52 comentários sobre “É hora de produzir

  1. . Fazer uma pesquisa de pelo menos 3 estilos musicais do folclore brasileiro

    Frevo

    Vale transcrever a definição que Câmara Cascudo dá a essa dança de rua e de salão: “é a grande alucinação do carnaval pernambucano. Trata-se de uma marcha de ritmo sincopado, obsedante, violento e frenético, que é a sua característica principal. E a multidão ondulando, nos meneios da dança, fica a ferver. E foi dessa ideia de fervura (o povo pronuncia ‘frevura’, ‘frever’, etc.), que se criou o nome de ‘frevo’.” A coreografia é improvisada e quase acrobática, executada originalmente com roupas coloridas e uma sombrinha. Não se pode deixar de mencionar que, a partir da década de 1970, o frevo ganhou espaço também no carnaval baiano: Caetano Veloso e Gilberto Gil compuseram diversos frevos, a serem executados em trios elétricos.

    Maracatu
    Tem origem negra e religiosa. Grupos de negros acompanhavam os reis do Congo, eleitos pelos escravos, que eram coroados nas igrejas, em que depois faziam um batuque em homenagem à padroeira ou, em especial, a Nossa Senhora do Rosário, padroeira dos homens negros. A tradição religiosa se perdeu e o grupo convergiu para o carnaval, mas conservou elementos próprios, diferentes dos de outros cordões ou blocos carnavalescos. À frente do grupo vão rei e rainha, príncipes, embaixadores, dançarinas e indígenas. Não há enredo. Simplesmente se desfila ao ritmo dos tambores. O ritmo surgiu em Pernambuco, mas também se encontra em outros estados do Nordeste.

    Forró
    O nome forró deriva de forrobodó, “divertimento pagodeiro”, segundo o folclorista Câmara Cascudo. O forró era em sua origem um baile animado por vários gêneros musicais, como o baião, o xote, e o xaxado. Nesse sentido, também era conhecido como “arrasta-pé” ou “bate-chinela”. O forró, hoje, é praticamente um gênero musical que engloba os ritmos acima mencionados. Sua origem é o sertão nordestino e os instrumentos musicais utilizados são basicamente a sanfona ou acordeão, o triângulo e a zabumba.

    Baião, xote e xaxado
    O baião, segundo o folclorista Câmara Cascudo, associa os termos “baiano” e “rojão”, pequenos trechos musicais executados por viola, no intervalo dos desafios entre os cantadores de improviso. Mas o gênero consagrou-se e ganhou novas características quando o sanfoneiro pernambucano Luiz Gonzaga ) popularizou-o através do rádio em todo o Brasil. É este o ritmo que predomina hoje nos forrós.

    O xote é um ritmo mais lento, para se dançar a dois, de origem alemã, mas que se radicou no Nordeste e mistura os passos de valsa e de polca. Quanto ao xaxado, originalmente, era uma dança exclusivamente masculina, executada pelos cangaceiros, sem acompanhamento instrumental para o canto, com o ritmo marcado pela coronha dos rifles, batidos no chão. O nome xaxado deve ser uma onomatopeia do xá-xá-xá que faziam as alpercatas de couro ao se arrastarem no chão. A dança, difundida por Lampião e seu bando, dispensava a presença feminina. Segundo Luiz Gonzaga, “nessa dança, a dama é o rifle”.

  2. Introdução

    As danças sempre foram um importante componente cultural da humanidade. O folclore brasileiro é rico em danças que representam as tradições e a cultura de uma determinada região. Estão ligadas aos aspectos religiosos, festas, lendas, fatos históricos, acontecimentos do cotidiano e brincadeiras. As danças folclóricas brasileiras caracterizam-se pelas músicas animadas (com letras simples e populares) e figurinos e cenários representativos. Estas danças são realizadas, geralmente, em espaços públicos: praças, ruas e largos.

    Principais danças folclóricas do Brasil

    Samba de Roda

    Estilo musical caracterizado por elementos da cultura afro-brasileira. Surgiu no estado da Bahia, no século XIX. É uma variante mais tradicional do samba. Os dançarinos dançam numa roda ao som de músicas acompanhadas por palmas e cantos. Chocalho, pandeiro, viola, atabaque e berimbau são os instrumentos musicais mais utilizados.

    Maracatu

    O maracatu é um ritmo musical com dança típico da região pernambucana. Reúne uma interessante mistura de elementos culturais afro-brasileiros, indígenas e europeus. Possui uma forte característica religiosa. Os dançarinos representam personagens históricos (duques, duquesas, embaixadores, rei e rainha). O cortejo é acompanhado por uma banda com instrumentos de percussão (tambores, caixas, taróis e ganzás).

    Frevo

    Este estilo pernambucano de carnaval é uma espécie de marchinha muito acelerada, que, ao contrário de outras músicas de carnaval, não possui letra, sendo simplesmente tocada por uma banda que segue os blocos carnavalescos enquanto os dançarinos se divertem dançando. Os dançarinos de frevo usam, geralmente, um pequeno guarda-chuva colorido como elemento coreográfico.

    Baião

    Ritmo musical, com dança, típico da região nordeste do Brasil. Os instrumentos usados nas músicas de baião são: triângulo, viola, acordeom e flauta doce. A dança ocorre em pares (homem e mulher) com movimentos parecidos com o do forró (dança com corpos colados). O grande representante do baião foi Luiz Gonzaga.

    Catira

    Também conhecida como cateretê, é uma dança caracterizada pelos passos, batidas de pés e palmas dos dançarinos. Ligada à cultura caipira, é típica da região interior dos estados de São Paulo, Paraná, Minas Gerais e Goiás e Mato Grosso. Os instrumento utilizado é a viola, tocada, geralmente, por um par de músicos.

    Quadrilha

    É uma dança típica da época de festa junina. Há um animador que vai anunciando frases e marcando os momentos da dança. Os dançarinos (casais), vestidos com roupas típicas da cultura caipira (camisas e vestidos xadrezes, chapéu de palha) vão fazendo uma coreografia especial. A dança é bem animada com muitos movimentos e coreografias. As músicas de festa junina mais conhecidas são: Capelinha de Melão, Pula Fogueira e Cai,Cai balão.

  3. Fazer uma pesquisa de pelo menos 3 estilos musicais no folclore brasileiro

    Sertanejo
    O sertanejo é o gênero musical mais apreciado em todo o país, liderando as pesquisas em praticamente todas as capitais dos estados. De acordo com uma pesquisa realizada pelo IBOPE em 2013, 58% dos brasileiros escutam sertanejo ao menos uma vez na semana. Esse estilo, que é muito parecido com o country norte-americano, tem origem no interior de estados como Goiás, Minas Gerais e São Paulo, onde fazendeiros se reuniam para tocar suas violas e cantar em duplas, fazendo arranjos de voz característicos do estilo. Hoje é o sertanejo universitário que tem ganhado espaço nas rádios do país, mas sem esquecer as suas origens. Cantores como Michel Teló, Paula Fernandes, Victor e Leo, Bruno e Marrone, Chitãozinho e Xororó e Zezé di Camargo e Luciano são só alguns dos artistas mais populares desse estilo musical.

    Samba (ou pagode)
    Tão característico quanto a MPB para identificar a música brasileira é também o samba, ou pagode, que é uma derivação desse estilo. O ritmo marcado por batidas fortes, violão, cuícas e letras que remetem ao estilo de vida carioca, ou da gafieira, ganham o coração de 44% dos brasileiros. O samba foi, por muito tempo, o estilo favorito no Brasil, mas perdeu espaço para a constante renovação que o sertanejo vem apresentando nos últimos anos. O samba pode ter origem nas periferias do Rio de Janeiro, ser um samba-enredo de escolas de Carnaval, ou simplesmente ser apresentada como canções de pagode por artistas mais jovens. Alguns dos representantes do samba (e do pagode) no Brasil são Arlindo Cruz, Zeca Pagodinho, Thiaguinho, Mart’nália, Diogo Nogueira, Martinho da Vila, Beth Carvalho e muitos outros talentosos artistas.

    Forró
    Um ritmo tipicamente nordestino, o forró teve origem nas festas juninas e outros eventos dessa região do país, caracterizado por canções elaboradas com sanfona, zabumba e triângulo. O forró pode se apresentar de várias maneiras diferentes: como xote, que é mais lento e romântico; como baião ou xaxado, que são rápidos e mais difíceis de dançar; ou como quadrilha, que é a dança tradicional das festas juninas. Independente do estilo, esse gênero musical é escutado por 31% da população brasileira, mostrando que as raízes nordestinas estão muito bem representadas por sua música regional. Alguns dos forrozeiros mais famosos do país são o Falamansa, Bicho de Pé, Circuladô de Fulô, Trio Virgulino e até alguns artistas solo como Alceu Valença, Luiz Gonzaga e Zé Ramalho.

  4. Sertanejo

    O sertanejo é o gênero musical mais apreciado em todo o país, liderando as pesquisas em praticamente todas as capitais dos estados. De acordo com uma pesquisa realizada pelo IBOPE em 2013, 58% dos brasileiros escutam sertanejo ao menos uma vez na semana. Esse estilo, que é muito parecido com o country norte-americano, tem origem no interior de estados como Goiás, Minas Gerais e São Paulo, onde fazendeiros se reuniam para tocar suas violas e cantar em duplas, fazendo arranjos de voz característicos do estilo

    Samba (ou pagode)

    Tão característico quanto a MPB para identificar a música brasileira é também o samba, ou pagode, que é uma derivação desse estilo. O ritmo marcado por batidas fortes, violão, cuícas e letras que remetem ao estilo de vida carioca, ou da gafieira, ganham o coração de 44% dos brasileiros. O samba pode ter origem nas periferias do Rio de Janeiro, ser um samba-enredo de escolas de Carnaval, ou simplesmente ser apresentada como canções de pagode por artistas mais jovens.

    Forró

    Um ritmo tipicamente nordestino, o forró teve origem nas festas juninas e outros eventos dessa região do país, caracterizado por canções elaboradas com sanfona, zabumba e triângulo. O forró pode se apresentar de várias maneiras diferentes: como xote, que é mais lento e romântico; como baião ou xaxado, que são rápidos e mais difíceis de dançar; ou como quadrilha, que é a dança tradicional das festas juninas.

  5. FAZER UMA PESQUISA DE PELO MENOS 3 estilos musicais do folclore brasileiro
    forro
    O nome forró deriva de forrobodó, “divertimento pagodeiro”, segundo o folclorista Câmara Cascudo. O forró era em sua origem um baile animado por vários gêneros musicais, como o baião, o xote, e o xaxado. Nesse sentido, também era conhecido como “arrasta-pé” ou “bate-chinela”. O forró, hoje, é praticamente um gênero musical que engloba os ritmos acima mencionados. Sua origem é o sertão nordestino e os instrumentos musicais utilizados são basicamente sanfona ou acordeão
    Frevo
    Vale transcrever a definição que Câmara Cascudo dá a essa dança de rua e de salão: “é a grande alucinação do carnaval pernambucano. Trata-se de uma marcha de ritmo sincopado, obsedante, violento e frenético, que é a sua característica principal. E a multidão ondulando, nos meneios da dança, fica a ferver. E foi dessa ideia de fervura (o povo pronuncia ‘frevura’, ‘frever’, etc.), que se criou o nome de ‘frevo’.” A coreografia é improvisada e quase acrobática, executada originalmente com roupas coloridas e uma sombrinha. Não se pode deixar de mencionar que, a partir da década de 1970, o frevo ganhou espaço também no carnaval baiano: Caetano Veloso e Gilberto Gil compuseram diversos frevos, a serem executados em trios elétricos.

    Maracatu
    Tem origem negra e religiosa. Grupos de negros acompanhavam os reis do Congo, eleitos pelos escravos, que eram coroados nas igrejas, em que depois faziam um batuque em homenagem à padroeira ou, em especial, a Nossa Senhora do Rosário, padroeira dos homens negros. A tradição religiosa se perdeu e o grupo convergiu para o carnaval, mas conservou elementos próprios, diferentes dos de outros cordões ou blocos carnavalescos. À frente do grupo vão rei e rainha, príncipes, embaixadores, dançarinas e indígenas. Não há enredo. Simplesmente se desfila ao ritmo dos tambores. O ritmo surgiu em Pernambuco, mas também se encontra em outros estados do Nordeste.

  6. Fazer uma pesquisa de três estilo musical do folclore brasileiro

    O que e musicas folclore:
    A música folclórica tem significação especial, pois é uma forma de transmitir a cultura, os valores e até mesmo as características de atividades humanas através de melodias que tem cadencia e ritmo bem específico. Muitas dessas canções retratam também as crenças Fazer uma pesquisa de tres estilo musical do folclore brasileiro

    Existem algumas diferenças entre as músicas folclóricas:

    As canções de dança são um dos tipos mais antigos de música popular. São cantadas como acompanhamento para danças, muitas são ainda associadas ao lugar de origem, como a gaivota francesa, a mazurca e a polca, da Polônia, o fado e o vira de Portugal, e a tarantela, da Itália.
    As canções lendárias , como o nome já diz, provêm de lendas populares, geralmente com caráter poético e expressam os acontecimentos através da interpretação do cantor. Os romances épicos estão dentro dessa categoria
    A música folclórica relacionada às danças e jogos infantis também são bem difundidas, com características típicas para cada região.

  7. Pesquisa sobre 3 estilos musicais do folclore brasileiro : FREVO :
    Este estilo pernambucano de carnaval é uma espécie de marchinha muito acelerada, que, ao contrário de outras músicas de carnaval, não possui letra, sendo simplesmente tocada por uma banda que segue os blocos carnavalescos enquanto os dançarinos se divertem dançando. Os dançarinos de frevo usam, geralmente, um pequeno guarda-chuva colorido como elemento coreográfico.
    BAIÃO :
    Ritmo musical, com dança, típico da região nordeste do Brasil. Os instrumentos usados nas músicas de baião são: triângulo, viola, acordeom e flauta doce. A dança ocorre em pares (homem e mulher) com movimentos parecidos com o do forró (dança com corpos colados). O grande representante do baião foi Luiz Gonzaga.
    CATIRA:
    Também conhecida como cateretê, é uma dança caracterizada pelos passos, batidas de pés e palmas dos dançarinos. Ligada à cultura caipira, é típica da região interior dos estados de São Paulo, Paraná, Minas Gerais e Goiás e Mato Grosso. Os instrumento utilizado é a viola, tocada, geralmente, por um par de músicos.

  8. PESQUISA 3 ESTILOS MUSICAIS DO FOLCLORE BRASILEIRO

    Frevo:Este estilo pernambucano de carnaval é uma espécie de marchinha muito acelerada, que, ao contrário de outras músicas de carnaval, não possui letra, sendo simplesmente tocada por uma banda que segue os blocos carnavalescos enquanto os dançarinos se divertem dançando. Os dançarinos de frevo usam, geralmente, um pequeno guarda-chuva colorido como elemento coreográfico.

    Baião:Ritmo musical, com dança, típico da região nordeste do Brasil. Os instrumentos usados nas músicas de baião são: triângulo, viola, acordeom e flauta doce. A dança ocorre em pares (homem e mulher) com movimentos parecidos com o do forró (dança com corpos colados). O grande representante do baião foi Luiz Gonzaga.

    Catira:Também conhecida como cateretê, é uma dança caracterizada pelos passos, batidas de pés e palmas dos dançarinos. Ligada à cultura caipira, é típica da região interior dos estados de São Paulo, Paraná, Minas Gerais e Goiás e Mato Grosso. Os instrumento utilizado é a viola, tocada, geralmente, por um par de músicos.

  9. Nome do aluno: Miguel de oliveira silva

    1 Fazer uma pesquisa de pelo menos três estilos musicas do folclore brasileiro:

    A Origem do Samba

    Ao longo da nossa história muitas formas de compor melodias, harmonias e ritmos foram inventadas. A maioria foi importada de diferentes países e transformada com criatividade pelos músicos brasileiros.
    Encontro musical: É possível afirmar que a música brasileira surgiu de um encontro musical improvisado entre índios e portugueses nas praias do Nordeste. Segundo a carta de Pero Vaz de Caminha, escrivão da Corte portuguesa, uma das primeiras “conversas” travadas entre colonizadores e índios foi por meio da música. Como ninguém entendia uma palavra do que estava sendo dito, um português decidiu tocar sua gaita galega, instrumento muito parecido com as gaitas de foles escocesas, enquanto outro tocava uma caixa que eles chamavam de tamboril. Os índios gostaram do que ouviram e improvisaram com os portugueses. Esse foi o primeiro dos muitos encontros musicais que ocorreriam entre brasileiros e estrangeiros.

    Samba:
    O samba, uma das principais expressões da música popular, é um exemplo do cruzamento de práticas musicais no país. O gênero surgiu da mistura do jongo, dança de roda de origem banto que ocorre no Sudeste, com os toques dos tambores do candomblé jeje-nagô dos negros da Bahia, Pernambuco e Maranhão. Esses ingredientes agregados a outros de origem européia e indígena formaram, no começo do século XX, pela mão de Noel Rosa, Pixinguinha, João da Baiana, Cartola e outros, o gênero conhecido como samba. O toque final foi dado na casa de Tia Ciata, mãe-de-santo baiana, que reunia músicos como Villa-Lobos em sua residência na Praça Onze, no Rio de Janeiro.

    Influência Indígena e Portuguesa:
    Além dos negros, os índios e os europeus, principalmente os portugueses, são responsáveis pela variedade, criatividade e qualidade da música brasileira, que já tem mais de 350 gêneros musicais registrados.
    Temática indígena: Embora sua influência sobre a música popular não seja tão grande quanto a dos negros e portugueses, os índios têm sua cultura representada durante o Carnaval em vários pontos do Brasil. No Nordeste, por exemplo, os caboclinhos – assim como os caiapós, as tribos, os bugres, os caboclos e os tapuias – são grupos de dança que se apresentam vestidos de índio para fazer recriações musicais e coreográficas das guerras travadas no sertão brasileiro. Na dança, os caboclinhos se movimentam muito rapidamente, talvez uma alusão à capacidade de locomoção dos índios no interior das matas e florestas. Outras vezes, os índios aparecem como aliados dos brancos na invasão a fortalezas de negros rebeldes, como de fato aconteceu na derrota sofrida pelos negros do Quilombo dos Palmares para o bandeirante Domingos Jorge Velho, que liderava um exército indígena.
    Moda de viola: Se os tambores do batuque são comuns em toda a costa brasileira, no interior do país a viola toca mais alto. Nos sertões paulista, mineiro, goiano e paranaense, um dos gêneros musicais mais conhecidos é o sertanejo. Os portugueses são os responsáveis pela presença da viola no Brasil. Existe até um santo protetor dos violeiros: São Gonçalo do Amarante. Em alguns lugares, ele é protetor também dos marinheiros, outro símbolo marcante da presença lusa em nossa cultura, que aparece em tradições musicais como cheganças, barcas, marujadas, naus e
    fandangos.
    Predomínio Africano Séculos de miscigenação com muçulmanos do norte da África justificam a enorme permissividade de Portugal com relação a determinadas práticas musicais e religiosas: os batuques. Nos Estados Unidos, por exemplo, os negros nunca puderam tocar seus tambores.
    Candomblé: Na África, ser músico é quase como ser padre, pois a música está ligada às tradições religiosas. E aquele que nasce em uma família de músicos deve seguir o ofício até o fim da vida. Nenhum ritual importante na religiosidade africana é praticado sem música. Canta-se e toca-se para tudo e para todos os santos. No Brasil, o candomblé exerceu forte influência na música de todo o país e é conhecido nas diversas regiões por nomes diferentes. No Maranhão, o culto é conhecido como tambor de mina. Do Rio Grande do Norte até Sergipe, o candomblé recebe o nome de xangô. Já no Rio Grande do Sul, o nome corrente é simplesmente batuque.
    Você sabia?

    No candomblé usam-se três tambores de timbres diferentes e um agogô, instrumento de ferro que repercute como um sino, para acompanhar as cantigas levadas pelos pais e mães-de-santo na condução das cerimônias religiosas. Ainda hoje a língua dos cânticos preserva palavras da língua original

    Danças dos negros: Batuque é a denominação genérica para as danças dos negros africanos. Carimbó, tambor de criola, bambelô, zambê, candomblé, samba de roda, jongo, caxambu são alguns dos batuques ainda praticados em todo o Brasil, principalmente nas ocasiões em que os negros se reúnem para festejar ou lembrar a escravidão. A palavra “batuque” aparece nos relatos mais antigos da nossa história. No entanto, não se sabe se ela se refere a uma dança de sapateados e palmas ou a um ritual religioso. Sabe-se, porém, que os senhores tinham total desprezo pelas práticas culturais africanas por considerá-las obscenas. A umbigada, gesto em que os ventres do homem e da mulher se encontram no ponto culminante da música, era uma das danças desprezadas pelos senhores de engenho.
    Festas religiosas: Muitas das manifestações populares, como o maracatu – grupo carnavalesco pernambucano com pequena orquestra de percussão – e o reisado – grupos que cantam e dançam na véspera e no Dia de Reis -, estão ligadas às festas religiosas brasileiras. No entanto, nem todas as práticas religiosas resistiram à ação do tempo. Para ouvir uma encomendação de almas, por exemplo, só se for em uma das poucas cidades, como Santa Rita de Viterbo, em São Paulo, onde a procissão noturna que pede pelas almas do purgatório ainda é realizada. Na Sexta-feira da Paixão, os músicos esperam dar meia-noite para acompanhar o cortejo purificador das rezadeiras. Congadas, cantos e bailados que tratam de assuntos religiosos ou profanos são raridades que só podem ser vistas nas festas de São Benedito e Nossa Senhora do Rosário.
    Distribuição da Música Folclórica
    As danças folclóricas brasileiras e os gêneros musicais que as acompanham ocorrem, praticamente, em todo o território brasileiro. No entanto, para facilitar a localização dessas manifestações culturais, o historiador Câmara Cascudo, em seu livro Dicionário do Folclore Brasileiro, divide as atividades musicais por área de predominância.

    Área do boi-bumbá: O boi-bumbá ocorre durante as festas de São João no Amazonas e Pará. O boi feito de pau e pano é conduzido por dois personagens – Pai Francisco e Mãe Catirina – e acompanhado por rabecas, espécie de violinos populares, e cavaquinhos. Nos arredores de Belém também acontece o carimbó, outra dança da região que é acompanhada de palmas e sapateados.
    Área do samba: O samba ocorre na zona agrícola da Bahia e nos estados do Sudeste. O gênero reúne várias danças e é caracterizado pelo uso de instrumentos de percussão. O jongo, dança de roda, e o candomblé também são comuns nessa área. Nos jongos do interior paulista é comum o uso de atabaques menores chamados condongueiros.
    Área da moda de viola: A moda de viola caracteriza-se pela constância do canto, pelo emprego de duas vozes, pela frouxidão do ritmo musical e pelo uso da viola. A viola foi o primeiro instrumento de cordas português divulgado no Brasil. Pandeiro, tamboril e flauta eram os outros instrumentos que compunham a orquestra jesuíta. A viola é o grande instrumento da cantoria sertaneja do interior de Paraná, Goiás, São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

    Área do fandango: Gênero musical de forte ocorrência no litoral sul do país, o fandango vem das velhas danças sapateadas e palmeadas. Em todo o país o baile também chamado de marujada é representado no Natal com personagens vestidos de marinheiro. A música, de influência européia, é executada por orquestra de rabeca, violão, viola, cavaquinho e banjo.
    Área da cantoria: Essa é uma manifestação cultural do sertão nordestino, onde se usam a rabeca e a viola para acompanhar louvações improvisadas e desafios poéticos musicais

    Área do coco: Essa é uma dança ritmada do litoral nordestino baseada na percussão de palmas e no canto coral curto. Antigamente, era dançada nos salões da sociedade em Alagoas e Paraíba. São utilizados no coco instrumentos de percussão – cuícas, pandeiros e ganzás.
    Área dos autos: Auto é o nome dado aos enredos populares que tratam de assuntos religiosos ou profanos. Alagoas e Sergipe são os núcleos principais dos folguedos populares (fandangos e cheganças); dos congos e quilombos, de origem africana; dos caboclinhos e caiapós, manifestações de temática indígena; e do bumba-meu-boi de formação cabocla. O bumba-meu-boi do Nordeste vai às ruas durante as festas de Natal e Ano-Novo.

    Área da modinha: Muito comum nos centros urbanos, esse ritmo compreende música instrumental, como choros. São utilizados instrumentos de sopro (flauta ou clarinete), cavaquinhos e violões. O choro foi um dos ritmos que mais contribuíram para a fixação da música carioca. Conjuntos de flauta, bandolim, clarinete, violão, cavaquinho, pistão e trombone marcaram a boêmia carioca nos últimos anos do século XIX e primeira década do século XX.

    Forró
    O nome forró deriva de forrobodó, “divertimento pagodeiro”, segundo o folclorista Câmara Cascudo. O forró era em sua origem um baile animado por vários gêneros musicais, como o baião, o xote, e o xaxado. Nesse sentido, também era conhecido como “arrasta-pé” ou “bate-chinela”. O forró, hoje, é praticamente um gênero musical que engloba os ritmos acima mencionados. Sua origem é o sertão nordestino e os instrumentos musicais utilizados são basicamente a sanfona ou acordeão, o triângulo e a zabumba.

    Alguns estudiosos atribuem a origem da palavra forró à pronúncia abrasileirada dos bailes “for all” (para todos), que, no começo do século, os engenheiros ingleses da estrada de ferro Great Western, promoviam para os operários em Pernambuco, na Paraíba e em Alagoas.

  10. FAZER UMA PESQUISA DE PELO MENOS 3 estilos musicais do folclore brasileiro
    forro…
    O nome forró deriva de forrobodó, “divertimento pagodeiro”, segundo o folclorista Câmara Cascudo. O forró era em sua origem um baile animado por vários gêneros musicais, como o baião, o xote, e o xaxado. Nesse sentido, também era conhecido como “arrasta-pé” ou “bate-chinela”. O forró, hoje, é praticamente um gênero musical que engloba os ritmos acima mencionados. Sua origem é o sertão nordestino e os instrumentos musicais utilizados são basicamente sanfona ou acordeão
    Frevo
    Vale transcrever a definição que Câmara Cascudo dá a essa dança de rua e de salão: “é a grande alucinação do carnaval pernambucano. Trata-se de uma marcha de ritmo sincopado, obsedante, violento e frenético, que é a sua característica principal. E a multidão ondulando, nos meneios da dança, fica a ferver. E foi dessa ideia de fervura (o povo pronuncia ‘frevura’, ‘frever’, etc.), que se criou o nome de ‘frevo’.” A coreografia é improvisada e quase acrobática, executada originalmente com roupas coloridas e uma sombrinha. Não se pode deixar de mencionar que, a partir da década de 1970, o frevo ganhou espaço também no carnaval baiano: Caetano Veloso e Gilberto Gil compuseram diversos frevos, a serem executados em trios elétricos.

    Maracatu
    Tem origem negra e religiosa. Grupos de negros acompanhavam os reis do Congo, eleitos pelos escravos, que eram coroados nas igrejas, em que depois faziam um batuque em homenagem à padroeira ou, em especial, a Nossa Senhora do Rosário, padroeira dos homens negros. A tradição religiosa se perdeu e o grupo convergiu para o carnaval, mas conservou elementos próprios, diferentes dos de outros cordões ou blocos carnavalescos. À frente do grupo vão rei e rainha, príncipes, embaixadores, dançarinas e indígenas. Não há enredo. Simplesmente se desfila ao ritmo dos tambores. O ritmo surgiu em Pernambuco, mas também se encontra em outros estados do Nordeste.

  11. Fazer uma pesquisa de pelo menos três estilos músicas do folclore brasileiro:

    A Origem do Samba
    Ao longo da nossa história muitas formas de compor melodias, harmonias e ritmos foram inventadas. A maioria foi importada de diferentes países e transformada com criatividade pelos músicos brasileiros.

    Encontro musical: É possível afirmar que a música brasileira surgiu de um encontro musical improvisado entre índios e portugueses nas praias do Nordeste. Segundo a carta de Pero Vaz de Caminha, escrivão da Corte portuguesa, uma das primeiras “conversas” travadas entre colonizadores e índios foi por meio da música. Como ninguém entendia uma palavra do que estava sendo dito, um português decidiu tocar sua gaita galega, instrumento muito parecido com as gaitas de foles escocesas, enquanto outro tocava uma caixa que eles chamavam de tamboril. Os índios gostaram do que ouviram e improvisaram com os portugueses. Esse foi o primeiro dos muitos encontros musicais que ocorreriam entre brasileiros e estrangeiros.

    Samba: O samba, uma das principais expressões da música popular, é um exemplo do cruzamento de práticas musicais no país. O gênero surgiu da mistura do jongo, dança de roda de origem banto que ocorre no Sudeste, com os toques dos tambores do candomblé jeje-nagô dos negros da Bahia, Pernambuco e Maranhão. Esses ingredientes agregados a outros de origem européia e indígena formaram, no começo do século XX, pela mão de Noel Rosa, Pixinguinha, João da Baiana, Cartola e outros, o gênero conhecido como samba. O toque final foi dado na casa de Tia Ciata, mãe-de-santo baiana, que reunia músicos como Villa-Lobos em sua residência na Praça Onze, no Rio de Janeiro.

    Influência Indígena e Portuguesa
    Além dos negros, os índios e os europeus, principalmente os portugueses, são responsáveis pela variedade, criatividade e qualidade da música brasileira, que já tem mais de 350 gêneros musicais registrados.

    Temática indígena: Embora sua influência sobre a música popular não seja tão grande quanto a dos negros e portugueses, os índios têm sua cultura representada durante o Carnaval em vários pontos do Brasil. No Nordeste, por exemplo, os caboclinhos – assim como os caiapós, as tribos, os bugres, os caboclos e os tapuias – são grupos de dança que se apresentam vestidos de índio para fazer recriações musicais e coreográficas das guerras travadas no sertão brasileiro. Na dança, os caboclinhos se movimentam muito rapidamente, talvez uma alusão à capacidade de locomoção dos índios no interior das matas e florestas. Outras vezes, os índios aparecem como aliados dos brancos na invasão a fortalezas de negros rebeldes, como de fato aconteceu na derrota sofrida pelos negros do Quilombo dos Palmares para o bandeirante Domingos Jorge Velho, que liderava um exército indígena.

    Moda de viola: Se os tambores do batuque são comuns em toda a costa brasileira, no interior do país a viola toca mais alto. Nos sertões paulista, mineiro, goiano e paranaense, um dos gêneros musicais mais conhecidos é o sertanejo. Os portugueses são os responsáveis pela presença da viola no Brasil. Existe até um santo protetor dos violeiros: São Gonçalo do Amarante. Em alguns lugares, ele é protetor também dos marinheiros, outro símbolo marcante da presença lusa em nossa cultura, que aparece em tradições musicais como cheganças, barcas, marujadas, naus e fandangos

    Predomínio Africano
    Séculos de miscigenação com mulçumanos do norte da África justificam a enorme permissividade de Portugal com relação a determinadas práticas musicais e religiosas: os batuques. Nos Estados Unidos, por exemplo, os negros nunca puderam tocar seus tambores.

    Candomblé: Na África, ser músico é quase como ser padre, pois a música está ligada às tradições religiosas. E aquele que nasce em uma família de músicos deve seguir o ofício até o fim da vida. Nenhum ritual importante na religiosidade africana é praticado sem música. Canta-se e toca-se para tudo e para todos os santos. No Brasil, o candomblé exerceu forte influência na música de todo o país e é conhecido nas diversas regiões por nomes diferentes. No Maranhão, o culto é conhecido como tambor de mina. Do Rio Grande do Norte até Sergipe, o candomblé recebe o nome de xangô. Já no Rio Grande do Sul, o nome corrente é simplesmente batuque.
    Você sabia?
    No candomblé usam-se três tambores de timbres diferentes e um agogô, instrumento de ferro que repercute como um sino, para acompanhar as cantigas levadas pelos pais e mães-de-santo na condução das cerimônias religiosas. Ainda hoje a língua dos cânticos preserva palavras da língua original

    Danças dos negros: Batuque é a denominação genérica para as danças dos negros africanos. Carimbó, tambor de criola, bambelô, zambê, candomblé, samba de roda, jongo, caxambu são alguns dos batuques ainda praticados em todo o Brasil, principalmente nas ocasiões em que os negros se reúnem para festejar ou lembrar a escravidão. A palavra “batuque” aparece nos relatos mais antigos da nossa história. No entanto, não se sabe se ela se refere a uma dança de sapateados e palmas ou a um ritual religioso. Sabe-se, porém, que os senhores tinham total desprezo pelas práticas culturais africanas por considerá-las obscenas. A umbigada, gesto em que os ventres do homem e da mulher se encontram no ponto culminante da música, era uma das danças desprezadas pelos senhores de engenho.

    Festas religiosas: Muitas das manifestações populares, como o maracatu – grupo carnavalesco pernambucano com pequena orquestra de percussão – e o reisado – grupos que cantam e dançam na véspera e no Dia de Reis -, estão ligadas às festas religiosas brasileiras. No entanto, nem todas as práticas religiosas resistiram à ação do tempo. Para ouvir uma encomendação de almas, por exemplo, só se for em uma das poucas cidades, como Santa Rita de Viterbo, em São Paulo, onde a procissão noturna que pede pelas almas do purgatório ainda é realizada. Na Sexta-feira da Paixão, os músicos esperam dar meia-noite para acompanhar o cortejo purificador das rezadeiras. Congadas, cantos e bailados que tratam de assuntos religiosos ou profanos são raridades que só podem ser vistas nas festas de São Benedito e Nossa Senhora do Rosário.

    Distribuição da Música Folclórica
    As danças folclóricas brasileiras e os gêneros musicais que as acompanham ocorrem, praticamente, em todo o território brasileiro. No entanto, para facilitar a localização dessas manifestações culturais, o historiador Câmara Cascudo, em seu livro Dicionário do Folclore Brasileiro, divide as atividades musicais por área de predominância.

    Área do boi-bumbá: O boi-bumbá ocorre durante as festas de São João no Amazonas e Pará. O boi feito de pau e pano é conduzido por dois personagens – Pai Francisco e Mãe Catirina – e acompanhado por rabecas, espécie de violinos populares, e cavaquinhos. Nos arredores de Belém também acontece o carimbó, outra dança da região que é acompanhada de palmas e sapateados.

    Área do samba: O samba ocorre na zona agrícola da Bahia e nos estados do Sudeste. O gênero reúne várias danças e é caracterizado pelo uso de instrumentos de percussão. O jongo, dança de roda, e o candomblé também são comuns nessa área. Nos jongos do interior paulista é comum o uso de atabaques menores chamados condongueiros.

    Área da moda de viola: A moda de viola caracteriza-se pela constância do canto, pelo emprego de duas vozes, pela frouxidão do ritmo musical e pelo uso da viola. A viola foi o primeiro instrumento de cordas português divulgado no Brasil. Pandeiro, tamboril e flauta eram os outros instrumentos que compunham a orquestra jesuíta. A viola é o grande instrumento da cantoria sertaneja do interior de Paraná, Goiás, São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

    Área do fandango: Gênero musical de forte ocorrência no litoral sul do país, o fandango vem das velhas danças sapateadas e palmeadas. Em todo o país o baile também chamado de marujada é representado no Natal com personagens vestidos de marinheiro. A música, de influência européia, é executada por orquestra de rabeca, violão, viola, cavaquinho e banjo.

    Área da cantoria: Essa é uma manifestação cultural do sertão nordestino, onde se usam a rabeca e a viola para acompanhar louvações improvisadas e desafios poéticos musicais

    Área do coco: Essa é uma dança ritmada do litoral nordestino baseada na percussão de palmas e no canto coral curto. Antigamente, era dançada nos salões da sociedade em Alagoas e Paraíba. São utilizados no coco instrumentos de percussão – cuícas, pandeiros e ganzás.

    Área dos autos: Auto é o nome dado aos enredos populares que tratam de assuntos religiosos ou profanos. Alagoas e Sergipe são os núcleos principais dos folguedos populares (fandangos e cheganças); dos congos e quilombos, de origem africana; dos caboclinhos e caiapós, manifestações de temática indígena; e do bumba-meu-boi de formação cabocla. O bumba-meu-boi do Nordeste vai às ruas durante as festas de Natal e Ano-Novo.

    Área da modinha: Muito comum nos centros urbanos, esse ritmo compreende música instrumental, como choros. São utilizados instrumentos de sopro (flauta ou clarinete), cavaquinhos e violões. O choro foi um dos ritmos que mais contribuíram para a fixação da música carioca. Conjuntos de flauta, bandolim, clarinete, violão, cavaquinho, pistão e trombone marcaram a boêmia carioca nos últimos anos do século XIX e primeira década do século XX.

    Forró
    O nome forró deriva de forrobodó, “divertimento pagodeiro”, segundo o folclorista Câmara Cascudo. O forró era em sua origem um baile animado por vários gêneros musicais, como o baião, o xote, e o xaxado. Nesse sentido, também era conhecido como “arrasta-pé” ou “bate-chinela”. O forró, hoje, é praticamente um gênero musical que engloba os ritmos acima mencionados. Sua origem é o sertão nordestino e os instrumentos musicais utilizados são basicamente a sanfona ou acordeão, o triângulo e a zabumba.

    Alguns estudiosos atribuem a origem da palavra forró à pronúncia abrasileirada dos bailes “for all” (para todos), que, no começo do século, os engenheiros ingleses da estrada de ferro Great Western, promoviam para os operários em Pernambuco, na Paraíba e em Alagoas.

  12. Sertanejo

    O sertanejo é o gênero musical mais apreciado em todo o país, liderando as pesquisas em praticamente todas as capitais dos estados. De acordo com uma pesquisa realizada pelo IBOPE em 2013, 58% dos brasileiros escutam sertanejo ao menos uma vez na semana. Esse estilo, que é muito parecido com o country norte-americano, tem origem no interior de estados como Goiás, Minas Gerais e São Paulo, onde fazendeiros se reuniam para tocar suas violas e cantar em duplas, fazendo arranjos de voz característicos do estilo. Hoje é o sertanejo universitário que tem ganhado espaço nas rádios do país, mas sem esquecer as suas origens.

    Rock

    O rock não é um gênero musical tipicamente brasileiro, mas tem ganhado seu espaço no país desde a década de 80, quando alguns movimentos locais, especialmente localizados em Brasília e São Paulo, começaram a divulgar esse estilo de música para todas as classes sociais do Brasil. Hoje escuta-se bastante rock, desde as bandas de origens brasileiras até os clássicos e lançamentos internacionais. De acordo com o IBOPE, 31% da população escuta rock pelo menos uma vez na semana.As bandas brasileiras de rock são fortes e bastante tradicionais, por isso costumam ter vida longa e se mantém unidas por muitos anos. Porém, uma nova safra do rock brasileiro vem ajudando a manter a paixão por esse gênero musical.

    Samba (ou pagode)

    Tão característico quanto a MPB para identificar a música brasileira é também o samba, ou pagode, que é uma derivação desse estilo. O ritmo marcado por batidas fortes, violão, cuícas e letras que remetem ao estilo de vida carioca, ou da gafieira, ganham o coração de 44% dos brasileiros. O samba foi, por muito tempo, o estilo favorito no Brasil, mas perdeu espaço para a constante renovação que o sertanejo vem apresentando nos últimos anos. O samba pode ter origem nas periferias do Rio de Janeiro, ser um samba-enredo de escolas de Carnaval, ou simplesmente ser apresentada como canções de pagode por artistas mais jovens.

  13. FAZER UMA PESQUISA DE PELO MENOS 3 ESTILOS MUSICAIS DO FOCLORE BRASILEIRO

    As músicas folclóricas são canções populares e tradicionais que fazem parte da sabedoria popular.
    A música folclórica é aquela transmitida pela tradição oral e, muitas das vezes, o autor da mesma já foi esquecido ou nem mesmo chegou a ser conhecido.
    De qualquer modo, estes músicos anônimos dificilmente serão profissionais, independentemente do talento.

    FREVO
    Em Pernambuco, entre os anos de 1910 e 1911, ocorreu o aparecimento de um ritmo carnavalesco bastante animado e que é famoso até hoje: o frevo.

    A palavra frevo vem de ferver, uma vez que, o estilo de dança faz parecer que abaixo dos pés das pessoas exista uma superfície com água fervendo.

    O frevo é um ritmo musical e uma dança brasileira com origem no estado de Pernambuco. Sua música baseia-se na fusão de gêneros como marcha, maxixe, dobrado e polca, e sua dança foi influenciada pela capoeira.
    Foi declarado Patrimônio Imaterial da Humanidade pela UNESCO no ano de 2012.

    SAMBA

    Apesar da forte influencia que a herança afro-brasileira exerce em nós, pouco sabemos da sua extensa contribuição para a cultura brasileira. Sem dúvida, o samba é o estilo e gênero musical mais popular de sempre produzido para o carnaval no Brasil. A palavra samba deriva da palavra Bantu, semba, ou umbigo. Na África, aldeias inteiras se reuniam em círculo para cantar e dançar, uma oportunidade para cada um demonstrar a habilidade e conhecimento que possuía da sua herança, tanto na dança quanto na música. Após a participação de cada indivíduo, era a vez de um novo membro ser convidado com o padrão de dança semba ou “toque de umbigo”.
    Como a palavra batuque, samba foi inicialmente associada com qualquer tipo de celebração popular[i]. Há quem acredite que o lundu, uma dança de origem africana no Brasil transportada nos navios negreiros vindos de Angola, é o verdadeiro progenitor musical do samba[ii]. Outros teorizam que escravos e ex-escravos levaram uma forma prematura de samba, da Bahia para o Rio no século XIX “devido ao declínio de fortunas originadas das plantações de tabaco e cacau na Bahia, e por causa da criação de duas novas leis: A Lei do Ventre Livre de 1871 (que declarava livres todas as crianças nascidas de escravos), e a abolição da escravatura em 1888”[iii]. Assim, ocorreram migrações internas e a população afro-brasileira teve a oportunidade de levar suas tradições musicais para o Sul.

    FORRÓ
    Forró é um ritmo e dança típicos da Região Nordeste do Brasil, praticada nas festas juninas e outros eventos. Diante da imprecisão do termo, é geralmente associado o nome como uma generalização de vários ritmos musicais dessa região, como baião, a quadrilha, o xaxado, que têm influências holandesas e o xote, que tem influência portuguesa. São tocados, tradicionalmente, por trios, compostos de um sanfoneiro (tocador de acordeão, que no forró é tradicionalmente a sanfona de oito baixos), um zabumbeiro e um tocador de triângulo. Também é chamado arrasta-pé, bate-chinela, fobó.
    O forró possui semelhanças com o toré e o arrastar dos pés dos índios, com os ritmos binários portugueses e holandeses, porque são ritmos de origem europeia a chula, denominada pelos nordestinos simplesmente “forró”, xote e variedades de polcas europeias que são chamadas pelos nordestinos de arrasta-pé e ou quadrilhas. A dança do forró tem influência direta das danças de salão europeias, como evidencia nossa história de colonização e invasões europeias.

  14. Samba

    Sem dúvida, o samba é a expressão musical mais bem conhecido do Brasil. Sinônimo de música brasileira tornou-se um termo que engloba uma grande variedade de estilos populares: Samba carnavalesco, samba de breque, samba de exaltação, samba de gafieira, samba de partido-alto, samba de quadra, samba de terreiro, samba-batido, samba-canção, samba-choro, samba-chulado, samba-corrido, samba-de-chave, samba-lenço, samba-enredo, samba exaltação, sambalada, sambalanço, samba-rural[v]. Estas formas são variações entre o lento e o rápido e incorporam estruturas líricas distintas. O desenvolvimento destes estilos musicais dependia, em grande parte, de cada comunidade individual. Instrumentos musicais, padrões rítmicos, e estilo composicional variavam de cidade para cidade e de região para região. O samba foi inventado e se desenvolveu principalmente por descendentes africanos, tornando-se a palavra padrão que descrevia a música e a dança de um grande número de comunidades por todo o Brasil. A migração interna frequente da população negra das regiões do norte para as do sul, especialmente para o Rio de Janeiro, criou um ambiente favorável a novos desenvolvimentos de estilos musicais. No Estado de São Paulo, o samba era dançado não só por afrodescendentes, mas também por mulatos e caboclos.

    Frevo

    O carnaval é uma data comemorativa bastante popular e comemorada com muita festa em praticamente todo o território brasileiro.

    Para esta festa, foram criados vários tipos de músicas e também de danças, sendo que seu estilo pode variar de região para região dentro de nosso imenso país.

    Origem do frevo

    Em Pernambuco, entre os anos de 1910 e 1911, ocorreu o aparecimento de um ritmo carnavalesco bastante animado e que é famoso até hoje: o frevo.

    A palavra frevo vem de ferver, uma vez que, o estilo de dança faz parecer que abaixo dos pés das pessoas exista uma superfície com água fervendo.

    Características principais

    * Como vimos, o frevo é tocado, contudo, em alguns casos, ele também pode ser cantado.

    * Há ainda uma forma mais lenta de frevo, e esta, é chamada de frevo-canção.

    Axé

    O Axé, ou Axé music, é um gênero musical que surgiu no estado da Bahia na década de 1980 durante as manifestações populares do Carnaval de Salvador, misturando o frevo pernambucano,ritmos afro-brasileiros, reggae, merengue, forró, maracatu e outros ritmos afro-latinos .
    No entanto, o termo axé é utilizado erroneamente para designar todos os ritmos de raízes africanas ou o estilo de música de qualquer banda ou artista que provém da Bahia. Sabe-se hoje, que nem toda música baiana é axé, pois lá há o samba-reggae, representado principalmente pelo bloco afro Olodum, o samba de roda, o ijexá – tocado com variações diversas por bandas percussivas de blocos afro como Filhos de Ghandi, Cortejo Afro, Ilê Aiyê, e Muzenza, entre outros , o pagode baiano produzidos por muitas bandas e até uma variação de frevo, bem como o sertanejo e forró que tem se expandido, etc.

  15. Músicas do folclore brasileiro:
    A palavra folclore é definida como: “Conjunto de tradições e manifestações populares constituído por lendas, mitos, provérbios, danças e costumes que são passados de geração em geração.” Segundo o site Significados
    O Brasil tem um folclore muito diversificado, além do mais, foi colonizado por diversas culturas diferentes. A música que tocamos aqui também nem se fala, já que tem vários e vários ritmos diferentes. Abaixo se encontra três deles:
    FORRÓ:
    O nome forró deriva de forrobodó, “divertimento pagodeiro”, segundo o folclorista Câmara Cascudo. O forró era em sua origem um baile animado por vários gêneros musicais, como o baião, o xote, e o xaxado. Nesse sentido, também era conhecido como “arrasta-pé” ou “bate-chinela”. O forró, hoje, é praticamente um gênero musical que engloba os ritmos acima mencionados. Sua origem é o sertãonordestino e os instrumentos musicais utilizados são basicamente a sanfona ou acordeão, o triângulo e a zabumba.

    Alguns estudiosos atribuem a origem da palavra forró à pronúncia abrasileirada dos bailes “for all” (para todos), que, no começo do século, os engenheiros ingleses da estrada de ferro Great Western, promoviam para os operários em Pernambuco, na Paraíba e em Alagoas.
    FREVO:

    Vale transcrever a definição que Câmara Cascudo dá a essa dança de rua e de salão: “é a grande alucinação do carnaval pernambucano. Trata-se de uma marcha de ritmo sincopado, obsedante, violento e frenético, que é a sua característica principal. E a multidão ondulando, nos meneios da dança, fica a ferver. E foi dessa ideia de fervura (o povo pronuncia ‘frevura’, ‘frever’, etc.), que se criou o nome de ‘frevo’.” A coreografia é improvisada e quase acrobática, executada originalmente com roupas coloridas e uma sombrinha. Não se pode deixar de mencionar que, a partir da década de 1970, o frevo ganhou espaço também no carnaval baiano: Caetano Veloso e Gilberto Gil compuseram diversos frevos, a serem executados em trios elétricos

    MÚSICAS POPULARES:
    As músicas populares são aquelas músicas que se cantavam na roda lembra? Normalmente são curtas e repetitivas para fácil decorar e se levar pra vida toda. Abaixo se encontra um exemplo de uma delas:
    SAPO CURURU

    Sapo cururu, na beira do rio
    Quando o sapo grita ó maninha! Diz que está com frio
    A mulher do sapo
    É que está la dentro
    Fazendo rendinha, ó maninha
    Pro seu casamento.

    SAMBA:
    O samba é um gênero musical oriundo do Rio de Janeiro, no Brasil. Considerado uma das principais manifestações culturais populares brasileiras, deriva do samba de roda, um tipo de dança de raízes africanas nascido na Bahia, região Nordeste do país.[1][2][3][4][5] Dentre suas características originais, possui dança acompanhada por pequenas frases melódicas e refrões de criação anônima, alicerces do samba de roda.[6] Apesar de ser um gênero musical resultante das estruturas musicais europeias e africanas, foi com os símbolos da cultura negra brasileira que o samba se alastrou pelo território nacional.[7] Embora houvesse variadas formas de samba no Brasil (não apenas na Bahia, como também no Maranhão, em Minas Gerais, em Pernambuco e em São Paulo) sob a forma de diversos ritmos e danças populares regionais que se originaram do batuque, o samba como gênero musical é entendido como uma expressão musical urbana surgida no início do século XX na cidade do Rio de Janeiro, nas casas das chamadas “tias baianas” — migrantes da Bahia —, quando o samba de roda, entrando em contato com outros gêneros musicais populares entre os cariocas, como a polca, o maxixe, o lundu e o xote, fez nascer um gênero de caráter totalmente singular.

    Nem tudo acima fui eu quem escrevi rsrsrsrs.

    1. Exemplo de samba:

      A Amizade
      Fundo de Quintal

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      La laiá, la laiá, la laiá, la laiá
      La laiá, la laiá, la laiá, la laiá
      Valeu por você existir, amigo

      Amigo, hoje a minha inspiração
      Se ligou em você
      E em forma de samba
      Mandou lhe dizer
      Tão outro argumento
      Qual nesse momento
      Me faz penetrar
      Por toda nossa amizade
      Esclarescendo a verdade
      Sem medo de agir
      Em nossa intimidade
      Você vai me ouvir

      Foi bem cedo na vida que eu procurei
      Encontrar novos rumos num mundo melhor
      Com você fique certo que jamais falhei
      Pois ganhei muita força tornando maior

      A amizade
      Nem mesmo a força do tempo irá destruir
      Somos verdade
      Nem mesmo este samba de amor pode nos resumir

      Quero chorar o seu choro
      Quero sorrir seu sorriso
      Valeu por você existir, amigo

      Quero chorar o seu choro
      Quero sorrir seu sorriso
      Valeu por você existir, amigo

      Exemplo de frevo:
      OH! BELA
      (Capiba – Frevo Canção)

      Você diz que ela é bela,
      Ela é bela, sim senhor.
      Porém poderia ser mais bela
      Se ela tivesse o meu amor.

      Bela é toda natureza,
      Oh! Bela,
      Bela é tudo que é belo.
      E
      Oh! Bela,
      O Perfume de uma rosa,
      O sorriso da criança,
      Oi que fica na lembrança.

      Bela é ver o passarinho,
      Oh! Bela,
      Indo em busca do seu ninho,
      Oh! Bela.
      Todo mundo se amando
      Com amor e com carinho
      Uns sorrindo e outros chorando de amor.

      Exemplo de forró:

      Meu Coração Deu PT (part. Matheus e Kauan)
      Wesley Safadão

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      Pegar meu violão
      Um copo, uma cerveja
      Um whisky e um cigarro

      Eu não tô nada bem
      Vi minha ex beijando
      Outro dentro do carro

      Não sei por que me ligou
      Com saudade, chorando
      Carente, implorando, querendo voltar

      Eu não fiquei com ninguém
      Te esperando, confiei demais
      Me enganei de novo, quebrei a cara

      Mais uma vez, eu tomei porre por você
      Mais uma vez, o meu coração deu PT

      A culpa é sua
      Se eu tô aqui jogado no meio da rua
      Me deixa aqui sofrendo
      Eu não quero ajuda

      Eu fui tão inocente por acreditar
      Que ainda me amava
      E agora fala
      Que droga de amor é esse que sentia

      Ontem eu era o amor da sua vida
      E hoje eu sou o quê?
      E hoje eu sou o quê?
      Hoje eu sou passado pra você

  16. Cantigas de roda e de ninar

    ………..Dentro do conjunto de conhecimentos, tradições, lendas, crenças e superstições de um povo, é importante destacar as cantigas de roda e de ninar. São verdadeiros repositórios de alegria e de sentimentos, fruto sempre da amizade. As cantigas de roda no alegre ambiente coletivo, as cantigas de ninar no sagrado convívio materno-infantil, sempre adoçadas pela maciez do berço, no conforto da rede ou no encantamento de um colo de mãe.
    Wanderlino Arruda

  17.  FOLCLORE

    O Folclore Brasileiro é o conjunto de expressões culturais populares que englobam aspectos da identidade nacional.
    São exemplos mitos, lendas, brincadeiras, danças, festas, comidas típicas e demais costumes que são transmitidos de geração para geração.
    O folclore brasileiro é bem diversificado e conta com atributos das culturas portuguesa, africana e indígena.
    Apesar dessa riqueza, o folclore só começa a figurar nas narrativas oficiais a partir do século XIX.
    Com Mário de Andrade e a criação do Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (SPHAN), o folclore ganha um aspecto mais acadêmico.

    As dancas folcloricas brasileiras estão ligadas a aspectos sacros, lendas, fatos históricos, festas típicas e brincadeiras, curtidas ao som de músicas animadas.
    As principais delas são o Samba de Roda, onde se dança numa roda ao som de sambas, acompanhado de batida de palmas e cantos.
    No Maracatu, os dançarinos representam personagens históricos. Já no Frevo, se dança uma marchinha acelerada tocada por uma banda ao estilo dos blocos carnavalescos. O QUE É FOLCLORE
    Folclore é o conjunto de tradições e manifestações populares constituído por lendas, mitos, provérbios, danças e costumes que são passados de geração em geração.
    A palavra tem origem no inglês, em que “folklore” significa sabedoria popular. A palavra é formada pela junção de folk (povo) e lore (sabedoria ou conhecimento).
    O folclore simboliza a cultura popular e apresenta grande importância na identidade de um povo, de uma nação. Para não se perder a tradição folclórica, é importante que as manifestações culturais sejam transmitidas através das gerações.
    O folclore é o produto da cultura de um país e por isso cada país tem elementos únicos de folclore. O folclore japonês, por exemplo, está repleto de lendas sobre criaturas misteriosas e sobrenaturais, conhecidas como Yokai ou Youkai (aparições misteriosas).
    A UNESCO é uma organização internacional que tenta salvaguardar o patrimônio cultural e sensibilizar o povo para a importância da herança folclórica e necessidade de preservação da cultura popular.
    Em sentido figurado, a palavra “folclore” é usada com o significado pejorativo de “mentira”, “invenção”, designando algo fantasioso. Também se refere a determinadas características pitorescas relacionadas com uma pessoa, um acontecimento, um lugar, etc. Por exemplo: folclore político.

    Folclore brasileiro
    O folclore brasileiro é muito rico e há uma grande variedade de manifestações culturais em todo o Brasil. Apenas alguns exemplos:
    • Festas populares: Carnaval, Festas Juninas, Cavalhadas, Festa do Divino;
    • Lendas e Mitos: Saci-Pererê, Negrinho do pastoreio, Mula sem cabeça, Lobisomem, Curupira, Bicho-papão, Boitatá;
    • Música e Dança: Frevo, Samba, Fandango, Xaxado, Xote, Maracatu, Pau-de-fita, Quadrilha
    • Cantigas de roda: Atirei o Pau no Gato, Escravos de Jó, Ciranda-cirandinha, O Cravo e a Rosa, Sapo Cururu.
    No Brasil, o Dia do Folclore é celebrado no dia 22 de Agosto.

    Nas principais festas do folclore brasileiro encontramos várias expressões folclóricas reunidas. Destas, as principais são:

    • Carnaval: festa que remonta o século XVII, mas que passou à cultura oficial na década de 1930.

    • Congado: surgido durante o século XVIII em Minas Gerais, quando os negros escravos buscaram uma forma de expressão que fosse aceita dentro das irmandades católicas.

    • Folia de Reis: grupos de cantadores e instrumentistas acompanham personagens, como o porta-estandartes, o louco, o juiz, ambos pelas ruas pedindo esmolas.

    • Festas Juninas: festas em que se comemora as colheitas. Por esse motivo, são sinônimo de mesa farta.

  18. MPB
    O carioca Chico Buarque está entre os maiores representantes da MPB, ao lado de Caetano Veloso, Geraldo Vandré e Gilberto Gil.
    Já o baiano Raul Seixas muda a era do rock nacional revelado pela Jovem Guarda. O artista impõe letras marcadas pela contrariedade à rotina, à exploração social e do trabalho.
    Como movimento, a MPB também é manifestada pelo romantismo com letras que abordam as relações amorosas. Entre os nomes estão Roberto Carlos e Erasmo Carlos. Nessa faceta da MPB, Chico Buarque é elevado a uma espécie de tradutor da alma feminina, revelando seus desejos, culpas e sonhos no estilo denominado “cantiga e amigo”.
    Manifestação semelhante é observada no trabalho de Caetano e Gil, além de outros, como Djavan, Gal Costa, Simone e Leila Pinheiro.
    Um exemplo :
    Às vezes no silêncio da noite
    Eu fico imaginando nós dois
    Eu fico ali sonhando acordado
    Juntando o antes, o agora e o depois

    Por que você me deixa tão solto?
    Por que você não cola em mim?
    Tô me sentindo muito sozinho

    Não sou nem quero ser o seu dono
    É que um carinho às vezes cai bem
    Eu tenho os meus desejos e planos secretos
    Só abro pra você mais ninguém

    Por que você me esquece e some?
    E se eu me interessar por alguém?
    E se ela, de repente, me ganha?

    Quando a gente gosta
    É claro que a gente cuida
    Fala que me ama
    Só que é da boca pra fora

    Ou você me engana
    Ou não está madura
    Onde está você agora?

    Quando a gente gosta
    É claro que a gente cuida
    Fala que me ama
    Só que é da boca pra fora

    Ou você me engana
    Ou não está madura
    Onde está você agora?
    Samba
    Samba-canção, samba de breque, samba de roda, samba enredo, samba rock. Característica marcante do Brasil, o samba não para de crescer e de se reinventar. De origem afro-baiana, o ritmo descende do lundu era usado nas festas dos terreiros entre umbigadas e pernadas de capoeira. No início do século XX, foi adotado por compositores como Ernesto Nazareth, Noel Rosa, Cartola e Donga, que o retiraram da obscuridade e o legitimaram na cultura oficial.]
    Um exemplo :Vento que mexe em palmeira Céu desbotado de azul A tarde insiste serena na minha janela Quadro de sol e de areia A tinta fresca do mar Molhando a tela dos olhos como uma aquarela E o meu Rio de Janeiro Do alto do Redentor Dá pra sentir que o vento só sopra a favor E o meu Rio de Janeiro Hoje você me encantou E eu fiz um samba pequeno do meu grande amor E o meu Rio de Janeiro Do alto do Redentor Dá pra sentir que o vento só sopra a favor E o meu Rio de Janeiro Hoje você me encantou E eu fiz um samba, eu fiz um samba Eu fiz um samba pequeno do meu grande amor
    Choro
    Gênero criado a partir da mistura de elementos das danças de salão européias e da música popular portuguesa, com influências africanas. Chiquinha Gonzaga foi a primeira pianista do gênero e, em 1897, escreveu Corta-Jaca, uma das maiores contribuições ao repertório do choro. Pixinguinha, Ernesto Nazareth e Waldir Azevedo foram outros grandes nomes do choro no Brasil
    um exemplo:Tem hora que bate
    Uma tristeza tão grande
    Que eu não sei o que fazer
    E nem pra onde ir
    É tanta coisa
    Que eu queria dizer
    Mas não tem ninguém pra ouvir
    Então choro sem ninguém ver
    Eu choro
    Faço o possível pra segurar a cabeça
    Mas a emoção não quer
    Que eu me desfaça
    Ou então que eu esqueça
    Do amor daquela mulher
    E eu choro
    Sem ela saber
    Eu choro

    Choro por tudo
    Que a gente não teve
    Por tudo que a gente não realizou
    Choro porque eu sei que ainda te amo
    E você me amou e ama
    Choro por tudo
    Se assim for preciso
    Choro porque eu sei que ainda te quero
    Choro por tudo
    E por tudo lhe digo

    Te espero, te quero
    Te espero, te quero
    Te amo

  19. Colegio
    Adventista
    Comunismo

    Nome: Leivisson Tolomelli Leal Turma: 81

    Definição: O comunismo é um movimento político que defende a formação de uma sociedade sem classes sociais, onde os meios de produção sejam propriedade comum. Posto noutros termos, se dependesse desta ideologia, a propriedade privada desses meios não existiria e, por conseguinte, o poder pertenceria à classe trabalhadora.
    O comunismo procura abolir o Estado: se não houvesse propriedade privada dos meios de produção, então também não haveria lugar para a exploração. Como tal, a organização estatal não seria necessária.
    As bases do comunismo foram desenvolvidas por Karl Marx e Friedrich Engels em finais do século XIX em livros como “O capital”. No século XX, o revolucionário russo e líder bolchevique Vladimir Lenine decidiu pôr em prática as referidas teorias, a partir da sua própria interpretação.
    O comunismo tem sido alvo de críticas de diferentes sectores. Há quem considere que a sociedade sem classes é impossível (tendo em conta que acaba sempre por haver um ou outro grupo a ostentar poder; no caso do comunismo, seriam os burocratas). Por outro lado, muitos acreditam que o capitalismo e a sua fome de lucro é o único sistema que promove o desenvolvimento económico.
    Embora, muitas das vezes, estes termos sejam usados como sinónimos, deve-se ter em conta que comunismo e socialismo não são o mesmo. O socialismo é uma doutrina da economia política que tem por base a posse democrática e o controlo administrativo colectivo dos sistemas de produção, bem como o controlo das estruturas políticas por parte dos cidadãos. Posto isto, o socialismo é considerado como sendo a fase prévia ao comunismo.
    Diferenças entre Capitalismo e Socialismo:

    Luta de classes: é um conceito que diz respeito a expressão dos conflitos entre as diferentes classes sociais, portadoras de interesses completamente contrarios. Tais lutas são travadas não só no campo econômico, como também político e ideológico. O conceito ganhou corpo nos escritos de Karl Marx e Friedrich Engels, mas continuou sendo desenvolvido pelo pensamento marxista, sendo uma ideia chave para compreender a história e a dinâmica das sociedades modernas.

    A frase que abre a primeira parte do Manifesto Comunista – panfleto escrito por Marx e Engels e publicado em 1848 – declara que a história de todas as sociedades é a história da luta de classes. Os conflitos entre classes opostas, entre os que detém o poder e os subordinados, opressores e oprimidos, são o grande motor que move a história. Devido ao modo como a riqueza é produzida e distribuída, uma classe se levanta contra a outra, o que pode derrubar a classe dominante e levar um novo grupo a ocupar esse posto. É o que aconteceu com a burguesia, que, tendo seus interesses negados pela aristocracia, causa revoluções e inaugura um novo sistema onde pode ocupar a posição de classe dominante.
    Mais-valia: é o termo famosamente empregado por Karl Marx à diferença entre o valor final da mercadoria produzida e a soma do valor dos meios de produção e do valor do trabalho, que seria a base do lucro no sistema capitalista.

    Mais-valia é o valor excedente entre o salário de um trabalhador e o valor de troca daquilo que ele produziu. Ela é um dos mais importantes conceitos da teoria econômica do marxismo. Segundo Karl Marx, ao longo da História – dos sistemas escravocratas ao capitalismo – as classes dominantes têm extraído o que ele chamou de mais-valia das classes trabalhadoras. De acordo com o conceito marxista, no capitalismo o salário de um trabalhador nunca equivale ao valor de troca das mercadorias que ele produz. É como se durante sua jornada de trabalho o trabalhador recebesse apenas por uma parte dela e a outra ele trabalhasse de graça para o seu empregador. Os trabalhadores não reconheceriam essa exploração pois acreditam estar recebendo uma remuneração justa num mercado de trabalho livre. A partir de sua teoria econômica, Marx chegou a prever o colapso do capitalismo uma vez que para manter a mais-valia o capitalista teria de levar adiante um contínuo processo de empobrecimento dos trabalhadores.
    diferenças entre Socialismo, Comunismo e Anarquismo:
    – SOCIALISMO: é um SISTEMA DE GOVERNO TRANSITÓRIO do capitalismo para o comunismo. No governo socialista, um LÍDER assume o comando para SOCIALIZAR OS MEIOS DE PRODUÇÃO – fabricas, fazendas… – que no capitalismo eram comandados pelos burgueses. Para implantação desse sistema tem de haver uma desapropriação dos meios de produção das mãos dos burgueses, via força se necessário Nesse sistema as pessoas começariam a aprender a SOCIALIZAR suas produções com toda comunidade, aonde todos tem as mesmas coisas, sendo TUDO GERIDO PELO ESTADO, que tem a tarefa de coordenar essa divisão.
    – COMUNISMO: é um sistema de governo que sucede o socialismo. Nele NÃO HÁ LÍDER para governar o Estado, pois todos já tem consciência de SOCIALIZAÇÃO dos meios de produção e da produção em si, assim como da DIVISÃO IGUALITÁRIA entre os membros da sociedade e de seus direitos e deveres sociais. Nele a pessoa trabalha para a sociedade por um período do dia, no outro período dedica seu tempo ao lazer, assim todos seriam felizes e teriam acesso a tudo que quisessem. Ou seja, é uma sociedade utópica – NUNCA EXISTIU – pois nunca houve uma sociedade sem representante de governo.
    -ANARQUISMO: pressupõe a ausência do Estado, da hierarquia e da força coercitiva. Teoricamente a liderança ocorre temporariamente dentro do grupo de operação, escolhida pelo grupo, ou seja, se ha um incêndio o grupo decide quem vai liderar a ação, sendo que essa liderança varia.
    Isto é apenas um esboço de definição, apenas para mostrar que não deve-se confundi-los ou mesmo julga-los sem antes conhecer, como comumente o anarquismo é classificado como bagunça/caos/desorde.
    Pontos Positivos e Negativos do Comunismo:

  20. Colegio
    Adventista
    Comunismo

    Nome: Leivisson Tolomelli Leal Turma: 81

    Definição: O comunismo é um movimento político que defende a formação de uma sociedade sem classes sociais, onde os meios de produção sejam propriedade comum. Posto noutros termos, se dependesse desta ideologia, a propriedade privada desses meios não existiria e, por conseguinte, o poder pertenceria à classe trabalhadora.
    O comunismo procura abolir o Estado: se não houvesse propriedade privada dos meios de produção, então também não haveria lugar para a exploração. Como tal, a organização estatal não seria necessária.
    As bases do comunismo foram desenvolvidas por Karl Marx e Friedrich Engels em finais do século XIX em livros como “O capital”. No século XX, o revolucionário russo e líder bolchevique Vladimir Lenine decidiu pôr em prática as referidas teorias, a partir da sua própria interpretação.
    O comunismo tem sido alvo de críticas de diferentes sectores. Há quem considere que a sociedade sem classes é impossível (tendo em conta que acaba sempre por haver um ou outro grupo a ostentar poder; no caso do comunismo, seriam os burocratas). Por outro lado, muitos acreditam que o capitalismo e a sua fome de lucro é o único sistema que promove o desenvolvimento económico.
    Embora, muitas das vezes, estes termos sejam usados como sinónimos, deve-se ter em conta que comunismo e socialismo não são o mesmo. O socialismo é uma doutrina da economia política que tem por base a posse democrática e o controlo administrativo colectivo dos sistemas de produção, bem como o controlo das estruturas políticas por parte dos cidadãos. Posto isto, o socialismo é considerado como sendo a fase prévia ao comunismo.
    Diferenças entre Capitalismo e Socialismo:

    Luta de classes: é um conceito que diz respeito a expressão dos conflitos entre as diferentes classes sociais, portadoras de interesses completamente contrarios. Tais lutas são travadas não só no campo econômico, como também político e ideológico. O conceito ganhou corpo nos escritos de Karl Marx e Friedrich Engels, mas continuou sendo desenvolvido pelo pensamento marxista, sendo uma ideia chave para compreender a história e a dinâmica das sociedades modernas.

    A frase que abre a primeira parte do Manifesto Comunista – panfleto escrito por Marx e Engels e publicado em 1848 – declara que a história de todas as sociedades é a história da luta de classes. Os conflitos entre classes opostas, entre os que detém o poder e os subordinados, opressores e oprimidos, são o grande motor que move a história. Devido ao modo como a riqueza é produzida e distribuída, uma classe se levanta contra a outra, o que pode derrubar a classe dominante e levar um novo grupo a ocupar esse posto. É o que aconteceu com a burguesia, que, tendo seus interesses negados pela aristocracia, causa revoluções e inaugura um novo sistema onde pode ocupar a posição de classe dominante.
    Mais-valia: é o termo famosamente empregado por Karl Marx à diferença entre o valor final da mercadoria produzida e a soma do valor dos meios de produção e do valor do trabalho, que seria a base do lucro no sistema capitalista.

    Mais-valia é o valor excedente entre o salário de um trabalhador e o valor de troca daquilo que ele produziu. Ela é um dos mais importantes conceitos da teoria econômica do marxismo. Segundo Karl Marx, ao longo da História – dos sistemas escravocratas ao capitalismo – as classes dominantes têm extraído o que ele chamou de mais-valia das classes trabalhadoras. De acordo com o conceito marxista, no capitalismo o salário de um trabalhador nunca equivale ao valor de troca das mercadorias que ele produz. É como se durante sua jornada de trabalho o trabalhador recebesse apenas por uma parte dela e a outra ele trabalhasse de graça para o seu empregador. Os trabalhadores não reconheceriam essa exploração pois acreditam estar recebendo uma remuneração justa num mercado de trabalho livre. A partir de sua teoria econômica, Marx chegou a prever o colapso do capitalismo uma vez que para manter a mais-valia o capitalista teria de levar adiante um contínuo processo de empobrecimento dos trabalhadores.
    diferenças entre Socialismo, Comunismo e Anarquismo:
    – SOCIALISMO: é um SISTEMA DE GOVERNO TRANSITÓRIO do capitalismo para o comunismo. No governo socialista, um LÍDER assume o comando para SOCIALIZAR OS MEIOS DE PRODUÇÃO – fabricas, fazendas… – que no capitalismo eram comandados pelos burgueses. Para implantação desse sistema tem de haver uma desapropriação dos meios de produção das mãos dos burgueses, via força se necessário Nesse sistema as pessoas começariam a aprender a SOCIALIZAR suas produções com toda comunidade, aonde todos tem as mesmas coisas, sendo TUDO GERIDO PELO ESTADO, que tem a tarefa de coordenar essa divisão.
    – COMUNISMO: é um sistema de governo que sucede o socialismo. Nele NÃO HÁ LÍDER para governar o Estado, pois todos já tem consciência de SOCIALIZAÇÃO dos meios de produção e da produção em si, assim como da DIVISÃO IGUALITÁRIA entre os membros da sociedade e de seus direitos e deveres sociais. Nele a pessoa trabalha para a sociedade por um período do dia, no outro período dedica seu tempo ao lazer, assim todos seriam felizes e teriam acesso a tudo que quisessem. Ou seja, é uma sociedade utópica – NUNCA EXISTIU – pois nunca houve uma sociedade sem representante de governo.
    -ANARQUISMO: pressupõe a ausência do Estado, da hierarquia e da força coercitiva. Teoricamente a liderança ocorre temporariamente dentro do grupo de operação, escolhida pelo grupo, ou seja, se ha um incêndio o grupo decide quem vai liderar a ação, sendo que essa liderança varia.
    Isto é apenas um esboço de definição, apenas para mostrar que não deve-se confundi-los ou mesmo julga-los sem antes conhecer, como comumente o anarquismo é classificado como bagunça/caos/desorde.
    Pontos Positivos e Negativos do Comunismo:.

  21. Frevo
    O frevo é uma dança folclórica típica do carnaval de rua e salão da cidade de Recife, em Pernambuco. É uma dança rítmica, de andamento rápido e coreografia individual. Os dançarinos são conhecidos como passistas, que com suas fantasias coloridas agitam guarda-chuvas, elemento característico do frevo. A música do frevo é executada por instrumentos de sopro que compõem a fanfarra.

    Carimbó
    O carimbó é uma dança folclórica paraense de origem indígena, mais precisamente dos índios tupinambá e influenciada por africanos e portugueses. Carimbó é o nome do tambor utilizado na dança. A dança é representada em pares, com duas fileiras de homens e mulheres voltados para o centro da roda. O ritmo da música é marcado com os pés e palmas dos homens, convidando as mulheres para a dança. Após o convite, os pares se formam e giram em torno de si mesmo.

    Bumba meu Boi
    O bumba meu boi, ou boi bumbá, é uma dança folclórica nordestina, do início do século XVIII e que sofre influências das culturas portuguesa, negra e indígena. O bumba meu boi é composto de música regional, vários personagens da lenda, incluindo um homem vestido de boi. No decorrer da dança, o boi morre e é ressuscitado com um puxão em seu rabo.

  22. 3 danças folclóricas
    Samba de Roda

    Estilo musical caracterizado por elementos da cultura afro-brasileira. Surgiu no estado da Bahia, no século XIX. É uma variante mais tradicional do samba. Os dançarinos dançam numa roda ao som de músicas acompanhadas por palmas e cantos. Chocalho, pandeiro, viola, atabaque e berimbau são os instrumentos musicais mais utilizados.

    Maracatu

    O maracatu é um ritmo musical com dança típico da região pernambucana. Reúne uma interessante mistura de elementos culturais afro-brasileiros,indígenas e europeus. Possui uma forte característica religiosa. Os dançarinos representam personagens (duques, duquesas, embaixadores, rei e rainha). O cortejo é acompanhado por uma banda com instrumentos de percussão (tambores, caixas, taróis e ganzás).

    Frevo

    Este estilo pernambucano de carnaval é uma espécie de marchinha muito acelerada que, ao contrário de outras músicas de carnaval, não possui letra, sendo simplesmente tocada por uma banda que segue os blocos carnavalescos enquanto os dançarinos se divertem dançando. Os dançarinos de frevo são, geralmente, um pequeno guarda-chuva colorido como elemento coreográfico.

  23. Frevo: O frevo é uma dança típica do carnaval pernambucano surgida no século XIX. Diferente de outras marchinhas carnavalescas, ele é caracterizado pela ausência de letras na qual os dançarinos seguram pequenos guarda-chuvas coloridos como elemento coreográfico.
    A palavra “frevo” é originária do verbo “ferver”, representando, desta maneira, particularidades desta dança demasiadamente frenética.

    Samba de Roda: O samba de roda surgiu no estado da Bahia no século XIX e representa uma dança associada à capoeira e ao culto dos orixás.
    Surgiu como forma de preservação da cultura dos escravos africanos. O samba de roda é uma variante do samba, que embora tenha se disseminado por várias partes do Brasil, é tradicional da região do Recôncavo Baiano.
    Bumba meu Boi: Esta dança folclórica, conhecida em outras regiões brasileiras como o boi-bumbá, é típica do norte e do nordeste.

    O bumba meu boi possui uma origem diversificada, pois apresenta traços das culturas: espanhola, portuguesa, africana e indígena.
    Trata-se de uma dança na qual a representação teatral é um fator marcante. Assim, a história da vida e da morte do boi é declamada enquanto os personagens realizam suas danças

  24. Baião

    Ritmo musical, com dança, típico da região nordeste do Brasil. Os instrumentos usados nas músicas de baião são: triângulo, viola, acordeom e flauta doce. A dança ocorre em pares (homem e mulher) com movimentos parecidos com o do forró (dança com corpos colados). O grande representante do baião foi Luiz Gonzaga.

    Catira

    Também conhecida como cateretê, é uma dança caracterizada pelos passos, batidas de pés e palmas dos dançarinos. Ligada à cultura caipira, é típica da região interior dos estados de São Paulo, Paraná, Minas Gerais e Goiás e Mato Grosso. Os instrumento utilizado é a viola, tocada, geralmente, por um par de músicos.

    Quadrilha

    É uma dança típica da época de festa junina. Há um animador que vai anunciando frases e marcando os momentos da dança. Os dançarinos (casais), vestidos com roupas típicas da cultura caipira (camisas e vestidos xadrezes, chapéu de palha) vão fazendo uma coreografia especial. A dança é bem animada com muitos movimentos e coreografias. As músicas de festa junina mais conhecidas são: Capelinha de Melão, Pula Fogueira e Cai,Cai balão.

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    DANÇAS FOLCLÓRICAS DO BRASIL
    Temas Relacionados
    • Livros sobre o Folclore
    • Músicas do Folclore Brasileiro
    • Maracatu
    • Marujada
    Bibliografia Indicada

    – Arranjos e Músicas Folclóricas
    Autor: Toni, Flávio Camargo
    Editora: Lua Music
    Temas: Folclore, Cultura Popular, Música Folclórica

    – Cem Melodias Folclóricas – Documentário Musical
    Autor: Araújo, Alceu Maynard
    Editora: Martins Editora
    Temas: Folclore, Cultura Popular, Música, Artes

    – Dicionário das manifestações folclóricas de Pernambuco
    Autor: Coimet, Yracilda Farias
    Editora: UFPE (Universidade Federal de Pernambuco)
    Temas: Folclore Brasileiro, Cultura Popular

  25. Frevo

    O frevo é uma dança típica do carnaval pernambucano surgida no século XIX. Diferente de outras marchinhas carnavalescas, ele é caracterizado pela ausência de letras na qual os dançarinos seguram pequenos guarda-chuvas coloridos como elemento coreográfico.
    A palavra “frevo” é originária do verbo “ferver”, representando, desta maneira, particularidades desta dança demasiadamente frenética.

    Maracatu

    O maracatu, termo africano que significa “dança” ou “batuque”, é uma dança típica da região nordeste com grande destaque para a região de Pernambuco.
    Esse ritmo e dança apresentam fortes características religiosas, composto por uma mistura de elementos indígenas, europeus e afro-brasileiros.

    Baião

    O baião é uma dança e canto típicos do nordeste brasileiro que recebeu, em suas origens, influências das danças indígenas e da música caipira.

  26. Catira
    Dança folclórica também conhecida como cateretê, a catira tem ritmo musical caracterizado pela batida dos pés e mãos dos dançarinos. Sofre influência indígena, africana e europeia. Geralmente, a catira é dançada em duas fileiras, com mulheres de um lado e homens de outro ao som de violas e cantos dos violeiros. Pode ser dançada apenas por homens.

    Ciranda
    A ciranda é uma dança tipicamente pernambucana, das mulheres de pescadores que dançavam e entoavam cantos a espera dos homens chegarem do mar. A ciranda é basicamente uma grande roda, onde seu integrantes dançam ao som de ritmo lento, acompanhado por instrumentos como zabumba, tarol, ganzá e maracá. A dança é marcada com passos simples ou coreografados.

    Maracatu
    O maracatu, de origem africana, é uma dança folclórica típica da região nordeste do Brasil, mas concentrada no Estado de Pernambuco. Seu nome significa batuque ou dança e representa a saída de pessoas adeptas às religiões afro-brasileiras às ruas, para saudar os orixás. Essa manifestação ocorre durante o carnaval e as fantasias mais comuns são de reis, princesas, rainhas, índios e baianas. A dança é composta por giros e pulos sob um ritmo frenético que remete às congadas, festa popular brasileira.

  27. Frevo
    O frevo é uma dança típica do carnaval pernambucano surgida no século XIX. Diferente de outras marchinhas carnavalescas, ele é caracterizado pela ausência de letras na qual os dançarinos seguram pequenos guarda-chuvas coloridos como elemento coreográfico.
    A palavra “frevo” é originária do verbo “ferver”, representando, desta maneira, particularidades desta dança demasiadamente frenética.
    Maracatu
    O maracatu, termo africano que significa “dança” ou “batuque”, é uma dança típica da região nordeste com grande destaque para a região de Pernambuco.
    Esse ritmo e dança apresentam fortes características religiosas, composto por uma mistura de elementos indígenas, europeus e afro-brasileiros.
    Quadrilha
    A quadrilha foi popularizada no Brasil a partir do Século XIX mediante influência da Corte Portuguesa.
    É uma dança típica das festas juninas, bailada em duplas de casais caracterizados com vestimenta tipicamente caipira. Atualmente, a quadrilha abrange todas as regiões do Brasil.

  28. Catira:
    Dança folclórica também conhecida como cateretê, a catira tem ritmo musical caracterizado pela batida dos pés e mãos dos dançarinos. Sofre influência indígena, africana e europeia. Geralmente, a catira é dançada em duas fileiras, com mulheres de um lado e homens de outro ao som de violas e cantos dos violeiros. Pode ser dançada apenas por homens.
    Ciranda:
    A ciranda é uma dança tipicamente pernambucana, das mulheres de pescadores que dançavam e entoavam cantos a espera dos homens chegarem do mar. A ciranda é basicamente uma grande roda, onde seu integrantes dançam ao som de ritmo lento, acompanhado por instrumentos como zabumba, tarol, ganzá e maracá. A dança é marcada com passos simples ou coreografados.
    Maracatu:
    O maracatu, de origem africana, é uma dança folclórica típica da região nordeste do Brasil, mas concentrada no Estado de Pernambuco. Seu nome significa batuque ou dança e representa a saída de pessoas adeptas às religiões afro-brasileiras às ruas, para saudar os orixás. Essa manifestação ocorre durante o carnaval e as fantasias mais comuns são de reis, princesas, rainhas, índios e baianas. A dança é composta
    por giros e pulos sob um ritmo frenético que remete às congadas, festa popular brasileira.

  29. Samba de roda :Herança cultural do período da escravidão no Brasil e influenciada pelos portugueses, o samba de roda é uma dança folclórica originalmente de culto aos orixás e caboclos, em 1860 no Recôncavo Baiano. Se divide em dois estilos característicos: samba chula e samba corrido.
    Ciranda:A ciranda é uma dança tipicamente pernambucana, das mulheres de pescadores que dançavam e entoavam cantos a espera dos homens chegarem do mar. A ciranda é basicamente uma grande roda, onde seu integrantes dançam ao som de ritmo lento, acompanhado por instrumentos como zabumba, tarol, ganzá e maracá. A dança é marcada com passos simples ou coreografados.
    Carimbo:O carimbó é uma dança folclórica paraense de origem indígena, mais precisamente dos índios tupinambá e influenciada por africanos e portugueses. Carimbó é o nome do tambor utilizado na dança. A dança é representada em pares, com duas fileiras de homens e mulheres voltados para o centro da roda. O ritmo da música é marcado com os pés e palmas dos homens, convidando as mulheres para a dança. Após o convite, os pares se formam e giram em torno de si mesmo.

  30. FREVO:
    é uma dança folclórica típica do carnaval de rua e salão da cidade de Recife, em Pernambuco. É uma dança rítmica, de andamento rápido e coreografia individual. Os dançarinos são conhecidos como passistas, que com suas fantasias coloridas agitam guarda-chuvas, elemento característico do frevo. A música do frevo é executada por instrumentos de sopro que compõem a fanfarra.
    BUMBA MEU BOI:
    ou boi bumbá, é uma dança folclórica nordestina, do início do século XVIII e que sofre influências das culturas portuguesa, negra e indígena. O bumba meu boi é composto de música regional, vários personagens da lenda, incluindo um homem vestido de boi. No decorrer da dança, o boi morre e é ressuscitado com um puxão em seu rabo.
    CHULA:
    De origem portuguesa, a chula é uma dança folclórica do Rio Grande do Sul, caracterizada pelo desafio e disputa. Uma vara é disposta no chão e em cada extremidade fica um dançarino. Um deles executa uma coreografia complexa e outro deve repetir.

  31. Baião

    Ritmo musical, com dança, típico da região nordeste do Brasil. Os instrumentos usados nas músicas de baião são: triângulo, viola, acordeom e flauta doce. A dança ocorre em pares (homem e mulher) com movimentos parecidos com o do forró (dança com corpos colados). O grande representante do baião foi Luiz Gonzaga.

    Catira

    Também conhecida como cateretê, é uma dança caracterizada pelos passos, batidas de pés e palmas dos dançarinos. Ligada à cultura caipira, é típica da região interior dos estados de São Paulo, Paraná, Minas Gerais e Goiás e Mato Grosso. Os instrumento utilizado é a viola, tocada, geralmente, por um par de músicos.

    Quadrilha

    É uma dança típica da época de festa junina. Há um animador que vai anunciando frases e marcando os momentos da dança. Os dançarinos (casais), vestidos com roupas típicas da cultura caipira (camisas e vestidos xadrezes, chapéu de palha) vão fazendo uma coreografia especial. A dança é bem animada com muitos movimentos e coreografias. As músicas de festa junina mais conhecidas são: Capelinha de Melão, Pula Fogueira e Cai,Cai balão.

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    DANÇAS FOLCLÓRICAS DO BRASIL
    Temas Relacionados
    • Livros sobre o Folclore
    • Músicas do Folclore Brasileiro
    • Maracatu
    • Marujada
    Bibliografia Indicada

    – Arranjos e Músicas Folclóricas
    Autor: Toni, Flávio Camargo
    Editora: Lua Music
    Temas: Folclore, Cultura Popular, Música Folclórica

    – Cem Melodias Folclóricas – Documentário Musical
    Autor: Araújo, Alceu Maynard
    Editora: Martins Editora
    Temas: Folclore, Cultura Popular, Música, Artes

    – Dicionário das manifestações folclóricas de Pernambuco
    Autor: Coimet, Yracilda Farias
    Editora: UFPE (Universidade Federal de Pernambuco)
    Temas: Folclore Brasileiro, Cultura Popular

  32. Quadrilha de Festa Junina:
    Dança muito conhecida em todo o Brasil no período de festas juninas, mas principalmente na região de maior destaque: o nordeste brasileiro. Homens e mulheres vestidos em trajes típicos da cultura caipira dançam de maneira animada, com muitos movimentos e coreograficas, ao som de músicas conhecidas como “capelinha de melão, “pula fogueira” e “cai, cai balão”. Um animador anuncia frases que marcam momentos na dança.

    Ciranda:
    A ciranda é uma dança tipicamente pernambucana, das mulheres de pescadores que dançavam e entoavam cantos a espera dos homens chegarem do mar. A ciranda é basicamente uma grande roda, onde seu integrantes dançam ao som de ritmo lento, acompanhado por instrumentos como zabumba, tarol, ganzá e maracá. A dança é marcada com passos simples ou coreografados.

    Samba de Roda:
    Herança cultural do período da escravidão no Brasil e influenciada pelos portugueses, o samba de roda é uma dança folclórica originalmente de culto aos orixás e caboclos, em 1860 no Recôncavo Baiano. Se divide em dois estilos característicos: samba chula e samba corrido.

    O samba de roda é também conhecido como Umbigada, pois a cada saída de um participante da roda, outro é combindada para dança, dando-lhe uma “Umbigada”. Palmas e cantos animam os dançarinos na roda, ao som de instrumentos como chocalhos, pandeiros, viola, atabaque e berimbau.

  33. Bumba meu boi , possui uma origem diversificada, pois apresenta traços das culturas: espanhola, portuguesa, africana e indígena , Trata-se de uma dança na qual a representação teatral é um fator marcante.

    Frevo , é uma dança típica do carnaval pernambucano surgida no século XIX. Diferente de outras marchinhas carnavalescas, ele é caracterizado pela ausência de letras na qual os dançarinos seguram pequenos guarda-chuvas coloridos como elemento coreográfico.

    Quadrilha , foi popularizada no Brasil a partir do Século XIX mediante influência da Corte Portuguesa , É uma dança típica das festas juninas, bailada em duplas de casais caracterizados com vestimenta tipicamente caipira.

  34. Danças Tipicas;

    Maracatu:
    O surgimento do maracatu causa controvérsias; porém, acredita-se que ele surgiu por volta de 1700, trazido pelos portugueses ao Brasil. A dança tinha partes com coreografias e teatro e era acompanhada por músicos e dançarinos. Esses vestiam roupas que remetiam a realeza (porta-estandarte, rei, rainha, príncipes, duquesas e duques, etc.). Posteriormente, o maracatu passou a ser realizado durante o Carnaval. Além disso, a dança tem a participação de instrumentos como zabumba e ganzas.

    Pau-da-bandeira:
    Dança realizada principalmente na região nordeste que acontece principalmente durante o dia de Santo Antônio. Um tronco é escolhido e carregado pelos homens da cidade. Como manda a tradição, as mulheres que desejam casar devem tocar esse tronco.

    Maneiro-Pau:
    Dança com maior influência no estado do Ceará, Maneiro-Pau conta com dançarinos que realizam os passos em rodas e com pedaços de pau nas mãos. Esses pedaços são batidos no chão formando o ritmo da dança. Durante toda a coreografia, alguns participantes duelam enquanto outros batem no chão.

  35. Bumba meu Boi:
    Esta dança folclórica, conhecida em outras regiões brasileiras como o boi-bumbá, é típica do norte e do nordeste.
    O bumba meu boi possui uma origem diversificada, pois apresenta traços das culturas: espanhola, portuguesa, africana e indígena.
    Trata-se de uma dança na qual a representação teatral é um fator marcante. Assim, a história da vida e da morte do boi é declamada enquanto os personagens realizam suas danças.

    Samba de Roda:
    O samba de roda surgiu no estado da Bahia no século XIX e representa uma dança associada à capoeira e ao culto dos orixás.
    Surgiu como forma de preservação da cultura dos escravos africanos. O samba de roda é uma variante do samba, que embora tenha se disseminado por várias partes do Brasil, é tradicional da região do Recôncavo Baiano.

    Frevo:
    O frevo é uma dança típica do carnaval pernambucano surgida no século XIX. Diferente de outras marchinhas carnavalescas, ele é caracterizado pela ausência de letras na qual os dançarinos seguram pequenos guarda-chuvas coloridos como elemento coreográfico.
    A palavra “frevo” é originária do verbo “ferver”, representando, desta maneira, particularidades desta dança demasiadamente frenética.

  36. Catira:Dança folclórica também conhecida como cateretê, a catira tem ritmo musical caracterizado pela batida dos pés e mãos dos dançarinos. Sofre influência indígena, africana e europeia. Geralmente, a catira é dançada em duas fileiras, com mulheres de um lado e homens de outro ao som de violas e cantos dos violeiros. Pode ser dançada apenas por homens.
    Maculele:O Maculelê é uma dança folclórica de origem africana e indígena. Simula uma luta tribal que utiliza dois bastões como “arma”. A esses bastões dá-se o nome de grimas ou esgrimas. A música do maculelê é composta por percussão e canto.
    Baiao:O Baião é um subgênero do forró, uma dança típica nordestina, que surgiu inicialmente como nome de uma festa com danças e melodias executadas em violas. O patrono do baião foi Luiz Gonzaga, importante compositor e cantor popular brasileiro. A temática do baião é baseada nas dificuldades e no cotidiano dos nordestinos.

  37. Ciranda
    A ciranda é uma dança tipicamente pernambucana, das mulheres de pescadores que dançavam e entoavam cantos a espera dos homens chegarem do mar. A ciranda é basicamente uma grande roda, onde seu integrantes dançam ao som de ritmo lento, acompanhado por instrumentos como zabumba, tarol, ganzá e maracá. A dança é marcada com passos simples ou coreografados.
    Maculelê
    O Maculelê é uma dança folclórica de origem africana e indígena. Simula uma luta tribal que utiliza dois bastões como “arma”. A esses bastões dá-se o nome de grimas ou esgrimas. A música do maculelê é composta por percussão e canto.
    Quadrilha de Festa Junina
    Dança muito conhecida em todo o Brasil no período de festas juninas, mas principalmente na região de maior destaque: o nordeste brasileiro. Homens e mulheres vestidos em trajes típicos da cultura caipira dançam de maneira animada, com muitos movimentos e coreografias, ao som de músicas conhecidas como “capelinha de melão, “pula fogueira” e “cai, cai balão”. Um animador anuncia frases que marcam momentos na dança.

  38. Danças típicas da Região Sul:
    Paraná (PR)
    Fandango
    Esse estilo de dança tem origem ibérica e foi trazida pelos portugueses para as regiões de litoral do Paraná. No Brasil, recebeu influências dos índios e o fandango também pode ser encontrado nos estados de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e São Paulo. São utilizados instrumentos como violas, pandeiro e uma rabeca enquanto a letra é improvisada. Os dançarinos fazem uma roda e dançam com passos valsados e o ritmo é seguido com palmas e com as batidas dos pés.
    Rio Grande do Sul(RS)
    Chimarrita
    Dança típica de Portugal, foi trazida por eles para o Brasil durante o século XIX. Inicialmente, a dança era realizada com os casais juntos dançando algo parecido com as valsas. Depois, as duplas passaram a dançar em várias direções e mais separados. Em algumas partes, eles dançam juntos no passo bem conhecido que é o dois pra lá e dois pra cá. A partir de alguns movimentos, o homem, chamado de peão, e a mulher, que recebe o nome de prenda, podem flexionar levemente os joelhos durante os passos.
    Santa Catarina (SC)
    Balainha
    Também recebe o nome de Arcos Floridos ou Jardineira e os casais seguram um arco florido. É formada uma fila e as duplas vão passando os arcos por cima e por baixo dos demais casais. Depois, são executados outros passos com formação de grupos com quatro pares e eles fazem uma roda para cruzar seus arcos e formar as ‘balainhas’.

  39. As cirandas
    A ciranda sempre é uma dança de roda, em geral dançada pelas mulheres na espera de seus homens que foram à pesca. A temática dos cantos representa a vida – real e mística – da comunidade.
    Samba de roda do Recôncavo
    É na palma da mão, é na planta do pé, que a marcação se faz no ritmo do batuque do coração – essa é a base rítmica do samba de roda, uma roda dançante, de mulheres, acompanhada pelo som do berimbau, dos atabaques, do agogô, do xequerê e do ganzá. Mas, basicamente, o ritmo se dá na palma da mão, movimento imprescindível para a manipulação da energia individual.

    O Maculelê é uma dança folclórica de origem africana e indígena. Simula uma luta tribal que utiliza dois bastões como “arma”. A esses bastões dá-se o nome de grimas ou esgrimas. A música do maculelê é composta por percussão e canto.

  40. Bumba meu Boi,esta dança folclórica, conhecida em outras regiões brasileiras como o boi-bumbá, é típica do norte e do nordeste.
    O bumba meu boi possui uma origem diversificada, pois apresenta traços das culturas: espanhola, portuguesa, africana e indígena.
    Trata-se de uma dança na qual a representação teatral é um fator marcante. Assim, a história da vida e da morte do boi é declamada enquanto os personagens realizam suas danças.

    Samba,o samba de roda surgiu no estado da Bahia no século XIX e representa uma dança associada à capoeira e ao culto dos orixás.

    Frevo,o frevo é uma dança típica do carnaval pernambucano surgida no século XIX. Diferente de outras marchinhas carnavalescas, ele é caracterizado pela ausência de letras na qual os dançarinos seguram pequenos guarda-chuvas coloridos como elemento coreográfico.

  41. Samba de Roda

    Danças Folclóricas
    Herança cultural do período da escravidão no Brasil e influenciada pelos portugueses, o samba de roda é uma dança folclórica originalmente de culto aos orixás e caboclos, em 1860 no Recôncavo Baiano. Se divide em dois estilos característicos: samba chula e samba corrido.
    O samba de roda é também conhecido como Umbigada, pois a cada saída de um participante da roda, outro é combindada para dança, dando-lhe uma “Umbigada”. Palmas e cantos animam os dançarinos na roda, ao som de instrumentos como chocalhos, pandeiros, viola, atabaque e berimbau.
    Principais compositores do samba de roda: Dorival Caymmi, João Gilberto e Caetano Veloso.

    Catira

    Dança folclórica também conhecida como cateretê, a catira tem ritmo musical caracterizado pela batida dos pés e mãos dos dançarinos. Sofre influência indígena, africana e europeia. Geralmente, a catira é dançada em duas fileiras, com mulheres de um lado e homens de outro ao som de violas e cantos dos violeiros. Pode ser dançada apenas por homens.

    Ciranda

    A ciranda é uma dança tipicamente pernambucana, das mulheres de pescadores que dançavam e entoavam cantos a espera dos homens chegarem do mar. A ciranda é basicamente uma grande roda, onde seu integrantes dançam ao som de ritmo lento, acompanhado por instrumentos como zabumba, tarol, ganzá e maracá. A dança é marcada com passos simples ou coreografados.

  42. 3 danças folclóricas brasileiras:

    Samba de Roda:

    Herança cultural do período da escravidão no Brasil e influenciada pelos portugueses, o samba de roda é uma dança folclórica originalmente de culto aos orixás e caboclos, em 1860 no Recôncavo Baiano. Se divide em dois estilos característicos: samba chula e samba corrido.

    O samba de roda é também conhecido como Umbigada, pois a cada saída de um participante da roda, outro é combindada para dança, dando-lhe uma “Umbigada”. Palmas e cantos animam os dançarinos na roda, ao som de instrumentos como chocalhos, pandeiros, viola, atabaque e berimbau.

    Quadrilha de Festa Junina:

    Dança muito conhecida em todo o Brasil no período de festas juninas, mas principalmente na região de maior destaque: o nordeste brasileiro. Homens e mulheres vestidos em trajes típicos da cultura caipira dançam de maneira animada, com muitos movimentos e coreograficas, ao som de músicas conhecidas como “capelinha de melão, “pula fogueira” e “cai, cai balão”. Um animador anuncia frases que marcam momentos na dança.

    Frevo:

    O frevo é uma dança folclórica típica do carnaval de rua e salão da cidade de Recife, em Pernambuco. É uma dança rítmica, de andamento rápido e coreografia individual. Os dançarinos são conhecidos como passistas, que com suas fantasias coloridas agitam guarda-chuvas, elemento característico do frevo. A música do frevo é executada por instrumentos de sopro que compõem a fanfarra.

  43. Bumba meu Boi,esta dança folclórica, conhecida em outras regiões brasileiras como o boi-bumbá, é típica do norte e do nordeste.
    O bumba meu boi possui uma origem diversificada, pois apresenta traços das culturas: espanhola, portuguesa, africana e indígena.
    Trata-se de uma dança na qual a representação teatral é um fator marcante. Assim, a história da vida e da morte do boi é declamada enquanto os personagens realizam suas danças.

    Samba,o samba de roda surgiu no estado da Bahia no século XIX e representa uma dança associada à capoeira e ao culto dos orixás.

    Frevo,o frevo é uma dança típica do carnaval pernambucano surgida no século XIX. Diferente de outras marchinhas carnavalescas, ele é caracterizado pela ausência de letras na qual os dançarinos seguram pequenos guarda-chuvas coloridos como elemento coreográfico.

  44. Bumba meu Boi,esta dança folclórica, conhecida em outras regiões brasileiras como o boi-bumbá, é típica do norte e do nordeste.
    O bumba meu boi possui uma origem diversificada, pois apresenta traços das culturas: espanhola, portuguesa, africana e indígena.
    Trata-se de uma dança na qual a representação teatral é um fator marcante. Assim, a história da vida e da morte do boi é declamada enquanto os personagens realizam suas danças.

    Samba,o samba de roda surgiu no estado da Bahia no século XIX e representa uma dança associada à capoeira e ao culto dos orixás.

    Frevo,o frevo é uma dança típica do carnaval pernambucano surgida no século XIX. Diferente de outras marchinhas carnavalescas, ele é caracterizado pela ausência de letras na qual os dançarinos seguram pequenos guarda-chuvas coloridos como elemento coreográfico.

  45. Samba de Roda
    O samba de roda surgiu no estado da Bahia no século XIX e representa uma dança associada à capoeira e ao culto dos orixás.
    Surgiu como forma de preservação da cultura dos escravos africanos. O samba de roda é uma variante do samba, que embora tenha se disseminado por várias partes do Brasil, é tradicional da região do Recôncavo Baiano.

    Frevo
    O frevo é uma dança típica do carnaval pernambucano surgida no século XIX. Diferente de outras marchinhas carnavalescas, ele é caracterizado pela ausência de letras na qual os dançarinos seguram pequenos guarda-chuvas coloridos como elemento coreográfico.
    A palavra “frevo” é originária do verbo “ferver”, representando, desta maneira, particularidades desta dança demasiadamente frenética.

    Baião
    O baião é uma dança e canto típicos do nordeste brasileiro que recebeu, em suas origens, influências das danças indígenas e da música caipira.
    Com movimentos que se aproximam do forró, o baião é dançado em pares e sua temática é baseada no cotidiano e nas dificuldades da vida dos nordestinos.

  46. As danças folclóricas são caracterizadas por um conjunto de danças sociais, peculiares de cada estado brasileiro, oriundas de antigos rituais mágicos e religiosos.
    As danças folclóricas possuem diversas funções como a comemoração de datas religiosas, homenagens, agradecimentos, saudações às forças espirituais, etc.

    -Frevo: O frevo é uma dança típica do carnaval pernambucano surgida no século XIX. Diferente de outras marchinhas carnavalescas, ele é caracterizado pela ausência de letras na qual os dançarinos seguram pequenos guarda-chuvas coloridos como elemento coreográfico.
    A palavra “frevo” é originária do verbo “ferver”, representando, desta maneira, particularidades desta dança demasiadamente frenética.

    -Quadrilha:A quadrilha foi popularizada no Brasil a partir do Século XIX mediante influência da Corte Portuguesa.
    É uma dança típica das festas juninas, bailada em duplas de casais caracterizados com vestimenta tipicamente caipira. Atualmente, a quadrilha abrange todas as regiões do Brasil.

    -Samba de Roda:O samba de roda surgiu no estado da Bahia no século XIX e representa uma dança associada à capoeira e ao culto dos orixás.
    Surgiu como forma de preservação da cultura dos escravos africanos. O samba de roda é uma variante do samba, que embora tenha se disseminado por várias partes do Brasil, é tradicional da região do Recôncavo Baiano.

  47. CASAMNETO DE D.PEDRO I:

    Leopoldina estava convencida de que seria possível formar com Pedro uma ligação de amor e confiança e, com isso, tornar o casamento arranjado politicamente num casamento de amor — conta a historiadora austríaca Gloria Kaiser, autora de “Um diário imperial — Leopoldina: Princesa da Áustria e Imperatriz do Brasil” (Reler). — Ela se preparou muito bem para o casamento e para a vida com a nova família. Aprendeu português, estudou a geografia e a história do Brasil.

    O bicentenário do noivado de Dona Leopoldina e Dom Pedro I será celebrado com uma série de eventos na cidade. Na manhã de 10 de abril, haverá missa com a presença de membros da família real do Brasil no Outeiro da Glória — Leopoldina ia à igreja pelo menos uma vez por semana. A cerimônia está sendo organizada pela blogueira Manoela Cesar, do “Colher de Chá Noivas”, que no mesmo dia, à tarde, promove um encontro para futuras noivas chamado de WeddingLab/A Noiva de Viena, no Paço Imperial — onde Leopoldina sancionou a Independência do Brasil, em 2 de setembro de 1822 (e cinco dias depois o seu marido fez o histórico grito, às margens do Ipiranga).

    COMO FOI A CHEGADA DA PRINCESA LEOPOLDINA AO BRASIL?:

    O Brasil viveu um momento histórico em um dia como hoje, no ano de 1822. Nesta data, Maria Leopoldina, então princesa regente do Brasil por conta de uma ausência de Dom Pedro, assinou o decreto da Independência, declarando o Brasil separado de Portugal. Ela usou seus atributos de chefe interina do governo para fazer uma reunião com o Conselho de Estado, ocasião em que o documento foi assinado.

    Os brasileiros já estavam esperando que D. Pedro retornasse a Portugal, o que rebaixaria o país ao status de simples colônia, em vez de um reino unido ao de Portugal. Havia temores de que uma guerra civil separasse a Província de São Paulo do resto do Brasil.

    Neste cenário conturbado, D. Pedro entregou o poder a D. Leopoldina, no dia 13 de agosto de 1822, nomeando-a chefe do Conselho de Estado e Princesa Regente Interina do Brasil. D. Pedro partiu para tentar acabar com um conflito em São Paulo. Por conta das notícias vindas de Portugal, Dona Leopoldina não teve tempo de esperar pelo marido e precisou tomar uma decisão, na qual foi aconselhada por José Bonifácio de Andrada e Silva.

    Após a assinatura do decreto, ela enviou uma carta a D. Pedro para que ele proclamasse a Independência do Brasil. O papel chegou a ele no dia 7 de setembro de 1822, quando D. Pedro proclamou o Brasil livre de Portugal, às margens do Rio Ipiranga, em São Paulo.

