TEXTO 2:
A lição da borboleta
          Um dia, uma pequena abertura apareceu num casulo e um homem ficou observando o esforço da borboleta para fazer com que o seu corpo passasse por ali e ganhasse a liberdade. Por um instante, ela parou, parecendo que tinha perdido as forças para continuar. Então, o homem decidiu ajudar e, com uma tesoura, cortou delicadamente o casulo. A borboleta saiu facilmente. Mas, seu corpo era pequeno e tinha as asas amassadas. O homem continuou a observar a borboleta porque esperava que, a qualquer momento, as asas dela se abrissem e ela saísse voando.

          Nada disso aconteceu. A borboleta ficou ali rastejando, com o corpo murcho e as asas encolhidas e nunca foi capaz de voar! O homem, que em sua gentileza e vontade de ajudar, não compreendeu que o casulo apertado e o esforço eram necessários para a borboleta vencer essa barreira. Era o desafio da natureza para mantê-la viva. O seu corpo se fortaleceria e ela estaria pronta para voar assim que se libertasse do casulo.

          Algumas vezes, o esforço é tudo o que precisamos na vida. Se Deus nos permitisse passar pela vida sem obstáculos, não seríamos como somos hoje. A força vem das dificuldades, a sabedoria, dos problemas que temos que resolver. A prosperidade, do cérebro e músculos para trabalhar. A coragem vem do perigo para superar e, às vezes, a gente se pergunta: “não recebi nada do que pedi a Deus”. Mas, na verdade, recebemos tudo o que precisamos. E nem percebemos.

1. Há relação entre os dois textos? Explique.

2. O texto 1 é um texto científico.
( ) concordo ( ) discordo
O que faz você afirmar e concordar com isso? Retire do texto os argumentos que comprovam. Se discorda, apresente também os argumentos retirados do texto.

3. O texto fala da transformação da borboleta. Cientificamente, como se chama esse processo?

4. O autor utiliza-se do texto para orientar sobre o processo de transformação. Qual é a grande lição que ele quer passar com o texto?

5. Agora, vamos analisar o texto 2. Ele é uma crônica.
( ) concordo ( ) discordo
Por que o texto é uma crônica? Explique e justifique com argumentos do próprio texto. Se discorda, faça o mesmo.

6. O que fez o homem decidir a ajudar a borboleta?

7. Qual era a grande expectativa do homem em relação à borboleta?

8. A expectativa aconteceu? Justifique.

9. O que faltou ao homem para que pudesse entender o processo?

10. Como no texto anterior, a grande lição está no último parágrafo. Vamos revisá-lo:
A força vem………………..
A sabedoria vem………………..
A prosperidade vem………………..
A coragem vem…………………
Explique com tuas palavras a mensagem do texto.

Tarefa de literatura para os 7ºs anos para a semana que inicia dia 20.03

Texto: A cigarra e as formigas (Monteiro Lobato)

Primeiro façam sobre o texto “A formiga boa” e depois o texto “A formiga má.

Compreensão e Interpretação

  1. Quais são as personagens do texto?

 

2.A personagem principal é chamada de protagonista. A personagem que se opõe à protagonista é chamada de antagonista.

  1. a) Quem é a protagonista no texto?
  2. b) Quem é a antagonista?

 

  1. O narrador também é personagem ou é narrador observador? Ou seja, é narrador de:

(  )  1ª pessoa

(  ) 3ª pessoa?

 

  1. Observe como o narrador se refere à cigarra no 1º texto:

“Houve uma jovem cigarra…”

“Só parava quando cansadinha…”

“A pobre cigarra, sem abrigo em seu galhinho seco…”

Você acha que o narrador trata a cigarra com simpatia ou antipatia? Por quê?

 

  1. A segunda versão começa esclarecendo ao leitor qual será o final.

Retire do texto a expressão que relaciona este com o anterior.

 

  1. Na segunda versão o narrador indica o lugar onde aconteceu o fato.
  2. a) Cite o lugar.
  3. b) Retire do 2º parágrafo a expressão que reforça o quanto estava frio naquele inverno.

 

  1. Que características o narrador atribui à formiga na 1ª e 2ª versão.

1ª versão: _____________________________________________________________

2ª versão: _____________________________________________________________

 

  1. As duas versões apresentam várias diferenças. Na primeira, a cigarra vem em busca de agasalho; na segunda, ela implora por restos de comida. Outra diferença fundamental refere-se ao pagamento pela ajuda.

Explique como a cigarra se propôs a pagar na 1ª e na 2ª versão.

1ª versão: ____________________________________________________________

2ª versão: ____________________________________________________________

 

9-      Os textos que você acabou de ler:

(  ) é uma narração breve, fictícia, que corresponde ao velho instinto humano de contar e ouvir histórias, uma das mais simples e populares formas de entretenimento.

(  ) é uma fábula, Isto é, uma pequena história com ensinamento moral.

 

10-   Assinale as frases servem como moral da segunda versão da história.

(  ) Deus ajuda quem cedo madruga.

(  ) devemos nós preparar para o dia de amanhã.

(  ) Não penses só em divertir-te. Trabalha e pensa no futuro.

 

Tarefa de Literatura para os 7ºs anos para a semana que se inicia dia 13.03

A Raposa e as Uvas

     Uma Raposa, morta de fome, viu, ao passar diante de um pomar, penduradas nas ramas de uma viçosa videira, alguns cachos de exuberantes Uvas negras, e mais importante, maduras.

Não pensou duas vezes, e depois de certificar-se que o caminho estava livre de intrusos, resolveu colher seu alimento.

Ela então usou de todos os seus dotes, conhecimentos e artifícios para pegá-las, mas como estavam fora do seu alcance, acabou se cansando em vão, e nada conseguiu.

Desolada, cansada, faminta, frustrada com o insucesso de sua empreitada, suspirando, deu de ombros, e se deu por vencida.

Por fim deu meia volta e foi embora. Saiu consolando a si mesma, desapontada, dizendo:

“Na verdade, olhando com mais atenção, percebo agora que as Uvas estão todas estragadas, e não maduras como eu imaginei a princípio…”

Moral da História:
     Ao não reconhecer e aceitar as próprias limitações, o vaidoso abre assim o caminho para sua infelicidade.

 

  1. Por algum motivo a Raposa se deteve diante do pomar. Qual foi esse motivo?
  2. Descreva, com suas palavras, uma hipótese do que aconteceu em seguida.
  3. Ao fazer o comentário final, a Raposa tinha uma intenção. Qual era essa intenção?
  4. O autor tenta retratar algum sentimento humano nessa fábula, qual seria?
  5. Descrever, com suas palavras, o significado da Moral da Fábula?

Tarefa de Literatura dos 7ºs anos para a semana que inicia dia 27.02 e termina dia 02.03 (pelo motivo do feriado)

O escorpião e a rã

Parado ao sol, o escorpião olhava ao redor da montanha onde morava. “Positivamente, tenho de me mudar daqui” – pensou.

Esperou a madrugada chegar, lançou-se por caminhos empoeirados até atingir a floresta. Escalou rochedos, cruzou bosques e, finalmente, chegou às margens do rio largo e caudaloso.

“Que imensidão de águas! A outra margem parece tão convidativa… Se eu soubesse nadar…”
Subiu longo trecho da margem, desceu novamente, olhou para trás. Aquele rio certamente não teria medi de escorpião. A travessia era impossível.

“Não vai dar. Tenho de reconsiderar minha decisão” – lamentou.

Estava quase desistindo quando viu a rã sobre a relva, bem próxima à correnteza. Os olhos do escorpião brilharam:

“Ora, ora… Acho que encontrei a solução!” – pensou rápido.

— Olá, rãzinha! Me diga uma coisa: você é capaz de atravessar este rio?

— Ih, já fiz essa travessia muitas vezes até a outra margem. Mas por que você pergunta? — disse a rã, desconfiada.

— Ah, deve ser tão agradável do outro lado — disse. Pena eu não saber nadar.

A rã já estava com os olhos arregalados:
“Será que ele vai me pedir…?”

— Se eu pedisse um favor, você me faria? — disse o escorpião mansamente.

— Que favor? — murmurou a rã.

— Bem — o tom da voz era mais brando ainda –, bem, você me carregaria nas costas até a outra margem?

A rã hesitou:

— Como é que eu vou ter certeza de que você não vai me matar?

— Ora, não tenha medo. Evidentemente, se eu matar você, também morrerei — argumentou o escorpião.

— Mas… e se quando estivermos saindo daqui você me matar e pular de volta para a margem?

— Nesse caso eu não cruzaria o rio nem atingiria meu destino — replicou o escorpião.

— E como vou saber se você não vai me matar quando atingirmos a outra margem? — perguntou a rã.

