Arquivos mensais: setembro 2018

RESUMÃO: GRÉCIA ANTIGA

Olá, queridos alunos e alunas.

Neste espaço trago para vocês um resumo para a prova da próxima sexta. Ele irá ajudar vocês no estudo. Lembrem-se, porém, de ler o material no livro, que é a base para a prova de vocês.

Então, chega de conversa e, vamos lá! 😉

Precisamos sempre ter em mente que os gregos não se formaram de um só povo, mas de vários, não sendo assim um reino único, mas formadas de diversas cidades, cada uma com seu governo próprio. Se consideravam helenos, pois acreditavam que Heleno, filho de um sobrevivente de um dilúvio provocado por Zeus, era seu ascendente. Ao estes povos se fixarem à região, desenvolvem a agricultura e a criação de animais.

No que se refere à geografia, seu território na Península Balcânica era dividido assim:

  • Continental: existência de várias montanhas;
  • Peninsular: litoral com poucas praias, em muitos casos planalto e montanha terminando no mar, não existindo praias ou portos naturais;
  • Insular: Diversas ilhas ao redor da península.

Em seu período inicial, o povo micênico foi um dos diversos povos vindos do Leste. Ficaram conhecidos por seus grandes palácios e edificações. No que se refere aos palácios, eles se tornam importantes naquela sociedade pois eles não funcionavam somente como morada do rei, mas várias atividades eram desenvolvidas ao redor destes palácios, o que demonstra um domínio monárquico forte.

PERÍODO HOMÉRICO

No Período Homérico, diversas transformações ocorreram. grandes palácios deixam de existir, técnicas de produção de objetos simplificados, com abandono de algumas cidades. A economia passou a ser de subsistência: para consumo próprio. Também neste período, as diferenças sociais começaram a aumentar, com muitos pobres e poucos ricos (não muito diferente de nossa realidade).

Os casamentos eram usados para alianças entre famílias. Apesar de a maior parte da população ser livre, existiam escravos, mas não tão fundamentais naquela sociedade. Somente após o século VIII a.C. é que os escravos se tornam a base do trabalho.

Apesar disso, este período não foi de total decadência, uma vez que as comunidades gregas cresciam e se especializavam cada vez mais na guerra.

PERÍODO ARCAICO

Durante este período, os gregos deixaram de ser uma sociedade camponesa e guerreira e começaram a se organizar, em cerca de 500 a.C., em cidades-Estado, a pólis, cada uma com seu governo próprio.

pólis era o centro urbanizado. Nela se reuniam edifícios públicos, praças, templos e habitações. As terras ao redor da pólis também faziam parte dela, sendo utilizadas para o cultivo. A administração da pólis deu origem à palavra política, tão comentada por nós na sala de aulas.

Além disso, podemos destacar que, neste período, o gregos começaram a ocupar territórios fora da Península Balcânica, alcançando a Ásia Menor, o sul da Itália, diversas ilhas do Mar Egeu e o Mediterrâneo. A junção de todos os territórios gregos neste período se chamava Magna Grécia.

É no século VIII a.C. ocorreu aquilo que podemos considerar uma revolução no Mediterrâneo. O principal motor disso tudo foi a navegação, com barcos e navios criados primeiramente pelos fenícios. Assim, o Mediterrâneo se tornou em uma grande estrada que interligava diversos povos, o que fazia com que diversas culturas entrassem em contato uma com as outras, além da troca de riquezas e bens.

ATENAS

Podemos considerar Atenas como o berço da democracia, apesar de outros povos desenvolverem ideias democráticas.

Porém, é preciso colocar que nem todos tinham direito a essa democracia. Ela pertencia a um pequeno grupo privilegiado, sobretudo de famílias tradicionais. Com o passar dos anos, os comerciantes, começam a exigir direitos políticos e a situação dos pequenos agricultores piorava, se tornando escravos por dívidas. Drácon então reúne todas as leis orais, baseada nas tradições e costumes gregos. Sólon é quem cederá à pressão em 594 a.C., permitindo que comerciantes ricos pudessem votar. Por fim, Clístenes, o “pai da democracia”, promove uma série de reformas entre 508 e 507 a.C., permitindo participação política nunca antes vista. Assim, o cidadão acima de 20 anos podia participar da política e tinha direito a voz e voto.

Devemos lembrar que democracia é uma palavra que significa poder do povo, sendo uma forma de governo onde a vontade da maioria dos cidadãos prevalece. A democracia, como pudemos ver, não era direito de todos. em tese, eram considerados cidadãos somente os homens, a minoria da população. Mulheres, crianças, estrangeiros e escravos estavam fora da democracia.

Duas formas de governos predominaram em Atenas:

  1. Monarquia: poder de uma só pessoa, no caso, o rei
  2. Oligarquia: poder de poucos, sendo estes representantes de famílias mais tradicionais.

Sobre a sociedade ateniense, era formada da seguinte forma:

  • famílias tradicionais: se consideravam descendentes daqueles que fundaram Atenas;
  • Comerciantes e artesãos: cresceram economicamente, passando a exigir participação política;
  • Pequenos agricultores: camada mais pobre, que poderiam se tornar escravos, caso não conseguissem pagar suas dívidas;
  • Escravos: formados por prisioneiros de guerra e pessoas compradas no exterior.

ESPARTA

Os espartanos são um exemplo de desenvolvimento militar na sociedade grega. Seus soldados permaneciam dos 18 aos 60 anos no Exército, isso sem contar os 6 anos de treinamento.

A mulher era de extrema importância na sociedade espartana. É com elas que começava a educação das crianças. Elas eram:

  • responsáveis pela educação das crianças até aos sete anos de idade;
  • eram excelentes administradoras;
  • cuidavam dos negócios da família quando os homens iam para a guerra;
  • conduziam atividades religiosas;
  • influenciavam a atividade de alguns políticos;
  • algumas atá participavam de combates, segundo alguns historiadores.

Percebe-se o militarismo na sociedade espartana desde o nascimento.Crianças eram examinadas ao nascer para decidir se viveriam ou não. Os que eram aprovados, viveriam até aos sete anos com a mãe. Então, eram enviados à escola, permanecendo ali até os doze anos. As meninas, com doze anos, voltava ao convívio com a mãe, e os meninos tinham de sobreviver sozinhos, afastados da cidade, onde eram obrigados a desenvolver habilidades necessárias à sobrevivência.

AS GUERRAS

Das guerras em que os gregos se envolveram, a Gurra do Peloponeso foi de grande importância, entre os anos 431 e 404 a.C.  Esse conflito encerrou o fim da exploração por parte de Atenas sobre as demais póleis.

Dos diversos comandantes que foram às guerras, a figura de Alexandre, o Grande, se destaca. Nascido na Macedônia e educado na Grécia, era grande admirador do pensamento grego. Com apenas 20 anos ele substitui seu pai, Felipe II, no comando do mundo greco-macedônico. Em 334 a.C., ele vai até à Ásia e submete o grande Império Persa, dominando o que hoje conhecemos como Oriente Médio. Com 31 anos era o comandante supremo de um dos mais vastos impérios da História. Ele morre aos 32 anos, provavelmente de malária, em 323 a.C. Seu império foi dividido entre seus generais, o que levou ao enfraquecimento da Grécia, quando enfim foram dominados pelos Romanos.  Os quatro principais generais que substituíram Alexandre foram: Cassandro, Lissímaco, Seleuco e Ptolomeu.

RESUMÃO: COLONIZAÇÃO ESPANHOLA NA AMÉRICA

QUERIDOS ALUNOS,

Abaixo reproduzo um resumo para o estudo da prova desta sexta-feira, que vai ajudar a vocês nos estudos. Lembre-se de ler o material do livro, pois ele complementa o estudo aqui feito.

Então, vamos lá! 🙂

A colonização da América Espanhola aconteceu devido a diversos fatores que pudemos perceber em nossos estudos. Podemos destacar aqueles que podem explicar a facilidade com que os espanhóis conquistaram as diversas comunidades nativas da América. Assim, devemos apontar os seguintes fatores que facilitaram a colonização:

  • armamentos superiores dos espanhóis: o uso de armas de fogo, cavalos e cães colocaram os espanhóis à frente dos povos nativos;
  • aliança entre europeus e povos dominados por astecas e incas: diversas promessas foram feitas para que estes povos entrassem do lado dos espanhóis. Lógico, estas promessas não foram cumpridas.
  • epidemias: doenças trazidas pelos espanhóis, às quais os índios não tinham conhecimento e resistência, entre elas, sarampo, varíola e sarampo, atingiam aldeias, matando centenas de pessoas. Da mesma forma, os europeus também eram atingidos por doenças comuns aos nativos, mas sem muitos prejuízos;
  • a forma como os povos da América entendiam a guerra: os astecas, por exemplo, consideravam que a guerra tinha muitas regras. O objetivo era demonstrar  coragem e capturar o inimigo vivo para usar em sacrifícios, se necessário. os espanhóis não tinham regras: o importante era atacar e vencer.

A presença da Igreja Católica na América foi importante para o processo de colonização. A Igreja vinha com a missão de evangelizar ou catequizar os índios americanos. Era propósito da missão também ensinar aos nativos a cultura e os costumes europeus, considerados superiores aos americanos. Porém, segundo alguns registros históricos, alguns padres se envolveram em abusos contra os índios, provavelmente por causa da religião praticada por eles.  Porém, muitos padres denunciavam essa práticas, buscando a defesa dos nativos americanos. Entre estes padres, se destaca Bartolomé de Las Casas.

A CONQUISTA DO IMPÉRIO ASTECA

Duas pessoas foram importantes para que Hernán Cortez obtivesse êxito: Jerônimo Aguilar e Malinche. Eram os dois que traduziam as conversas entre Cortez e os diversos povos dominados pelos astecas. Malinche, com o tempo, aprendeu o espanhol, o que facilitou a comunicação com Cortez, com quem ela se casaria. O propósito dos diálogos de Cortez com os povos conquistados pelos astecas eram convencê-los a participar da conquista, fazendo até mesmo algumas promessas. Malinche foi peça chave, junto com outros informantes, para a conquista.

Motezuma II acirrou mais ainda a vontade dos espanhóis quando enviou ouro de presente a eles, antes que chegassem a Tenochtitlán. Quando os espanhóis chegam, são bem tratados pelo Imperador. Por fim, em 1521, após Cortez organizar grande expedição, os astecas são conquistados, matando, torturando e queimando pessoas.

A CONQUISTA DO IMPÉRIO INCA

Dois homens são importantes na conquista: Francisco Pizarro e Diego Almagro. Diferente de Cortez, que era um homem com experiência militar e que tinha estudado em uma universidade na Espanha, Pizarro era um homem sem estudos, mas que tinha uma coisa que o impulsionava: a ambição por riquezas.

Pizarro e Almagro se aproveitam da instabilidade política do Império Inca. Naquele período, havia uma briga de sucessão entre Atahualpa e Huascar. Atahualpa é capturado quando vai visitar o acampamento espanhol, que exigem o resgate de uma sala repleta de ouro. O resgate é pago e Atahualpa é morto.

Ao chegar a Cuzco, Manco Capac foi colocado como Imperador. Ele lidera uma rebelião, que foi reprimida com violência.

Pizarro e Almagro lutaram entre si por conta das riquezas. Almagro foi executado pelos partidários de Pizarro que, anos depois, também foi assassinado. Um vice-reinado é estabelecido pelos espanhóis na região, destruindo todas as resistências, organizando a administração da região.

ORGANIZAÇÃO DA COLÔNIA

Diversos órgãos, com funções específicas, foram criados. São eles:

  • Casa de Contratação: Criada em 1503, supervisionava as relações marítimas e comerciais entre metrópole e colônia. Cuidavam da cobrança de impostos e aplicação de leis;
  • Conselho das Índias: Formado por pessoas que nomeavam as autoridades na América, mantendo o contato entre metrópole e colônia;
  • Audiências: Tribunais de julgamento e que realizava funções administrativas, vigiando funcionários coloniais.
  • Cabildo: Formados por grandes comerciantes e proprietários de terras, funcionava como uma Câmara Municipal.

TRABALHO

Duas formas de dominação foram extensamente praticadas na América Espanhola:

  • Encomienda: os índios eram colocado sob responsabilidade dos espanhóis, que deveriam catequizá-los, ensinando o cristianismo. Além disso, deveriam ser civilizados segundo os costumes europeus. Em troca desse favor, o espanhol tinha o direito de fazer os índios trabalharem. Era uma forma de escravidão, apesar de ser chamado de trabalho compulsório;
  • Mita: prática já utilizada pelo sapa inca (imperador inca), da qual os espanhóis se apropriam após a conquista. Assim, os espanhóis fizeram com que os nativos trabalhassem muito em minas de prata e nas haciendas, na produção de alimentos.

Além disso, podemos deixar claro que a forma de colonização destas terras foi na forma de exploração, diferente do que aconteceu na região Norte da América, onde as colônias eram de povoamento. Nas páginas 194 e 195, você encontra mais informações sobre essas formas de colonização.

ALGUMAS CONSEQUÊNCIAS NEGATIVAS DA COLONIZAÇÃO ESPANHOLA

  1. extermínio de diversos povos indígenas da região;
  2. desrespeito à diversidade cultural e religiosa dos povos nativos;
  3. os espanhóis não levaram em consideração a organização social dos povos americanos;
  4. retirada de grande quantidade de riquezas das terras conquistadas;
  5. transmissão de doenças antes desconhecidas dos nativos;
  6. Uso da violência excessiva para dominar os povos, o que levou à morte de milhares de nativos.

COLONIZAÇÃO ESPANHOLA NA AMÉRICA: A CONQUISTA DO IMPÉRIO ASTECA

A conquista do Império Asteca é atribuída a Hernán Cortez. Em busca de ouro (o que fazia parte do Metalismo europeu), Cortez sai com 11 navios de guerra, 100 marinheiros, 600 soldados, 10 canhões e 16 cavalos, com o objetivo de chegar a Tenotchitlán e dominá-la.. Logicamente, com um pequeno contingente, não consegue dominar a cidade.

Porém, Cortez conhece a Jerônimo Aguilar, conhecedor da língua maia, e também Malinche, que falava tanto a língua maia como a asteca. Malinche foi oferecida a Cortez como prisioneira de guerra, convertida ao cristianismo, sendo a responsável por ajudar os espanhóis na conquista do Império Asteca. Era ela que fazia as traduções entre os povos americanos e europeus. No fim das contas, Malinche acaba se casando com Hernán Cortez. Ela é considerada pelos mexicanos, até hoje, como uma traidora, uma vez que se não fosse pela intervenção dela, os Astecas não seriam conquistados. Porém, veremos mais à frente que outros fatores contribuíram para o processo de conquista.

Precisamos lembrar que os Astecas eram fatalistas, sobretudo com o fim dos ciclos de seu calendário e, como em 1500 era o fim de um destes ciclos, passaram a crer em um possível fim dos tempos com a chegada dos europeus. A vitória só foi possível porque Hernán Cortez se associou a povos inimigos dos Astecas. Para que tivesse êxito, Cortez oferece uma série de benefícios, que não foram cumpridos depois da conquista.

Podemos perceber que Cortez se aproveitou das lendas, da ideia de uma tragédia iminente, da inimizade dos povos dominados e do apoio de Malinche para obter sucesso sobre os Astecas.

Hernán Cortez:

Malinche:

A COLONIZAÇÃO ESPANHOLA NA AMÉRICA: O MUNDO GLOBALIZADO

Os séculos XV e XVI podem ser considerados como o início do processo de Globalização no mundo. Isso se deve principalmente ao fato de que, mais do que em qualquer momento da História, povos de culturas tão diversas se encontram, não sendo mais  a Europa o centro do mundo, mas o achamento de outros lugares habitados no mundo, como a América, fez com que este europeu encontrasse novas realidades totalmente diversas das suas.

Logicamente, não significa que este contato com novas culturas seja positivo. As diferenças levaram a tragédias que marcaram a História. Colombo empreende uma viagem não somente para conhecer novas terras, mas para atender à ambição dos europeus por lucro. Em um período em que o Metalismo era uma forma de demonstrar poder, a possibilidade de encontrar ouro e prata nas novas terras atiçava a gana dos europeus. Em consequência disso, no Caribe, por exemplo, a luta pela posse da terra levou à morte tanto nativos, quanto os europeus que ali chegavam para dominar.

Junte-se a isso a Missão Cristã, que trazia em sua costas o árduo dever de combater as práticas demoníacas dos povos conquistados. Os europeus, compreendo que sua cultura era superior, buscavam de todas as formas ensinar aos povos conquistados aquilo que consideravam superior. E o cristianismo entrava nessa História. Assim, catequizar o nativo e fazê-lo cristão era necessário. Contudo, observe que quem deseja impor uma religião é o homem.

Os europeus, assim, conquistam muitos territórios, formando diversas colônias. Os espanhóis foram responsáveis pelo maior império colonial das Américas. Mas não somente eles, mas portugueses, ingleses, franceses e holandeses também ocuparam terras para explorar e povoar. Cabia às colônias oferecer recursos, matéria-prima e lucro para as metrópoles.

Observa-se, por fim, que este processo de Globalização pelo qual passa o mundo não traz nenhum benefício para as colônias naquele momento. Pelo contrário, grande parte das riquezas dos países conquistados foram levadas para a Europa, para atender aos interesses de um povo que desejava cada vez mais poder e riqueza, mesmo que isso fosse conquistado à custa da exploração do outro.

OS JOGOS OLÍMPICOS: DA ANTIGUIDADE GREGA PARA A ATUALIDADE

Falar sobre os Jogos Olímpicos não se resume à atualidade. Desde a Antiguidade Clássica, na Grécia, já eram realizados estes jogos, uma forma de reunir diversos representantes das póleis gregas, celebrando sua cultura helênica, bem como os diversos deuses daqueles povos.

Os primeiros Jogos Olímpicos foram realizados pela primeira vez em 776 a.c., no santuário de Olímpia, cidade esta que fazia referência à habitação dos deuses, o Olimpo. A princípio, as principais modalidades esportivas eram a corrida, o pugilato (parecido com o boxe praticado na atualidade, mas com regras diferentes), e arremesso de disco e dardo. Como eram poucas modalidades e não muitas cidades-Estado representadas, os jogos duravam apenas um dia. Porém, à medida que o tempo passou, as modalidades aumentaram, bem como o número de participantes, durando assim os jogos cerca de uma semana.

Assim como na atualidade, os jogos eram realizados a cada quatro anos.  Algo que nos ajuda a entender como os jogos eram importantes era o fato de que, durante a sua realização, existia o que chamavam de “trégua sagrada”, ou seja, todas a guerras  cessavam. Assim, os expectadores podiam se deslocar até Olímpia sem correr o risco de serem atacados.

Neste período, não somente os jogos eram realizados, mas as pessoas que vinham das mais remotas cidades da Grécia aproveitavam para oferecer sacrifícios a seus diversos deuses. os atletas não somente representavam as cidades pelas quais iam competir, mas também os seus deuses. Assim, o fato de vencer e receber a coroa de louros trazia em si três honrarias:

  1. A honra para o próprio atleta;
  2. A honra dos deuses a que ele representava; e
  3. A honra da cidade que estes atletas representavam.

Até o século IV d.C. os gregos realizavam os jogos periodicamente. Porém, alguns fatores levaram ao fim dos Jogos. Entre eles, podemos citar as guerras que enfraqueciam a Grécia, os problemas econômicos e, principalmente, a dominação romana. No ano de 393 d.C., o Imperador Teodósio I aboliu definitivamente os Jogos Olímpicos.

AS OLIMPÍADAS NA ATUALIDADE

Este homem na foto acima é o responsável pela volta das Olimpíadas. Pierre de Coubertin, Francês, tem a iniciativa de voltar com os Jogos, agora na cidade de Atenas, no ano de 1986.

Para isso ele criou um lema: “O importante é competir”. Era seu propósito estimular as competições esportivas como uma forma de desenvolver a paz entre os povos. Logicamente, os homens dominavam o cenário. Mas  a partir do ano de 1.900 um pequeno número de mulheres puderam participar de algumas modalidades. Na atualidade, as mulheres fazem parte das Olimpíadas de forma consistente, em diversas modalidades, inclusive algumas praticadas no passado somente por homens. Além disso, elas representam mais de 40% dos atletas nos Jogos Olímpicos Modernos.

O Brasil participou da primeira Olimpíada somente no ano de 1.920, na Antuérpia, Bélgica. Naquela ocasião foram enviados 21 atletas brasileiros, todos homens. em 1932 a primeira mulher brasileira vai aos Jogos Olímpicos de Los Angeles. A nadadora Maria Lenke se torna assim a primeira mulher latino-americana a participar de uma Olimpíada.

De 1.932 para cá o Brasil participou de todos os Jogos. Podemos destacar também que em 2.016 as Olimpíadas foram realizadas no Brasil, juntamente com os Jogos Paralímpicos, na cidade do Rio de Janeiro.

A partir deste texto, faça uma pesquisa sobre os Jogos Paralímpicos. A seguir, escreva um pequeno texto, levando em consideração as seguintes informações:

  • O que são os Jogos Paralímpicos?
  • Aponte três modalidades realizadas nestes Jogos e como elas funcionam.
  • Geralmente, em que período são realizados estes Jogos?
  • Qual modalidade dos Jogos Paralímpicos você achou mais interessante?
  • Por que os Jogos Paralímpicos são importantes?

O TEXTO QUE VOCÊ PRODUZIU DEVE SER POSTADO AQUI no “O Blog da História” até o dia 17 de setembro, às 21h. Na hora que postar o texto, lembre de colocar um cabeçalho com as seguintes informações:

  • Nome:
  • Série:
  • Turma:

Vale lembrar que este trabalho vale 5,0 pontos para a disciplina de História no 4º Bimestre letivo.

Então, BOA PESQUISA E BOM TRABALHO!!!

OS GREGOS: UM POVO DE DIVERSOS POVOS

Para uma melhor compreensão sobre os gregos, é preciso ter em mente que eles não eram um povo único. Era uma sociedade formada por diversas cidades-Estado, que eram chamadas de pólis, tendo cada uma delas um governo local.

O que de fato unia os gregos era uma cultura em comum, que envolvia a sua língua, o modo como viviam e encaravam a vida e sua religião. Se consideravam helenos, uma vez que entendiam que eram descendentes de um personagem lendário chamado Heleno, filho do único sobrevivente de um dilúvio provocado por Zeus.

Esses diversos habitantes faziam parte de diversos povos que passaram a habitar a Península Balcânica, criando ali animais e desenvolvendo a agricultura. Outros povos chegaram do leste, fundando outras localidades. Um exemplo disso os aqueus, que também passaram a ser chamados de micênico, por causa da cidade de Micenas.

No que se refere à geografia grega, como mostra o mapa que ilustra este post, ela era formada por uma porção no continente (continental), outra no litoral (peninsular) e um grande conjunto de ilhas (insular).

Os micênicos começaram na Grécia a construção de palácios e fortificações, o que demonstra um forte poder monárquico na região. Também desenvolveram um sistema próprio de escrita, decifrado por Arqueólogos em 1950.

A sociedade micênica era organizada em torno do palácio, lembrando em muito características de Egito e Mesopotâmia. Além disso, durante esse período, apesar de as cidades-Estado serem independentes, sempre se uniam quando algum inimigo atacava a região.

Um conflito deste período que ficou bastante conhecido foi a Guerra de Troia.  Essa guerra fortaleceu a transmissão de histórias de forma oral. a Guerra de Troia sempre foi questionada por diversos historiadores: ela de fato aconteceu?

Ao que tudo indica, é verdade. A Arqueologia foi em busca de informações sobre estas cidades e, de 1870 a 1873, Schliemann fez diversas escavações na região da Ásia Menor e encontrou não somente uma,mas nove cidades.  A sétima cidade tinha marcas de incêndio, e todo tesouro alí encontrado correspondia ao que se sabia sobre os troianos: era a cidade de Príamo.

Após esse período, os micênicos entram em decadênca e, em 1.200 a.C. já haviam se espalhado por diversas regiões ao redor do Mar Morto.

 

Estas informações podem ser encontradas em:

FILHO, Ubirajara de Farias Prestes; Xavier, Edson. História. 2ª Edição. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, 2014.

OS DEUSES DA MITOLOGIA GREGA

A religião grega teve grande importância para aquela sociedade. De forma geral, seus tinham diversos poderes sobrenaturais, bem como virtudes e defeitos humanos. É como se todos eles fossem seres humanos em tamanho grande, como se fossem gigantes.

