7º ANO: CORREÇÃO DAS ATIVIDADES DO CAPÍTULO 2 – SOCIEDADE E CULTURA FEUDAL

PÁGINA 26 – TEXTO COMPLEMENTAR

R.: Não. O texto procura explicar a importância de cada grupo social, que deve cumprir seu papel. Assim, embora as condições dos servos fossem difíceis, eles deviam aceitá-la como parte do plano divino.

PÁGINA 28 – ATIVIDADES

  1. Feudal é uma palavra de origem germânica ou celta, que sisgnifica “direito de usufruir qualquer bem”; está geralmente relacionada à terra, mas poderia também ser o direito de cobrar taxas de pedágio para atravessar um caminho ou ponte, ou o direito de usar um moinho, ou ter um cargo importante. Era, assim, um benefício ou propriedade dado por um senhor de terras.
  2. Não havia o que hoje chamamos de Constituição, conjunto de lei a que todos devem obedecer. O poder era descentralizado, e a relação entre os nobres (senhores feudais) era baseada mais em costumes e tradições do que em leis formalmente elaboradas. Além disso, havia as relações de suserania e vassalagem, que marcavam as disputas políticas na época.
  3.  SEQUÊNCIA CORRETA: F, V, V, F, F, V, F, F, V, V.

PÁGINA 29 – ATIVIDADE

A questão desta página está tratando especificamente de uma economia de subsistência. Logo, devemos entender que, na Idade Média a produção era o suficiente para a alimentação do povo, não sobrando muita coisa do que era produzido. Isso é uma economia de subsistência.

PÁGINAS 33 E 34

  1. SEQUÊNCIA CORRETA: feudo, vilões, suserano, banalidades, vassalo, agrícola, subsistência, servil, comunal, corveia.
  2. C
  3. Muros, alarmes e segurança reforçada indica a preocupação com a violência, resultado, sobretudo, da desigualdade social nas grandes cidades, muito embora não exista uma causa única responsável por este problema.
  4. C

PÁGINAS 41 E 42

  1. A maioria das expressões culturais, em seus mais variados níveis ou formas, estava fortemente influenciada pela religiosidade medieval.
  2. a) O clero regular era formado por monges, que viviam afastados da sociedade, nos mosteiros. /////b) A Arte na Idade Média tinha forte influência religiosa, uma vez que a Igreja Católica era o centro dessa sociedade, sendo a única igreja cristã. /////c) A Igreja conseguia manter a sua força, o que lhe garantia o crescimento da influência dela na Idade Média.
  3. Não, pois muitas vezes ocorrem conflitos entre o clero e a nobreza. Um exemplo foi a chamada Querela das Investiduras, disputa que teve origem no crescimento de m movimento que visava diminuir a influência que a nobreza exercia sobre o clero.

O QUE VOCÊ VÊ: a) Podemos ver nas duas imagens, fotografias de Igrejas do Período Mediaval, cada uma com seu estilo próprio.

b) A primeira Igreja ilustra um estilo gótico; a segunda, o românico.

PÁGINA 44

  1.  A Igreja promovia festas das quais os camponeses mais humildes podiam participar. Casamentos e nascimentos eram comemorados com festas que poderiam reunir grande número de pessoas. Havia ainda os músicos e artistas que viajavam pelos principais lugarejos e cidades, encenando, cantando e tocando para quem quisesse assistir. Em períodos de clima mais quente eram realizados jogos esportivos que poderiam reunir significativo número de pessoas para a época.
  2. Resposta pessoal. Leve em consideração a intolerância religiosa da Idade Média e a liberdade religiosa que temos hoje.

2º ANO: CORREÇÃO DAS ATIVIDADES DO MÓDULO IV

PÁGINAS 47 E 48: AGORA É SUA VEZ.

  1. No fim do século XVII, a América colonizada pelos portugueses enfrentava grandes dificuldades financeiras, sobretudo porque os portugueses perderam muito de seu comércio colonial no período de dominação espanhola. Diante da necessidade de aumentar recursos, os governo do Rei D. João IV começou uma política de maior controle sobre a colônia. Em 1642, foi criado o Conselho Ultramarino, órgão responsável pela administração colonial. Com isso, cresceu a autoridade dos governadores gerais nomeados pelo rei e diminuiu o poder dos que governavam as câmaras municipais. Os presidentes das câmaras eram nomeados pelos “homens bons”, mas os cargos passaram a ser ocupados pelos “juízes de fora”, nomeados pelo Conselho Ultramarino. A centralização administrativa levou o governo português a entregar o comércio de produtos coloniais a particulares ou a companhias. Foi dessa maneira que a Companhia Geral do Comércio do Estado  do Brasil passou a ter exclusividade sobre as relações comerciais da região entre os atuais estados do Rio Grande do Norte e São Paulo.
  2. A principal atividade econômica do Século XVIII foi a mineração, que formou a região que ficou conhecida como  Minas Gerais, de onde se extraía ouro e diamantes. Por conta das tentativas de contrabando, a Coroa determinou rígidos controles sobre os caminhos das áreas mineradoras. Além disso, era importante garantir a devida cobrança de impostos.
  3. a) Os emboabas eram forasteiros que chegavam de outras regiões, ou mesmo portugueses, a fim de enriquecer. Os paulistas julgavam ter direito de posse sobre as minas e, por isso, guerrearam contra os exploradores de outras áreas. ///// b) Pode-se destacar a formação de cidades (urbanização), sociedade mais diversificada, crescimento demográfico, transferência do eixo econômico do Nordeste para o Sudeste.

AGORA É SUA VEZ: PÁGINA 51

4. 5 = 1+4

5. 10 = 2+8

6. a) Em evidência encontra-se a figura do Marquês de Pombal, representante do chamado despotismo esclarecido português. Destacam-se também na imagem as navegações, representando o comércio ultramarino e os domínios coloniais. ///// b) O texto apresenta alguns exemplos. Podemos mencionar, por exemplo, o aperfeiçoamento dos métodos de arrecadação fiscal, como a cobrança do quinto.

7. 15 = 1+2+4+8

PÁGINAS 54 A 59

AGORA É SUA VEZ

8. A comparação entre a Inconfidência Mineira e a Conjuração Baiana é frequentemente cobrada em exames. Pode-se destacar que, na Inconfidência, predominavam os grupos da elite, ao passo que, na Conjuração, houve participação de grupos populares, alguns dos quais defendiam a abolição da escravidão, aspecto rejeitado pela maioria dos inconfidentes. Movimentos políticos ou filosóficos que influenciaram as insurreições: Iluminismo, independência dos EUA, Revolução Francesa (no caso da Conjuração Baiana), republicanismo.

9. a) Histórico: o reconhecimento enaltece o esforço do movimento formado por negros, mulatos, escravos e homens livres pobres, cujo objetivo era mudar a estrutura escravista em que viviam  com ideias de liberdade e igualdade. Defenderam um governo republicano, a abolição da escravidão e o livre comércio. ///// b) Político: está associado a movimentos negros contemporâneos, que procuram resgatar o protagonismo popular nas ações de destaque da História do Brasil, sobretudo naqueles em que se empreenderam grandes esforços na luta contra a escravidão e a discriminação. São tentativas de releitura do passado, a partir do olhar atual de respeito à diversidade cultural e racial.

10. a) A tabela será postada no E-CLASS.  ///// b) Pode-se destacar o crescimento da exploração das minas de ouro na região que ficou conhecida com Minas Gerais. O resultado foi o crescimento urbano, o deslocamento populacional para o interior e a diversificação da sociedade.

