Arquivo da categoria: 2º ENSINO MÉDIO

2º ENSINO MÉDIO: CORREÇÃO DAS ATIVIDADES DO MÓDULO II – ILUMINISMO

  1. A revolução científica do Século XVII abriu espaço para grandes mudanças no pensamento científico, e Galileu Galilei contribuiu para isso. Foi um período em que ocorreu a “matematização” do espaço, e a pesquisa experimental abriu novas fronteiras. Alguns defendem que ocorreu uma separação entre a ciência e a filosofia. Galileu rompeu com o pensamento antigo e medieval que defendia o geocentrismo. Com isso, a ciência moderno provou o heliocentrismo. A Igreja Católica, com sua grande influência e poder, apoiava-se no geocentrismo, Desse modo, Galileu, pai da ciência moderna, foi punido pelas suas ideias.
  2. 17 = 1+16
  3. Segundo Locke, o modelo de governo civil surge por meio de um pacto social, e os abusos de autoridade devem ser combatidos pela sociedade. A liberdade dos indivíduos é um aspecto importante e não pode ser sufocada por autoridades que buscam o Absolutismo. Além disso, os mesmos cidadãos que permitiram que um governo fosse estabelecido podem também revogá-lo, caos os deveres do governante não estejam sendo cumpridos.

PÁGINAS 25 E 26

4. O texto propõe uma forma de se avaliar a prática dos governos. Rousseau explicita isso , quando aponta que é virtualmente impossível responder à primeira pergunta, sobre qual é o melhor governo. Ele defende no texto que, para cada povo , haverá situações e circunstâncias, relativas ou absolutas, que tornam quase sem sentido a busca dessa resposta. Já a segundo pergunta é pertinente e, sobretudo, útil.

5. Segundo o texto: “O governo, sob o qual, sem meios estranhos, sem naturalização, sem colônias, os cidadãos habitam e se multiplicam por mais tempo é infalivelmente melhor; aquele sob o qual um povo diminui e perece é pior.” Sobre os sinais de um bom governos na atualidade, você deve observar de forma crítica os governos existentes, sobretudo no Brasil, decidindo o que considera como importante para o mesmo ser considerado bom.

6. Resposta pessoal. Escolha um dos filósofos do Iluminismo que trata de política e explique suas ideias. Da mesma forma, um que trate de aspectos econômicos também é importante.

7. a) Diderot é associado às ideias do Iluminismo./// b) Absolutismo Monárquico./// c) Vários motivos podem ser mencionados: poder absoluto dos reis, sociedade estamental, monopólios da economia mercantilista, falta de liberdade de expressão e intolerância religiosa.

 

PÁGINAS 27 A 31

8. Despotismo esclarecido. Ocorreu em alguns países da Europa que tentaram conformar monarquistas absolutistas com a filosofia iluminista. Houve esforços para modernizar o Estado, enfraquecendo propostas de ruptura com o Absolutismo. Entre as reformas, déspotas esclarecidos promoveram a educação pública e o aprimoramento dos sistemas de arrecadação de impostos para amenizar o peso das cobranças que recaíam sobre as classes populares.

8. a) O texto 1 sugere que a peste tenha sido causada pela “justa ira divina”, ou seja, um castigo de Deus aos seres humanos. Essa compreensão fortemente influenciada pelo pensamento religioso medieval. Já o diálogo do texto 2  mostra a tentativa de explicar racionalmente o fenômeno de um terremoto, mostrando a influência do Racionalismo e do Iluminismo./// b) O texto 2 foi escrito por Voltaire, importante representante da filosofia iluminista. Suas ideias são marcadas pela crítica à visão religiosa medieval e pela defesa da razão e da ciência.

DE OLHO NO VESTIBULAR

  1. D
  2. A
  3. D
  4. B
  5. B
  6. A
  7. E
  8. B
  9. E
  10. C
  11. E
  12. E
  13. D
  14. E
  15. E

2º ANO: CORREÇÃO DAS ATIVIDADES DO MÓDULO IV

PÁGINAS 47 E 48: AGORA É SUA VEZ.

  1. No fim do século XVII, a América colonizada pelos portugueses enfrentava grandes dificuldades financeiras, sobretudo porque os portugueses perderam muito de seu comércio colonial no período de dominação espanhola. Diante da necessidade de aumentar recursos, os governo do Rei D. João IV começou uma política de maior controle sobre a colônia. Em 1642, foi criado o Conselho Ultramarino, órgão responsável pela administração colonial. Com isso, cresceu a autoridade dos governadores gerais nomeados pelo rei e diminuiu o poder dos que governavam as câmaras municipais. Os presidentes das câmaras eram nomeados pelos “homens bons”, mas os cargos passaram a ser ocupados pelos “juízes de fora”, nomeados pelo Conselho Ultramarino. A centralização administrativa levou o governo português a entregar o comércio de produtos coloniais a particulares ou a companhias. Foi dessa maneira que a Companhia Geral do Comércio do Estado  do Brasil passou a ter exclusividade sobre as relações comerciais da região entre os atuais estados do Rio Grande do Norte e São Paulo.
  2. A principal atividade econômica do Século XVIII foi a mineração, que formou a região que ficou conhecida como  Minas Gerais, de onde se extraía ouro e diamantes. Por conta das tentativas de contrabando, a Coroa determinou rígidos controles sobre os caminhos das áreas mineradoras. Além disso, era importante garantir a devida cobrança de impostos.
  3. a) Os emboabas eram forasteiros que chegavam de outras regiões, ou mesmo portugueses, a fim de enriquecer. Os paulistas julgavam ter direito de posse sobre as minas e, por isso, guerrearam contra os exploradores de outras áreas. ///// b) Pode-se destacar a formação de cidades (urbanização), sociedade mais diversificada, crescimento demográfico, transferência do eixo econômico do Nordeste para o Sudeste.

AGORA É SUA VEZ: PÁGINA 51

4. 5 = 1+4

5. 10 = 2+8

6. a) Em evidência encontra-se a figura do Marquês de Pombal, representante do chamado despotismo esclarecido português. Destacam-se também na imagem as navegações, representando o comércio ultramarino e os domínios coloniais. ///// b) O texto apresenta alguns exemplos. Podemos mencionar, por exemplo, o aperfeiçoamento dos métodos de arrecadação fiscal, como a cobrança do quinto.

7. 15 = 1+2+4+8

PÁGINAS 54 A 59

AGORA É SUA VEZ

8. A comparação entre a Inconfidência Mineira e a Conjuração Baiana é frequentemente cobrada em exames. Pode-se destacar que, na Inconfidência, predominavam os grupos da elite, ao passo que, na Conjuração, houve participação de grupos populares, alguns dos quais defendiam a abolição da escravidão, aspecto rejeitado pela maioria dos inconfidentes. Movimentos políticos ou filosóficos que influenciaram as insurreições: Iluminismo, independência dos EUA, Revolução Francesa (no caso da Conjuração Baiana), republicanismo.

9. a) Histórico: o reconhecimento enaltece o esforço do movimento formado por negros, mulatos, escravos e homens livres pobres, cujo objetivo era mudar a estrutura escravista em que viviam  com ideias de liberdade e igualdade. Defenderam um governo republicano, a abolição da escravidão e o livre comércio. ///// b) Político: está associado a movimentos negros contemporâneos, que procuram resgatar o protagonismo popular nas ações de destaque da História do Brasil, sobretudo naqueles em que se empreenderam grandes esforços na luta contra a escravidão e a discriminação. São tentativas de releitura do passado, a partir do olhar atual de respeito à diversidade cultural e racial.

10. a) A tabela será postada no E-CLASS.  ///// b) Pode-se destacar o crescimento da exploração das minas de ouro na região que ficou conhecida com Minas Gerais. O resultado foi o crescimento urbano, o deslocamento populacional para o interior e a diversificação da sociedade.

 

DE OLHO NO VESTIBULAR

  1. E
  2. D
  3. E
  4. C
  5. C
  6. E
  7. D
  8. C
  9. A
  10. D
  11. A
  12. C
  13. E
  14. D
  15. C

 

 

2º ANO: CORREÇÃO DO ESTUDO DIRIGIDO DOS MÓDULOS I E III

Olá, queridos alunos e queridas alunas. 

Vamos à correção das atividades que foram passadas no quadro! Lembre-se: estas atividades funcionam como um resumo para o estudo para  a prova. Porém, não deixe de ler o material do caderno e do livro, ok?

MÓDULO I:

  1. a) Criada em 1215, a Carta Magna impunha ao rei a aceitação de um conselho que podia limitar a sua esfera de ação. Esse conselho no futuro se transformou no Parlamento, mais importante instituição política dos britãnicos até aos dias de hoje. ///// b) Surgido através do Conselho criado pela Carta Magna, é a autoridade máxima do governo inglês na atualidade. Apesar de a Inglaterra ter uma Rainha e um Primeiro Ministro, é o Parlamento quem dá a palavra final acerca da criação de leis e das decisões políticas do país. Pudemos perceber isso no Brexit, a saída da Inglaterra da União Europeia, que só foi possível após aprovação do Parlamento.
  2. Os gentry, que eram membros da pequena e média nobreza rural inglesa, desejava diminuir a interferência e o poder do rei nas questões econômicas, especialmente quando identificava o favorecimento do monarca à nobreza tradicional, pouco interessada no desenvolvimento capitalista.
  3. Puritanismo foi (e é) um movimento religioso, surgido o século XVI, após a oficialização do anglicanismo como religião oficial do Estado. Eles não se autodenomivam assim. Esse termo é fruto da irinia dos seus opositores, que os consideravam muito severos, ou puros, em sua religiosidade. Baseavam sua fé nas ideias de João Calvino e dos reformados, dando origem aos presbiterianos que conhecemos hoje em dia. Na atualidade, o puritanismo ainda influencia a fé reformada, não só do presbiterianismo, mas de todas as igrejas cristãs adeptas da Teologia Reformada.
  4. Câmara dos Comuns: segundo informações do site “Mapa de Londres”, “é a câmara baixa do sistema bicameral britânico. Nela se reúnem os mais de 600 parlamentares eleitos pelo povo do Reino Unido nas eleições gerais. Os políticos eleitos para esta casa têm a prerrogativa de elaborar e debater as leis, além de fiscalizar e auxiliar o primeiro ministro e seu gabinete na execução da política nacional.” Os puritanos faziam parte da Câmara dos Comuns. Já a Câmara dos Lordes, segundo o mesmo site, é a Câmara Alta do Reino Unido. Seus mais de 700  membros não são eleitos pelo povo, mas sim por nomeação da Rainha por meio de recomendação do Primeiro-Ministro ou da própria Câmara dos Lordes. Muitos membros assumem uma cadeira como Lorde por transmissão Hereditária e também bispos e outros membros do clero possuem posições na Câmara Alta. Os membros da nobreza tradicional eram indicados a ela.
  5. Diversos motivos podem ser apontados: 1) a luta do Rei Carlos I contra os gentry; 2) combate ao Absolutismo; 3) uma possível volta da política de cercamentos, que favorecia a nobreza capitalista; 4) o intervencionismo econômico do Estado absolutista; 5) o fechamento do Parlamento por Carlos I; 6) instituição do anglicanismo como região oficial do Estado.
  6. A política de cercamentos era a transformação de terras de uso comum dos feudos, relacionadas à relação feudo-vassálica, ou das terras devolutas, para utilização como pastos de ovelhas. Isso favorecia a produção de tecido a partir da lã, mas ao mesmo tempo retirava terras dos camponeses.
  7.  No contexto da Revolução Puritana, eram camponeses, pequenos e médios proprietários livres. Cultivavam sua própria terra, abaixo dos gentry, mas que tinham direitos políticos.
  8. a) escavadores: eram trabalhadores agrícolas ou camponeses pobres que lutavam por igualdade social e invadiam terras para cultivá-las em regime cooperativo. ///// b) niveladores: eram homes que defendiam, além do fim da monarquia, o direito de votar e de se eleger a todos, a igualdade de todos perante a lei a separação completa entre Igreja e Estado.
  9. Apesar de Oliver Cromwell conseguir unificar o exército e prender o rei, substituindo a monarquia por uma república, ém seu período de governo adotou práticas análogas a uma ditadura como, por exemplo: 1) poder centralizado; 2) eliminação de movimentos e pessoas que se opunham a ele; 3) criação do Conselho de Estado, que obedecia a Cromwell; 4) nova Constituição, que garantia a ele indicar quem o sucederia no trono; 5) esta mesma Constituição lhe garantia governo vitalício.
  10. O Ato de Navegação foi um decreto de Cromwell, que determinava que todas as mercadorias a serem comercializadas pela Inglaterra deveriam se transportada exclusivamente por navios ingleses ou embarcações pertencentes ao país com o qual a Inglaterra realizava negócios. Era propósito dele prejudicar a Holanda, que obtinha intensos lucros com o comércio internacional, especialmente de produtos oriundos das colônias americanas. Um exemplo disso era o açúcar brasileiro, que era levado pelos holandeses para a Europa.
  11. a) Monarquia parlamentar: neste tipo de governança, que ainda existe na Inglaterra, existe a figura da Rainha (ou do Rei), bem como de um 1º Ministro. Porém, é o Parlamento que dá a palavra final acerca das decisões do governo. ///// b) Primeiro Ministro: em geral, ele faz parte do Parlamento, sendo indicado por essa instituição. Suas decisões não são a palavra final, devendo obediência ao Parlamento. ///// c) Por meio deste documento, o rei se comprometia a respeitar todas as decisões do Parlamento. Como podemos perceber, a frase “o reina, mas não governa” faz todo sentido dentro do contexto britânico/ inglês, fazendo com que a realeza seja mais uma questão de status do que de poder de fato.
  12. Sobre as Revoluções Industriais, é imperativo que você leia as definições de sua apostila, na página 9. É importante ter em mente a diferença entre as três revoluções para a prova.
  13. Podemos apontar como fatores que favoreceram o pioneirismo inglês para a Revolução Industrial: 1) o acúmulo de capitais, que favoreceram o sistema capitalista; 2) a criação, por Thomas Newcomen de uma máquina de drenar água acumulada das minas de carvão, que seria o primeiro protótipo da máquina a vapor; 3) financiamentos por parte de uma burguesia que desejava mais lucro; 4) os enclousures (cercamentos) realizados pela Coroa, que favoreceu a produção de tecidos, além de um forte êxodo rural, aumentando a mão de obra, cada vez mais barata; 5) imensas jazidas de carvão e minério de ferro, fundamentais para a fabricação e funcionamento das máquinas.

 

MÓDULO III

  1. Destacamos, entre outras coisas, o fato de os Pais Peregrinos terem sofridos perseguição religiosa na Inglaterra. Como pontuado no Módulo I,  os puritanos foram perseguidos por serem contrários à Coroa Inglesa, que impunha o anglicanismo como religião oficial do Estado. Por causa da aproximação do anglicanismo de ideias católicos, os puritanos se separam, mas são perseguidos e tratados com indiferença. Devemos destacar, porém, que esse ideário de liberdade, não era o que acontecia na América. Os puritanos tinham regras rígidas em suas doutrinas  e, geralmente, não aceitavam ser contrariados.
  2. No Sul do EUA a colonização de exploração foi presente, apesar de não ter sido em tão grande escala como os espanhóis e portugueses praticaram contra os ameríndios. Ainda assim, em uma colônia de exploração predominava o sistema de plantation, desenvolvido em extensas propriedades de terras – os latifúndios -, a utilização do trabalho escravo, o desenvolvimento da monocultura nestes grandes latifúndios e a exportação para o mercado inglês.
  3. No que se refere à colonização no Norte dos EUA, vale destacar que se adotou uma dinâmica diferente. As colônias eram, em tese, de povoamento, não havendo o interesse de exportação do que era produzido. No que se refere à forma de produção, podemos afirmar que era policultora – produção de diversos alimentos -, voltada para o consumo interno, sendo realizada por pessoas livres, em geral, a família dona dos minifúndios.
  4. O liberalismo econômico é uma doutrina que defende a não interferência do Estado nas questões econômicas. Essa doutrina passou a ter força a partir dos ideais iluministas, tendo Benjamin Franklin e Thomas Jefferson como principais defensores. O criador do Liberalismo Econômico foi Adam Smith (1723-1790), que acreditava que a liberdade econômica e política levariam ao crescimento de uma nação. Para conhecer mais sobre esta doutrina, leia o material na página 24, onde existem mais detalhes sobre. Diante disso, Franklin e Jefferson passam a defender a liberdade dos EUA da metrópole inglesa, tornando-se assim os ideais iluministas a mola propulsora da independência estadunidense.
  5. a) Lei do Selo: estabelecia uma taxação sobre todos os papéis comerciais ou legais, jornais, cartas e outros documentos que circulassem pela Colônia. Os colonos desejavam uma cobrança de impostos que viesse da decisão de suas próprias assembleias, o que levou nove colônias a questionar essa lei, pedindo sua anulação, que aconteceu em 1776. ///// b) Lei do Açúcar: a Coroa inglesa sobretaxou o açúcar que viesse de qualquer outra região que não fosse as Antilhas Inglesas, fazendo com que os colonos pudessem consumir somente o açúcar que viesse das regiões de domínio inglês. Isso levou ao encarecimento do produto, que era base da fabricação do rum, utilizado para negociação com os escravos. Com isso, até mesmo os escravos passaram a ser mais caros, afetando ainda mais a economia colonial. ///// c) Lei do Chá: o comércio do chá, bastante utilizado pelos ingleses, passou a ser monopólio da chamada Companhia das Índias Orientais, sediada em Londres. Essa lei tinha como objetivo controlar a venda do produto.  Isso levou os colonos a organizarem manifestações contra a metrópole, ficando mais conhecida, entre elas, a Festa do Chá de Boston. Além disso, em 1773, colonos disfarçados de índios dominaram 3 navios britânicos no porto de Boston para jogar o carregamento de chá no mar.
  6. Diante das atitudes de desacato praticadas pela Colônia, a Coroa inglesa criaram medidas repressivas para que as práticas de manifestações e levantes fossem consideradas condenáveis. Podemos destacar sobre essas leis: 1) determinação de fechamento do Porto de Boston até que o chá destruído fosse pago; 2) revogação da Constituição de Massachusetts, subjugando a Colônia a um tipo de ditadura; 3) determinação de que os oficiais ingleses acusados de abuso deveriam ser julgados em outra colônia ou na Inglaterra, em uma clara manobra para proteger os ingleses que estivessem na América; e 4) determinação de que as tropas inglesas permanecessem nas colônias e pudessem ocupar residências particulares. No 1º Congresso de Filadélfia, representantes das 13 colônias americanas estavam presentes para protestar contra tais leis. Um documento de protesto foi enviado à Inglaterra que, logicamente, não mudou a sua prática com a colônia. Na verdade, as tensões entre Coroa e Metrópole só aumentaram depois disso, com boicotes econômicos e comerciais, além de ataques ingleses a regiões de Lexington e Concord. Dava-se início, então, à Guerra de Independência. Vale a pena ler o material a partir da página 33 até à 35, onde fala do 2º Congresso de Filadélfia e os desdobramentos do mesmo que levaram à Independência dos Estados Unidos.
  7. O voto censitário, prática comum à maioria dos Estados americanos criados com a independência, definia quem poderia votar, levando em consideração a declaração de uma renda mínima do votante. Diante disso, é discutível o fato de que, neste momento, os EUA se tornava uma República democrática, pois somente aqueles que pertenciam a uma elite definida pelo seu ganho podiam escolher o seu governante.

 

2º EM: O NASCIMENTO DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA – CORREÇÃO DE ATIVIDADES DO MÓDULO III

PÁGINAS 35 E 36: AGORA É SUA VEZ

  1. a) O tempo pode ser gasto em atividades que não produzam nenhum bem, material ou imaterial. Porém, podemos utilizar nosso tempo na produção de algo útil, inclusive, como aponta o provérbio, de riqueza (dinheiro). ///// b) Deixar para fazer depois o que podemos fazer agora não mudará nossas responsabilidades. Muito pelo contrário, deveres e obrigações serão acumulados, não permitindo que realmente tenhamos descanso quando deveríamos. ///// c) De forma equilibrada, devemos trabalhar para obter tudo aquilo que estiver ao nosso alcance. Porém, não podemos desvalorizar os resultados de nossos esforços por meio da dissolução daquilo que lutamos para conseguir. Tão importante quanto obter algo desejado é manter o que foi alcançado.
  2.  a) Destacarei aqui dois aspectos: 1) Fugindo de perseguições e de crises econômicas que afetavam a Europa, grupos protestantes viajaram par ao Novo Mundo, fixando-se na costa lestes da América do Norte. Entre os colonos, havia a intenção de formar núcleos permanentes de colonização, onde houvesse liberdade religiosa; 2) Nas colônias do norte haviam características que favoreciam a independência local dos colonos; minifúndios policultores, com trabalho livre e produção voltada para o mercado interno. ///// b) Duas motivações serão destacados aqui: 1) O contexto intelectual do Século XVIII favoreceram as bases teóricas necessárias para a crítica à dominação inglesa na América. O Iluminismo defendia o fim das relações coloniais, e muitos pensadores influenciaram o movimento de luta pela independência; 2) Os colonos também se revoltaram contra o aumento de impostos e medidas repressivas da metrópole (Lei do Selo, Lei do Chá, Leis Intoleráveis, etc.).
  3.  Tenhamos em mente o Iluminismo e as ideias de liberdade religiosa, bem como a vontade de muitos de separação entre o poder do Estado da Igreja. Na maioria das vezes, essa relação Igreja-Estado foi conflituosa. No Antigo Regime (Absolutismo), por exemplo, o poder político sempre esteve ligado ao religioso, o que levou a perseguições e limitações das liberdades individuais. Até mesmo a colonização inglesa na América foi resultado dessas perseguições, uma vez que os puritanos vieram ao Novo Mundo em busca de liberdade de religião e de culto. Logo, devemos trabalhar para que o poder político do Estado trabalhe para garantir os direitos básicos para os seus cidadãos. Por outro lado, devemos trabalhar para que a liberdade religiosa de todo ser humano seja garantida, bem como sua liberdade de escolha.

PÁGINAS 37 A 43

AGORA É SUA VEZ

4. a) A independência das Treze Colônias Inglesas da América. ///// b) A difusão de ideias iluministas e a inspiração para outras lutas de independência, tanto na América espanhola como na portuguesa. Além disso, seu modelo iluminista de separação dos poderes influenciou os governos americanos.

5. Esse texto destaca a força do puritanismo na Nova Inglaterra, ao norte. Mas, devemos destacar, por exemplo, que um grande elemento de diferenciação do sul em relação ao norte foi a ênfase no trabalho escravo. Mesmo após a independência, inspirada na filosofia Iluminista, manteve-se o trabalho escravo. Essa situação colaborou decisivamente para a Guerra Civil Americana.

6. a) Thomas Jefferson, terceiro presidente dos EUA, o autor mais influente da Declaração de Independência; b) Abrahan Lincoln, 16º presidente americano que, durante a Guerra de Secessão, trabalhou para a abolição do trabalho escravo nos EUA; c) Alexander Hamilton, mais influente secretário do Tesouro dos EUA, que defendia a intervenção do Estado na economia e fundador do primeiro banco dos EUA; d) Ulysses S. Grant, 18º presidente dos EUA, liderou as forças do norte na Guerra de Secessão, destacando-se pela luta contra a Ku Klux Klan; e) Benjamin Franklin, os dos mais conhecidos líderes da Guerra de Independência, sendo representante do país recém-criado no exterior.

7. a) “Considerados estas verdades como evidentes por si mesmas, que todos os homens são criados iguais, dotados pelo Criador de certos direitos inalienáveis, que entre estes estão a vida, a liberdade e a procura da felicidade.” ///// b) Aqui, a resposta compreende o seguinte trecho (confira o seu livro o trecho completo): “Que, a fim de assegurar esses direitos, governos são instituídos entre os homens, derivando seus justos poderes do consentimento dos governados; […] organizando-lhes os poderes pela forma que lhes pareça mais conveniente para realizar a segurança e a felicidade.” ///// c) Compreende o seguinte trecho: “Tal tem sido o sofrimento paciente destas colônias e tal agora a necessidade que a força a alterar os sistemas anteriores de governo. […] Um príncipe cujo caráter se assinala deste modo por todos os atos capazes de definir um tirano não está em condições de governar um povo livre.” ///// d) A resposta a essa questão compreende todo o último parágrafo do texto em questão.

DE OLHO NO VESTIBULAR

  1. E
  2. C
  3. D
  4. B
  5. B
  6. B
  7. B
  8. D
  9. B
  10. C
  11. A
  12. A
  13. B
  14. D
  15. D
  16. B

2º EM: REVOLUÇÕES NA INGLATERRA DOS SÉCULOS XVII E XVIII

PÁGINA 3:

  1. Dentre os diversos motivos, podemos citar: Os monarcas Jaime I e Carlos I fortaleceram a monarquia absolutista. Essa postura levou a monarquia inglesa a se afastar do Parlamento, que, por sua vez, tornou-se cada vez mais dominado pela burguesia. // A pequena e média nobreza rural (gentry) propunha a diminuição dos poderes do rei sobre as questões econômicas, opondo-se à nobreza tradicional, pouco interessada no desenvolvimento capitalista. // O incômodo que a burguesia sentia diante da afinidade do monarca com setores tradicionais. // A imposição do anglicanismo como religião estatal também era um fator de tensão, pois, de modo geral, os burgueses identificavam-se com as ideias do puritanismo inglês.
  2. a) Disputas entre o Estado absolutista inglês e o Parlamento. ///// b) Parlamento. ///// c) Na chamada Revolução Puritana, que marcou o início da ascensão da burguesia inglesa ao poder.

 

PÁGINAS 6 E 7:

3. O século XVII na Inglaterra foi marcado por um conflito entre as estruturas feudais que ainda existiam, juntamente com o poder absoluto do monarca, e os interesses capitalistas ligados à burguesia, grupo que controlava o Parlamento e defendia o liberalismo econômico. Essas diferenças culminaram na Revolução Gloriosa de 1689, fundamentada, entre outros fatores, nas ideias liberais do filósofo John Locke. Como resultado dessas disputas, o rei Jaime II foi deposto, colocando fim à monarquia absolutista e dando início à monarquia parlamentar. Desse modo “venciam” as ideias liberais de Locke, do parlamentarismo político e da burguesia que buscavam maior liberdade econômica.

4. A

5. 47 = 1+2+4+8+32

6. A monarquia só sobreviveu no Reino Unido por ter se adaptado ao parlamentarismo. Com o passar do tempo, aumentou a participação popular em eleições, e as grandes questões políticas e sociais são decididas no interior do Parlamento. De qualquer modo, os monarcas mantêm tradições que dão legitimidade às decisões do Parlamento. Por outro lado, a importância dos monarcas fica evidente na suntuosidade que envolve as cerimônias  da Coroa. A Abadia de Westminster é prova disso, com coroações e casamentos da família real. As duas instituições, Parlamento e Monarquia, permanecem simbolicamente unidas. Na parte externa, a imagem de Oliver Cromwell é uma lembrança de que, no passado, o Parlamento precisou intervir no Absolutismo dos reis.

 

PÁGINAS 10, 11, 12 E 13:

7. 6 = 2+4

8. A

9. 24 = 8+16

10. D

11. C

 

PÁGINAS 14, 15.

12. Resposta pessoal. Lembre-se de, que de forma geral, os camponeses estavam submetidos a uma vida de miséria na Europa.

13. Segundo elas, as promessas de libertação e mudança impulsionavam multidões a lutarem, mesmo sem objetivos políticos claramente definidos. Em sua situação de miséria, os camponeses não tinham muito a perder.

14. Resposta pessoal. Deve-se levar em consideração os diversos movimentos sociais existentes no Brasil, expondo sua opinião sobre a ação dos mesmos.

15. Resposta pessoal. Tenha em mente que o trabalho infantil foi uma terrível exigência dos novos tempos, de produção em larga escala. A busca por lucros levava os industriais a usarem a mais barata mão de obra disponível: as crianças.

 

PÁGINAS 16, 17, 18 E 19.

DE OLHO NO VESTIBULAR

  1. a) Pode-se dizer que um grande valor se contrapunha à monarquia Stuart: a liberdade. Segundo o texto, a ascensão da burguesia no plano econômico se fazia sentir também na vida política. Essa classe pretendeu ocupar lugar de comando na vida do país. Dentro do mesmo contexto se desenvolveu a oposição à religião do Estado, o anglicanismo, e essa oposição foi dirigida principalmente pelos puritanos, grande parte deles burgueses, com o argumento de que a religião deveria se desvincular do Estado. ///// b) A Revolução Inglesa – Puritana e Gloriosa – foi responsável pela eliminação do Absolutismo na Inglaterra e pela adoção de um novo modelo baseado no Parlamento. A monarquia parlamentarista inglesa foi o primeiro modelo político liberal na História Moderna e esteve baseada nos princípios iniciais do Iluminismo a partir das teorias de John Locke.
  2.  a) Durante o século XVII, a burguesia inglesa assumiu o controle político do país por meio da Revolução Puritana, consolidada décadas depois pela Revolução Gloriosa, dando ao governo um caráter empreendedor. Após a Revolução Puritana, durante o governo de Oliver Cromwell, o país adotou o “Ato de Navegação”, que permitiu a ampliação do comércio das empresas inglesas e se chocou com a principal potência naval da época, a Holanda, que perdeu rotas e áreas de comércio. ///// b) Ela marca a ascensão política da burguesia apoiada em novos ideais que deram origem ao Iluminismo, que se propagara na Europa e América a partir de então.
  3.  a) Foram consequências dos cercamentos a perda de terras pelas camadas mais pobres do campesinato, sobretudo entre os arrendatários, e a migração dos camponeses expropriados para a cidade, que se transformaram em mão de obra barata para as indústrias. ///// b) O período de maior incidência dos enclousures foi entre 1608 e 1729, abrangendo o período das revoluções de 1640 e de 1688, que resultaram na redução da autoridade da monarquia, no declínio da antiga aristocracia e na formação de uma nova ordem política na qual a burguesia se colocou à frente do Estado. Nesse contexto, destacou-se a Revolução Gloriosa (1688), que consolidou a monarquia constitucional, impondo a superioridade da lei sobre a autoridade real e estabeleceu, por meio da declaração de direitos, o respeito à liberdade individual e à propriedade privada.
  4. A tabela evidencia que, apesar do crescimento das exportações, sobretudo para a América a partir de 1770, o mercado interno inglês absorvia a maior parte da produção industrial britânica, elemento decisivo para o crescimento do processo de industrialização na Inglaterra do século XVIII.
  5.  B
  6. B
  7. C
  8. E
  9. A
  10. D
  11. C
  12. E
  13. C
  14. E
  15. C