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6º ANO: CORREÇÃO DAS ATIVIDADES DO CAPÍTULO 3 – MESOPOTÂMIA

PÁGINA 44:

  1. SEQUÊNCIA CORRETA DAS RESPOSTAS: F, F, V, F, V, V.
  2. Resposta pessoal. Lembre-se que a Mesopotâmia era uma sociedade patriarcal, ou seja, o homem era considerado superior à mulher. Na atualidade, devemos ter em mente a ideia de igualdade de todos, devendo tanto homens como mulheres terem os mesmos direitos e possibilidades de trabalho, estudo e oportunidades.

PÁGINA 48:

3. Com o poder que lhes pertencia, os reis estabeleciam o pagamento de tributos e ordenavam o trabalho da população livre, em certas épocas do ano, em prol da realização de obras monumentais. Além disso, tinham a seu favor o poder exercido pelos sacerdotes, já que a religião era muito presente no cotidiano.

4. a) Mesopotâmia ///b) petróleo ///c) agricultura ///d) irrigação ///e) sumérios/// f) Hamurábi ///g) assírios ///h) Nabucodonosor.

 

PÁGINAs 51 a 56:

5. C

6. Resposta pessoal. Leve em consideração a importância das leis existentes, bem como toda a política envolvida em sua elaboração. As leis existem para certo controle da sociedade pois, se não existissem leis, não haveria a possibilidade de pessoas que cometem erros sejam punidas.

7. Essa região serviu de ponte entre o Oriente e o Ocidente: muitos comerciantes europeus e orientais cruzavam essa área para realizar seus negócios. Vários povos e impérios marcaram sua história, disputando principalmente as áreas férteis, próximas aos rios. Hoje, por outros motivos, a região ainda é alvo do interesse mundial. Proprietária de um dos recursos naturais mais importantes para o homem atual (o petróleo), tem atraído a atenção do mundo, que ainda depende dessa fonte de energia.

8. A despeito da forte religiosidade caracterizada, o foco de suas atividades sagradas estava no presente. Acreditavam na vida após a morte, porém, não entendiam que esta seria uma espécie de extensão da vida presente. Não haveria recompensas ou punições. De maneira geral, todos os mortos teriam destino semelhante.

DEFENDA SUAS IDEIAS.

  1. Respostas pessoais.
  2. Resposta pessoal.

O QUE VOCÊ VÊ – PÁGINA 54

a) Os especialistas costumam identificar o rei de Ur por meio de seu tamanho maior, que pode representar poder. Outras possibilidades podem ser a posição e a roupa diferenciadas.

b) Na primeira linha, podem ser identificadas cenas de guerra, com carros puxados por animais atacando pessoas inimigas. Acima, os prisioneiros de guerra são levados por soldados, que parecem vestir peados mantos e elmos amarrados sobre o queixo. Suas lanças, na horizontal, ameaçam os prisioneiros. Por fim, na figura de cima, prisioneiros são levados diante do rei de Ur.

c) Em duas linhas, podem ser identificadas pessoas levando produtos e diferentes animais. Provavelmente, estão sendo levados tributos ao palácio real. Acima, pode ser visto o rei, diante dos músicos e da Corte. Pode-se deduzir isso pela veste e pela posição das pessoas. Ao que parece, elas participam de um banquete.

d) Pelas imagens, verifica-se principalmente o poder do rei na sociedade, centralizando as atividades. Além disso, destacam-se o papel da guerra, da escravidão e do peso dos tributos, que sustentavam a riqueza palaciana. Tal riqueza pode ser vista pelas pessoas que eram mantidas no palácio. Havia também músicos diante do rei.

TEXTO COMPLEMENTAR – PÁGINA 55 E 56

  1. O rei da Babilônia, Hamurábi.
  2. Resposta pessoal.
  3. O Código de Hamurábi é um bloco de pedra com mais de 2 metros de altura, contendo introdução, 282 artigos com 3.600 linhas e epílogo. Foi encontrado por arqueólogos em 1902, ou seja, há mais de cem anos.
  4. Resposta pessoal.
  5. Resposta pessoal.
  6. Resposta pessoal.

2º ANO: CORREÇÃO DAS ATIVIDADES DO MÓDULO IV

PÁGINAS 47 E 48: AGORA É SUA VEZ.

  1. No fim do século XVII, a América colonizada pelos portugueses enfrentava grandes dificuldades financeiras, sobretudo porque os portugueses perderam muito de seu comércio colonial no período de dominação espanhola. Diante da necessidade de aumentar recursos, os governo do Rei D. João IV começou uma política de maior controle sobre a colônia. Em 1642, foi criado o Conselho Ultramarino, órgão responsável pela administração colonial. Com isso, cresceu a autoridade dos governadores gerais nomeados pelo rei e diminuiu o poder dos que governavam as câmaras municipais. Os presidentes das câmaras eram nomeados pelos “homens bons”, mas os cargos passaram a ser ocupados pelos “juízes de fora”, nomeados pelo Conselho Ultramarino. A centralização administrativa levou o governo português a entregar o comércio de produtos coloniais a particulares ou a companhias. Foi dessa maneira que a Companhia Geral do Comércio do Estado  do Brasil passou a ter exclusividade sobre as relações comerciais da região entre os atuais estados do Rio Grande do Norte e São Paulo.
  2. A principal atividade econômica do Século XVIII foi a mineração, que formou a região que ficou conhecida como  Minas Gerais, de onde se extraía ouro e diamantes. Por conta das tentativas de contrabando, a Coroa determinou rígidos controles sobre os caminhos das áreas mineradoras. Além disso, era importante garantir a devida cobrança de impostos.
  3. a) Os emboabas eram forasteiros que chegavam de outras regiões, ou mesmo portugueses, a fim de enriquecer. Os paulistas julgavam ter direito de posse sobre as minas e, por isso, guerrearam contra os exploradores de outras áreas. ///// b) Pode-se destacar a formação de cidades (urbanização), sociedade mais diversificada, crescimento demográfico, transferência do eixo econômico do Nordeste para o Sudeste.

AGORA É SUA VEZ: PÁGINA 51

4. 5 = 1+4

5. 10 = 2+8

6. a) Em evidência encontra-se a figura do Marquês de Pombal, representante do chamado despotismo esclarecido português. Destacam-se também na imagem as navegações, representando o comércio ultramarino e os domínios coloniais. ///// b) O texto apresenta alguns exemplos. Podemos mencionar, por exemplo, o aperfeiçoamento dos métodos de arrecadação fiscal, como a cobrança do quinto.

7. 15 = 1+2+4+8

PÁGINAS 54 A 59

AGORA É SUA VEZ

8. A comparação entre a Inconfidência Mineira e a Conjuração Baiana é frequentemente cobrada em exames. Pode-se destacar que, na Inconfidência, predominavam os grupos da elite, ao passo que, na Conjuração, houve participação de grupos populares, alguns dos quais defendiam a abolição da escravidão, aspecto rejeitado pela maioria dos inconfidentes. Movimentos políticos ou filosóficos que influenciaram as insurreições: Iluminismo, independência dos EUA, Revolução Francesa (no caso da Conjuração Baiana), republicanismo.

9. a) Histórico: o reconhecimento enaltece o esforço do movimento formado por negros, mulatos, escravos e homens livres pobres, cujo objetivo era mudar a estrutura escravista em que viviam  com ideias de liberdade e igualdade. Defenderam um governo republicano, a abolição da escravidão e o livre comércio. ///// b) Político: está associado a movimentos negros contemporâneos, que procuram resgatar o protagonismo popular nas ações de destaque da História do Brasil, sobretudo naqueles em que se empreenderam grandes esforços na luta contra a escravidão e a discriminação. São tentativas de releitura do passado, a partir do olhar atual de respeito à diversidade cultural e racial.

10. a) A tabela será postada no E-CLASS.  ///// b) Pode-se destacar o crescimento da exploração das minas de ouro na região que ficou conhecida com Minas Gerais. O resultado foi o crescimento urbano, o deslocamento populacional para o interior e a diversificação da sociedade.

 

DE OLHO NO VESTIBULAR

  1. E
  2. D
  3. E
  4. C
  5. C
  6. E
  7. D
  8. C
  9. A
  10. D
  11. A
  12. C
  13. E
  14. D
  15. C

 

 

A Mitologia Grega

Para mais informações sobre Mitologia, acesse: https://mitologiagrega.net.br/mitologia-grega/

Texto: J. C. Galahad

Muito já ouvimos falar sobre a mitologia grega, mas afinal o que ela representa? Como influenciou o mundo? Como atravessou tantos anos e segue viva até hoje? Se em algum momento você já fez uma dessas indagações, este artigo é para você. Acompanhe!

A história da mitologia grega começa longe, no século XVIII antes de Cristo, e foi inicialmente propagada pelo mundo na sua forma de poesia oral, uma tradição de cantores Minoicos e Micênicos da época.

Os cantos traziam em suas letras a origem e a natureza do mundo, bem como as atividades e as vidas de heróis, entidades imortais e criaturas disformes. A base da mitologia grega também transmite os significados e origens das práticas ritualísticas e dos cultos aos deuses e deusas.

Somente em 700 a.C. as primeiras fontes escritas da mitologia grega foram encontradas em dois famosos e épicos poemas escritos por Homero – Ilíada Odisseia. No entanto, quando realmente falamos a respeito da essência e dos esforços para explicar a natureza, de fato, são os textos de Hesíodo que contam essa história, especialmente em Teogonia.

A mitologia grega, entretanto, estendeu-se por muitos outros períodos – Arcaico, Clássico e Helenístico – influenciando na cultura, arte e literatura da cultura Ocidental, mantendo-se parte da herança e linguagem do ocidente.

Muito populares, os mitos a respeito dos heróis da Guerra de Tróia e do pós-guerra tornaram-se fonte de mistério e de novas versões, feitas em hinos, peças, arte, outros poemas e tudo o que fosse possível ser feito para explicar e reproduzir tais histórias – dava-se muita ênfase às guerras entre os deuses e aventuras de semideuses e mortais.

No que diz respeito a religião grega antiga, a mitologia estava extremamente presente, consistindo as interações entre deuses e mortais. A maioria dos mitos gira em torno de atos heroicos, como a história de Hércules e os Doze Trabalhos, a viagem de regresso de Odisseu após a Guerra de Tróia Teseu e o Minotauro.

Os seres e criaturas descritos na mitologia foram das mais variadas espécies. Os deuses, por exemplo, eram descritos como divindades com corpos e comportamentos essencialmente humano, no entanto, sua imortalidade era considerada sua característica mais distinta.

Autores definem o antropomorfismo grego com o fato de que deuses são pessoas, não ideias, ilusões ou conceitos. Eles trazem suas descendências e apresentam diferentes interesses e desejos, área de conhecimento, personalidade e outras características, de forma a ilustrar a similaridade com os seres humanos.

Além de deuses e humanos, existiam também os Titãs – gigantes primitivos –  e outras espécies de criaturas polimórficas, como os centauros metade homem metade cavalo, as ninfas da natureza e os sátiros, metade homem metade bode.

 

No início, havia o Caos.

Assim Hesíodo começa a explicar o princípio da criação do mundo, o nascimento dos deuses, a sucessão dos que governavam, a origem dos mortais e suas práticas de sacrifício. Seu objetivo era abordar o tema da melhor maneira possível em linguagem humana.

A partir do Caos, surgiram as primeiras entidades do universo, conhecidas como Deuses Primordiais:

  1. Gaia, a Terra;
  2. Eros, o amor;
  3. Tártaro, o submundo;
  4. Érebo, a escuridão.
  5. Nix, a noite;
  6. Hemera, o dia;
  7. Éter, o ar;
  8. Ponto, o mar;
  9. Tálassa, a vida marinha.

Espontaneamente, Gaia gerou Urano, o céu, quem a fertilizou com seus encantos. A partir dessa união, nasceram os Titãs e as Titânides, conhecidos como “a segunda geração divina”:

  1. Céos, a inteligência;
  2. Mnemosine, a memória;
  3. Crio, o frio;
  4. Febe, a luz da lua;
  5. Hiperião, o fogo;
  6. Tétis, a água salgada;
  7. Oceano, a água doce;
  8. Téia, a visão;
  9. Jápeto, a violência;
  10. Têmis, a lei;
  11. Réia, a fertilidade feminina;
  12. Cronos, o tempo.

Depois do nascimento de Cronos, Urano e Gaia decidiram cessar o nascimento dos Titãs, no entanto, ainda houve a sucessão de criaturas como os Ciclopes e os Hecatônquiros. Esses foram jogados no Tártaro pelo próprio pai, enfurecendo Gaia, que resolveu se vingar: criou uma foice a deu a Cronos, o mais temido dos seus filhos, para castrar Urano.

Após a queda dos Titãs, o novo panteão de deuses se confirmou, sendo os 14 Deuses do Olimpo, sob “supervisão” de Zeus. Essas divindades consistem a terceira e quarta geração de seres imortais, adorados como os principais deuses do panteão grego. São eles:

  1. Zeus, deus dos raios e tempestades.
  2. Héstia, deusa da chama sagrada;
  3. Hera, deusa do matrimônio;
  4. Deméter, deusa da agricultura;
  5. Hades, deus do submundo;
  6. Poseidon, deus dos mares;
  7. Hefesto, construtor dos deuses;
  8. Dionísio, deus do vinho;
  9. Afrodite, deusa do amor;
  10. Apolo, deus do sol;
  11. Ártemis, deusa da lua;
  12. Atena, deusa da sabedoria;
  13. Hermes, mensageiro dos deuses;
  14. Ares, deus da guerra.

Além desses deuses, os gregos também adoravam a outros menores, como o sátiro Pã, as Náiades, as Dríades, as Nereidas, entre outros.

De fato a mitologia grega influenciou bastante a cultura ocidental – inclusive a nossa vida. Já associou amor com Afrodite? Já pensou em Hércules como herói? Lembra do episódio do tendão de Aquiles durante a Guerra de Tróia?

Pois bem, são inúmeros os mitos ajudaram a construir a nossa cultura ao longo da história.