 

DE OLHO NO VESTIBULAR

  1. E
  2. D
  3. E
  4. C
  5. C
  6. E
  7. D
  8. C
  9. A
  10. D
  11. A
  12. C
  13. E
  14. D
  15. C

 

 

1º ANO: CORREÇÃO DAS ATIVIDADES DO MÓDULO III

AGORA É SUA VEZ

  1. Devemos ter em mente que a História é possível de diferentes interpretações, e a História Antiga não foge a essa regra. Além disso, precisamos ter em mente que o trabalho da Arqueologia é de extrema importância para a escrita dessa História. Esse texto, extraído da apostila, aponta isso: “A forma como geralmente esses assuntos são abordados nas escolas dá a falsa impressão de que tudo o que seria possível conhecer sobre a Antiguidade já está desvendado. Porém, a todo tempo, surgem diferentes perspectivas diante de novos achados arqueológicos”.
  2. No topo da pirâmide social figurava o rei, cujo o poder estava ligado à religião; em seguida, vinham os “homens livres”, de cujo grupo faziam parte os sacerdotes,  escribas, funcionários reais, soldados, camponeses, artífices, pequenos proprietários de terras e comerciantes, que tinham menor influência social. Na base, encontravam-se os escravos.
  3. Todas as respostas dessa atividade são de cunho pessoal. Ao respondê-las, tenha em mente o sistema judiciário mesopotâmico e o brasileiro.
  4. a) É provável que o rei queria demonstrar o seu poder e superioridade em relação aos outros povos. Repare que os habitantes de Tela não se prostraram aos pés de Assurbanipal. Ele tinha convicção de que era um representante dos deuses, devendo ser obedecido. ///// b) Em tese, cidades fortificadas, poderoso exército. ///// c) Como podemos perceber, os assírios eram, de fato, um povo bélico, ou seja, um povo que se valia da violência em suas guerras. Observe que, na conquista de Téla, o rei lançou muitos à chama, cortou mãos e dedos, nariz e as orelhas e, em alguns, o rei arrancou os olhos, além de afogar os filhos e filhas.
  5. Resposta pessoal. Podemos destacar que, de forma geral, os rios, na atualidade, não são tratados com o mesmo cuidado do passado. Podemos observar que as cidades cresceram em torno deles, não obedecendo o seu leito, o que leva a inundações em tempos de chuva, por exemplo. Podemos destacar também que o esgoto é canalizado para os rios, contaminando-os. Em decorrência disso, se faz necessário o tratamento dessa água para consumo. Em alguns casos, como o Rio Tietê, em São Paulo, o estado é tão crítico que se torna impossível tratar a água para ser utilizada pela população.
  6. Devemos ter em mente que, na atualidade, a ideia de legitimidade de um governante não se dá a partir da escolha dos deuses, mas da escolha popular. O presidente, governador, prefeito, por exemplo, estão no poder por terem sido eleitos pelo povo e, no caso do Brasil, democraticamente, através do voto. Logo, estes governantes têm responsabilidades e direitos. Por isso, a interlocução com o povo deveria ser muito maior. A diferença é clara em relação ao Egito Antigo, pois sua legitimidade residia no fato de ele ser uma divindade.
  7. Apesar de crerem na vida após a morte, os mesopotâmicos não a entendiam como algo desejável, pois, segundo suas crenças, os mortos habitariam um lugar profundo, escuro, sem ter esperança alguma de algo melhor. Essa ideia fazia com que as pessoas tentassem aproveitar a vida ao máximo, pois o que viria depois não era compensador. Já entre os egípcios, grande parte das atividades religiosas apontavam para a vida após a morte. Prova disso são os textos hieroglíficos que tratam do assunto, como o Livro dos Mortos, a mumificação, a construção de pirâmides.
  8. A
  9. A
  10. a) Crença na vida após a morte, politeísmo e antropozoomorfismo são algumas características da religiosidade presente na iconografia. Tais traços podem ser observados nos deuses que conduzem o morto em cada cena do julgamento. Anúbis tinha cabeça de chacal e habitava o deserto. Thot tinha cabeça de íbis, era associado à Lua e considerado o inventor da Matemática, contador e escriba dos deuses. Percebe-se que muitas dessas atividades eram humanas e realizadas na sociedade. Hórus tinha cabeça de falcão e era considerado o deus do céu. b) Podemos destacar na pintura egípcia duas características: 1) frontalidade: em geral, os corpos estão sempre virados para frente, apesar de as cabeças estarem, em sua maioria, representada em perfil; 2) verticalidade: os egípcios faziam suas pinturas na vertical.

DE OLHO NO VESTIBULAR

  1. Devemos destacar as funções administrativas e religiosas da escrita egípcia, que era fundamental para o domínio do governo faraônico sobre a sociedade. Na atualidade, o analfabetismo é uma barreira para a efetiva participação das pessoas nas discussões políticas e sociais. Por isso, o saber ler e escrever é fundamental ar o exercício da cidadania e deve ser acessível a todos os brasileiros.
  2. C
  3. D
  4. B
  5. D
  6. D
  7. C
  8. Sequência correta das respostas: V, V, F, V, F.
  9. B
  10. B

 

2º ANO: CORREÇÃO DO ESTUDO DIRIGIDO DOS MÓDULOS I E III

Olá, queridos alunos e queridas alunas. 

Vamos à correção das atividades que foram passadas no quadro! Lembre-se: estas atividades funcionam como um resumo para o estudo para  a prova. Porém, não deixe de ler o material do caderno e do livro, ok?

MÓDULO I:

  1. a) Criada em 1215, a Carta Magna impunha ao rei a aceitação de um conselho que podia limitar a sua esfera de ação. Esse conselho no futuro se transformou no Parlamento, mais importante instituição política dos britãnicos até aos dias de hoje. ///// b) Surgido através do Conselho criado pela Carta Magna, é a autoridade máxima do governo inglês na atualidade. Apesar de a Inglaterra ter uma Rainha e um Primeiro Ministro, é o Parlamento quem dá a palavra final acerca da criação de leis e das decisões políticas do país. Pudemos perceber isso no Brexit, a saída da Inglaterra da União Europeia, que só foi possível após aprovação do Parlamento.
  2. Os gentry, que eram membros da pequena e média nobreza rural inglesa, desejava diminuir a interferência e o poder do rei nas questões econômicas, especialmente quando identificava o favorecimento do monarca à nobreza tradicional, pouco interessada no desenvolvimento capitalista.
  3. Puritanismo foi (e é) um movimento religioso, surgido o século XVI, após a oficialização do anglicanismo como religião oficial do Estado. Eles não se autodenomivam assim. Esse termo é fruto da irinia dos seus opositores, que os consideravam muito severos, ou puros, em sua religiosidade. Baseavam sua fé nas ideias de João Calvino e dos reformados, dando origem aos presbiterianos que conhecemos hoje em dia. Na atualidade, o puritanismo ainda influencia a fé reformada, não só do presbiterianismo, mas de todas as igrejas cristãs adeptas da Teologia Reformada.
  4. Câmara dos Comuns: segundo informações do site “Mapa de Londres”, “é a câmara baixa do sistema bicameral britânico. Nela se reúnem os mais de 600 parlamentares eleitos pelo povo do Reino Unido nas eleições gerais. Os políticos eleitos para esta casa têm a prerrogativa de elaborar e debater as leis, além de fiscalizar e auxiliar o primeiro ministro e seu gabinete na execução da política nacional.” Os puritanos faziam parte da Câmara dos Comuns. Já a Câmara dos Lordes, segundo o mesmo site, é a Câmara Alta do Reino Unido. Seus mais de 700  membros não são eleitos pelo povo, mas sim por nomeação da Rainha por meio de recomendação do Primeiro-Ministro ou da própria Câmara dos Lordes. Muitos membros assumem uma cadeira como Lorde por transmissão Hereditária e também bispos e outros membros do clero possuem posições na Câmara Alta. Os membros da nobreza tradicional eram indicados a ela.
  5. Diversos motivos podem ser apontados: 1) a luta do Rei Carlos I contra os gentry; 2) combate ao Absolutismo; 3) uma possível volta da política de cercamentos, que favorecia a nobreza capitalista; 4) o intervencionismo econômico do Estado absolutista; 5) o fechamento do Parlamento por Carlos I; 6) instituição do anglicanismo como região oficial do Estado.
  6. A política de cercamentos era a transformação de terras de uso comum dos feudos, relacionadas à relação feudo-vassálica, ou das terras devolutas, para utilização como pastos de ovelhas. Isso favorecia a produção de tecido a partir da lã, mas ao mesmo tempo retirava terras dos camponeses.
  7.  No contexto da Revolução Puritana, eram camponeses, pequenos e médios proprietários livres. Cultivavam sua própria terra, abaixo dos gentry, mas que tinham direitos políticos.
  8. a) escavadores: eram trabalhadores agrícolas ou camponeses pobres que lutavam por igualdade social e invadiam terras para cultivá-las em regime cooperativo. ///// b) niveladores: eram homes que defendiam, além do fim da monarquia, o direito de votar e de se eleger a todos, a igualdade de todos perante a lei a separação completa entre Igreja e Estado.
  9. Apesar de Oliver Cromwell conseguir unificar o exército e prender o rei, substituindo a monarquia por uma república, ém seu período de governo adotou práticas análogas a uma ditadura como, por exemplo: 1) poder centralizado; 2) eliminação de movimentos e pessoas que se opunham a ele; 3) criação do Conselho de Estado, que obedecia a Cromwell; 4) nova Constituição, que garantia a ele indicar quem o sucederia no trono; 5) esta mesma Constituição lhe garantia governo vitalício.
  10. O Ato de Navegação foi um decreto de Cromwell, que determinava que todas as mercadorias a serem comercializadas pela Inglaterra deveriam se transportada exclusivamente por navios ingleses ou embarcações pertencentes ao país com o qual a Inglaterra realizava negócios. Era propósito dele prejudicar a Holanda, que obtinha intensos lucros com o comércio internacional, especialmente de produtos oriundos das colônias americanas. Um exemplo disso era o açúcar brasileiro, que era levado pelos holandeses para a Europa.
  11. a) Monarquia parlamentar: neste tipo de governança, que ainda existe na Inglaterra, existe a figura da Rainha (ou do Rei), bem como de um 1º Ministro. Porém, é o Parlamento que dá a palavra final acerca das decisões do governo. ///// b) Primeiro Ministro: em geral, ele faz parte do Parlamento, sendo indicado por essa instituição. Suas decisões não são a palavra final, devendo obediência ao Parlamento. ///// c) Por meio deste documento, o rei se comprometia a respeitar todas as decisões do Parlamento. Como podemos perceber, a frase “o reina, mas não governa” faz todo sentido dentro do contexto britânico/ inglês, fazendo com que a realeza seja mais uma questão de status do que de poder de fato.
  12. Sobre as Revoluções Industriais, é imperativo que você leia as definições de sua apostila, na página 9. É importante ter em mente a diferença entre as três revoluções para a prova.