— Ora, ora… quando chegarmos ao outro lado eu estarei tão agradecido pela sua ajuda que não vou pagar essa gentileza com a morte.

Os argumentos do escorpião eram muito lógicos. A rã ponderou, ponderou, e, afinal, convenceu-se.

O escorpião acomodou-se nas costas macias da agora companheira de viagem e começou a travessia. A rã nadava suavemente e o escorpião quase chegou a cochilar. Perdeu-se em pensamentos e planos futuros, olhando a extensão enorme do rio. De repente se deu conta de que estava dependendo de alguém, de que ficaria devendo um favor para a rãzinha. Reagiu, ergueu o ferrão.

“Antes a morte que tal sorte” – pensou.

A rã sentiu uma violenta dor nas costas e, com o rabo do olho, viu o escorpião recolher o ferrão.
Um torpor cada vez mais acentuado começava a invadir-lhe o corpo.

— Seu tolo! — gritou a rã. — Agora nós dois vamos morrer! Por que fez isso?

O escorpião deu uma risadinha sarcástica e sacudiu o corpo.

— Desculpe, mas eu não pude evitar. Essa é a minha natureza.

(Esopo)

 

Interpretação (copiar e responder as questões no caderno)

01) Por que o texto acima é uma fábula? Explique:

02) Por que o advérbio de modo MANSAMENTE referente à fala do escorpião revela hipocrisia?

03) Qual o principal argumento utilizado pelo escorpião para convencer a rã a transportá-lo?

04) Que sentimento dominou o escorpião quando ele decidiu dar na rã a ferroada fatal?

05) Como você explica a última frase do texto?

06) Considerando todo o texto, que significado simbólico adquire o rabo do escorpião? Esse significado baseia-se em algum fato já explicado pela ciência?

07) Essa fábula trata principalmente de dois sentimentos humanos. Quais?

08) Copie a fala do escorpião que certamente foi a mais difícil para ele dizer à rã, explicando seu raciocínio:

09) Nesta fábula, a expressão “carregar nas costas” foi empregada no sentido conotativo ou denotativo? Justifique sua resposta:

10) Construa uma frase em que tal expressão apareça com sentido diferente, explicando:

11) Você acha que algumas pessoas poderosas são capazes de qualquer coisa para manter seu poder?

12) O que você faria no lugar da rã? E do escorpião?

13) Escreva uma moral para essa fábula.

Tarefa de Literatura para os 7ºs anos para a semana que inicia dia 20.02

A coruja e a águia

Esopo

Coruja e águia, depois de muita briga, resolveram fazer as pazes.
— Basta de guerra – disse a coruja. O mundo é tão grande, e tolice maior que o mundo é andarmos a comer os filhotes uma da outra.
— Perfeitamente – respondeu a águia. – Também eu não quero outra coisa.
— Nesse caso combinemos isso: de agora em diante não comerás nunca os meus filhotes.
— Muito bem. Mas como vou distinguir os teus filhotes?
— Coisa fácil. Sempre que encontrares uns borrachos lindos, bem feitinhos de corpo, alegres, cheios de uma graça especial que não existe em filhote de nenhuma outra ave, já sabes, são os meus.
— Está feito! – concluiu a águia.
Dias depois, andando à caça, a águia encontrou um ninho com três monstrengos dentro, que piavam de bico muito aberto.
— Horríveis bichos! – disse ela. – Vê-se logo que não são os filhos da coruja.
E comeu-os.
Mas eram os filhos da coruja. Ao regressar à toca a triste mãe chorou amargamente o desastre e foi justar contas com a rainha das aves.
— Quê? – disse esta, admirada. – Eram teus filhos aqueles monstrenguinhos? Pois, olha, não se pareciam nada com o retrato que deles me fizeste…
MORAL DA HISTORIA: Quem o feio ama, bonito lhe parece.

01) Por que a coruja e a águia costumavam brigar?
02) Qual foi o acordo que resolveram fazer?
03) Quem descumpriu o acordo? Comprove com uma ou mais passagem do texto:
04) Quem é, segundo o texto, a rainha das aves? Você concorda com isso?
05) A águia sabia que estava comendo os filhotes da coruja? Justifique sua resposta:
06) Qual a palavra que a coruja usa para se referir aos seus filhotes? E qual foi a usada pela águia para se referir aos mesmos? O que isso revela?
07) Você concorda com a moral dessa fábula? Comente: