ÁFRICA: CORREÇÃO DE ATIVIDADES DO CAPÍTULO 6

PÁGINA 103:

B. A geografia africana é muito heterogênea, ou seja, aspectos físicos e naturais são muito diversos. Do deserto às florestas, das montanhas frias às planícies quentes, tudo faz parte do mesmo continente.

C. A cultura africana é muito diversificada. A população da parte norte do continente se diferencia bastante culturalmente dos povos que ocupam o sul.

PÁGINA 107:

Sequência correta:

(2) Capital do Egito na época do Antigo Império.

(1) Primeira capital do Império Cuxe.

(1) Segunda capital do Império Cuxe.

(2) Faraó egípcio que ordenou a construção de uma das mais famosas pirâmides do Egito Antigo.

(3) As duas sociedades dependiam da agricultura para sua sobrevivência.

(3) Egito e Cuxe mantinham contato com o Mar Mediterrâneo.

(2) A mais conhecida escrita do Egito Antigo.

(1)A mais conhecida escrita do Império Cuxe.

(3) As duas sociedades construíram pirâmides.

 

PÁGINA 108:

EM CIMA: Rotas comerciais passando pela África, Arábia e Índia.

EM BAIXO: Forte ligação com as cidades próximas ao Mar Mediterrâneo.

ESQUERDA: Anexação de regiões da Península Arábica.

DIREITA: Forte ligação com as cidades próximas ao Mar Mediterrâneo.

 

PÁGINAS 110-111:

 

  1. O fortalecimento do poder do Estado, como ocorreu no Império Axum, aconteceu na proporção em que este conseguiu estabelecer seu poder, não só em seu próprio território, mas também sobre as comunidades ao redor. Essa forma de crescimento era comum na Antiguidade. Dessa maneira, novas formas de riqueza permitiram maior desenvolvimento econômico, deixando mais claras as diferenças entre os membros da sociedade que detinham o poder e aqueles que se submetiam.
  2. O próprio nome, candace, é uma palavra de origem meroíta que significa rainha-mãe; elas podiam exercer um ofício muitas vezes reservado aos homens na Antiguidade, ou seja, ser sacerdotisas. Também cabia a elas a educação dos príncipes até atingirem 21 anos de idade. Dessa forma, sua influência sobre a política era muito significativa. Chegaram a assumir o comando do império, liderando até mesmo algumas importantes batalhas.
  3. QUADROS COM AFIRMAÇÕES ERRADAS: PRIMEIRA LINHA= 4; SEGUNDA LINHA= 1, 3, 4; TERCEIRA LINHA: 1, 4 e 5.
  4. Deve-se lembrar que a oralidade foi de suma importância para a manutenção da cultura e História africana.

PÁGINA 112: DEFENDA SUAS IDEIAS. Todas as respostas são pessoais.

PÁGINA 114-115:

  1. Resposta pessoal.
  2. Resposta pessoal.
  3. Resposta pessoal.
  4. A cartografia que usamos nasceu entre os europeus, que colocaram a Europa como referência no mapa, deixando a África na parte de baixo da representação tradicional. Inverter o mapa seria uma maneira de ver o mundo de forma diferente, como a autora do texto expõe. Assim, veríamos com  mais equilíbrio as diferentes culturas que existem no mundo.

 

AS GRANDES NAVEGAÇÕES EUROPEIAS: CORREÇÃO DAS ATIVADES

PÁGINA 110-111:

a) Expansão: o que estava se expandindo naquele momento eram as atividades comerciais que cresceram muito com o Renascimento comercial europeu e agora se expandiam em direção ao Oriente.

b) Marítimo: até o fim da Idade Média, as principais rotas comerciais que ligavam o Ocidente eram realizadas por terra ou pelo Mar Mediterrâneo. Agora essas atividades se rezavam pelos oceanos, sendo o Atlântico a rota principal.

c) Comercial: as atividades comerciais passam a ser a principal razão desse grande esforço europeu no início da Idade Moderna.

d) Cristã: as grandes navegações dessa época foram feitas por navegadores cristãos, que percebiam nessas viagens a possibilidade de expandir a fé.

e) Europeia: os principais navegadores desse período eram representantes de reinos estabelecidos no continente europeu.

 

PÁGINA 114:

a) concordo;

b) discordo, pois em Portugal também foi a burguesia a principal iteressada no desenvolvimento das atividades comerciais;

c) concordo;

d) discordo, pois os árabes já haviam sido expulsos da Península Ibérica com resultado da Guerra da Reconquista, terminada no século XV;

e) concordo.

 

PÁGINA 115:

  1. A tripulação enfrentava dificuldades em vários aspectos, como fome, naufráfios e epidemias.
  2. Eram crianças, em sua maioria entre 10 e 15 anos, que realizavam serviços muito variados, como lavar o convés, manter todos conscientes do horário, servir os marinheiros, entre outras coisas.

 

PÁGINA 118: Resposta certa: B.

PÁGINA 119:

  1. “A feição deles é serem pardos, um tanto avermelhados, de bons rostos e bons narizes, bem feitos. Andavam nus, sem cobertura alguma. Nem fazem mais caso de encobrir ou não suas vergonhas do que de mostrar a cara. Acerca disso, são de grande inocência. Ambos traziam o beiço de baixo furado e metido nele um osso verdadeiro”.
  2. Trechos da carta deixam evidentes de que era plano dos portugueses catequizarem os índios.
  3. Os portugueses interpretavam algumas atitudes dos índios como indicação de que havia outro na terra. No entanto, é preciso ressaltar que essa foi apenas uma leitura que os portugueses fizeram naquele momento, mas que poderia significar nada daquilo.
  4. Acharam a terra muito bonita, e deixaram claro que estavam interessados em ouro e prata.

 

PÁGINA 123: Resposta certa: B.

PÁGINA 128: Resposta certa: 24 = 6=8=10

PÁGINA 130:

  1. RESPOSTA PESSOAL.
  2. Existiam fortes diferenças culturais. O catolicismo era muito forte nos países ibéricos e aumentou a ideia de que era importante levar a salvação a povos considerados “pagãos” ou “selvagens”. Pensava-se que todos os demais povos eram inferiores, e poderiam fazer parte da “civilização” quando tivessem a cultura europeia, o que envolvia também a prática do catolicismo. Ser civilizado, nesse sentido, era ter que partilhar da cultura europeia.
  3. Assim como no caso de Portugal, não havia liberdade religiosa na Espanha. Nas guerras de reconquista,  a luta deveria acontecer contra todos os infiéis, e nessa categoria entravam também os judeus. Isso provocou intensa perseguição. A pressão contra os judeus foi tão grande que obrigou muitos  se tornarem cristãos de maneira forçada. Formava-se o grupo dos cristãos-novos. A perseguição aos judeus era motivada por um verdadeiro fanatismo religioso.
  4. F; F; V; V; F; F; V; V.

 

DEFENDA SUAS IDEIAS:

É nesse período que começa o processo de globalização, no sentido de que os povos de diferentes continentes passaram a manter contato entre si como nunca antes haviam feito. Estilos de vida muito diferentes se encontraram, dando início a um grande intercâmbio de povos, produtos, culturas, enfim, realidades variadas.

 

O QUE VOCÊ VÊ

O conhecimento das dimensões do planeta era muito limitado. No caso de Colombo, por exemplo, em seus cálculos, a Terra seria apenas 25% do que realmente é. Esses conhecimentos se ampliaram com as navegações sobretudo portuguesas e espanholas. Logo, podemos perceber que os continentes neste mapa-múndi são representados de forma desproporcional, além de não aparecerem no mapa as Américas e a Oceania.

 

 

BÁRBAROS E BIZANTINOS: CORREÇÃO DAS ATIVIDADES DO MÓDULO III

AGORA É SUA VEZ

  1. Destacamos: a posição geográfica de Constantinopla, favorecendo uma efervescência econômica e cultural ímpar; o afastamento das tensões políticas existentes na cidade de Roma, resultado das pressões de um império em crise; a existência de uma sociedade familiarizada com o modo de vida romano, o que tornava mais fácil o processo de adaptação daqueles que viriam de Roma para Constantinopla, entre outros aspectos.
  2. a) fonte secundária do Direito, que consiste em aplicar a casos semelhantes uma mesma orientação nos tribunais.                                              b) Parafraseando Montesquieu, o espírito das leis só pode ser compreendido quando se conhece a sociedade que produziu seus princípios básicos. Nesse caso, somente a partir da compreensão do mundo greco-romano e da elaboração do Direito Romano,  organizado e compilado por Justiniano, é possível discernir o atual “espírito” que permeia nossas leis.
  3. a) Entendiam que as imagens era expressões de adoração pagã, conforme leitura do segundo mandamento do Decálogo registrando em Gênesis 20.  Naquele período existia no Império Bizantino uma classe clerical que fabricava essas imagens, que tinham grande influência sobre a Igreja, disputando espaço político-religioso com os defensores do movimento iconoclasta.                                      b) Resposta pessoal. Em 12 de outubro de 1.995 o bispo da Igreja Universal do Reino de Deus, Sérgio von Hélder, chutou uma imagem de Nossa Senhora Aparecida, durante a transmissão de um culto ao vivo, causando forte comoção aos católicos brasileiros. Tal fato fez com que a denominação o transferisse para fora do Brasil. Devemos ter em mente que vivemos em um país onde existe liberdade de religião e de crença. Ninguém tem o direito de ofender a religião do outro, uma vez que esse tipo de ofensa é considerado crime. Assim, como cidadãos de um país democrático, no que se refere à religião, devemos sempre ter em mente o princípio da alteridade: se colocar no lugar do outro para que as nossas práticas não firam seus direitos.                            c) Resposta pessoal.
  4. PESQUISA
  5. a) Os romanos mantinham uma autoimagem de si. Destaca-se aqui a crença abrigada pelos romanos, de que eram herdeiros culturais dos gregos e, portanto, uma “civilização superior”.                            b) Resposta pessoal.
  6. a) O documento é bastante esclarecedor: “O nosso dever é, com o auxílio da divina piedade, defender por toda  a parte com as armas a Santa Igreja de Cristo, tanto das incursões dos pagãos como das devastações dos infiéis e fortificá-la no exterior e no interior pela profissão de fé católica”.                                                                            b) “É vosso dever, Santíssimo Padre, levantar as mãos para Deus, como Moisés, para auxiliar o nosso exército de maneira que, por vossa intercessão e pela vontade e graça de Deus, o povo cristão obtenha para sempre a vitória sobre os inimigos do Seu Santo Nome, e o Nome do Nosso Senhor Jesus Cristo seja glorificado em todo o mundo”.
  7. Ao favorecer a Igreja Católica, Carlos Magno teria apoio religioso para legitimar suas pretensões imperiais. Prova disso é que, quatro anos depois desse documento, Carlos Magno foi coroado, em Roma, como Imperador do Ocidente, um título bastante almejado. Para a Igreja, a aliança era uma garantia de proteção e permanência, além da aquisição de terras.
  8. Esse conceito de trevas não cabe nesse caso, marcado pelo Renascimento Carolíngio e por construções arquitetônicas magníficas como a apresentada. Certamente o conhecimento necessário para se produzir algo como a Catedral de Aachen não era nada insignificante. Deve-se questionar o conceito criado de “idade das trevas” para se referir à Alta Idade Média.
  9. A construção de uma catedral como essa deveria aproximar o imperador ainda mais da igreja medieval, que, por sua vez, era a instituição que despontava com a mais poderosa do período. Esse poder era manifesto por meio de sua grande força política, de seu poder econômico e, principalmente, de sua influência ideológica. Para o imperador, portanto, permanecer próximo à liderança regional da igreja era fundamental.
  10. No texto o autor comenta sobre a estranheza que um artista do passado sentiria se dele fosse exigida total originalidade. Para um artista do império Carolíngio, não fazia sentido desconsiderar as grandes manifestações anteriores a ele durante a elaboração de um trabalho novo. Suas habilidades específicas não se resumiam a copiar nada, porém, em fazê-lo com grande destreza e até ultrapassar o que foi tomado como base. Dizer que esse artista não era bom porque não foi original seria julgá-lo com os valores atuais e, assim, estaríamos cometendo um anacronismo.

 

DE OLHO NO VESTIBULAR

  1. E
  2. B
  3. C
  4. A
  5. C
  6. E
  7. A
  8. A
  9. D
  10. D
  11. 1+2+4+8 = 15
  12. D

IMPÉRIO ROMANO: CORREÇÃO DE ATIVIDADES DO MÓDULO II.

AGORA É SUA VEZ.

  1. Você deve apresentar sua opinião sobre a Política de Pão e Circo e seu uso para entretenimento do povo e esquecimento dos problemas sociais vividos naquele período. Da mesma forma, precisamos pensar a nossa sociedade e questionar como a mídia tem sido usada para definir padrões, favorecer um determinado grupo em detrimento de outro, etc.
  2. Resposta pessoal. Devemos nos lembrar que a sociedade romana era patriarcal. Logo, o homem tinha proeminência naquela sociedade. Da mesma forma, precisamos discutir o papel da mulher na sociedade atual, bem como destacar a sua pequena participação na política nacional, principalmente se levarmos em conta que o nosso eleitorado é de maioria feminina.
  3. O importante é que entendamos a grande diversidade que existia em Roma. Diversas culturas ali se encontravam. Os próprios romanos receberam forte influência da cultura grega, retratada sobretudo na religiosidade. Contudo, os romanos se consideravam superiores aos outros povos, a ponto de chamá-los de bárbaros.
  4. Devemos pensar que diversas culturas influenciaram na formação de nossa sociedade. Se pensarmos a nível de Brasil, grosso modo, podemos destacar as culturas indígena, europeia e africana, que fizeram parte da formação do nosso país. Se olharmos no âmbito estadual, podemos ver com clareza que, além destas influências, temos os imigrantes italianos em Venda Nova do Imigrante e em Nova Venécia, por exemplo. A imigração alemã influenciou culturalmente as regiões de Domingos Martins, Santa Tereza, Santa Maria de Jetibá, entre outros municípios. Podemos então compreender que nossa sociedade é multicultural, assim como era a romana.
  5. a) A finalidade da carta era solicitar ao imperador Trajano orientações sobre o que fazer com os cristãos: como julgá-los e condená-los.                                                            b) Plínio aponta o cristianismo como uma superstição, que contamina as pessoas. Os cristãos são apresentados como loucos e obstinados. Além disso, para ele, desrespeitavam os deuses e as autoridades.                                                                   c) Os cristãos, segundo o texto, em muitos casos mantinham-se fiéis e iam até à morte na defesa da fé. Os verdadeiros cristãos se negavam a adorar outros deuses.                                d) Uma das vantagens apontadas era ser julgado em Roma. Isso aconteceu, segundo a Bíblia, com o Apóstolo Paulo.                                                                e) Trajano entende que não há uma regra geral sobre o julgamento dos cristãos. Sugere que eles não devem ser perseguidos, mas afirma que, se denunciados, devem ser investigados e punidos. Para ter certeza sobre a conduta dos cristãos, basta desafiar a sua fé: se a negassem, deveriam ser perdoados.                                                      f) resposta pessoal.

 

DE OLHO NO VESTIBULAR

  1. V; F; F; V; F.
  2. B
  3. B
  4.  a) O poeta Horácio, muito provavelmente, teria escrito esse verso na fase de formação do Império Romano.. Nele, de forma muito clara, o autor comenta a situação paradoxal na relação entre conquistador e conquistado. Horácio reconhece a grande influência que a cultura grega teve sobre os romanos que, por sua vez, conquistaram os gregos militarmente.                                                                   b) As possibilidades são variadas, no entanto, citaremos alguns exemplos: o panteão de deuses romanos é fortemente influenciado pelo panteão dos deuses gregos. A língua grega também influenciou fortemente os romanos. Apesar de falarem o latim como língua oficial, diversos autores romanos se valeram do grego para defenderem suas ideias, uma vez que o grego era considerado a “língua da cultura”. A filosofia política também recebeu influência dos gregos e, como exemplo, podemos citar o livro A República, de Platão, que norteou muito do pensamento republicano romano.
  5.  a) Entre as principais características do principado de Augusto, podemos citar: era um governante habilidoso; organizou as finanças do Estado por meio da reestruturação do uso de recursos públicos; criou um elaborado aparato para a administração provincial; ampliou a “Política de Pão e Circo”, acabando com as disputas internas e buscando dividir de forma mais equilibrada a influência dos diferentes grupos sociais. Suas ações resultaram no que ficou conhecido como pax romana.                                                                                               b)  Razões internas: falta de escravos, aumento de impostos e crise militar). Razão externa: invasões bárbaras.
  6. C
  7. C
  8. B
  9. C
  10. E
  11. D
  12. C
  13. A
  14. E

A Mitologia Grega

Para mais informações sobre Mitologia, acesse: https://mitologiagrega.net.br/mitologia-grega/

Texto: J. C. Galahad

Muito já ouvimos falar sobre a mitologia grega, mas afinal o que ela representa? Como influenciou o mundo? Como atravessou tantos anos e segue viva até hoje? Se em algum momento você já fez uma dessas indagações, este artigo é para você. Acompanhe!

A história da mitologia grega começa longe, no século XVIII antes de Cristo, e foi inicialmente propagada pelo mundo na sua forma de poesia oral, uma tradição de cantores Minoicos e Micênicos da época.

Os cantos traziam em suas letras a origem e a natureza do mundo, bem como as atividades e as vidas de heróis, entidades imortais e criaturas disformes. A base da mitologia grega também transmite os significados e origens das práticas ritualísticas e dos cultos aos deuses e deusas.

Somente em 700 a.C. as primeiras fontes escritas da mitologia grega foram encontradas em dois famosos e épicos poemas escritos por Homero – Ilíada Odisseia. No entanto, quando realmente falamos a respeito da essência e dos esforços para explicar a natureza, de fato, são os textos de Hesíodo que contam essa história, especialmente em Teogonia.

A mitologia grega, entretanto, estendeu-se por muitos outros períodos – Arcaico, Clássico e Helenístico – influenciando na cultura, arte e literatura da cultura Ocidental, mantendo-se parte da herança e linguagem do ocidente.

Muito populares, os mitos a respeito dos heróis da Guerra de Tróia e do pós-guerra tornaram-se fonte de mistério e de novas versões, feitas em hinos, peças, arte, outros poemas e tudo o que fosse possível ser feito para explicar e reproduzir tais histórias – dava-se muita ênfase às guerras entre os deuses e aventuras de semideuses e mortais.

No que diz respeito a religião grega antiga, a mitologia estava extremamente presente, consistindo as interações entre deuses e mortais. A maioria dos mitos gira em torno de atos heroicos, como a história de Hércules e os Doze Trabalhos, a viagem de regresso de Odisseu após a Guerra de Tróia Teseu e o Minotauro.

Os seres e criaturas descritos na mitologia foram das mais variadas espécies. Os deuses, por exemplo, eram descritos como divindades com corpos e comportamentos essencialmente humano, no entanto, sua imortalidade era considerada sua característica mais distinta.

Autores definem o antropomorfismo grego com o fato de que deuses são pessoas, não ideias, ilusões ou conceitos. Eles trazem suas descendências e apresentam diferentes interesses e desejos, área de conhecimento, personalidade e outras características, de forma a ilustrar a similaridade com os seres humanos.

Além de deuses e humanos, existiam também os Titãs – gigantes primitivos –  e outras espécies de criaturas polimórficas, como os centauros metade homem metade cavalo, as ninfas da natureza e os sátiros, metade homem metade bode.

 

No início, havia o Caos.

Assim Hesíodo começa a explicar o princípio da criação do mundo, o nascimento dos deuses, a sucessão dos que governavam, a origem dos mortais e suas práticas de sacrifício. Seu objetivo era abordar o tema da melhor maneira possível em linguagem humana.

A partir do Caos, surgiram as primeiras entidades do universo, conhecidas como Deuses Primordiais:

  1. Gaia, a Terra;
  2. Eros, o amor;
  3. Tártaro, o submundo;
  4. Érebo, a escuridão.
  5. Nix, a noite;
  6. Hemera, o dia;
  7. Éter, o ar;
  8. Ponto, o mar;
  9. Tálassa, a vida marinha.

Espontaneamente, Gaia gerou Urano, o céu, quem a fertilizou com seus encantos. A partir dessa união, nasceram os Titãs e as Titânides, conhecidos como “a segunda geração divina”:

  1. Céos, a inteligência;
  2. Mnemosine, a memória;
  3. Crio, o frio;
  4. Febe, a luz da lua;
  5. Hiperião, o fogo;
  6. Tétis, a água salgada;
  7. Oceano, a água doce;
  8. Téia, a visão;
  9. Jápeto, a violência;
  10. Têmis, a lei;
  11. Réia, a fertilidade feminina;
  12. Cronos, o tempo.

Depois do nascimento de Cronos, Urano e Gaia decidiram cessar o nascimento dos Titãs, no entanto, ainda houve a sucessão de criaturas como os Ciclopes e os Hecatônquiros. Esses foram jogados no Tártaro pelo próprio pai, enfurecendo Gaia, que resolveu se vingar: criou uma foice a deu a Cronos, o mais temido dos seus filhos, para castrar Urano.

Após a queda dos Titãs, o novo panteão de deuses se confirmou, sendo os 14 Deuses do Olimpo, sob “supervisão” de Zeus. Essas divindades consistem a terceira e quarta geração de seres imortais, adorados como os principais deuses do panteão grego. São eles:

  1. Zeus, deus dos raios e tempestades.
  2. Héstia, deusa da chama sagrada;
  3. Hera, deusa do matrimônio;
  4. Deméter, deusa da agricultura;
  5. Hades, deus do submundo;
  6. Poseidon, deus dos mares;
  7. Hefesto, construtor dos deuses;
  8. Dionísio, deus do vinho;
  9. Afrodite, deusa do amor;
  10. Apolo, deus do sol;
  11. Ártemis, deusa da lua;
  12. Atena, deusa da sabedoria;
  13. Hermes, mensageiro dos deuses;
  14. Ares, deus da guerra.

Além desses deuses, os gregos também adoravam a outros menores, como o sátiro Pã, as Náiades, as Dríades, as Nereidas, entre outros.

De fato a mitologia grega influenciou bastante a cultura ocidental – inclusive a nossa vida. Já associou amor com Afrodite? Já pensou em Hércules como herói? Lembra do episódio do tendão de Aquiles durante a Guerra de Tróia?

Pois bem, são inúmeros os mitos ajudaram a construir a nossa cultura ao longo da história.

ATIVIDADE FINAL PARA OS SEXTOS ANOS

Caros alunos e alunas,

Durante este quarto bimestre discutimos muito sobre a importância da Igreja Católica Apostólica Romana após sua organização no século IV, após o Édito de Milão, promulgado pelo Imperador Constantino no ano 323, quando fez do cristianismo a religião oficial romana, unindo assim Fé e Estado em um só governo.

Sabemos muito bem que existem diferentes formas de manifestação de fé na atualidade, principalmente quando falamos no Cristianismo, fé que a maioria (senão todos nós) professamos.

Para discutirmos a diferença entre as diversas igrejas, você deve fazer uma pesquisa sobre as doutrinas de sua igreja e de outra diferente da sua. Por exemplo, se você é Batista, deve pesquisar sobre as doutrinas da Igreja Batista e da Igreja Adventista, por exemplo. Se você é Presbiteriano, deve pesquisar sobre as doutrinas da Igreja Presbiteriana e as da Assembleia de Deus, por exemplo.

Após fazer sua pesquisa, escreva um texto, descrevendo as diferenças de fé entre sua Igreja e a de outras pessoas. Além disso, tente encontrar coisas onde essas duas Igrejas pensam de igual forma.

Seu texto deve ter no mínimo 15 linhas, com fonte Arial ou Times New Roman, no tamanho 12.

DÊ UM TÍTULO QUE APONTE AS DUAS IGREJAS QUE VOCÊ PESQUISOU.

Lembre-se que você deve apenas descrever, mas sem julgar se as doutrinas de outras Igrejas são certas ou erradas. Como conversamos em sala de aula, devemos tratar com respeito a fé de outras pessoas, assim como gostaríamos de ser respeitados.

Use a internet para pesquisa, mas não faça cópias. Se detectado cópia da internet, a nota é zerada automaticamente. Use suas palavras, escreva do seu jeito. Lembre-se que não sabemos tudo, mas sempre sabemos alguma coisa que pode contribuir para o aprendizado de todos.

Após terminar seu trabalho, envie para o e-mail: edadvir@gmail.com. Qualquer dúvida, envie nos comentários ou elas podem ser mandadas pelo e-mail acima. Lembre-se de colocar seu nome, série e turma no trabalho.

 

Boa Escrita. 🙂

ATIVIDADE FINAL PARA O SÉTIMO ANO

BRASIL: UM PAÍS DESIGUAL.

Segundo Edison Adão e Laercio Furquim Júnior podemos dizer que “o Brasil constituiu-se ao longo de sua história em um país de grandes desigualdades, fruto da forte concentração de renda e do elevado nível de pobreza. Em que pese uma sutil melhora na primeira década do século XXI (2001-2010), um recorte histórico mais amplo revela uma situação próxima ao dramático, e aqui não há nenhum exagero. A desigualdade social tornou-se uma triste marca brasileira que excluiu grande parte da população dos padrões mínimos de dignidade e cidadania. Tal situação colocou o país entre os mais injustos socialmente em todo o mundo”.

O Economista Celso Furtado também considera que o Brasil não pode ser considerado um país pobre. É preciso dizer que o conceito de pobreza não obedece a padrões rígidos; a ideia de pobreza varia com o passar do tempo, ou seja, o que a um século atrás seria considerado um sinal de pobreza, hoje não é. Logo, o conceito de pobreza é subjetivo. O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) entende que pobreza refere-se à situação de “carência em que os indivíduos não conseguem manter um padrão mínimo condizente com as referências socialmente estabelecidas em cada contexto histórico”. Assim, podemos usar como exemplo o telefone celular. Nos anos 90 ele era um privilégio de poucos, com alto custo tanto do aparelho quanto das contas de linha telefônica, impossibilitando que camadas mais baixas da população possuíssem um aparelho, mas hoje em dia é comum as pessoas utilizarem celular e, em muitos casos, é comum ver pessoas com um IPhone no transporte público.

 

A partir deste texto – e de acordo com seus conhecimentos e pesquisa – elabore um texto no Word com no mínimo 15 linhas, discutindo a questão da desigualdade no Brasil. Você pode levar em consideração todo um processo histórico que levou a essa desigualdade. Assim, assuntos que estudamos como o tratamento que povos indígenas e negros receberam no Brasil podem te ajudar a pensar o nosso país. Discuta também o que podemos fazer para reduzir as desigualdades no lugar onde vivemos.

Formatação do documento:

Fonte: Arial ou Times New Roman

Tamanho: 12

Margens esquerda e superior: 3cm

Margens direita e inferior: 2cm

DÊ UM TÍTULO PARA O SEU TEXTO

Use a internet para pesquisa, mas não faça cópias. Se detectado cópia da internet, a nota é zerada automaticamente. Use suas palavras, escreva do seu jeito. Lembre-se que não sabemos tudo, mas sempre sabemos alguma coisa que pode contribuir para o aprendizado de todos.

Esta atividade vale 2,0 pontos, e pode ser enviada de 03 de dezembro às 12h até o dia 07 de dezembro às 17h para o e-mail edadvir@gmail.com, com nome do aluno e a série a que pertence.

Qualquer dúvida, envie nos comentários ou pelo e-mail acima mencionado.

 

Sucesso na escrita. 😉

MEU BRASIL

Nas aulas de Redação, no 3º Bimestre, a Professora Ana Lúcia Coutinho trabalhou com os alunos do Sétimo Ano a Literatura de Cordel e, para minha grata surpresa, a disciplina de História foi homenageada pela aluna Victória Araújo, aluna dedicada que abordou a História do Brasil, desde seu “achamento” (ou invasão) até à atualidade.

Compartilho aqui com vocês este material, sendo grato a Deus por ter me dado a oportunidade de ter os melhores alunos. Aproveito para parabenizar a Victória Araújo pela sua originalidade e criticidade na  produção deste material. 🙂

 

Meu Brasil

Em 1500 chegou uns brancos

Dizendo “pau-brasil”!

O índio assustou

Foi um encontro bem hostil.

 

Então começou o escambo

Troca de madeira por um pedaço de pano

O português lucrou,

E o índio com seu espelho ficou

 

O índio achou estava tudo combinado

Que pena!

Anos depois, seria ele o escravizado!

 

A escravidão chegou

O índio chateado ficou

 

Quando viu estava rezando em uma cruz

Foram vestidos por uns caras que falavam

De um tal “Jesus”.

 

Os escravos se entristeceram

E fizeram uma construção

Quilombo, o chamaram.

 

Logo a Princesa Isabel chegou

E ela a lei Áurea assinou

Assim, a escravidão acabou

 

Três poderes foram divididos

Judiciário, Executivo e até Legislativo

Até voto foi decidido

Pena que eram só os “bonitos”:

Homens, brancos e ricos.

 

Mas com o tempo houve várias conquistas

Agora não era só elitista:

Tinha pobre, negro e até feminista.

 

Vargas foi quem consolidou

Os direitos conquistou

A CLT criou.

 

Hoje vivemos uma tal “democracia”

Que é governo do povo

Pena que continua a tal aristocracia.

 

Mentem

Enganam

Governam sem a gente

Roubam enfim…

 

Mas como posso reclamar da política

Se não dá bola para ao paralítico

Se quando recebo o troco errado

No silencio eu fico?

 

Os governantes não querem saber de nada,

Só querem o dinheiro em sua conta bancária.

Os assaltantes estão soltos e armados

O que fazemos

Para não sermos assaltados?

 

Os caminhoneiros realizaram até greve

Para o preço da gasolina baixar

Mas os governantes

Não quiseram comentar.

 

Nosso dinheiro

Que conseguimos com esforço

Só serve para pagar e imposto.

 

Somos escravas do nosso dinheiro

Não temos felicidade

E nem honestidade.

RESUMÃO: COLONIZAÇÃO PORTUGUESA NA AMÉRICA

Olá, queridos alunos e alunas. Um resumão de acordo com aquilo que falamos em sala de aula, os destaques propostos no material didático e a Avaliação que será realizada na próxima quarta-feira!

Em 22 de abril de 1500, Pedro Álvares Cabral aporta na região da atual cidade de Porto Seguro. A Coroa portuguesa toma posse das terras, mas a princípio não teve o interesse de colonizá-la e ocupá-la, uma vez que as especiarias indianas (da Índia, no continente asiático) traziam lucro para Portugal. Assim, as primeiras expedições tinham o interesse de explorar a terra, reconhecer o litoral e mapeá-lo. As expedições exploratórias batizaram algumas regiões e rios do Brasil, como o Cabo de São Roque, a Baía de Todos os Santos e o Rio São Francisco. Um navegador da época que ficou conhecido como o primeiro a registrar que as terras encontradas formavam um continente foi Américo Vespúcio, o que explica o nome América para o “Novo Mundo”.

A princípio, somente uma atividade econômica interessou aos portugueses: a extração de pau-brasil. Ele era importante pois, além de ser uma madeira de lei, também produzia um pigmento de cor vermelha, utilizado para tingir tecidos. Para essa prática, os portugueses praticavam o escambo com os índios, prática onde se faziam trocas diretas de um bem por outro, sem a intermediação do dinheiro. Assim, os índios forneciam o pau-brasil em troca de objetos exóticos, como espelhos, pentes, facões e machados de metal. Todo produto extraído era levado para as feitorias, locais que funcionavam como armazéns e fortalezas, antes que a madeira fosse expedida para Portugal. Eram nas feitorias que se realizavam as negociações e os portugueses estabeleciam alianças com os indígenas.

Em 1532 surge uma maior preocupação com a colonização do solo brasileiro, e Martim Afonso de Souza é enviado com uma expedição colonizadora. ele funda então uma vila no litoral de São Paulo para a produção de cana-de-açúcar e lhe dá o nome de Vila de São Vicente. Os portugueses então tentam estender a prática do escambo para a produção canavieira. Porém, os índios não aceitam a prática, uma vez que a produção do açúcar se constituía de trabalho muito pesado, o que leva a escravização dos indígenas. Com a forte resistência indígena, os portugueses passam então a invadir aldeias e a tratar os nativos como empecilho para a colonização. A Coroa interfere para controlar o impulso dos colonos, uma vez que ela desejava manter os acordos comerciais com os nativos para a extração do pau-brasil.

A Coroa então decide criar no Brasil um sistema que ficou conhecido como Capitanias Hereditárias, com o intuito de impulsionar a ocupação do território, em 1534. As capitanias eram grandes lotes de terra concedidos pelo governo de Portugal para portugueses de posses, da nobreza, que ficaram conhecidos como donatários. Cada um destes donatários ficava assim encarregado de implantar  a colonização em sua capitania, tornando-a produtiva. Assim, a Coroa tirava de si a responsabilidade e os custos para a colonização. O projeto não dá certo, pois muitos destes donatários não conseguiram promover a colonização e, em muitos casos, não houve interesse pelas terras. As capitanias que se desenvolveram de fato foram São Vicente, Pernambuco, Ilhéus e Porto Seguro.

Diante do fracasso das capitanias, D. João III, rei de Portugal, implanta no Brasil o Governo-geral, em 1549. Seu objetivo era tornar a Coroa mais presente na colônia e organizá-la administrativamente. O Primeiro governador-geral foi Tomé de Souza. É neste governo que a presença dos Jezuítas da Companhia de Jesus foi consolidada. Com o intuito de catequizar os índios e ensinar os costumes europeus, considerados superiores pelos portugueses, os padres ajudaram no estabelecimento da colônia. A Igreja Católica tinha uma compreensão de que o índio brasileiro era em certo sentido puro, e não devia ser escravizado, uma vez que a forma de religião indígena era considera ingênua. Porém, os jesuítas acabam enfrentando problemas com os portugueses, pois a Coroa entendia que grupos indígenas considerados rebeldes deveriam ser escravizados, permitindo assim o ataque a diversas aldeias que eram contra os interesses portugueses. Para fazer parte da Companhia de Jesus, os candidatos passavam por rígida disciplina. A Igreja entendia que eles deveriam estar preparados para as privações, uma vez que enfrentariam diversos perigos na colônia.

o segundo governador-geral do Brasil foi Duarte da Costa, que tem de enfrentar diversas invasões, principalmente dos franceses, na região do atual Estado do Rio de Janeiro. Podemos assim perceber que não somente os portugueses, mas os diversos países da Europa estavam interessados nestas terras. No que se refere à religião, é importante lembrar que a França recebeu forte influência do protestantismo e reforma, sobretudo dos calvinistas, ou seja, os adeptos de João Calvino. Com interesses missionários, os protestantes realizam, no dia 10 de março de 1577, o primeiro culto protestante no Brasil. Os planos franceses de evangelização acabam se frustrando, sobretudo por causa das diferenças doutrinárias e, logicamente, a sua expulsão do Brasil.

Por fim, é preciso destacar que os índios, em diversos momentos, tiveram de formar resistência contra a escravização portuguesa. Diversas aldeias foram atacadas e dizimadas, não restando sobreviventes, sepultando diversas culturas. Muitos povos conseguiram sobreviver, mas alguns historiadores estimam que até cerca de 3 milhões de índios podem ter morrido no período colonial. Os ataques, as epidemias e a falta de compreensão da cultura indígena levaram à destruição de boa parte dos povos nativos do Brasil. Porém, muitos sobreviveram,e hoje podemos conhecer melhor estas etnias que fazem parte da constituição do povo brasileiro. No nosso Estado do Espírito Santo podemos destacar a sobrevivência dos tupiniquins e guaranis.

RESUMÃO: ROMA ANTIGA

Olá, queridos alunos.

Vamos a mais um resumão, baseado nos estudos de sala de aulas, nos destaques propostos no livro didático e na avaliação que acontecerá na próxima quarta-feira.

Historicamente falando, Roma, situada na região do Lácio, na Península Itálica, começou a ser povoada em cerca do século VIII a.C., tendo os povos latinos como os primeiros a se organizarem em uma pequena comunidade com várias aldeias. A formação dos povos latinos é resultado do encontro cultural de diversos povos indo-europeus e outros grupos da região do Mediterrâneo. Outros povos, como os gregos, cartagineses, sabinos, italioltas e latinos habitavam a região da Península Itálica, se destacando os povos etruscos.

Economicamente, no princípio, os romanos praticavam a agricultura e o pastoreio, que eram praticados de forma simples e tendo a função de abastecer a própria comunidade. Porém, precisamos destacar que os etruscos foram importantes para a atividade comercial, uma vez que eram hábeis navegadores, introduzindo assim essa atividade no Mediterrâneo.

Devemos destacar também o surgimento mitológico de Roma. Segundo o mito, Rômulo foi o fundador da cidade de Roma e seu primeiro Rei. Rômulo e seu irmão Remo eram filhos do deus Marte e da Reia Silvia, filha de Numitor, Rei de Alba Longa.

Amúlio, irmão do rei Numitor, deu um golpe de Estado, prendeu seu irmão e passou a reinar. Além disso, confinou Reia Silvia, tentando assim destruir a descendência de Numitor. O deus Marte então teria desposado Reia e ela deu à luz aos dois garotos. Amúlio, sabendo do nascimento das crianças, as joga noRio Tibre. Elas são arremessadas às margens do rio, sendo encontradas por uma loba, qu as amamenta e, logo depois, o pastor de oevelhas Fáustulo resgata os meninos e cuida deles, com sua esposa.

Quando Rômulo e Remo se tornam adultos, Remo se indispõe com alguns pastores e é preso. Seu irmão Rômulo o liberta da prisão, mata Amúlio e recoloca seu avô Numitor novamente no poder. O rei então permite que os dois construam uma cidade. Porém, quando chegam à região de Roma, Remo vê seis abutres sobrevoando o monte Aventido. Rômulo vê doze aves sobrevoando o Palatino. Diante da escolha de Rômulo, ele então faz um sulco ao redor da cidade. Remo, enciumado, atravessa o sulco e é morto pelo irmão. Assim, a cidade é construída e Rômulo se torna seu fundador e rei.

Politicamente, os romanos passaram por três períodos históricos: Mornarquia, República e Império.

Com o crescimento populacional, Roma deixou de ser um pequeno povoado para uma grande cidade, passando a ter uma melhor infra-estrutura com redes de esgoto, construção de calçadas, fortificações para a proteção da cidade, e tendo o rei como principal figura. Começava então o período monárquico de Roma. Porém, o rei não era a figura mais importante, pois seu poder era dividido com os patrícios, homens das famílias mais ricas de Roma, formando assim o Senado.

Logicamente, outras classes sociais formavam aquela socieade. Assim, além do rei e dos patrícios, existiam os plebeus, camada social de pequenos agricultores, comerciantes e artesãos, que não tinham direito à participação política, o que gerou diversos conflitos naquela sociedade.  Clientes, em geral parentes de segundo ou terceiro graus dos patrícios, que buscavam assim proteção e apoio de um patrício rico, também podiam ser escravos libertos, estrangeiros e até filhos ilegítimos dos patrícios. Por úlitmo, figuravam os escravos, que eram uma pequena parcela da população, pessoas que se tornavam escravas por causa de dívidas, sobretudo da classe dos plebeus.

Durante o período republicano, a dinâmica política se alterou, principalmente quando nos referimos ao senado, uma vez que plebeus enriquecidos conseguiam agora fazer parte. Além disso, os senadores passaram a ter maior influência em outros aspectos da sociedade. Além disso, graças à sua influência, o exército passou a ser mais favorecido dentro da República romana.

Também neste período houve movimentos para reduzir as desigualdades sociais gerada pela concentração de terras. Duas figuras importantes para tal foram Tibério e Caio Graco, obtendo o apoio da plebe rural, que queria uma reforma agrária. Todos os dois, tribunos da plebe, conseguem alguns avanços. Tibério conseguiu aprovar uma reforma que determinava a repartição de parte das terras públicas com os cidadãos. Os nobres não se agradam da proposta e assassinam a Tibério. Caio Graco alcança então popularidade entre os plebeus e consegue implementar uma reforma agrária em Roma.

Na crise republicana, os romanos contaram com o regime de Triunvirato. O primeiro triunvirato foi formado por Pompeu, Crasso e Júlio César. Já o segundo foi formado por Marco Antônio, Lépido e Otávio Por fim, Otávio Augusto se torna o primeiro imperador de Roma, em 27 a.C.

No período imperial, podemos destacar a figura de Nero, conhecido por sua forma violenta de resolver todas as questões. Um exemplo disso é a forma como ele tratava os cristãos, que por muitas vezes foram condenados e mortos no Coliseu Romano. Um outro fato discutido pelos historiadores é o incêndio em Roma. Segundo especialistas, Nero seria responsável, mas culpou os cristãos pelo fato, o que levou a uma dispersão dos cristãos pelo mundo.

Também durante o império utilizou-se de uma prática chamada panis et circensis, ou seja a política do pão e circo. Com isso, os imperadores ofereciam comida a baixo custo para a população e diversão nas praças e Coliseu. Segundo especialistas, o propósito dos imperadores era justamente maquiar os reais problemas da sociedade romana. Enquanto a população estava feliz com comida e festas, não teriam tempo de se ocupar com os problemas do Império Romano.