RESUMO PARA PROVA – 7° ANO C

Queridas alunas e alunos,

Devido a um problema do servidor, não foi possível a postagem deste material anteriormente.

Durante nossas aulas neste início de bimestre, pudemos estudar melhor sobre os povos muçulmanos e sua cultura. Pudemos compreender que, antes do estabelecimento do islamismo como religião, o povo árabe era politeísta. Porém, Mohamed – mais conhecido como Maomé – segundo seus relatos, teve um encontro com o anjo Gabriel e, a partir daí passou a receber revelações sobre a fé que fundou. É preciso observar que, ao se casar com Khadidja, viúva rica, ele tem a oportunidade de ampliar seu trabalho com o comércio. Além disso, em suas viagens a negócio ele teve contato com o cristianismo e o judaísmo, religiões das quais recebeu grande influência, ajudando-o a fundar sua religião monoteísta.

Sua esposa se torna a primeira fiel de sua religião e Maomé consegue convencer os beduínos acerca de todas as bem-aventuranças que os aguardava após à morte. Porém, a população de Meca, principalmente os sacerdotes que lidavam com a religião, não aceitaram o islã, uma vez que batia de frente com seus deuses. As diversas imagens e relíquias destes deuses rendiam muito dinheiro ao povo de Meca. Esse povo agiu com indiferença à pregação de Maomé, mas a disputa se acirrou e, no ano 622, Maomé foge de Meca para Yatreb (Medina), cidade sagrada do profeta. Ele só retorna posteriormente e consegue estabelecer sua religião em Meca. Essa fuga, conhecida como Hégira, marca o início do calendário muçulmano em todo mundo. Sendo lunar, um ano equivale a 354 dias.

A fé islâmica é composta, entre outras coisas, de 5 obrigações básicas: Iman (fé), Salat (oração), Hajj (peregrinação), Zakat (tributo) e Syiam (jejum). Na página 13 de seu livro você encontra mais detalhes sobre estas obrigações.

No que se refere à cultura, podemos destacar algumas contribuições dos muçulmanos. São elas:

  1. algarismos indo-arábicos;
  2. introdução do papel no Ocidente, em cerca do ano 750, principalmente na Espanha e Itália;
  3. na Literatura, a obra “As mil e uma noites, de Omar Khayan, uma coleção de contos;
  4. na Filosofia, Averróis e seu trabalho de preservação das obras de Aristóteles;
  5. na Arquitetura, os minaretes, construções com torres pontiagudas (ver página 17);
  6. na Medicina, a realização de cirurgias e o estudo de anatomia;
  7. Desenvolvimento do comércio do Oriente com o Ocidente.

Dada a sua jihad (luta) para que a fé islâmica se espalhasse por todo o mundo, os muçulmanos conquistaram muitos povos e os islamizaram. Um exemplo disso são os diversos países do Norte da África, como o Egito, por exemplo. Chegaram também à região da Península Ibérica (Portugal e Espanha), mas não conseguiram alcançar toda a Europa. Um marco desse período de conquistas foi a Batalha de Poitiers, vencida por Carlos Martel, em favor dos francos (atual França). Não fosse essa vitória, provavelmente toda a Europa teria sido islamizada. Mais que isso, durante a expansão marítima e comercial, o islamismo teria chegado às Américas e até mesmo ao Sul da África.

Na atualidade, o islã possui, basicamente, dois grupos de pessoas que praticam essa fé. São eles:

  1. Xiitas: esse grupo de pessoas se mantém fiel somente ao Alcorão, livro sagrado dos muçulmanos. Acreditam que o genro de Maomé, chamado Ali, era seu verdadeiro sucessor, o que defendem até hoje. Ali deu início à Dinastia Omíada, que ficou no poder por cerca de 100 anos, sendo derrubada por descendentes de Abbas, tio de Maomé, que fundaram a Dinastia Abássida.
  2. Sunitas: esse grupo, basicamente, acredita não somente no Alcorão, mas também na Suna, um livro com relatos da vida de Maomé.

 

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *