7º EF = CORREÇÃO DAS ATIVIDADES DO CAPÍTULO 4

PÁGINA 66:

Resposta: 1.452. 668+352+432, ano do nascimento de Leonardo da Vinci.

PÁGINAS 67 E 68:

  1. Resposta pessoal. Pode-se admitir que nossa sociedade é tanto antropocêntrica, tendo o homem como o centro de tudo, ou teocêntrica, sendo Deus o centro de todas as coisas na sociedade.
  2. a) Antropocentrismo.     b) Racionalismo.     c) Individualismo.     d) Heliocentrismo.

PÁGINA 71:

Resposta: Com o crescimento das cidades, novas atividades mercantis possibilitaram uma mudança na própria mentalidade do homem europeu. O dinheiro ganhou importância, e a terra deixou de ser a principal riqueza. Entre os burgueses surgiu a iniciativa  de patrocinar obras de arte, que serviam para ostentação de sua importância crescente no continente. A vidas nas cidades italianas, mais valorizada, serviu para um  novo olhar sobre as antigas cidades gregas e romanas.

Página 73:

Resposta: A sensação de profundidade é aquela que temos, por exemplo, ao observar através de uma janela e perceber que alguns objetos estão mais próximos, e outros mais distantes. No quadro, temos a sensação de que as mulheres estão mais próximas, e as árvores, mais ao fundo. Esta é a principal sensação que a técnica da perspectiva provoca.

PÁGINAS 76-80

Atividades:

  1. Todas as áreas citadas no quadro foram especialidades desenvolvidas e estudas por Leonardo da Vinci.
  2. a) Humanismo.     b) Razão.     c) Florença.     d) Mecenas.     e) Gutenberg     f) Os Lusíadas.     g) Heliocentrismo.
  3. Sequência correta: D; C; A; B.

Defenda suas ideias

a) Resposta pessoal

b) Resposta pessoal.

c) Diversos anúncios exploram um padrão de beleza em nossa sociedade e ignoram a diversidade da população, etnicamente variada. Além disso, cada pessoa deve se sentir valorizada, independentemente de estar ou não dentro de um padrão construído social e culturalmente. Muitos desses modelos estéticos mudam com o passar do tempo. Aquilo que é bonito hoje pode não ter sido considerado assim em outras épocas.

d) Uma das funções do museu de arte é justamente discutir a estética, para verificar a relatividade do que é considerado belo. Além do mais, a arte transmite o pensamento de uma época, ou mesmo demonstra a criação de novos espaços e percepções.

O que você vê?

a) Em relação às técnicas utilizadas, pode-se destacar o uso da perspectiva, que também utilizava princípios geométricos e matemáticos para as obras. A perspectiva permitia, por exemplo, melhor representação de espaços em profundidade nos quadros, o que pode ser visto na obra de Rafael Sanzio.

b) Primeiramente, podemos destacar que, no período do Renascimento, houve uma valorização da cultura greco-romana. O tema Escola de Atenas é um exemplo de que a cultura grega estava em alta naquele momento. Ainda é possível entender que a cena nos remete a um momento de debate, no qual estão representados dois grandes filósofos, Platão e Aristóteles. Deste modo, podemos destacar o racionalismo.

Texto complementar

  1. “Eu, Galileu […] juro que tenho sempre acreditado, e ainda agora acredito, e, com a ajuda de Deus continuarei acreditando em tudo o que é dito e pregado pela Igreja. Eu devo esquecer totalmente a falsa opinião de que o Sol é o centro desse sistema e não se move, e que a Terra não é o centro desse sistema e se move”. Ao se levantar, porém, Galileu murmurou baixinho Eppur si muove (“E se move mesmo).
  2. a) Resposta pessoal.                                                                                     b) Resposta pessoal.

PÁGINA 82:

a) A imagem da Igreja Católica mostra uma arquitetura muito mais elaborada e dispendiosa quando comparada à protestante. Há também elementos artísticos que não aparecem na igreja protestante representada na imagem, como a pintura no teto. Pode-se ainda acrescentar a informação de que na Igreja Católica existem várias imagens de santos, algo rejeitado pelos protenstantes.

b) As duas construções remetem a um dos aspectos que foram alvo de críticas dos protestantes desde o século XIV. As estruturas dispendiosas exigiam grande quantidade de recursos, o que levava a igreja medieval a ser criticada em relação à forma pela qual eram alcançados esses recursos. Vale lembrar aqui que o tempo tem mostrado o uso de grande soma de recursos na construção de templos não é mais um privilégio da Igreja Católica, pois muitas igrejas protestantes têm se tornado alvo das mesmas críticas.

PÁGINA 86:

  1. As indulgências.
  2. Por meio de um coração contrito. Qualquer cristão verdadeiramente contrito tem remissão plena da pena da culpa, que são suas dívidas, mesmo sem uma carta de indulgência.
  3. Sim. Por exemplo, o papa não tem poder de perdoar a culpa a não ser declarando ou confirmando que ela foi perdoada por Deus.

PÁGINA 87:

  1. B
  2. As ideias religiosas de Calvino, que valorizavam o trabalho e o controle do tempo, foram apropriadas por setores burgueses que rejeitavam a condenação da usura feita pela Igreja Católica. Essa relação entre burguesia e calvinismo se trata de uma interpretação teórica sobre o período, feita por historiadores e sociólogos.

PÁGINA 89:

Resposta correta: E

PÁGINA 90:

Resposta: A salvação pelas obras envolvia, naqueles tempos, penitências, peregrinações ou boas obras para se conseguir o perdão divino. Os seguidores de Lutero passaram a defender a justificação pela fé, isto é, somente por meio da fé em Cristo o ser humano pode ser considerado justo diante de Deus.

PÁGINA 92:

Todas as respostas dessa seção são de cunho pessoal. Responda de acordo com suas palavras ou pensamentos, sempre respeitando a fé e religiosidade do outro.

 

 

1º EM = CORREÇÃO DE ATIVIDADES: MÓDULO I – MONARQUIA E REPÚBLICA ROMANA

AGORA É SUA VEZ

  1. Deve-se discutir o fato de que atividade militar e de conquista teve um papel em Roma,  o que justificaria a participação do deus da guerra em suas origens. Além disso, os patrícios eram considerados descendentes dos fundadores da cidade, o que lhes garantia privilégios.
  2. a) Rresposta pessoal.                                                           b) Resposta pessoal.                           c) Devemos discutir a democracia,  a participação popular e os argumentos normalmente usados para a instalação de governos autoritários. Embora a República Romana tenha sido muito diferente dos atuais modelos de governo, é interessante trazer questões do passado para o presente, estimulando seu posicionamento diante de assuntos políticos.
  3. a) Reposta pessoal.                                            b) Resposta pessoal.                                                   c) Resposta pessoal. Reflita sobre a importância da cidadania para os dias atuais. ela envolve não apenas as grandes discussões, de caráter nacional e internacional, mas também assuntos do nosso cotidiano: limpeza das ruas, solidariedade, meio ambiente e vários outros temas precisam estar na pauta de qualquer discussão sobre cidadania.

DE OLHO NO VESTIBULAR:

  1. a) Haviam patrícios, plebeus, clientes e escravos, cujas características sociais vinham da monarquia. Entretanto, no século II a.C., os plebeus alcançaram muitos direitos políticos e alguns deles até enriqueceram, compondo o grupo dos cavaleiros ou homens novos. O número de escravos aumentou. Ainda assim, havia uma grande massa de plebeus inchando as cidades, sem propriedades e socialmente marginalizados.                                                                      b) Os irmãos Graco, como tribunos da plebe, propuseram ações de reforma agrária, que limitavam a dimensão das propriedades nas mãos de patrícios poderosos e ampliavam o acesso à terra dos plebeus.
  2. a) Os plebeus tinham condição econômica inferior aos patrícios, já que estes dominavam as grandes propriedades de terras. Além disso, os patrícios tinham poderes políticos, e os plebeus eram excluídos. Por fim, haviam barreiras sociais variadas, como a proibição de casamentos entre patrícios e plebeus.                                   b) Houve muitos avanços ao longo da República Romana, e os plebeus alcançaram direitos políticos antes só acessíveis aos patrícios. Houve plebeus que enriqueceram com o processo de conquistas em Roma, mas de modo geral os patrícios se beneficiaram com a apropriação das grandes propriedades. Essa situação levou a tentativas de reforma agrária no século II a.C., com os irmãos Graco. Posteriormente, como o crescimento do poder de grandes líderes militares, concessões foram feitas aos plebeus, como recebimento de salários pela participação no exército. De qualquer forma, a diferença entre os ricos e os pobres entre os romanos sempre foi característica marcante.
  3. a) Graças às vitórias alcançadas pelos romanos nas Guerras Púnicas, foi possível o controle do Mar Mediterrâneo.                                                                                       b) As conquistas proporcionaram o acesso a uma quantidade de terras e riquezas muito grandes. O afluxo de riquezas e escravos em direção a Roma mudou a estrutura econômica da cidade e seus domínios. Houve um crescimento acelerado do comércio, e a mão de obra escrava se tornou ainda mais fundamental para os romanos. Por fim, as mudanças sociais levaram a embates que culminaram na crise do poder nas mãos de um imperador.
  4. E
  5. A
  6. A
  7. 22. 02+04+16
  8. B
  9. B
  10. C
  11. C
  12. C
  13. E
  14. C
  15. C
  16. B

1º EM = CORREÇÃO MÓDULO V: GRÉCIA ANTIGA

AGORA É SUA VEZ

  1. A resposta a essa questão é pessoal. O que deve aqui ser discutido são as condições técnicas eleitorais do Brasil, que possibilitam o anúncio do presidente eleito no mesmo dia em que ocorre a eleição. Existe também a possibilidade de instalar terminais interligados ao sistema judiciário eleitoral em vários locais (órgãos públicos, bancos e correios, por exemplo), permitindo a contínua comunicação do eleitor com a Justiça Eleitoral. Títulos Eleitorais em forma de cartões magnéticos facilitariam essa atividade, embora ainda exista a compra de votos. Deve-se destacar, no entanto, que os meios de comunicação-informação deveriam ser protegidos por lei de todo tipo de pressão e, acima de tudo, apolíticos. Ainda uma última e fundamental questão a ser a destacada é a do sistema educacional do país, que deve ser capaz de formar cidadãos críticos, conscientes e ativos, capazes de analisar e julgar todas as informações possíveis.
  2. C
  3. B
  4. As Guerras Médicas ( ou Pérsicas) entre gregos e persas ocorreram a partir do século V a.C. e duraram aproximadamente 50 anos. O início do conflito se deu com o contato entre gregos e persas na região que hoje corresponde à Turquia. Mas logo esse conflito chegou ao território grego, onde os persas prepararam um ataque massivo aos atenienses, que estrategicamente os detiveram. Após diversas batalhas, os persas foram derrotados. Essas guerras mudaram a História da Antiga Grécia, marcando o início de um período de união seguido de várias disputas, fragilizando todo o país e possibilitando, por fim, sua dominação pelos macedônios, dando início ao grandioso e efêmero império greco-macedônico, cujo grande nome foi o do general Alexandre, o Grande.
  5. Esta é uma resposta pessoal. Porém, entende-se por cultura o conjunto de aspectos sociais, econômicos e religiosos de um determinado povo, bem como a forma como cada povo enxerga a vida. Isso em um contexto geral. Cultura é um termo muito amplo. Partindo do exposto acima, podemos dizer que, culturalmente, o nosso país tem práticas e costumes que refletem aspectos de sua cultura, essencialmente permeada por diferenças sociais perceptíveis entre ricos e pobres, além do cristianismo que permeia as nossas leis e até mesmo nossa Constituição. Porém, precisamos entender que nosso país é multicultural,  e aquilo que parece normal no Estado do Espírito Santo, por exemplo, pode ser considerada uma prática estranha a um habitante do Pará. Mais que isso, a transculturalidade tem sido percebida nas sociedades, principalmente após o processo de globalização, que aproxima cada vez mais as sociedades.
  6. Conhecer a origem de determinadas práticas é importante para que não caiamos no erro de tentar impor a outros aquilo que na verdade pertencia a outro contexto. Assim, a contextualização é de extrema importância para a História e o historiador, já que uma ideia fora de seu contexto cultural, geográfico, cronológico e histórico pode ser utilizada de forma indevida, inclusive para justificar ações preconceituosas e destrutivas.
  7. Entre os diversos aspectos da cultura grega que podemos destacar como legado às sociedades contemporâneas, podemos destacar a Matemática, a Medicina, a Filosofia e, especialmente, a democracia. Assim, podemos perceber, no que se refere à democracia, o “poder do povo”, que a classe política grega buscou de alguma forma ouvir os anseios do povo. Da mesma forma, o conceito de democracia hoje se deve ao fato da representatividade dos Poderes Executivos e Legislativos, representados por nossos deputados, governadores, prefeitos, vereadores e presidente. Logicamente, precisamos ser críticos e perceber que, em muitos casos, se não na maioria deles, o povo não é levado em consideração, e as leis criadas por aqueles que deveriam nos representar favorecem à classe política em detrimento da classe eleitoral brasileira.
  8. Após conquistar um vasto território, Alexandre, o Grande, fundou inúmeras cidades, as famosas Alexandrias, que se tornaram centros difusores da cultura grega, promovendo a mistura desta com as culturas orientais, promovendo o que ficaria conhecido como helenismo.
  9. Resposta pessoal. Como citado na questão 7, a Filosofia, a Matemática e a Medicina, além da História, são exemplos de contribuições gregas para as ciências, chegando até aos nossos dias.

DE OLHO NO VESTIBULAR

  1. a) No lendário país habitado pelos ciclopes, não há lei, governo e, tampouco, a ideia de cidadania, o que não ocorre na maioria das cidades gregas antigas, em que há todas estas características.                              b) Esparta destacava-se por sua estrutura militar e por seu governo oligárquico. Atenas destacou-se por suas características democráticas, atingidas depois de um longo processo de evolução política                                                                         c) A democracia grega não permitia a participação das mulheres, porém, abria possibilidade de cada cidadão (homem, ateniense e livre) participar ativamente das decisões políticas. A democracia atual permite a participação da mulher; no entanto, faz com que a atuação do cidadão na administração do governo se dê por meio de um representante.
  2. 01+04+08 = 12
  3. C
  4. C
  5. A
  6. B
  7. E
  8. a) A identidade dos gregos não era estabelecida por sua unidade política, pois eles se organizavam em cidades-Estado, caracterizadas pela autonomia. No entanto, sua origem (aqueus, eólios, jônios e dórios), sua língua (ática) e sua religião (politeísta e antropomórfica) os faziam “gregos”.                                                                   b) Era a cidade-Estado grega. Cada uma das mais de cem póleis vivia autônoma politicamente, não havendo, portanto, a nação grega no sentido político do termo.
  9. A
  10. E
  11. B
  12. A
  13. B
  14. D
  15. A Confederação de Delos ( ou Liga de Delos) foi uma reunião das várias cidades gregas, sob a liderança de Atenas, para enfrentar os persas. Depois das Guerras Médicas, os atenienses passaram a exercer forte influência sobre as demais cidades-Estado. Já a Guerra do Peloponeso foi um conflito entre aliados de Atenas e aliados de Esparta, que disputavam a hegemonia da Grécia. A guerra teve duração de quase 30 anos e provocou, por fim, a derrota de Atenas e o fim da sua era de predomínio.
  16. a) A cidade grega caracterizava-se pela sua independência em relação às demais. Nesse contexto, o conceito de Estado era encontrado em cada cidade que, em sua autonomia, não estava vinculada politicamente às demais, formando o que veio a ser conhecido como cidade-Estado.                                                                                                      b) De modo geral, os poucos polos de fertilidade do território grego não favoreceram a prática da agricultura, que, majoritariamente, se restringiu à produção para o consumo local. em relação ao comércio, a despeito da existência de um litoral recortado e nem sempre propício a aportamentos, algumas regiões portuárias se destacaram; por exemplo, o litoral ateniense. A localização da Península Balcânica favorecia o contato constante com comerciantes que circulavam pelo Mar Mediterrâneo, o que fez do comércio a atividade econômica principal desta cidade.

A Mitologia Grega

Para mais informações sobre Mitologia, acesse: https://mitologiagrega.net.br/mitologia-grega/

Texto: J. C. Galahad

Muito já ouvimos falar sobre a mitologia grega, mas afinal o que ela representa? Como influenciou o mundo? Como atravessou tantos anos e segue viva até hoje? Se em algum momento você já fez uma dessas indagações, este artigo é para você. Acompanhe!

A história da mitologia grega começa longe, no século XVIII antes de Cristo, e foi inicialmente propagada pelo mundo na sua forma de poesia oral, uma tradição de cantores Minoicos e Micênicos da época.

Os cantos traziam em suas letras a origem e a natureza do mundo, bem como as atividades e as vidas de heróis, entidades imortais e criaturas disformes. A base da mitologia grega também transmite os significados e origens das práticas ritualísticas e dos cultos aos deuses e deusas.

Somente em 700 a.C. as primeiras fontes escritas da mitologia grega foram encontradas em dois famosos e épicos poemas escritos por Homero – Ilíada Odisseia. No entanto, quando realmente falamos a respeito da essência e dos esforços para explicar a natureza, de fato, são os textos de Hesíodo que contam essa história, especialmente em Teogonia.

A mitologia grega, entretanto, estendeu-se por muitos outros períodos – Arcaico, Clássico e Helenístico – influenciando na cultura, arte e literatura da cultura Ocidental, mantendo-se parte da herança e linguagem do ocidente.

Muito populares, os mitos a respeito dos heróis da Guerra de Tróia e do pós-guerra tornaram-se fonte de mistério e de novas versões, feitas em hinos, peças, arte, outros poemas e tudo o que fosse possível ser feito para explicar e reproduzir tais histórias – dava-se muita ênfase às guerras entre os deuses e aventuras de semideuses e mortais.

No que diz respeito a religião grega antiga, a mitologia estava extremamente presente, consistindo as interações entre deuses e mortais. A maioria dos mitos gira em torno de atos heroicos, como a história de Hércules e os Doze Trabalhos, a viagem de regresso de Odisseu após a Guerra de Tróia Teseu e o Minotauro.

Os seres e criaturas descritos na mitologia foram das mais variadas espécies. Os deuses, por exemplo, eram descritos como divindades com corpos e comportamentos essencialmente humano, no entanto, sua imortalidade era considerada sua característica mais distinta.

Autores definem o antropomorfismo grego com o fato de que deuses são pessoas, não ideias, ilusões ou conceitos. Eles trazem suas descendências e apresentam diferentes interesses e desejos, área de conhecimento, personalidade e outras características, de forma a ilustrar a similaridade com os seres humanos.

Além de deuses e humanos, existiam também os Titãs – gigantes primitivos –  e outras espécies de criaturas polimórficas, como os centauros metade homem metade cavalo, as ninfas da natureza e os sátiros, metade homem metade bode.

 

No início, havia o Caos.

Assim Hesíodo começa a explicar o princípio da criação do mundo, o nascimento dos deuses, a sucessão dos que governavam, a origem dos mortais e suas práticas de sacrifício. Seu objetivo era abordar o tema da melhor maneira possível em linguagem humana.

A partir do Caos, surgiram as primeiras entidades do universo, conhecidas como Deuses Primordiais:

  1. Gaia, a Terra;
  2. Eros, o amor;
  3. Tártaro, o submundo;
  4. Érebo, a escuridão.
  5. Nix, a noite;
  6. Hemera, o dia;
  7. Éter, o ar;
  8. Ponto, o mar;
  9. Tálassa, a vida marinha.

Espontaneamente, Gaia gerou Urano, o céu, quem a fertilizou com seus encantos. A partir dessa união, nasceram os Titãs e as Titânides, conhecidos como “a segunda geração divina”:

  1. Céos, a inteligência;
  2. Mnemosine, a memória;
  3. Crio, o frio;
  4. Febe, a luz da lua;
  5. Hiperião, o fogo;
  6. Tétis, a água salgada;
  7. Oceano, a água doce;
  8. Téia, a visão;
  9. Jápeto, a violência;
  10. Têmis, a lei;
  11. Réia, a fertilidade feminina;
  12. Cronos, o tempo.

Depois do nascimento de Cronos, Urano e Gaia decidiram cessar o nascimento dos Titãs, no entanto, ainda houve a sucessão de criaturas como os Ciclopes e os Hecatônquiros. Esses foram jogados no Tártaro pelo próprio pai, enfurecendo Gaia, que resolveu se vingar: criou uma foice a deu a Cronos, o mais temido dos seus filhos, para castrar Urano.

Após a queda dos Titãs, o novo panteão de deuses se confirmou, sendo os 14 Deuses do Olimpo, sob “supervisão” de Zeus. Essas divindades consistem a terceira e quarta geração de seres imortais, adorados como os principais deuses do panteão grego. São eles:

  1. Zeus, deus dos raios e tempestades.
  2. Héstia, deusa da chama sagrada;
  3. Hera, deusa do matrimônio;
  4. Deméter, deusa da agricultura;
  5. Hades, deus do submundo;
  6. Poseidon, deus dos mares;
  7. Hefesto, construtor dos deuses;
  8. Dionísio, deus do vinho;
  9. Afrodite, deusa do amor;
  10. Apolo, deus do sol;
  11. Ártemis, deusa da lua;
  12. Atena, deusa da sabedoria;
  13. Hermes, mensageiro dos deuses;
  14. Ares, deus da guerra.

Além desses deuses, os gregos também adoravam a outros menores, como o sátiro Pã, as Náiades, as Dríades, as Nereidas, entre outros.

De fato a mitologia grega influenciou bastante a cultura ocidental – inclusive a nossa vida. Já associou amor com Afrodite? Já pensou em Hércules como herói? Lembra do episódio do tendão de Aquiles durante a Guerra de Tróia?

Pois bem, são inúmeros os mitos ajudaram a construir a nossa cultura ao longo da história.

ATIVIDADE FINAL PARA OS SEXTOS ANOS

Caros alunos e alunas,

Durante este quarto bimestre discutimos muito sobre a importância da Igreja Católica Apostólica Romana após sua organização no século IV, após o Édito de Milão, promulgado pelo Imperador Constantino no ano 323, quando fez do cristianismo a religião oficial romana, unindo assim Fé e Estado em um só governo.

Sabemos muito bem que existem diferentes formas de manifestação de fé na atualidade, principalmente quando falamos no Cristianismo, fé que a maioria (senão todos nós) professamos.

Para discutirmos a diferença entre as diversas igrejas, você deve fazer uma pesquisa sobre as doutrinas de sua igreja e de outra diferente da sua. Por exemplo, se você é Batista, deve pesquisar sobre as doutrinas da Igreja Batista e da Igreja Adventista, por exemplo. Se você é Presbiteriano, deve pesquisar sobre as doutrinas da Igreja Presbiteriana e as da Assembleia de Deus, por exemplo.

Após fazer sua pesquisa, escreva um texto, descrevendo as diferenças de fé entre sua Igreja e a de outras pessoas. Além disso, tente encontrar coisas onde essas duas Igrejas pensam de igual forma.

Seu texto deve ter no mínimo 15 linhas, com fonte Arial ou Times New Roman, no tamanho 12.

DÊ UM TÍTULO QUE APONTE AS DUAS IGREJAS QUE VOCÊ PESQUISOU.

Lembre-se que você deve apenas descrever, mas sem julgar se as doutrinas de outras Igrejas são certas ou erradas. Como conversamos em sala de aula, devemos tratar com respeito a fé de outras pessoas, assim como gostaríamos de ser respeitados.

Use a internet para pesquisa, mas não faça cópias. Se detectado cópia da internet, a nota é zerada automaticamente. Use suas palavras, escreva do seu jeito. Lembre-se que não sabemos tudo, mas sempre sabemos alguma coisa que pode contribuir para o aprendizado de todos.

Após terminar seu trabalho, envie para o e-mail: edadvir@gmail.com. Qualquer dúvida, envie nos comentários ou elas podem ser mandadas pelo e-mail acima. Lembre-se de colocar seu nome, série e turma no trabalho.

 

Boa Escrita. 🙂

ATIVIDADE FINAL PARA O SÉTIMO ANO

BRASIL: UM PAÍS DESIGUAL.

Segundo Edison Adão e Laercio Furquim Júnior podemos dizer que “o Brasil constituiu-se ao longo de sua história em um país de grandes desigualdades, fruto da forte concentração de renda e do elevado nível de pobreza. Em que pese uma sutil melhora na primeira década do século XXI (2001-2010), um recorte histórico mais amplo revela uma situação próxima ao dramático, e aqui não há nenhum exagero. A desigualdade social tornou-se uma triste marca brasileira que excluiu grande parte da população dos padrões mínimos de dignidade e cidadania. Tal situação colocou o país entre os mais injustos socialmente em todo o mundo”.

O Economista Celso Furtado também considera que o Brasil não pode ser considerado um país pobre. É preciso dizer que o conceito de pobreza não obedece a padrões rígidos; a ideia de pobreza varia com o passar do tempo, ou seja, o que a um século atrás seria considerado um sinal de pobreza, hoje não é. Logo, o conceito de pobreza é subjetivo. O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) entende que pobreza refere-se à situação de “carência em que os indivíduos não conseguem manter um padrão mínimo condizente com as referências socialmente estabelecidas em cada contexto histórico”. Assim, podemos usar como exemplo o telefone celular. Nos anos 90 ele era um privilégio de poucos, com alto custo tanto do aparelho quanto das contas de linha telefônica, impossibilitando que camadas mais baixas da população possuíssem um aparelho, mas hoje em dia é comum as pessoas utilizarem celular e, em muitos casos, é comum ver pessoas com um IPhone no transporte público.

 

A partir deste texto – e de acordo com seus conhecimentos e pesquisa – elabore um texto no Word com no mínimo 15 linhas, discutindo a questão da desigualdade no Brasil. Você pode levar em consideração todo um processo histórico que levou a essa desigualdade. Assim, assuntos que estudamos como o tratamento que povos indígenas e negros receberam no Brasil podem te ajudar a pensar o nosso país. Discuta também o que podemos fazer para reduzir as desigualdades no lugar onde vivemos.

Formatação do documento:

Fonte: Arial ou Times New Roman

Tamanho: 12

Margens esquerda e superior: 3cm

Margens direita e inferior: 2cm

DÊ UM TÍTULO PARA O SEU TEXTO

Use a internet para pesquisa, mas não faça cópias. Se detectado cópia da internet, a nota é zerada automaticamente. Use suas palavras, escreva do seu jeito. Lembre-se que não sabemos tudo, mas sempre sabemos alguma coisa que pode contribuir para o aprendizado de todos.

Esta atividade vale 2,0 pontos, e pode ser enviada de 03 de dezembro às 12h até o dia 07 de dezembro às 17h para o e-mail edadvir@gmail.com, com nome do aluno e a série a que pertence.

Qualquer dúvida, envie nos comentários ou pelo e-mail acima mencionado.

 

Sucesso na escrita. 😉

MEU BRASIL

Nas aulas de Redação, no 3º Bimestre, a Professora Ana Lúcia Coutinho trabalhou com os alunos do Sétimo Ano a Literatura de Cordel e, para minha grata surpresa, a disciplina de História foi homenageada pela aluna Victória Araújo, aluna dedicada que abordou a História do Brasil, desde seu “achamento” (ou invasão) até à atualidade.

Compartilho aqui com vocês este material, sendo grato a Deus por ter me dado a oportunidade de ter os melhores alunos. Aproveito para parabenizar a Victória Araújo pela sua originalidade e criticidade na  produção deste material. 🙂

 

Meu Brasil

Em 1500 chegou uns brancos

Dizendo “pau-brasil”!

O índio assustou

Foi um encontro bem hostil.

 

Então começou o escambo

Troca de madeira por um pedaço de pano

O português lucrou,

E o índio com seu espelho ficou

 

O índio achou estava tudo combinado

Que pena!

Anos depois, seria ele o escravizado!

 

A escravidão chegou

O índio chateado ficou

 

Quando viu estava rezando em uma cruz

Foram vestidos por uns caras que falavam

De um tal “Jesus”.

 

Os escravos se entristeceram

E fizeram uma construção

Quilombo, o chamaram.

 

Logo a Princesa Isabel chegou

E ela a lei Áurea assinou

Assim, a escravidão acabou

 

Três poderes foram divididos

Judiciário, Executivo e até Legislativo

Até voto foi decidido

Pena que eram só os “bonitos”:

Homens, brancos e ricos.

 

Mas com o tempo houve várias conquistas

Agora não era só elitista:

Tinha pobre, negro e até feminista.

 

Vargas foi quem consolidou

Os direitos conquistou

A CLT criou.

 

Hoje vivemos uma tal “democracia”

Que é governo do povo

Pena que continua a tal aristocracia.

 

Mentem

Enganam

Governam sem a gente

Roubam enfim…

 

Mas como posso reclamar da política

Se não dá bola para ao paralítico

Se quando recebo o troco errado

No silencio eu fico?

 

Os governantes não querem saber de nada,

Só querem o dinheiro em sua conta bancária.

Os assaltantes estão soltos e armados

O que fazemos

Para não sermos assaltados?

 

Os caminhoneiros realizaram até greve

Para o preço da gasolina baixar

Mas os governantes

Não quiseram comentar.

 

Nosso dinheiro

Que conseguimos com esforço

Só serve para pagar e imposto.

 

Somos escravas do nosso dinheiro

Não temos felicidade

E nem honestidade.

RESUMÃO: COLONIZAÇÃO PORTUGUESA NA AMÉRICA

Olá, queridos alunos e alunas. Um resumão de acordo com aquilo que falamos em sala de aula, os destaques propostos no material didático e a Avaliação que será realizada na próxima quarta-feira!

Em 22 de abril de 1500, Pedro Álvares Cabral aporta na região da atual cidade de Porto Seguro. A Coroa portuguesa toma posse das terras, mas a princípio não teve o interesse de colonizá-la e ocupá-la, uma vez que as especiarias indianas (da Índia, no continente asiático) traziam lucro para Portugal. Assim, as primeiras expedições tinham o interesse de explorar a terra, reconhecer o litoral e mapeá-lo. As expedições exploratórias batizaram algumas regiões e rios do Brasil, como o Cabo de São Roque, a Baía de Todos os Santos e o Rio São Francisco. Um navegador da época que ficou conhecido como o primeiro a registrar que as terras encontradas formavam um continente foi Américo Vespúcio, o que explica o nome América para o “Novo Mundo”.

A princípio, somente uma atividade econômica interessou aos portugueses: a extração de pau-brasil. Ele era importante pois, além de ser uma madeira de lei, também produzia um pigmento de cor vermelha, utilizado para tingir tecidos. Para essa prática, os portugueses praticavam o escambo com os índios, prática onde se faziam trocas diretas de um bem por outro, sem a intermediação do dinheiro. Assim, os índios forneciam o pau-brasil em troca de objetos exóticos, como espelhos, pentes, facões e machados de metal. Todo produto extraído era levado para as feitorias, locais que funcionavam como armazéns e fortalezas, antes que a madeira fosse expedida para Portugal. Eram nas feitorias que se realizavam as negociações e os portugueses estabeleciam alianças com os indígenas.

Em 1532 surge uma maior preocupação com a colonização do solo brasileiro, e Martim Afonso de Souza é enviado com uma expedição colonizadora. ele funda então uma vila no litoral de São Paulo para a produção de cana-de-açúcar e lhe dá o nome de Vila de São Vicente. Os portugueses então tentam estender a prática do escambo para a produção canavieira. Porém, os índios não aceitam a prática, uma vez que a produção do açúcar se constituía de trabalho muito pesado, o que leva a escravização dos indígenas. Com a forte resistência indígena, os portugueses passam então a invadir aldeias e a tratar os nativos como empecilho para a colonização. A Coroa interfere para controlar o impulso dos colonos, uma vez que ela desejava manter os acordos comerciais com os nativos para a extração do pau-brasil.

A Coroa então decide criar no Brasil um sistema que ficou conhecido como Capitanias Hereditárias, com o intuito de impulsionar a ocupação do território, em 1534. As capitanias eram grandes lotes de terra concedidos pelo governo de Portugal para portugueses de posses, da nobreza, que ficaram conhecidos como donatários. Cada um destes donatários ficava assim encarregado de implantar  a colonização em sua capitania, tornando-a produtiva. Assim, a Coroa tirava de si a responsabilidade e os custos para a colonização. O projeto não dá certo, pois muitos destes donatários não conseguiram promover a colonização e, em muitos casos, não houve interesse pelas terras. As capitanias que se desenvolveram de fato foram São Vicente, Pernambuco, Ilhéus e Porto Seguro.

Diante do fracasso das capitanias, D. João III, rei de Portugal, implanta no Brasil o Governo-geral, em 1549. Seu objetivo era tornar a Coroa mais presente na colônia e organizá-la administrativamente. O Primeiro governador-geral foi Tomé de Souza. É neste governo que a presença dos Jezuítas da Companhia de Jesus foi consolidada. Com o intuito de catequizar os índios e ensinar os costumes europeus, considerados superiores pelos portugueses, os padres ajudaram no estabelecimento da colônia. A Igreja Católica tinha uma compreensão de que o índio brasileiro era em certo sentido puro, e não devia ser escravizado, uma vez que a forma de religião indígena era considera ingênua. Porém, os jesuítas acabam enfrentando problemas com os portugueses, pois a Coroa entendia que grupos indígenas considerados rebeldes deveriam ser escravizados, permitindo assim o ataque a diversas aldeias que eram contra os interesses portugueses. Para fazer parte da Companhia de Jesus, os candidatos passavam por rígida disciplina. A Igreja entendia que eles deveriam estar preparados para as privações, uma vez que enfrentariam diversos perigos na colônia.

o segundo governador-geral do Brasil foi Duarte da Costa, que tem de enfrentar diversas invasões, principalmente dos franceses, na região do atual Estado do Rio de Janeiro. Podemos assim perceber que não somente os portugueses, mas os diversos países da Europa estavam interessados nestas terras. No que se refere à religião, é importante lembrar que a França recebeu forte influência do protestantismo e reforma, sobretudo dos calvinistas, ou seja, os adeptos de João Calvino. Com interesses missionários, os protestantes realizam, no dia 10 de março de 1577, o primeiro culto protestante no Brasil. Os planos franceses de evangelização acabam se frustrando, sobretudo por causa das diferenças doutrinárias e, logicamente, a sua expulsão do Brasil.

Por fim, é preciso destacar que os índios, em diversos momentos, tiveram de formar resistência contra a escravização portuguesa. Diversas aldeias foram atacadas e dizimadas, não restando sobreviventes, sepultando diversas culturas. Muitos povos conseguiram sobreviver, mas alguns historiadores estimam que até cerca de 3 milhões de índios podem ter morrido no período colonial. Os ataques, as epidemias e a falta de compreensão da cultura indígena levaram à destruição de boa parte dos povos nativos do Brasil. Porém, muitos sobreviveram,e hoje podemos conhecer melhor estas etnias que fazem parte da constituição do povo brasileiro. No nosso Estado do Espírito Santo podemos destacar a sobrevivência dos tupiniquins e guaranis.

RESUMÃO: ROMA ANTIGA

Olá, queridos alunos.

Vamos a mais um resumão, baseado nos estudos de sala de aulas, nos destaques propostos no livro didático e na avaliação que acontecerá na próxima quarta-feira.

Historicamente falando, Roma, situada na região do Lácio, na Península Itálica, começou a ser povoada em cerca do século VIII a.C., tendo os povos latinos como os primeiros a se organizarem em uma pequena comunidade com várias aldeias. A formação dos povos latinos é resultado do encontro cultural de diversos povos indo-europeus e outros grupos da região do Mediterrâneo. Outros povos, como os gregos, cartagineses, sabinos, italioltas e latinos habitavam a região da Península Itálica, se destacando os povos etruscos.

Economicamente, no princípio, os romanos praticavam a agricultura e o pastoreio, que eram praticados de forma simples e tendo a função de abastecer a própria comunidade. Porém, precisamos destacar que os etruscos foram importantes para a atividade comercial, uma vez que eram hábeis navegadores, introduzindo assim essa atividade no Mediterrâneo.

Devemos destacar também o surgimento mitológico de Roma. Segundo o mito, Rômulo foi o fundador da cidade de Roma e seu primeiro Rei. Rômulo e seu irmão Remo eram filhos do deus Marte e da Reia Silvia, filha de Numitor, Rei de Alba Longa.

Amúlio, irmão do rei Numitor, deu um golpe de Estado, prendeu seu irmão e passou a reinar. Além disso, confinou Reia Silvia, tentando assim destruir a descendência de Numitor. O deus Marte então teria desposado Reia e ela deu à luz aos dois garotos. Amúlio, sabendo do nascimento das crianças, as joga noRio Tibre. Elas são arremessadas às margens do rio, sendo encontradas por uma loba, qu as amamenta e, logo depois, o pastor de oevelhas Fáustulo resgata os meninos e cuida deles, com sua esposa.

Quando Rômulo e Remo se tornam adultos, Remo se indispõe com alguns pastores e é preso. Seu irmão Rômulo o liberta da prisão, mata Amúlio e recoloca seu avô Numitor novamente no poder. O rei então permite que os dois construam uma cidade. Porém, quando chegam à região de Roma, Remo vê seis abutres sobrevoando o monte Aventido. Rômulo vê doze aves sobrevoando o Palatino. Diante da escolha de Rômulo, ele então faz um sulco ao redor da cidade. Remo, enciumado, atravessa o sulco e é morto pelo irmão. Assim, a cidade é construída e Rômulo se torna seu fundador e rei.

Politicamente, os romanos passaram por três períodos históricos: Mornarquia, República e Império.

Com o crescimento populacional, Roma deixou de ser um pequeno povoado para uma grande cidade, passando a ter uma melhor infra-estrutura com redes de esgoto, construção de calçadas, fortificações para a proteção da cidade, e tendo o rei como principal figura. Começava então o período monárquico de Roma. Porém, o rei não era a figura mais importante, pois seu poder era dividido com os patrícios, homens das famílias mais ricas de Roma, formando assim o Senado.

Logicamente, outras classes sociais formavam aquela socieade. Assim, além do rei e dos patrícios, existiam os plebeus, camada social de pequenos agricultores, comerciantes e artesãos, que não tinham direito à participação política, o que gerou diversos conflitos naquela sociedade.  Clientes, em geral parentes de segundo ou terceiro graus dos patrícios, que buscavam assim proteção e apoio de um patrício rico, também podiam ser escravos libertos, estrangeiros e até filhos ilegítimos dos patrícios. Por úlitmo, figuravam os escravos, que eram uma pequena parcela da população, pessoas que se tornavam escravas por causa de dívidas, sobretudo da classe dos plebeus.

Durante o período republicano, a dinâmica política se alterou, principalmente quando nos referimos ao senado, uma vez que plebeus enriquecidos conseguiam agora fazer parte. Além disso, os senadores passaram a ter maior influência em outros aspectos da sociedade. Além disso, graças à sua influência, o exército passou a ser mais favorecido dentro da República romana.

Também neste período houve movimentos para reduzir as desigualdades sociais gerada pela concentração de terras. Duas figuras importantes para tal foram Tibério e Caio Graco, obtendo o apoio da plebe rural, que queria uma reforma agrária. Todos os dois, tribunos da plebe, conseguem alguns avanços. Tibério conseguiu aprovar uma reforma que determinava a repartição de parte das terras públicas com os cidadãos. Os nobres não se agradam da proposta e assassinam a Tibério. Caio Graco alcança então popularidade entre os plebeus e consegue implementar uma reforma agrária em Roma.

Na crise republicana, os romanos contaram com o regime de Triunvirato. O primeiro triunvirato foi formado por Pompeu, Crasso e Júlio César. Já o segundo foi formado por Marco Antônio, Lépido e Otávio Por fim, Otávio Augusto se torna o primeiro imperador de Roma, em 27 a.C.

No período imperial, podemos destacar a figura de Nero, conhecido por sua forma violenta de resolver todas as questões. Um exemplo disso é a forma como ele tratava os cristãos, que por muitas vezes foram condenados e mortos no Coliseu Romano. Um outro fato discutido pelos historiadores é o incêndio em Roma. Segundo especialistas, Nero seria responsável, mas culpou os cristãos pelo fato, o que levou a uma dispersão dos cristãos pelo mundo.

Também durante o império utilizou-se de uma prática chamada panis et circensis, ou seja a política do pão e circo. Com isso, os imperadores ofereciam comida a baixo custo para a população e diversão nas praças e Coliseu. Segundo especialistas, o propósito dos imperadores era justamente maquiar os reais problemas da sociedade romana. Enquanto a população estava feliz com comida e festas, não teriam tempo de se ocupar com os problemas do Império Romano.

 

RESUMÃO: GRÉCIA ANTIGA

Olá, queridos alunos e alunas.

Neste espaço trago para vocês um resumo para a prova da próxima sexta. Ele irá ajudar vocês no estudo. Lembrem-se, porém, de ler o material no livro, que é a base para a prova de vocês.

Então, chega de conversa e, vamos lá! 😉

Precisamos sempre ter em mente que os gregos não se formaram de um só povo, mas de vários, não sendo assim um reino único, mas formadas de diversas cidades, cada uma com seu governo próprio. Se consideravam helenos, pois acreditavam que Heleno, filho de um sobrevivente de um dilúvio provocado por Zeus, era seu ascendente. Ao estes povos se fixarem à região, desenvolvem a agricultura e a criação de animais.

No que se refere à geografia, seu território na Península Balcânica era dividido assim:

  • Continental: existência de várias montanhas;
  • Peninsular: litoral com poucas praias, em muitos casos planalto e montanha terminando no mar, não existindo praias ou portos naturais;
  • Insular: Diversas ilhas ao redor da península.

Em seu período inicial, o povo micênico foi um dos diversos povos vindos do Leste. Ficaram conhecidos por seus grandes palácios e edificações. No que se refere aos palácios, eles se tornam importantes naquela sociedade pois eles não funcionavam somente como morada do rei, mas várias atividades eram desenvolvidas ao redor destes palácios, o que demonstra um domínio monárquico forte.

PERÍODO HOMÉRICO

No Período Homérico, diversas transformações ocorreram. grandes palácios deixam de existir, técnicas de produção de objetos simplificados, com abandono de algumas cidades. A economia passou a ser de subsistência: para consumo próprio. Também neste período, as diferenças sociais começaram a aumentar, com muitos pobres e poucos ricos (não muito diferente de nossa realidade).

Os casamentos eram usados para alianças entre famílias. Apesar de a maior parte da população ser livre, existiam escravos, mas não tão fundamentais naquela sociedade. Somente após o século VIII a.C. é que os escravos se tornam a base do trabalho.

Apesar disso, este período não foi de total decadência, uma vez que as comunidades gregas cresciam e se especializavam cada vez mais na guerra.

PERÍODO ARCAICO

Durante este período, os gregos deixaram de ser uma sociedade camponesa e guerreira e começaram a se organizar, em cerca de 500 a.C., em cidades-Estado, a pólis, cada uma com seu governo próprio.

pólis era o centro urbanizado. Nela se reuniam edifícios públicos, praças, templos e habitações. As terras ao redor da pólis também faziam parte dela, sendo utilizadas para o cultivo. A administração da pólis deu origem à palavra política, tão comentada por nós na sala de aulas.

Além disso, podemos destacar que, neste período, o gregos começaram a ocupar territórios fora da Península Balcânica, alcançando a Ásia Menor, o sul da Itália, diversas ilhas do Mar Egeu e o Mediterrâneo. A junção de todos os territórios gregos neste período se chamava Magna Grécia.

É no século VIII a.C. ocorreu aquilo que podemos considerar uma revolução no Mediterrâneo. O principal motor disso tudo foi a navegação, com barcos e navios criados primeiramente pelos fenícios. Assim, o Mediterrâneo se tornou em uma grande estrada que interligava diversos povos, o que fazia com que diversas culturas entrassem em contato uma com as outras, além da troca de riquezas e bens.

ATENAS

Podemos considerar Atenas como o berço da democracia, apesar de outros povos desenvolverem ideias democráticas.

Porém, é preciso colocar que nem todos tinham direito a essa democracia. Ela pertencia a um pequeno grupo privilegiado, sobretudo de famílias tradicionais. Com o passar dos anos, os comerciantes, começam a exigir direitos políticos e a situação dos pequenos agricultores piorava, se tornando escravos por dívidas. Drácon então reúne todas as leis orais, baseada nas tradições e costumes gregos. Sólon é quem cederá à pressão em 594 a.C., permitindo que comerciantes ricos pudessem votar. Por fim, Clístenes, o “pai da democracia”, promove uma série de reformas entre 508 e 507 a.C., permitindo participação política nunca antes vista. Assim, o cidadão acima de 20 anos podia participar da política e tinha direito a voz e voto.

Devemos lembrar que democracia é uma palavra que significa poder do povo, sendo uma forma de governo onde a vontade da maioria dos cidadãos prevalece. A democracia, como pudemos ver, não era direito de todos. em tese, eram considerados cidadãos somente os homens, a minoria da população. Mulheres, crianças, estrangeiros e escravos estavam fora da democracia.

Duas formas de governos predominaram em Atenas:

  1. Monarquia: poder de uma só pessoa, no caso, o rei
  2. Oligarquia: poder de poucos, sendo estes representantes de famílias mais tradicionais.

Sobre a sociedade ateniense, era formada da seguinte forma:

  • famílias tradicionais: se consideravam descendentes daqueles que fundaram Atenas;
  • Comerciantes e artesãos: cresceram economicamente, passando a exigir participação política;
  • Pequenos agricultores: camada mais pobre, que poderiam se tornar escravos, caso não conseguissem pagar suas dívidas;
  • Escravos: formados por prisioneiros de guerra e pessoas compradas no exterior.

ESPARTA

Os espartanos são um exemplo de desenvolvimento militar na sociedade grega. Seus soldados permaneciam dos 18 aos 60 anos no Exército, isso sem contar os 6 anos de treinamento.

A mulher era de extrema importância na sociedade espartana. É com elas que começava a educação das crianças. Elas eram:

  • responsáveis pela educação das crianças até aos sete anos de idade;
  • eram excelentes administradoras;
  • cuidavam dos negócios da família quando os homens iam para a guerra;
  • conduziam atividades religiosas;
  • influenciavam a atividade de alguns políticos;
  • algumas atá participavam de combates, segundo alguns historiadores.

Percebe-se o militarismo na sociedade espartana desde o nascimento.Crianças eram examinadas ao nascer para decidir se viveriam ou não. Os que eram aprovados, viveriam até aos sete anos com a mãe. Então, eram enviados à escola, permanecendo ali até os doze anos. As meninas, com doze anos, voltava ao convívio com a mãe, e os meninos tinham de sobreviver sozinhos, afastados da cidade, onde eram obrigados a desenvolver habilidades necessárias à sobrevivência.

AS GUERRAS

Das guerras em que os gregos se envolveram, a Gurra do Peloponeso foi de grande importância, entre os anos 431 e 404 a.C.  Esse conflito encerrou o fim da exploração por parte de Atenas sobre as demais póleis.

Dos diversos comandantes que foram às guerras, a figura de Alexandre, o Grande, se destaca. Nascido na Macedônia e educado na Grécia, era grande admirador do pensamento grego. Com apenas 20 anos ele substitui seu pai, Felipe II, no comando do mundo greco-macedônico. Em 334 a.C., ele vai até à Ásia e submete o grande Império Persa, dominando o que hoje conhecemos como Oriente Médio. Com 31 anos era o comandante supremo de um dos mais vastos impérios da História. Ele morre aos 32 anos, provavelmente de malária, em 323 a.C. Seu império foi dividido entre seus generais, o que levou ao enfraquecimento da Grécia, quando enfim foram dominados pelos Romanos.  Os quatro principais generais que substituíram Alexandre foram: Cassandro, Lissímaco, Seleuco e Ptolomeu.