    Enquanto aguardava pelo retorno de D. Pedro, Leopoldina, governante interina de um Brasil já independente, idealizou a bandeira do país. Ela foi coroada imperatriz em 1 de dezembro de 1822, na cerimônia de coroação e sagração de D. Pedro I.

    RELATE A COROACAO DE D.JOAO VI:

    Filho de D. Maria I e de D. Pedro III, D. João VI (João Maria José Francisco Xavier de Paula Luís António Domingos Rafael de Bragança) nasceu em Lisboa, no dia 13 de Maio de 1767 e faleceu na mesma cidade no dia 10 de Março de 1826. Casou em 1785 com D. Carlota Joaquina, Infanta de Espanha, filha de Carlos IV e de Maria Luísa de Parma.

    A partir de 1792, assegurou a direcção dos negócios públicos, devido à doença mental da mãe, primeiro em nome da rainha, a partir de 1799, em nome próprio com o título de Príncipe Regente, sendo coroado rei em 1818. O seu reinado decorre numa época de profundas mutações à escala mundial e à escala nacional: Revolução Francesa e a consequente guerra europeia, Bloqueio Continental, campanha do Rossilhão, guerra com a Espanha e a perda de Olivença, invasões francesas, fuga da corte para o Brasil onde permaneceu durante 14 anos, revolução liberal e a independência do Brasil. Foi a derrocada de um mundo e o nascimento de outro, mudança que D. João VI não quis ou não soube compreender.

    Fugindo para o Brasil perante a invasão de Junot, o monarca terá querido manter a colónia brasileira em poder de Portugal. Isto significou, no entanto, a dependência em relação à Inglaterra, com a imposição da abertura dos Portos brasileiros ao comércio internacional e com o tratado anglo-luso de 1810, desastroso para a economia metropolitana.
    Em 20 de Março de 1816 faleceu a rainha Dona Maria, abrindo caminho para o regente assumir o trono. Mas embora passasse a governar como rei no dia 20, a sua sagração não se realizou de imediato, sendo aclamado somente a 6 de Fevereiro de 1818, com grandes festividades no Rio de Janeiro.
    Em 1821 o rei é forçado a regressar a Portugal, devido ao triunfo da revolução de 1820 e, em 1822, jura a constituição, que vigoraria apenas durante alguns meses. Seguem-se a Vila-Francada em 1823 e a Abrilada em 1824, movimentos absolutistas encabeçados por D. Miguel.
    Vencido e expatriado D. Miguel, D. João VI consagra os últimos anos do seu reinado a tentar resolver o problema brasileiro e, por altura da sua morte, em 1826, sonhava ainda com a reunião dos dois países na pessoa de um só soberano, sem se aperceber que o Brasil teria de seguir o seu destino americano e Portugal o seu destino europeu.

    QUAL A RAZAO DA ELITE BRASILEIRA APOIAR UMA MONARQUIA E NAO UMA REPUBLICA NO BRASIL?

    Porque em uma monarquia o poder é hereditário, permitindo que uma única família continue por tempo indeterminado no poder. Já em uma República há a chance de qualquer um se tornar governante. Assim, era mais vantajoso a elite apoiar uma monarquia, já que ficaria sempre no poder.

  48. NOME: DAVI ZATTA
    TURMA: 81
    PROF: HEBER FERRAZ

    CASAMNETO DE D.PEDRO I:

    Leopoldina estava convencida de que seria possível formar com Pedro uma ligação de amor e confiança e, com isso, tornar o casamento arranjado politicamente num casamento de amor — conta a historiadora austríaca Gloria Kaiser, autora de “Um diário imperial — Leopoldina: Princesa da Áustria e Imperatriz do Brasil” (Reler). — Ela se preparou muito bem para o casamento e para a vida com a nova família. Aprendeu português, estudou a geografia e a história do Brasil.

    O bicentenário do noivado de Dona Leopoldina e Dom Pedro I será celebrado com uma série de eventos na cidade. Na manhã de 10 de abril, haverá missa com a presença de membros da família real do Brasil no Outeiro da Glória — Leopoldina ia à igreja pelo menos uma vez por semana. A cerimônia está sendo organizada pela blogueira Manoela Cesar, do “Colher de Chá Noivas”, que no mesmo dia, à tarde, promove um encontro para futuras noivas chamado de WeddingLab/A Noiva de Viena, no Paço Imperial — onde Leopoldina sancionou a Independência do Brasil, em 2 de setembro de 1822 (e cinco dias depois o seu marido fez o histórico grito, às margens do Ipiranga).

    COMO FOI A CHEGADA DA PRINCESA LEOPOLDINA AO BRASIL?:

    O Brasil viveu um momento histórico em um dia como hoje, no ano de 1822. Nesta data, Maria Leopoldina, então princesa regente do Brasil por conta de uma ausência de Dom Pedro, assinou o decreto da Independência, declarando o Brasil separado de Portugal. Ela usou seus atributos de chefe interina do governo para fazer uma reunião com o Conselho de Estado, ocasião em que o documento foi assinado.

    Os brasileiros já estavam esperando que D. Pedro retornasse a Portugal, o que rebaixaria o país ao status de simples colônia, em vez de um reino unido ao de Portugal. Havia temores de que uma guerra civil separasse a Província de São Paulo do resto do Brasil.

    Neste cenário conturbado, D. Pedro entregou o poder a D. Leopoldina, no dia 13 de agosto de 1822, nomeando-a chefe do Conselho de Estado e Princesa Regente Interina do Brasil. D. Pedro partiu para tentar acabar com um conflito em São Paulo. Por conta das notícias vindas de Portugal, Dona Leopoldina não teve tempo de esperar pelo marido e precisou tomar uma decisão, na qual foi aconselhada por José Bonifácio de Andrada e Silva.

    Após a assinatura do decreto, ela enviou uma carta a D. Pedro para que ele proclamasse a Independência do Brasil. O papel chegou a ele no dia 7 de setembro de 1822, quando D. Pedro proclamou o Brasil livre de Portugal, às margens do Rio Ipiranga, em São Paulo.

    Enquanto aguardava pelo retorno de D. Pedro, Leopoldina, governante interina de um Brasil já independente, idealizou a bandeira do país. Ela foi coroada imperatriz em 1 de dezembro de 1822, na cerimônia de coroação e sagração de D. Pedro I.

    RELATE A COROACAO DE D.JOAO VI:

    Filho de D. Maria I e de D. Pedro III, D. João VI (João Maria José Francisco Xavier de Paula Luís António Domingos Rafael de Bragança) nasceu em Lisboa, no dia 13 de Maio de 1767 e faleceu na mesma cidade no dia 10 de Março de 1826. Casou em 1785 com D. Carlota Joaquina, Infanta de Espanha, filha de Carlos IV e de Maria Luísa de Parma.

    A partir de 1792, assegurou a direcção dos negócios públicos, devido à doença mental da mãe, primeiro em nome da rainha, a partir de 1799, em nome próprio com o título de Príncipe Regente, sendo coroado rei em 1818. O seu reinado decorre numa época de profundas mutações à escala mundial e à escala nacional: Revolução Francesa e a consequente guerra europeia, Bloqueio Continental, campanha do Rossilhão, guerra com a Espanha e a perda de Olivença, invasões francesas, fuga da corte para o Brasil onde permaneceu durante 14 anos, revolução liberal e a independência do Brasil. Foi a derrocada de um mundo e o nascimento de outro, mudança que D. João VI não quis ou não soube compreender.

    Fugindo para o Brasil perante a invasão de Junot, o monarca terá querido manter a colónia brasileira em poder de Portugal. Isto significou, no entanto, a dependência em relação à Inglaterra, com a imposição da abertura dos Portos brasileiros ao comércio internacional e com o tratado anglo-luso de 1810, desastroso para a economia metropolitana.
    Em 20 de Março de 1816 faleceu a rainha Dona Maria, abrindo caminho para o regente assumir o trono. Mas embora passasse a governar como rei no dia 20, a sua sagração não se realizou de imediato, sendo aclamado somente a 6 de Fevereiro de 1818, com grandes festividades no Rio de Janeiro.
    Em 1821 o rei é forçado a regressar a Portugal, devido ao triunfo da revolução de 1820 e, em 1822, jura a constituição, que vigoraria apenas durante alguns meses. Seguem-se a Vila-Francada em 1823 e a Abrilada em 1824, movimentos absolutistas encabeçados por D. Miguel.
    Vencido e expatriado D. Miguel, D. João VI consagra os últimos anos do seu reinado a tentar resolver o problema brasileiro e, por altura da sua morte, em 1826, sonhava ainda com a reunião dos dois países na pessoa de um só soberano, sem se aperceber que o Brasil teria de seguir o seu destino americano e Portugal o seu destino europeu.

    QUAL A RAZAO DA ELITE BRASILEIRA APOIAR UMA MONARQUIA E NAO UMA REPUBLICA NO BRASIL?

    Porque em uma monarquia o poder é hereditário, permitindo que uma única família continue por tempo indeterminado no poder. Já em uma República há a chance de qualquer um se tornar governante. Assim, era mais vantajoso a elite apoiar uma monarquia, já que ficaria sempre no poder.

  49. CASAMNETO DE D.PEDRO I:

    Leopoldina estava convencida de que seria possível formar com Pedro uma ligação de amor e confiança e, com isso, tornar o casamento arranjado politicamente num casamento de amor — conta a historiadora austríaca Gloria Kaiser, autora de “Um diário imperial — Leopoldina: Princesa da Áustria e Imperatriz do Brasil” (Reler). — Ela se preparou muito bem para o casamento e para a vida com a nova família. Aprendeu português, estudou a geografia e a história do Brasil.

    O bicentenário do noivado de Dona Leopoldina e Dom Pedro I será celebrado com uma série de eventos na cidade. Na manhã de 10 de abril, haverá missa com a presença de membros da família real do Brasil no Outeiro da Glória — Leopoldina ia à igreja pelo menos uma vez por semana. A cerimônia está sendo organizada pela blogueira Manoela Cesar, do “Colher de Chá Noivas”, que no mesmo dia, à tarde, promove um encontro para futuras noivas chamado de WeddingLab/A Noiva de Viena, no Paço Imperial — onde Leopoldina sancionou a Independência do Brasil, em 2 de setembro de 1822 (e cinco dias depois o seu marido fez o histórico grito, às margens do Ipiranga).

    COMO FOI A CHEGADA DA PRINCESA LEOPOLDINA AO BRASIL?:

    O Brasil viveu um momento histórico em um dia como hoje, no ano de 1822. Nesta data, Maria Leopoldina, então princesa regente do Brasil por conta de uma ausência de Dom Pedro, assinou o decreto da Independência, declarando o Brasil separado de Portugal. Ela usou seus atributos de chefe interina do governo para fazer uma reunião com o Conselho de Estado, ocasião em que o documento foi assinado.

    Os brasileiros já estavam esperando que D. Pedro retornasse a Portugal, o que rebaixaria o país ao status de simples colônia, em vez de um reino unido ao de Portugal. Havia temores de que uma guerra civil separasse a Província de São Paulo do resto do Brasil.

    Neste cenário conturbado, D. Pedro entregou o poder a D. Leopoldina, no dia 13 de agosto de 1822, nomeando-a chefe do Conselho de Estado e Princesa Regente Interina do Brasil. D. Pedro partiu para tentar acabar com um conflito em São Paulo. Por conta das notícias vindas de Portugal, Dona Leopoldina não teve tempo de esperar pelo marido e precisou tomar uma decisão, na qual foi aconselhada por José Bonifácio de Andrada e Silva.

    Após a assinatura do decreto, ela enviou uma carta a D. Pedro para que ele proclamasse a Independência do Brasil. O papel chegou a ele no dia 7 de setembro de 1822, quando D. Pedro proclamou o Brasil livre de Portugal, às margens do Rio Ipiranga, em São Paulo.

    Enquanto aguardava pelo retorno de D. Pedro, Leopoldina, governante interina de um Brasil já independente, idealizou a bandeira do país. Ela foi coroada imperatriz em 1 de dezembro de 1822, na cerimônia de coroação e sagração de D. Pedro I.

    RELATE A COROACAO DE D.JOAO VI:

    Filho de D. Maria I e de D. Pedro III, D. João VI (João Maria José Francisco Xavier de Paula Luís António Domingos Rafael de Bragança) nasceu em Lisboa, no dia 13 de Maio de 1767 e faleceu na mesma cidade no dia 10 de Março de 1826. Casou em 1785 com D. Carlota Joaquina, Infanta de Espanha, filha de Carlos IV e de Maria Luísa de Parma.

    A partir de 1792, assegurou a direcção dos negócios públicos, devido à doença mental da mãe, primeiro em nome da rainha, a partir de 1799, em nome próprio com o título de Príncipe Regente, sendo coroado rei em 1818. O seu reinado decorre numa época de profundas mutações à escala mundial e à escala nacional: Revolução Francesa e a consequente guerra europeia, Bloqueio Continental, campanha do Rossilhão, guerra com a Espanha e a perda de Olivença, invasões francesas, fuga da corte para o Brasil onde permaneceu durante 14 anos, revolução liberal e a independência do Brasil. Foi a derrocada de um mundo e o nascimento de outro, mudança que D. João VI não quis ou não soube compreender.

    Fugindo para o Brasil perante a invasão de Junot, o monarca terá querido manter a colónia brasileira em poder de Portugal. Isto significou, no entanto, a dependência em relação à Inglaterra, com a imposição da abertura dos Portos brasileiros ao comércio internacional e com o tratado anglo-luso de 1810, desastroso para a economia metropolitana.
    Em 20 de Março de 1816 faleceu a rainha Dona Maria, abrindo caminho para o regente assumir o trono. Mas embora passasse a governar como rei no dia 20, a sua sagração não se realizou de imediato, sendo aclamado somente a 6 de Fevereiro de 1818, com grandes festividades no Rio de Janeiro.
    Em 1821 o rei é forçado a regressar a Portugal, devido ao triunfo da revolução de 1820 e, em 1822, jura a constituição, que vigoraria apenas durante alguns meses. Seguem-se a Vila-Francada em 1823 e a Abrilada em 1824, movimentos absolutistas encabeçados por D. Miguel.
    Vencido e expatriado D. Miguel, D. João VI consagra os últimos anos do seu reinado a tentar resolver o problema brasileiro e, por altura da sua morte, em 1826, sonhava ainda com a reunião dos dois países na pessoa de um só soberano, sem se aperceber que o Brasil teria de seguir o seu destino americano e Portugal o seu destino europeu.

    QUAL A RAZAO DA ELITE BRASILEIRA APOIAR UMA MONARQUIA E NAO UMA REPUBLICA NO BRASIL?

    Porque em uma monarquia o poder é hereditário, permitindo que uma única família continue por tempo indeterminado no poder. Já em uma República há a chance de qualquer um se tornar governante. Assim, era mais vantajoso a elite apoiar uma monarquia, já que ficaria sempre no poder.

    APOS D.JOAO VI VOLTAR PARA PORTUGAL , O BRASIL ESTAVA PRONTO PARA A INDEPENDÊNCIA ?

    Brasil nunca esteve pronto para uma independência, mais Dom Pedro estava querendo que o Brasil fosse independente então ele proclamou a independência, porém o Brasil não ficou independente de Portugal pode se dizer, o processo de independência do Brasil foi demorado em questão dos outros países.

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