Cada pólis grega se apegava a um deus protetor, e os rituais e festas eram uma maneira de estabelecerem relação com os homens. Acreditava-se que os deuses podiam se relacionar com humanos e ter filhos com eles. Assim, estes filhos eram como heróis ou semideuses.

Estes deuses vinham de narrativas míticas que foram passadas de forma oral. Estes mitos tinham o intuito de responder a algumas perguntas que o homem fazia sobre a natureza, a existência humana e origem de tudo que existe.

Os deuses formavam o que os gregos chamavam de Panteão, que era formado pelos seguintes deuses:

AFRODITE: deusa do amor, da beleza, da sexualidade e da fertilidade.

APOLO: deus das doenças e da cura, da beleza, da verdade e da razão.

ARES: deus da guerra;

ÁRTEMIS: irmã gêmea de Apolo; deusa da Lua, da caça, dos animais e do parto e protetora das mulheres.

ATENA (ou PALAS ATENA): padroeira de Atenas, deusa da sabedoria, da guerra estratégica, da justiça e das artes.

DEMÉTER: deusa da agricultura, das colheitas e das estações do ano.

DIONÍSIO: deus do vinho, da loucura e das festas.

HEFESTO: deus dos artífices, do fogo e dos vulcões.

HERA: protetora do casamento, da maternidade e das esposas.

HERMES: mensageiro dos deuses, patrono dos rebanhos, dos viajantes, da ginástica e dos ladrões.

POSEIDON: deus do mar e dos terremotos.

ZEUS: senhor dos deuses e do universo.

Assim, podemos compreender que os gregos eram politeístas, e seus deuses habitavam o Monte Olimpo. Eles criam que estes deuses eram imortais, interferindo na vida dos seres humanos, seja para castigar ou para ajudar.

 

Com informações de:

Marco Pellegrini, Adriana Machado Dias e Keila Grinberg, em #contato História, vol. 1.

Patrícia Ramos Braick e Myriam Becho Mota, em História: das cavernas ao terceiro milênio, vol. 1.

APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS SOBRE A ÁFRICA – SÉTIMO ANO

Olá queridos alunos,

Tudo bem?

Segue aqui as informações da formação dos grupos para apresentação sobre Sociedades e Culturas Africanas.

Grupo 1: Pensando a África e Grandes Impérios (páginas 165 a 167)

Líder: Amanda Magioni

Componentes: Amanda Chirstine, Ana Beatriz, Arthur Anthony, Artur Silva, Daniela, Emanuelle, Estéfany e Estêvão.

Grupo 2: O Reino de Gana e Império Mali (páginas 168 a 171):

Líder: Hellen

Componentes: Fabrízio, Gabriel, Giovana, Hellen, João Henrique, Julia Mellyna, Júlia Souza e Klaussio.

Grupo 3: As Cidades-Estado Iorubas, Reino de Abomé e Reino de Ashanti (páginas 171 a 174)

Líder: Leonardo

Componentes: Lays, Lucas, Marco Antônio, Maria Vitória, Marina, Mateus Angeli, Mateus Silva e Pedro Henrique e Rafael Ribeiro.

Grupo 4: O Reino do Congo e Características Gerais dos Povos Estudados (páginas 174 a 179

Líder: Rick Furlan

Componentes: Rafael Salvador, Rafaela, Raquel, Rebeca, Samuel, Victória, Yasmin, Ytalo e Marcos Tadeu

ORIENTAÇÕES IMPORTANTES:

Cabe aos líderes organizar as partes das falas de cada um dos seus colegas. Como este é um capítulo pequeno, é bom que cada um faça uma pesquisa sobre o povo que irão falar.

Não é necessária a reunião na casa de colegas, uma vez que vocês terão tempo em sala de aulas para conversar sobre o trabalho.

Os trabalhos serão apresentados no dia 14 de setembro, respeitando a ordem dos grupos como colocada acima.

Não leia durante a apresentação. Estude e pesquise antes. A leitura levará a redução da nota final.

Lembrem-se que serão avaliados de forma individual e em grupo. Assim, quando um colega estiver falando, esteja atento a suas considerações.

Façam um bom trabalho em equipe. Lembrem-se que vocês são diferentes um do outro, mas juntos vocês podem mais.

Sucesso na apresentação!

DIVISÃO DOS GRUPOS PARA O TRABALHO DO CAPÍTULO 8 – SEXTO B

Olá queridos alunos,

Tudo bem?

Segue aqui as informações da formação dos grupos para apresentação sobre os Fenícios, Persas e Cretenses.

Grupo 1: A Política dos Persas, A vida dos Persas (páginas 131 a 135):

Líder: Daniel Stieg

Componentes: Ana Clara, Ana Luisa, Beatriz, Bryan, Caio Alex, Eduardo, Evillyn, Gabriel, Guilherme e Gustavo.

Grupo 2: Os Fenícios, A vida dos Fenícios (páginas 135 a 139):

Líder: Juan

Componentes: Henrique, Isabely, João Vitor, Kawan, Lara, Lívia, Luiz Filipe, Maria Luiza, Marta e Mateus Capelario.

Grupo 3: Cretenses, Cultura Cretense (páginas 140 a 144)

Líder: Samara

Componentes: Matheus Gomes, Matheus Guimarães, Nícolas, Nicoly, Pedro Xavier, Robson Leite, Sarah, Victor, Vinícius, Issacar, Miguel Gomes.

ORIENTAÇÕES IMPORTANTES:

Cabe aos líderes organizar as partes das falas de cada um dos seus colegas. Como este é um capítulo pequeno, é bom que cada um faça uma pesquisa sobre o povo que irão falar.

Não é necessária a reunião na casa de colegas, uma vez que vocês terão tempo em sala de aulas para conversar sobre o trabalho.

Os trabalhos serão apresentados no dia 14 de setembro, respeitando a ordem dos grupos como colocada acima.

Não leia durante a apresentação. Estude e pesquise antes. A leitura levará a redução da nota final.

Lembrem-se que serão avaliados de forma individual e em grupo. Assim, quando um colega estiver falando, esteja atento a suas considerações.

Façam um bom trabalho em equipe. Lembrem-se que vocês são diferentes um do outro, mas juntos vocês podem mais.

Sucesso na apresentação!

DIVISÃO DOS GRUPOS PARA O TRABALHO DO CAPITULO 8 – SEXTO A

Olá queridos alunos,

Tudo bem?

Segue aqui as informações da formação dos grupos para apresentação sobre os Fenícios, Persas e Cretenses.

Grupo 1: A Política dos Persas, A vida dos Persas (páginas 131 a 135):

Líder: Alícia Monjardim

Componentes: Álvaro, Ana Luiza Almeida, Ana Luiza Martins, Arthur, Bernardo, Breno, Danilo, Davi, Eduardo e Evellyn.

Grupo 2: Os Fenícios, A vida dos Fenícios (páginas 135 a 139):

Líder: Giulliano Pivetta

Componentes: Guilherme, Ingrid, Isaac, João Pedro, João Victor, Julia Souza, Lara, Luiz Octávio, Maria Eduarda, Maria Luisa.

Grupo 3: Cretenses, Cultura Cretense (páginas 140 a 144)

Líder: Arthur Silva

Componentes: Mariana, Matheus Andrey, Miguel, Nathalia, Pedro Tiago, Sofia, Vitor, Yasmim, Ketelin, Vitória e Mateus Milli.

ORIENTAÇÕES IMPORTANTES:

Cabe aos líderes organizar as partes das falas de cada um dos seus colegas. Como este é um capítulo pequeno, é bom que cada um faça uma pesquisa sobre o povo que irão falar.

Não é necessária a reunião na casa de colegas, uma vez que vocês terão tempo em sala de aulas para conversar sobre o trabalho.

Os trabalhos serão apresentados no dia 14 de setembro, respeitando a ordem dos grupos como colocada acima.

Não leia durante a apresentação. Estude e pesquise antes. A leitura levará a redução da nota final.

Lembrem-se que serão avaliados de forma individual e em grupo. Assim, quando um colega estiver falando, esteja atento a suas considerações.

Façam um bom trabalho em equipe. Lembrem-se que vocês são diferentes um do outro, mas juntos vocês podem mais.

Sucesso na apresentação!