  13. Podemos apontar como fatores que favoreceram o pioneirismo inglês para a Revolução Industrial: 1) o acúmulo de capitais, que favoreceram o sistema capitalista; 2) a criação, por Thomas Newcomen de uma máquina de drenar água acumulada das minas de carvão, que seria o primeiro protótipo da máquina a vapor; 3) financiamentos por parte de uma burguesia que desejava mais lucro; 4) os enclousures (cercamentos) realizados pela Coroa, que favoreceu a produção de tecidos, além de um forte êxodo rural, aumentando a mão de obra, cada vez mais barata; 5) imensas jazidas de carvão e minério de ferro, fundamentais para a fabricação e funcionamento das máquinas.

 

MÓDULO III

  1. Destacamos, entre outras coisas, o fato de os Pais Peregrinos terem sofridos perseguição religiosa na Inglaterra. Como pontuado no Módulo I,  os puritanos foram perseguidos por serem contrários à Coroa Inglesa, que impunha o anglicanismo como religião oficial do Estado. Por causa da aproximação do anglicanismo de ideias católicos, os puritanos se separam, mas são perseguidos e tratados com indiferença. Devemos destacar, porém, que esse ideário de liberdade, não era o que acontecia na América. Os puritanos tinham regras rígidas em suas doutrinas  e, geralmente, não aceitavam ser contrariados.
  2. No Sul do EUA a colonização de exploração foi presente, apesar de não ter sido em tão grande escala como os espanhóis e portugueses praticaram contra os ameríndios. Ainda assim, em uma colônia de exploração predominava o sistema de plantation, desenvolvido em extensas propriedades de terras – os latifúndios -, a utilização do trabalho escravo, o desenvolvimento da monocultura nestes grandes latifúndios e a exportação para o mercado inglês.
  3. No que se refere à colonização no Norte dos EUA, vale destacar que se adotou uma dinâmica diferente. As colônias eram, em tese, de povoamento, não havendo o interesse de exportação do que era produzido. No que se refere à forma de produção, podemos afirmar que era policultora – produção de diversos alimentos -, voltada para o consumo interno, sendo realizada por pessoas livres, em geral, a família dona dos minifúndios.
  4. O liberalismo econômico é uma doutrina que defende a não interferência do Estado nas questões econômicas. Essa doutrina passou a ter força a partir dos ideais iluministas, tendo Benjamin Franklin e Thomas Jefferson como principais defensores. O criador do Liberalismo Econômico foi Adam Smith (1723-1790), que acreditava que a liberdade econômica e política levariam ao crescimento de uma nação. Para conhecer mais sobre esta doutrina, leia o material na página 24, onde existem mais detalhes sobre. Diante disso, Franklin e Jefferson passam a defender a liberdade dos EUA da metrópole inglesa, tornando-se assim os ideais iluministas a mola propulsora da independência estadunidense.
  5. a) Lei do Selo: estabelecia uma taxação sobre todos os papéis comerciais ou legais, jornais, cartas e outros documentos que circulassem pela Colônia. Os colonos desejavam uma cobrança de impostos que viesse da decisão de suas próprias assembleias, o que levou nove colônias a questionar essa lei, pedindo sua anulação, que aconteceu em 1776. ///// b) Lei do Açúcar: a Coroa inglesa sobretaxou o açúcar que viesse de qualquer outra região que não fosse as Antilhas Inglesas, fazendo com que os colonos pudessem consumir somente o açúcar que viesse das regiões de domínio inglês. Isso levou ao encarecimento do produto, que era base da fabricação do rum, utilizado para negociação com os escravos. Com isso, até mesmo os escravos passaram a ser mais caros, afetando ainda mais a economia colonial. ///// c) Lei do Chá: o comércio do chá, bastante utilizado pelos ingleses, passou a ser monopólio da chamada Companhia das Índias Orientais, sediada em Londres. Essa lei tinha como objetivo controlar a venda do produto.  Isso levou os colonos a organizarem manifestações contra a metrópole, ficando mais conhecida, entre elas, a Festa do Chá de Boston. Além disso, em 1773, colonos disfarçados de índios dominaram 3 navios britânicos no porto de Boston para jogar o carregamento de chá no mar.
  6. Diante das atitudes de desacato praticadas pela Colônia, a Coroa inglesa criaram medidas repressivas para que as práticas de manifestações e levantes fossem consideradas condenáveis. Podemos destacar sobre essas leis: 1) determinação de fechamento do Porto de Boston até que o chá destruído fosse pago; 2) revogação da Constituição de Massachusetts, subjugando a Colônia a um tipo de ditadura; 3) determinação de que os oficiais ingleses acusados de abuso deveriam ser julgados em outra colônia ou na Inglaterra, em uma clara manobra para proteger os ingleses que estivessem na América; e 4) determinação de que as tropas inglesas permanecessem nas colônias e pudessem ocupar residências particulares. No 1º Congresso de Filadélfia, representantes das 13 colônias americanas estavam presentes para protestar contra tais leis. Um documento de protesto foi enviado à Inglaterra que, logicamente, não mudou a sua prática com a colônia. Na verdade, as tensões entre Coroa e Metrópole só aumentaram depois disso, com boicotes econômicos e comerciais, além de ataques ingleses a regiões de Lexington e Concord. Dava-se início, então, à Guerra de Independência. Vale a pena ler o material a partir da página 33 até à 35, onde fala do 2º Congresso de Filadélfia e os desdobramentos do mesmo que levaram à Independência dos Estados Unidos.
  7. O voto censitário, prática comum à maioria dos Estados americanos criados com a independência, definia quem poderia votar, levando em consideração a declaração de uma renda mínima do votante. Diante disso, é discutível o fato de que, neste momento, os EUA se tornava uma República democrática, pois somente aqueles que pertenciam a uma elite definida pelo seu ganho podiam escolher o seu governante.

 

1º ENSINO MÉDIO: CORREÇÃO DO ESTUDO DIRIGIDO DOS MÓDULOS I E II

Olá, queridos alunos e queridas alunas. 

Vamos à correção das atividades que foram passadas no quadro! Lembre-se: estas atividades funcionam como um resumo para o estudo para  a prova. Porém, não deixe de ler o material do caderno e do livro, ok?

Então, vamos lá!

  1. a) Historiografia é a ciência que estuda a História. É a partir dela que as diferentes interpretações históricas são encontradas. A partir daí, os textos produzidos pelos historiadores são analisados por outros pesquisadores, uma vez que cada um conta um fato histórico a partir de sua visão de mundo. Assim, a Historiografia pode funcionar como um filtro, onde cada pesquisador observa o que foi escrito e como aquilo recebeu influência de um grupo de pessoas ou do pensamento de uma pessoa. ///// b) O historiador é o profissional que cuida do estudo da História. É ele que estuda os documentos históricos, os organiza e, por fim, definem aquilo que é a verdade dos fatos. O livro que usamos, por exemplo, foi organizado por historiadores. ///// c) Fonte histórica ou documento histórico são todos os vestígios deixados pelo ser humano no decorrer do tempo. Como exemplo, podemos citar fotografias, cartas, diários, música, teatro, pinturas, cerâmicas, esculturas, edificações, jornais, livros, revistas, mapas, entre tantos outros. Na atualidade, a História oral, passada de uma geração à outra, também tem sido considerada um documento histórica. ///// c) Podemos dizer que cultura é a maneira como as pessoas entendem o mundo, a sua religião, os diversos papéis atribuídos a cada um dentro da sociedade, bem como a criatividade do humana na arte, arquitetura, música, linguagem, entre outros. Logo, precisamos entender que não existe uma só cultura, mas diversas culturas no mundo. ///// d) Quando falamos de multiculturalismo, estamos nos referindo à diversidade de culturas que existe no mundo. Logo, precisamos ter em mente que não existe superioridade cultural, mas diversidade cultural, que deve ser respeitada.
  2. A História, de forma geral, sempre é contada a partir de relações de poder. Diante disso, muito do que é escrito, leva em consideração um grupo social em detrimento de outro, uma religião em superioridade à outra, etc. Assim, muitos historiadores afirmam que conhecemos a “História dos Vencedores”, pois as camadas mais altas da sociedade acabam por ditar aquilo que seria um correto modo de vida. Diante disso, é comum observarmos que, quando lemos sobre a escravidão no Brasil, por exemplo, as referências que temos é sempre do grupo dominante – o colonizador português -, e nenhuma dos escravos, pois estes, em tese, não escreviam. Na atualidade, as relações de poder continuam quando considerados a História escrita leva em consideração as relações de poder político, religioso e econômico sobre a sociedade.
  3. Tempo cíclico: aquele em que o fim é sempre um novo começo, como acontecia com o calendário asteca, que se reiniciava a cada 52 anos. Tempo linear: neste pensamento, a história do mundo teve um início e caminha para um fim último, como acontece na cultura judaico-cristã que tanto nos influencia.
  4. Fernand Braudel dividiu o tempo em três conceitos: 1) Curta duração: é o tempo dos acontecimentos, caracterizados por eventos breves, como um golpe político, uma disputa eleitoral ou a assinatura de uma lei; 2) Média duração: é o tempo das conjunturas, marcado por transformações mais lentas, mas que podem ser percebidas no decorrer da vida de uma pessoa, como a vigência de um sistema econômico ou a duração do reinado de um monarca; 3)Longa duração: é o tempo das estruturas, formado por processos históricos que demoram longos períodos de tempo para ocorrer. É o caso dos valores morais, que se transformam muito lentamente.
  5.   Annale École (Escola dos Annales): March Block e Lucien Febvre, fundadores da revista “Anais de História Econômica e Social”, faziam uma crítica à análise da história somente sob o viés político. Assim, buscavam diálogo com diversas ciências e a ampliação dos documentos históricos. // Materialismo Histórico (Marxismo): era baseado nas ideias de Karl Marx, que defendia que a História humana era baseada na luta de classes. Defendia que o capitalismo, em algum momento, chegará a seu colapso, o que fará necessário o estabelecimento do comunismo. É hoje o viés histórico mais utilizado nas universidades brasileiras.
  6. Em resumo, segundo o Modelo Criacionista, toda a existência do Universo e da Terra é resultado do trabalho de um Criador,  que cria, a princípio, o matéria e, a partir dela, em seis dias cria tudo o que conhecemos até os dias de hoje, entre 6 e 10 mil anos atrás. No Modelo Evolucionista existe a defesa do surgimento do Universo a partir do nada, onde partículas de matéria aos poucos foram surgindo e, a partir do que se chama “caos primordial”, essa matéria se junta, aumentando as pressões em um núcleo, que levou à explosão o Big Bang, se organizando a matéria a partir daí em bilhões de anos, e se evoluindo. Vale destacar que as duas teorias têm outras correntes que defendem aspectos divergentes, mas com a ideia principal delas sendo defendidas pelos diversos cientistas que as estudam.
  7. O conceito de raça, biologicamente falando, é um conceito que obedece a diversos parâmetros para classificar diferentes populações de uma mesma espécie biológica de acordo com suas características genéticas ou fenotípicas. Segundo as Ciências Humanas, como a História e a Sociologia, raça pode ser entendida como um constructo social, usado para distinguir pessoas em termos de uma ou mais marcas físicas. Em outras palavras, raça é uma categoria usada para se referir a um grupo de pessoas cujas marcas físicas são consideradas socialmente significativas. O Criacionismo acredita que esse conceito, quer seja humanística ou biologicamente, traz sem sai  ideia de diferenças entre os diversos grupos humanos: brancos, pretos, pardos, indígenas, etc. Partindo do pressuposto de que todos foram criados iguais, aspectos relacionado à cor, local de nascimento, aparência física, entre outros, não podem ser levados em consideração, pois pode dar a ideia de superioridade racial, como acontecia no Século XIX, onde os brancos europeus eram considerados superiores aos outros povos.  Assim, o conceito de etnia é comumente utilizado entre os criacionistas, pois  está relacionada à coletividade de indivíduos que se diferencia por sua especificidade sociocultural, refletida principalmente na língua, religião e maneiras de agir.
  8.  a) Australopithecus: postura bípede, aparência semelhante à dos macacos, já começava a caminhar ereto, com cerca de 1m de altura, vivendo em pequenos bandos nas florestas e savanas. ///// b) Homo habilis: primeira espécie do gênero Homo. Não vivia mais em árvores, medindo cerca de 1m., sendo o primeiro a fabricar objetos de pedra, osso e madeira. ///// c) Homo erectus: de 1,3 a 1,7m de altura, andava completamente ereto, começou a dominar o fogo e a lascar a pedra; morava em cavernas e foi a primeira espécie a sair da África. ///// d) Homo sapiens: mais próximo do homem atual, tinha modo de vida parecido com o nosso, se tornando sedentário. ///// e) Homo sapiens sapiens: o homem atual. Desenvolveu a técnica da cerâmica e da metalurgia. Construiu cidades e desenvolveu a agricultura e a criação de animais. Elaborou a linguagem falada e, depois, a escrita. ///// f) Homo neandethalensis (ou Homem de Neanderthal): conviveu com o Homo sapiens. Vivia em bandos. Fabricava instrumentos de pedra, vestia-se com peles de animais e enterrava seus mortos. Comunicava-se por meio de sons articulados.
  9.  a) Paleolítico (ou Idade da Pedra Lascada): teve início com  o surgimento do Homo habilis, há cerca de 2 milhões de anos. Viviam em grupo e garantiam sua subsistência por meio da caça, da pesca e da coleta de frutos e raízes. utilizavam objetos feitos de madeira, pedra, ossos e dentes de animais. O ser humano era nômade, e conseguiram dominar o fogo. ///// b) Neolítico (ou Revolução Neolítica): a cerca de 12 mil anos atrás, os caçadores e coletores haviam acumulado uma razoável bagagem cultural. Já identificavam os animais que podiam caçar e as plantas que eram comestíveis ou úteis para o tratamento de doenças. Desenvolveram crenças religiosas, geralmente ligadas à natureza. O desenvolvimento da agricultura e a domesticação de animais é desse período. ///// c) Idade dos Metais: cerca de 5000 a.C, os instrumentos de pedra aos poucos foram substituídos por metais, a princípio o cobre e, em cerca de 1500 a.C., o uso do ferro. O cobre era mais maleável, podendo ser moldado a frio. Já o ferro exigia mais trabalho, uma vez que só se fundia a uma temperatura de 1100ºC.
  10. Ver a imagem de origemDuas prováveis ocupações: a primeira seria pelo Estreito de Bering, entre a Ásia e a América. Segundo esta teoria, o homem teria atravessado da Rússia para a região do Alaska durante um período de glaciação, a cerca de 15 mil anos atrás. A partir daí, o homem foi ocupando o restante do continente americano. Outra forma de ocupação foi através de povos antigos que navegavam em pequenos barcos, saindo da Ásia e da Oceania, em direção às Américas. Quando observamos nossos povos ameríndios, podemos perceber, por exemplo, que eles têm olhos puxados, como acontecem com os povos asiáticos e os povos aborígenes da Oceania. O que nos difere é, em geral, a cor da pele. É preciso destacar, porém, que com a descoberta do fóssil de Luzia, encontrado no Brasil, tem levantado questionamentos destas teorias, uma vez que teria cerca de 12000 anos, levando a datação da ocupação das Américas em cerca de 50000 anos atrás.
  11.  O Crescente Fértil é de suma importância para o desenvolvimento humano. Acredita-se que a presença dos Rios Tigre e Eufrates, bem como do Rio Nilo, favoreceram o processo de sedentarização do  ser humano, uma vez que a presença de água em abundância favoreceu o desenvolvimento da agricultura. Graças a isso, os primeiros núcleos urbanos passaram a existir, dando origem às primeiras civilizações da humanidade.

7º ANO: CORREÇÃO DAS ATIVIDADES DO CADERNO – O MUNDO MUÇULMANO

Olá, queridos alunos e queridas alunas. 

Vamos à correção das atividades que foram passadas no quadro! Lembre-se: estas atividades funcionam como um resumo para o estudo para  a prova. Porém, não deixe de ler o material do caderno e do livro, ok?

Então, vamos lá!

  1. a) São considerados árabes puros, segundo a tradição, aqueles que são descendentes diretos de Sem, filho de Noé, sendo os primeiros a chegarem à Arábia, após o Dilúvio. Diante disso, eles seriam irmãos dos judeus. //// b) De forma geral, são os falantes da mesma língua dos árabes puros por viverem na mesma região deles, mas sem necessariamente serem descentes de Sem. ///// c) Na atualidade, quando nos referimos a árabe, estamos dizendo que a pessoa fala a língua árabe. ///// d) Quando nos referimos a moçárabes, precisamos ter em mente duas definições: 1) São os descendentes de Ismael, filho de Abraão; e 2) Essa palavra, na atualidade, pode ser utilizada para se referir aos cristãos da Península Ibérica que viviam em terras de domínio da religião muçulmana.
  2.  A cidade de Meca, antes de Maomé, já era considerada uma importante cidade, pois era um importante centro político e religioso. Era nela que se encontrava a Caaba, o principal centro religioso árabe, onde aconteciam as mais importantes atividades religiosas. A Pedra Negra também era importante, pois era um símbolo da comunicação do homem com a divindade. Além disso, devemos destacar que era uma cidade com forte atividade comercial, uma vez que um grande número de pessoas por ali passava.
  3. Maomé, ao se casar com a viúva rica Khadidja, teve a oportunidade de dedicar tempo ao conhecimento e estudo de assuntos religiosos, uma vez que sua condição financeira agora o favorecia. Segundo o profeta islâmico, ele teve uma revelação do anjo Gabriel, onde ele dava a Maomé todas as orientações sobre o islamismo, religião monoteísta criada por ele. Na verdade, devemos levar em consideração que o profeta recebeu forte influência do cristianismo e judaísmo. Isso fica claro no Alcorão, livro sagrado dos muçulmanos, onde podemos perceber nomes como Abraão e Jesus.
  4.  a) Os beduínos aceitaram bem a nova religião de Maomé, pois o profeta prometia a eles uma vida de delícias após a morte, com alimentação farta, temperatura amena, muita água e belas mulheres. Para um grupo de homens que viviam no deserto, tudo isso era positivo. ///// b) Já os habitantes de Meca não aceitaram muito bem a pregação de Maomé. A princípio, foram indiferentes; depois rejeitaram; por fim, os líderes religiosos o perseguiram, pois as ideias monoteístas de Maomé ameaçava a religião politeísta dos árabes.
  5. Diante da perseguição empreendida pelos líderes religiosos a Maomé, o profeta precisou fugir da cidade de Meca. Diante disso, ele foge para Yatreb (ou Medina), onde conseguiu refúgio. A cidade de Medina ficou conhecida como a “cidade do profeta”. Essa fuga, conhecida como Hégira (migração), ocorreu no ano 622 do calendário cristão, dando assim início do calendário muçulmano. Ali, Maomé continuou a pregação de sua mensagem, conseguindo voltar novamente a Meca, estabelecendo assim o islamismo como religião da maioria dos povos árabes.
  6.  Omíadas: fundada por Ali, genro de Maomé, difundiu a cultura árabe além das fronteiras do Oriente Médio. Conquistaram o norte africano, levando a população ao islamismo. Conseguiram também chegar à Península Ibérica. // Abássidas: assumiram o poder 100 anos após a morte de Maomé. Era formada por homens que se diziam os verdadeiros herdeiros do profeta, pois o acompanhavam em suas peregrinações e pregações. Ficaram no poder até meados do Século XIII. Dominaram terras do Oriente ao Ocidente, criando também os califados.
  7.  A Batalha de Poiters foi empreendida por Carlos Martel com o intuito de impedir que os árabes chegassem ao restante do território europeu. Como os árabes já haviam conquistado a Península Ibérica, sobretudo Portugal e Espanha, havia preocupação por parte dos outros reinos europeus com o avanço dos árabes na região. Historiadores acreditam que se os franceses não vencessem essa batalha, os árabes teriam chegado novamente ao Oriente Médio, dominando assim o norte da África, Europa, parte da Ásia e Oriente Médio. Se assim fosse, estas regiões hoje praticariam o islamismo como religião, e não o cristianismo, como hoje acontece.
  8.  Alcorão: apesar de Maomé não saber ler e escrever, sua mensagem foi registrada por escribas que o acompanhavam. Assim, acredita-se, dentro do islão, que este livro é resultado das revelações dadas pelo anjo Gabriel ao profeta. Suna: este livro é, segundo a fé islâmica, relatos sobre a vida do profeta.
  9.  Xiitas: acreditam somente no Alcorão, usando-o para fundamentar a sua fé. Sunitas: acreditam tanto no Alcorão como na Suna, utilizando os dois como regra de fé.
  10.  Podemos considerar contribuições dos árabes: a) na literatura, Omar Khayan e seu livro As Mil e Uma Noites, que destaca diversos aspectos da cultura árabe. //// b) na filosofia, destacamos Averróis e sua paixão pela cultura clássica, o que o levou a preservar obras de Aristóteles. //// c) no sistema numérico, criaram os números indo-ar-arábicos (1, 2, 3…), que substituíram os algarismos romanos ( I, II, III…). //// d) na química, desenvolveram o álcool, da cana-de-açúcar. //// e) Na medicina, desenvolveram técnicas cirúrgicas a partir dos estudos de anatomia. //// f) na arquitetura, podemos destacar os minaretes, tipo de construção que parece uma torre, geralmente construídos em suas mesquitas. Além disso, podemos destacar a riqueza de detalhes de suas construções.
  11. São estas as obrigações dos muçulmanos: Iman (fé): Alá é Deus, e Maomé seu único profeta; Salat (oração): orar cinco vezes ao dia, voltado para Meca; Hajj (peregrinação): dever de ir a Meca anualmente ou, para quem vive longe, pelo menos uma vez na vida, caso tenha condições; Zakatt (tributo): separar parte da renda para ajudar aos necessitados; Siyam (jejum): jejuar no mês do Ramadã, do nascer ao pôr do sol.

6º ANO: CORREÇÃO DE ATIVIDADES DO CADERNO – A IMPORTÂNCIA DE CONHECER O PASSADO

Olá, queridos alunos e queridas alunas. 

Vamos à correção das atividades que foram passadas no quadro! Lembre-se: estas atividades funcionam como um resumo para o estudo para  a prova. Porém, não deixe de ler o material do caderno e do livro, ok?

Então, vamos lá!

  1. a) Documento histórico são todos os vestígios deixados pelo ser humano no decorrer do tempo. Como exemplo, podemos citar fotografias, cartas, diários, música, teatro, pinturas, cerâmicas, esculturas, edificações, jornais, livros, revistas, mapas, entre tantos outros. Na atualidade, a História oral, passada de uma geração à outra, também tem sido considerada um documento histórica. ///// b) O historiador é o profissional que cuida do estudo da História. É ele que estuda os documentos históricos, os organiza e, por fim, definem aquilo que é a verdade dos fatos. O livro que usamos, por exemplo, foi organizado por historiadores. ///// c) Economia se refere aos recursos utilizados pelas pessoas para a sua sobrevivência, devendo ser incluído aí a produção e distribuição de riquezas e mercadorias. ///// d) Quando falamos de multiculturalismo, estamos nos referindo à diversidade de culturas que existe no mundo. Podemos dizer que cultura é a maneira como as pessoas entendem o mundo, a sua religião, os diversos papéis atribuídos a cada um dentro da sociedade, bem como a criatividade do humana na arte, arquitetura, música, linguagem, entre outros. Logo, precisamos entender que não existe uma só cultura, mas diversas culturas no mundo.
  2.  O calendário gregoriano foi criado como resultado de um acordo feito no ano de 1582, entre reis europeus e o Papa Gregório XIII, definindo assim ajustes na contagem do tempo usada até aquele momento, baseada no calendário romano. É um calendário solar, ou seja, leva em consideração o movimento de rotação da Terra em torno do Sol. Possui 365 dias,  5 horas e 49 minutos, mas a cada quatro anos tem um ano bissexto, para compensar as horas a mais.
  3.  O propósito dos historiadores ao periodizar a História é facilitar o estudo e o conhecimento da mesma. Se não houvesse periodização, seria difícil compreender as coisas que aconteceram, pois não haveria uma ordem, mas os fatos seriam contados sem levar em consideração o momento em que aconteceram. Para facilitar a periodização, os historiadores usam os calendários existentes e fatos históricos importantes.
  4.  a) Pré-História: corresponde aos primeiros momentos da história humana até à criação da escrita. ///// b) História Antiga: começa com o surgimento da escrita até ao ano 476 d.C, quando houve a queda do Império Romano. ///// c) História Medieval: começa com a queda do Império Romano, em 476 d.C, terminando em 1453 d.C., quando Constantinopla foi dominada pelos turco-otomanos. ///// d) História Moderna: da dominação de Constantinopla até 1798 d.C., quando aconteceu a Revolução Francesa. ///// e) História Contemporânea: da Revolução Francesa até os dias atuais.
  5.  Os historiadores utilizam o calendário para organizar os fatos históricos. Assim, todos os acontecimentos da História hoje possuem uma data em que aconteceram. Podemos perceber isso quando observamos na questão 4 as diversas divisões da História ou quando o historiador periodiza a mesma.
  6. O calendário muçulmano, diferente do gregoriano cristão, foi organizado a partir da Hégira, fuga do profeta islâmico Maomé da cidade de Meca para Yatreb (Medina). Além disso, vale destacar que este calendário é lunar, ou seja, leva em consideração as fases da lua. Em consequência disso, o ano tem 354 dias, sendo mais curto que o ano do nosso calendário gregoriano.
  7.  a) Século III //// b) Século V //// c) Século I //// d) Século XVI //// e) Século XI //// f) Século XXI ///// g) Século II //// h) Século //// i) Século XV //// j) Século XIX //// k) Século XIV //// l) Século VII //// m) Século VII //// n) Século XX //// o) Século XIX.
  8. a) De 1101 a 1200 //// b) De 2001 a 2100 //// c) De 1301 a 1400 //// d) De 1 a 100 //// e) De 1601 a 1700 //// f) De 301 a 400 //// g) De 201 a 300 //// h) De 1201 a 1300 //// i) De 1901 a 2000 //// j) De 901 a 1000 //// k) De 1701 a 1800 //// l) De 1801 a 1900

2º EM: O NASCIMENTO DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA – CORREÇÃO DE ATIVIDADES DO MÓDULO III

PÁGINAS 35 E 36: AGORA É SUA VEZ

  1. a) O tempo pode ser gasto em atividades que não produzam nenhum bem, material ou imaterial. Porém, podemos utilizar nosso tempo na produção de algo útil, inclusive, como aponta o provérbio, de riqueza (dinheiro). ///// b) Deixar para fazer depois o que podemos fazer agora não mudará nossas responsabilidades. Muito pelo contrário, deveres e obrigações serão acumulados, não permitindo que realmente tenhamos descanso quando deveríamos. ///// c) De forma equilibrada, devemos trabalhar para obter tudo aquilo que estiver ao nosso alcance. Porém, não podemos desvalorizar os resultados de nossos esforços por meio da dissolução daquilo que lutamos para conseguir. Tão importante quanto obter algo desejado é manter o que foi alcançado.
  2.  a) Destacarei aqui dois aspectos: 1) Fugindo de perseguições e de crises econômicas que afetavam a Europa, grupos protestantes viajaram par ao Novo Mundo, fixando-se na costa lestes da América do Norte. Entre os colonos, havia a intenção de formar núcleos permanentes de colonização, onde houvesse liberdade religiosa; 2) Nas colônias do norte haviam características que favoreciam a independência local dos colonos; minifúndios policultores, com trabalho livre e produção voltada para o mercado interno. ///// b) Duas motivações serão destacados aqui: 1) O contexto intelectual do Século XVIII favoreceram as bases teóricas necessárias para a crítica à dominação inglesa na América. O Iluminismo defendia o fim das relações coloniais, e muitos pensadores influenciaram o movimento de luta pela independência; 2) Os colonos também se revoltaram contra o aumento de impostos e medidas repressivas da metrópole (Lei do Selo, Lei do Chá, Leis Intoleráveis, etc.).
  3.  Tenhamos em mente o Iluminismo e as ideias de liberdade religiosa, bem como a vontade de muitos de separação entre o poder do Estado da Igreja. Na maioria das vezes, essa relação Igreja-Estado foi conflituosa. No Antigo Regime (Absolutismo), por exemplo, o poder político sempre esteve ligado ao religioso, o que levou a perseguições e limitações das liberdades individuais. Até mesmo a colonização inglesa na América foi resultado dessas perseguições, uma vez que os puritanos vieram ao Novo Mundo em busca de liberdade de religião e de culto. Logo, devemos trabalhar para que o poder político do Estado trabalhe para garantir os direitos básicos para os seus cidadãos. Por outro lado, devemos trabalhar para que a liberdade religiosa de todo ser humano seja garantida, bem como sua liberdade de escolha.

PÁGINAS 37 A 43

AGORA É SUA VEZ

4. a) A independência das Treze Colônias Inglesas da América. ///// b) A difusão de ideias iluministas e a inspiração para outras lutas de independência, tanto na América espanhola como na portuguesa. Além disso, seu modelo iluminista de separação dos poderes influenciou os governos americanos.

5. Esse texto destaca a força do puritanismo na Nova Inglaterra, ao norte. Mas, devemos destacar, por exemplo, que um grande elemento de diferenciação do sul em relação ao norte foi a ênfase no trabalho escravo. Mesmo após a independência, inspirada na filosofia Iluminista, manteve-se o trabalho escravo. Essa situação colaborou decisivamente para a Guerra Civil Americana.

6. a) Thomas Jefferson, terceiro presidente dos EUA, o autor mais influente da Declaração de Independência; b) Abrahan Lincoln, 16º presidente americano que, durante a Guerra de Secessão, trabalhou para a abolição do trabalho escravo nos EUA; c) Alexander Hamilton, mais influente secretário do Tesouro dos EUA, que defendia a intervenção do Estado na economia e fundador do primeiro banco dos EUA; d) Ulysses S. Grant, 18º presidente dos EUA, liderou as forças do norte na Guerra de Secessão, destacando-se pela luta contra a Ku Klux Klan; e) Benjamin Franklin, os dos mais conhecidos líderes da Guerra de Independência, sendo representante do país recém-criado no exterior.

7. a) “Considerados estas verdades como evidentes por si mesmas, que todos os homens são criados iguais, dotados pelo Criador de certos direitos inalienáveis, que entre estes estão a vida, a liberdade e a procura da felicidade.” ///// b) Aqui, a resposta compreende o seguinte trecho (confira o seu livro o trecho completo): “Que, a fim de assegurar esses direitos, governos são instituídos entre os homens, derivando seus justos poderes do consentimento dos governados; […] organizando-lhes os poderes pela forma que lhes pareça mais conveniente para realizar a segurança e a felicidade.” ///// c) Compreende o seguinte trecho: “Tal tem sido o sofrimento paciente destas colônias e tal agora a necessidade que a força a alterar os sistemas anteriores de governo. […] Um príncipe cujo caráter se assinala deste modo por todos os atos capazes de definir um tirano não está em condições de governar um povo livre.” ///// d) A resposta a essa questão compreende todo o último parágrafo do texto em questão.

DE OLHO NO VESTIBULAR

  1. E
  2. C
  3. D
  4. B
  5. B
  6. B
  7. B
  8. D
  9. B
  10. C
  11. A
  12. A
  13. B
  14. D
  15. D
  16. B

1º EM: DEBATE SOBRE A PRÉ-HISTÓRIA – CORREÇÃO DAS ATIVIDADES DO MÓDULOII

PÁG. 20

AGORA É SUA VEZ

  1. Quando falamos na origem do conceito de Pré-História, precisamos ter em mente que ele considera primitivos os povos sem escrita. Em vista disso, uma medida importante de civilização seria a posse de registros escritos. Essa visão é, atualmente, questionada pelos pesquisadores, que procuram analisar as diversas sociedades com base no próprio sistema de valores de cada uma delas.
  2. Podemos destacar: 1) Deus criou a matéria no Universo e, depois, formou os seres vivos, inclusive os seres humanos; 2) para um grupo distinto de criacionistas, as obras criadoras de Deus se manifestam durante seis dias de 24 horas; 3) para outro grupo representativo de criacionistas, a superfície da Terra foi dramaticamente alterada por conta de uma catástrofe global, conhecida como Dilúvio; 4) para um grupo considerável de criacionistas, a humanidade como um todo teve uma origem comum, que se deu a partir dos seres humanos que sobreviveram à grande catástrofe global.
  3.  A Revolução Neolítica envolve transformações geradas pelo uso da agricultura e pelo controle das fontes de alimento. Esse processo possibilitou a sedentarização do ser humano em diversas regiões, havendo, com isso, um grande aumento populacional e a formação dos primeiros núcleos urbanos. Assim, foi possível o aperfeiçoamento dos instrumentos de pedra, o uso da cerâmica, da tecelagem e da roda.
  4. Resposta pessoal. Vale lembrar que o modelo Criacionista e o Design Inteligente buscam, na ciência, subsídios para corroborarem os seus argumentos de um Criador.
  5.  Devemos levar em consideração os estudos sobre o Neolítico, que indicam um crescente nível de desigualdade social a partir do aperfeiçoamento das técnicas de produção. É necessário o seguinte questionamento: a desigualdade social é um processo natural no crescimento das sociedades? Além disso, não se pode desconsiderar, por outro lado, o modo com que o desenvolvimento tecnológico tem colaborado para diminuir as desigualdades.
  6.  C

DE OLHO NO VESTIBULAR

  1. a) A invenção da escrita como marco divisor entre a Pré-História e História trouxe consigo, por muito tempo, a ideia de divisão entre o mundo “primitivo” e o “civilizado”. Essa distinção, entretanto, é, atualmente, bastante questionada pelos estudos antropológicos. ///// b) Nas sociedades orais, a palavra é considerada sagrada e, portanto, deve ser preservada. A partir do estudo da oralidade, o historiador pode compreender a tradição e cultura dessas sociedades; por meio de métodos sistemáticos de informações orais, o estudioso pode compreender a história destes povos.
  2.  C
  3. A
  4. B
  5. C
  6. D
  7. E

2º EM: REVOLUÇÕES NA INGLATERRA DOS SÉCULOS XVII E XVIII

PÁGINA 3:

  1. Dentre os diversos motivos, podemos citar: Os monarcas Jaime I e Carlos I fortaleceram a monarquia absolutista. Essa postura levou a monarquia inglesa a se afastar do Parlamento, que, por sua vez, tornou-se cada vez mais dominado pela burguesia. // A pequena e média nobreza rural (gentry) propunha a diminuição dos poderes do rei sobre as questões econômicas, opondo-se à nobreza tradicional, pouco interessada no desenvolvimento capitalista. // O incômodo que a burguesia sentia diante da afinidade do monarca com setores tradicionais. // A imposição do anglicanismo como religião estatal também era um fator de tensão, pois, de modo geral, os burgueses identificavam-se com as ideias do puritanismo inglês.
  2. a) Disputas entre o Estado absolutista inglês e o Parlamento. ///// b) Parlamento. ///// c) Na chamada Revolução Puritana, que marcou o início da ascensão da burguesia inglesa ao poder.

 

PÁGINAS 6 E 7:

3. O século XVII na Inglaterra foi marcado por um conflito entre as estruturas feudais que ainda existiam, juntamente com o poder absoluto do monarca, e os interesses capitalistas ligados à burguesia, grupo que controlava o Parlamento e defendia o liberalismo econômico. Essas diferenças culminaram na Revolução Gloriosa de 1689, fundamentada, entre outros fatores, nas ideias liberais do filósofo John Locke. Como resultado dessas disputas, o rei Jaime II foi deposto, colocando fim à monarquia absolutista e dando início à monarquia parlamentar. Desse modo “venciam” as ideias liberais de Locke, do parlamentarismo político e da burguesia que buscavam maior liberdade econômica.

4. A

5. 47 = 1+2+4+8+32

6. A monarquia só sobreviveu no Reino Unido por ter se adaptado ao parlamentarismo. Com o passar do tempo, aumentou a participação popular em eleições, e as grandes questões políticas e sociais são decididas no interior do Parlamento. De qualquer modo, os monarcas mantêm tradições que dão legitimidade às decisões do Parlamento. Por outro lado, a importância dos monarcas fica evidente na suntuosidade que envolve as cerimônias  da Coroa. A Abadia de Westminster é prova disso, com coroações e casamentos da família real. As duas instituições, Parlamento e Monarquia, permanecem simbolicamente unidas. Na parte externa, a imagem de Oliver Cromwell é uma lembrança de que, no passado, o Parlamento precisou intervir no Absolutismo dos reis.

 

PÁGINAS 10, 11, 12 E 13:

7. 6 = 2+4

8. A

9. 24 = 8+16

10. D

11. C

 

PÁGINAS 14, 15.

12. Resposta pessoal. Lembre-se de, que de forma geral, os camponeses estavam submetidos a uma vida de miséria na Europa.

13. Segundo elas, as promessas de libertação e mudança impulsionavam multidões a lutarem, mesmo sem objetivos políticos claramente definidos. Em sua situação de miséria, os camponeses não tinham muito a perder.

14. Resposta pessoal. Deve-se levar em consideração os diversos movimentos sociais existentes no Brasil, expondo sua opinião sobre a ação dos mesmos.

15. Resposta pessoal. Tenha em mente que o trabalho infantil foi uma terrível exigência dos novos tempos, de produção em larga escala. A busca por lucros levava os industriais a usarem a mais barata mão de obra disponível: as crianças.

 

PÁGINAS 16, 17, 18 E 19.

DE OLHO NO VESTIBULAR

  1. a) Pode-se dizer que um grande valor se contrapunha à monarquia Stuart: a liberdade. Segundo o texto, a ascensão da burguesia no plano econômico se fazia sentir também na vida política. Essa classe pretendeu ocupar lugar de comando na vida do país. Dentro do mesmo contexto se desenvolveu a oposição à religião do Estado, o anglicanismo, e essa oposição foi dirigida principalmente pelos puritanos, grande parte deles burgueses, com o argumento de que a religião deveria se desvincular do Estado. ///// b) A Revolução Inglesa – Puritana e Gloriosa – foi responsável pela eliminação do Absolutismo na Inglaterra e pela adoção de um novo modelo baseado no Parlamento. A monarquia parlamentarista inglesa foi o primeiro modelo político liberal na História Moderna e esteve baseada nos princípios iniciais do Iluminismo a partir das teorias de John Locke.
  2.  a) Durante o século XVII, a burguesia inglesa assumiu o controle político do país por meio da Revolução Puritana, consolidada décadas depois pela Revolução Gloriosa, dando ao governo um caráter empreendedor. Após a Revolução Puritana, durante o governo de Oliver Cromwell, o país adotou o “Ato de Navegação”, que permitiu a ampliação do comércio das empresas inglesas e se chocou com a principal potência naval da época, a Holanda, que perdeu rotas e áreas de comércio. ///// b) Ela marca a ascensão política da burguesia apoiada em novos ideais que deram origem ao Iluminismo, que se propagara na Europa e América a partir de então.
  3.  a) Foram consequências dos cercamentos a perda de terras pelas camadas mais pobres do campesinato, sobretudo entre os arrendatários, e a migração dos camponeses expropriados para a cidade, que se transformaram em mão de obra barata para as indústrias. ///// b) O período de maior incidência dos enclousures foi entre 1608 e 1729, abrangendo o período das revoluções de 1640 e de 1688, que resultaram na redução da autoridade da monarquia, no declínio da antiga aristocracia e na formação de uma nova ordem política na qual a burguesia se colocou à frente do Estado. Nesse contexto, destacou-se a Revolução Gloriosa (1688), que consolidou a monarquia constitucional, impondo a superioridade da lei sobre a autoridade real e estabeleceu, por meio da declaração de direitos, o respeito à liberdade individual e à propriedade privada.
  4. A tabela evidencia que, apesar do crescimento das exportações, sobretudo para a América a partir de 1770, o mercado interno inglês absorvia a maior parte da produção industrial britânica, elemento decisivo para o crescimento do processo de industrialização na Inglaterra do século XVIII.
  5.  B
  6. B
  7. C
  8. E
  9. A
  10. D
  11. C
  12. E
  13. C
  14. E
  15. C