ATIVIDADE FINAL PARA OS SEXTOS ANOS

Caros alunos e alunas,

Durante este quarto bimestre discutimos muito sobre a importância da Igreja Católica Apostólica Romana após sua organização no século IV, após o Édito de Milão, promulgado pelo Imperador Constantino no ano 323, quando fez do cristianismo a religião oficial romana, unindo assim Fé e Estado em um só governo.

Sabemos muito bem que existem diferentes formas de manifestação de fé na atualidade, principalmente quando falamos no Cristianismo, fé que a maioria (senão todos nós) professamos.

Para discutirmos a diferença entre as diversas igrejas, você deve fazer uma pesquisa sobre as doutrinas de sua igreja e de outra diferente da sua. Por exemplo, se você é Batista, deve pesquisar sobre as doutrinas da Igreja Batista e da Igreja Adventista, por exemplo. Se você é Presbiteriano, deve pesquisar sobre as doutrinas da Igreja Presbiteriana e as da Assembleia de Deus, por exemplo.

Após fazer sua pesquisa, escreva um texto, descrevendo as diferenças de fé entre sua Igreja e a de outras pessoas. Além disso, tente encontrar coisas onde essas duas Igrejas pensam de igual forma.

Seu texto deve ter no mínimo 15 linhas, com fonte Arial ou Times New Roman, no tamanho 12.

DÊ UM TÍTULO QUE APONTE AS DUAS IGREJAS QUE VOCÊ PESQUISOU.

Lembre-se que você deve apenas descrever, mas sem julgar se as doutrinas de outras Igrejas são certas ou erradas. Como conversamos em sala de aula, devemos tratar com respeito a fé de outras pessoas, assim como gostaríamos de ser respeitados.

Use a internet para pesquisa, mas não faça cópias. Se detectado cópia da internet, a nota é zerada automaticamente. Use suas palavras, escreva do seu jeito. Lembre-se que não sabemos tudo, mas sempre sabemos alguma coisa que pode contribuir para o aprendizado de todos.

Após terminar seu trabalho, envie para o e-mail: edadvir@gmail.com. Qualquer dúvida, envie nos comentários ou elas podem ser mandadas pelo e-mail acima. Lembre-se de colocar seu nome, série e turma no trabalho.

 

Boa Escrita. 🙂

ATIVIDADE FINAL PARA O SÉTIMO ANO

BRASIL: UM PAÍS DESIGUAL.

Segundo Edison Adão e Laercio Furquim Júnior podemos dizer que “o Brasil constituiu-se ao longo de sua história em um país de grandes desigualdades, fruto da forte concentração de renda e do elevado nível de pobreza. Em que pese uma sutil melhora na primeira década do século XXI (2001-2010), um recorte histórico mais amplo revela uma situação próxima ao dramático, e aqui não há nenhum exagero. A desigualdade social tornou-se uma triste marca brasileira que excluiu grande parte da população dos padrões mínimos de dignidade e cidadania. Tal situação colocou o país entre os mais injustos socialmente em todo o mundo”.

O Economista Celso Furtado também considera que o Brasil não pode ser considerado um país pobre. É preciso dizer que o conceito de pobreza não obedece a padrões rígidos; a ideia de pobreza varia com o passar do tempo, ou seja, o que a um século atrás seria considerado um sinal de pobreza, hoje não é. Logo, o conceito de pobreza é subjetivo. O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) entende que pobreza refere-se à situação de “carência em que os indivíduos não conseguem manter um padrão mínimo condizente com as referências socialmente estabelecidas em cada contexto histórico”. Assim, podemos usar como exemplo o telefone celular. Nos anos 90 ele era um privilégio de poucos, com alto custo tanto do aparelho quanto das contas de linha telefônica, impossibilitando que camadas mais baixas da população possuíssem um aparelho, mas hoje em dia é comum as pessoas utilizarem celular e, em muitos casos, é comum ver pessoas com um IPhone no transporte público.

 

A partir deste texto – e de acordo com seus conhecimentos e pesquisa – elabore um texto no Word com no mínimo 15 linhas, discutindo a questão da desigualdade no Brasil. Você pode levar em consideração todo um processo histórico que levou a essa desigualdade. Assim, assuntos que estudamos como o tratamento que povos indígenas e negros receberam no Brasil podem te ajudar a pensar o nosso país. Discuta também o que podemos fazer para reduzir as desigualdades no lugar onde vivemos.

Formatação do documento:

Fonte: Arial ou Times New Roman

Tamanho: 12

Margens esquerda e superior: 3cm

Margens direita e inferior: 2cm

DÊ UM TÍTULO PARA O SEU TEXTO

Use a internet para pesquisa, mas não faça cópias. Se detectado cópia da internet, a nota é zerada automaticamente. Use suas palavras, escreva do seu jeito. Lembre-se que não sabemos tudo, mas sempre sabemos alguma coisa que pode contribuir para o aprendizado de todos.

Esta atividade vale 2,0 pontos, e pode ser enviada de 03 de dezembro às 12h até o dia 07 de dezembro às 17h para o e-mail edadvir@gmail.com, com nome do aluno e a série a que pertence.

Qualquer dúvida, envie nos comentários ou pelo e-mail acima mencionado.

 

Sucesso na escrita. 😉

MEU BRASIL

Nas aulas de Redação, no 3º Bimestre, a Professora Ana Lúcia Coutinho trabalhou com os alunos do Sétimo Ano a Literatura de Cordel e, para minha grata surpresa, a disciplina de História foi homenageada pela aluna Victória Araújo, aluna dedicada que abordou a História do Brasil, desde seu “achamento” (ou invasão) até à atualidade.

Compartilho aqui com vocês este material, sendo grato a Deus por ter me dado a oportunidade de ter os melhores alunos. Aproveito para parabenizar a Victória Araújo pela sua originalidade e criticidade na  produção deste material. 🙂

 

Meu Brasil

Em 1500 chegou uns brancos

Dizendo “pau-brasil”!

O índio assustou

Foi um encontro bem hostil.

 

Então começou o escambo

Troca de madeira por um pedaço de pano

O português lucrou,

E o índio com seu espelho ficou

 

O índio achou estava tudo combinado

Que pena!

Anos depois, seria ele o escravizado!

 

A escravidão chegou

O índio chateado ficou

 

Quando viu estava rezando em uma cruz

Foram vestidos por uns caras que falavam

De um tal “Jesus”.

 

Os escravos se entristeceram

E fizeram uma construção

Quilombo, o chamaram.

 

Logo a Princesa Isabel chegou

E ela a lei Áurea assinou

Assim, a escravidão acabou

 

Três poderes foram divididos

Judiciário, Executivo e até Legislativo

Até voto foi decidido

Pena que eram só os “bonitos”:

Homens, brancos e ricos.

 

Mas com o tempo houve várias conquistas

Agora não era só elitista:

Tinha pobre, negro e até feminista.

 

Vargas foi quem consolidou

Os direitos conquistou

A CLT criou.

 

Hoje vivemos uma tal “democracia”

Que é governo do povo

Pena que continua a tal aristocracia.

 

Mentem

Enganam

Governam sem a gente

Roubam enfim…

 

Mas como posso reclamar da política

Se não dá bola para ao paralítico

Se quando recebo o troco errado

No silencio eu fico?

 

Os governantes não querem saber de nada,

Só querem o dinheiro em sua conta bancária.

Os assaltantes estão soltos e armados

O que fazemos

Para não sermos assaltados?

 

Os caminhoneiros realizaram até greve

Para o preço da gasolina baixar

Mas os governantes

Não quiseram comentar.

 

Nosso dinheiro

Que conseguimos com esforço

Só serve para pagar e imposto.

 

Somos escravas do nosso dinheiro

Não temos felicidade

E nem honestidade.

RESUMÃO: COLONIZAÇÃO PORTUGUESA NA AMÉRICA

Olá, queridos alunos e alunas. Um resumão de acordo com aquilo que falamos em sala de aula, os destaques propostos no material didático e a Avaliação que será realizada na próxima quarta-feira!

Em 22 de abril de 1500, Pedro Álvares Cabral aporta na região da atual cidade de Porto Seguro. A Coroa portuguesa toma posse das terras, mas a princípio não teve o interesse de colonizá-la e ocupá-la, uma vez que as especiarias indianas (da Índia, no continente asiático) traziam lucro para Portugal. Assim, as primeiras expedições tinham o interesse de explorar a terra, reconhecer o litoral e mapeá-lo. As expedições exploratórias batizaram algumas regiões e rios do Brasil, como o Cabo de São Roque, a Baía de Todos os Santos e o Rio São Francisco. Um navegador da época que ficou conhecido como o primeiro a registrar que as terras encontradas formavam um continente foi Américo Vespúcio, o que explica o nome América para o “Novo Mundo”.

A princípio, somente uma atividade econômica interessou aos portugueses: a extração de pau-brasil. Ele era importante pois, além de ser uma madeira de lei, também produzia um pigmento de cor vermelha, utilizado para tingir tecidos. Para essa prática, os portugueses praticavam o escambo com os índios, prática onde se faziam trocas diretas de um bem por outro, sem a intermediação do dinheiro. Assim, os índios forneciam o pau-brasil em troca de objetos exóticos, como espelhos, pentes, facões e machados de metal. Todo produto extraído era levado para as feitorias, locais que funcionavam como armazéns e fortalezas, antes que a madeira fosse expedida para Portugal. Eram nas feitorias que se realizavam as negociações e os portugueses estabeleciam alianças com os indígenas.

Em 1532 surge uma maior preocupação com a colonização do solo brasileiro, e Martim Afonso de Souza é enviado com uma expedição colonizadora. ele funda então uma vila no litoral de São Paulo para a produção de cana-de-açúcar e lhe dá o nome de Vila de São Vicente. Os portugueses então tentam estender a prática do escambo para a produção canavieira. Porém, os índios não aceitam a prática, uma vez que a produção do açúcar se constituía de trabalho muito pesado, o que leva a escravização dos indígenas. Com a forte resistência indígena, os portugueses passam então a invadir aldeias e a tratar os nativos como empecilho para a colonização. A Coroa interfere para controlar o impulso dos colonos, uma vez que ela desejava manter os acordos comerciais com os nativos para a extração do pau-brasil.

A Coroa então decide criar no Brasil um sistema que ficou conhecido como Capitanias Hereditárias, com o intuito de impulsionar a ocupação do território, em 1534. As capitanias eram grandes lotes de terra concedidos pelo governo de Portugal para portugueses de posses, da nobreza, que ficaram conhecidos como donatários. Cada um destes donatários ficava assim encarregado de implantar  a colonização em sua capitania, tornando-a produtiva. Assim, a Coroa tirava de si a responsabilidade e os custos para a colonização. O projeto não dá certo, pois muitos destes donatários não conseguiram promover a colonização e, em muitos casos, não houve interesse pelas terras. As capitanias que se desenvolveram de fato foram São Vicente, Pernambuco, Ilhéus e Porto Seguro.

Diante do fracasso das capitanias, D. João III, rei de Portugal, implanta no Brasil o Governo-geral, em 1549. Seu objetivo era tornar a Coroa mais presente na colônia e organizá-la administrativamente. O Primeiro governador-geral foi Tomé de Souza. É neste governo que a presença dos Jezuítas da Companhia de Jesus foi consolidada. Com o intuito de catequizar os índios e ensinar os costumes europeus, considerados superiores pelos portugueses, os padres ajudaram no estabelecimento da colônia. A Igreja Católica tinha uma compreensão de que o índio brasileiro era em certo sentido puro, e não devia ser escravizado, uma vez que a forma de religião indígena era considera ingênua. Porém, os jesuítas acabam enfrentando problemas com os portugueses, pois a Coroa entendia que grupos indígenas considerados rebeldes deveriam ser escravizados, permitindo assim o ataque a diversas aldeias que eram contra os interesses portugueses. Para fazer parte da Companhia de Jesus, os candidatos passavam por rígida disciplina. A Igreja entendia que eles deveriam estar preparados para as privações, uma vez que enfrentariam diversos perigos na colônia.

o segundo governador-geral do Brasil foi Duarte da Costa, que tem de enfrentar diversas invasões, principalmente dos franceses, na região do atual Estado do Rio de Janeiro. Podemos assim perceber que não somente os portugueses, mas os diversos países da Europa estavam interessados nestas terras. No que se refere à religião, é importante lembrar que a França recebeu forte influência do protestantismo e reforma, sobretudo dos calvinistas, ou seja, os adeptos de João Calvino. Com interesses missionários, os protestantes realizam, no dia 10 de março de 1577, o primeiro culto protestante no Brasil. Os planos franceses de evangelização acabam se frustrando, sobretudo por causa das diferenças doutrinárias e, logicamente, a sua expulsão do Brasil.

Por fim, é preciso destacar que os índios, em diversos momentos, tiveram de formar resistência contra a escravização portuguesa. Diversas aldeias foram atacadas e dizimadas, não restando sobreviventes, sepultando diversas culturas. Muitos povos conseguiram sobreviver, mas alguns historiadores estimam que até cerca de 3 milhões de índios podem ter morrido no período colonial. Os ataques, as epidemias e a falta de compreensão da cultura indígena levaram à destruição de boa parte dos povos nativos do Brasil. Porém, muitos sobreviveram,e hoje podemos conhecer melhor estas etnias que fazem parte da constituição do povo brasileiro. No nosso Estado do Espírito Santo podemos destacar a sobrevivência dos tupiniquins e guaranis.

RESUMÃO: ROMA ANTIGA

Olá, queridos alunos.

Vamos a mais um resumão, baseado nos estudos de sala de aulas, nos destaques propostos no livro didático e na avaliação que acontecerá na próxima quarta-feira.

Historicamente falando, Roma, situada na região do Lácio, na Península Itálica, começou a ser povoada em cerca do século VIII a.C., tendo os povos latinos como os primeiros a se organizarem em uma pequena comunidade com várias aldeias. A formação dos povos latinos é resultado do encontro cultural de diversos povos indo-europeus e outros grupos da região do Mediterrâneo. Outros povos, como os gregos, cartagineses, sabinos, italioltas e latinos habitavam a região da Península Itálica, se destacando os povos etruscos.

Economicamente, no princípio, os romanos praticavam a agricultura e o pastoreio, que eram praticados de forma simples e tendo a função de abastecer a própria comunidade. Porém, precisamos destacar que os etruscos foram importantes para a atividade comercial, uma vez que eram hábeis navegadores, introduzindo assim essa atividade no Mediterrâneo.

Devemos destacar também o surgimento mitológico de Roma. Segundo o mito, Rômulo foi o fundador da cidade de Roma e seu primeiro Rei. Rômulo e seu irmão Remo eram filhos do deus Marte e da Reia Silvia, filha de Numitor, Rei de Alba Longa.

Amúlio, irmão do rei Numitor, deu um golpe de Estado, prendeu seu irmão e passou a reinar. Além disso, confinou Reia Silvia, tentando assim destruir a descendência de Numitor. O deus Marte então teria desposado Reia e ela deu à luz aos dois garotos. Amúlio, sabendo do nascimento das crianças, as joga noRio Tibre. Elas são arremessadas às margens do rio, sendo encontradas por uma loba, qu as amamenta e, logo depois, o pastor de oevelhas Fáustulo resgata os meninos e cuida deles, com sua esposa.

Quando Rômulo e Remo se tornam adultos, Remo se indispõe com alguns pastores e é preso. Seu irmão Rômulo o liberta da prisão, mata Amúlio e recoloca seu avô Numitor novamente no poder. O rei então permite que os dois construam uma cidade. Porém, quando chegam à região de Roma, Remo vê seis abutres sobrevoando o monte Aventido. Rômulo vê doze aves sobrevoando o Palatino. Diante da escolha de Rômulo, ele então faz um sulco ao redor da cidade. Remo, enciumado, atravessa o sulco e é morto pelo irmão. Assim, a cidade é construída e Rômulo se torna seu fundador e rei.

Politicamente, os romanos passaram por três períodos históricos: Mornarquia, República e Império.

Com o crescimento populacional, Roma deixou de ser um pequeno povoado para uma grande cidade, passando a ter uma melhor infra-estrutura com redes de esgoto, construção de calçadas, fortificações para a proteção da cidade, e tendo o rei como principal figura. Começava então o período monárquico de Roma. Porém, o rei não era a figura mais importante, pois seu poder era dividido com os patrícios, homens das famílias mais ricas de Roma, formando assim o Senado.

Logicamente, outras classes sociais formavam aquela socieade. Assim, além do rei e dos patrícios, existiam os plebeus, camada social de pequenos agricultores, comerciantes e artesãos, que não tinham direito à participação política, o que gerou diversos conflitos naquela sociedade.  Clientes, em geral parentes de segundo ou terceiro graus dos patrícios, que buscavam assim proteção e apoio de um patrício rico, também podiam ser escravos libertos, estrangeiros e até filhos ilegítimos dos patrícios. Por úlitmo, figuravam os escravos, que eram uma pequena parcela da população, pessoas que se tornavam escravas por causa de dívidas, sobretudo da classe dos plebeus.

Durante o período republicano, a dinâmica política se alterou, principalmente quando nos referimos ao senado, uma vez que plebeus enriquecidos conseguiam agora fazer parte. Além disso, os senadores passaram a ter maior influência em outros aspectos da sociedade. Além disso, graças à sua influência, o exército passou a ser mais favorecido dentro da República romana.

Também neste período houve movimentos para reduzir as desigualdades sociais gerada pela concentração de terras. Duas figuras importantes para tal foram Tibério e Caio Graco, obtendo o apoio da plebe rural, que queria uma reforma agrária. Todos os dois, tribunos da plebe, conseguem alguns avanços. Tibério conseguiu aprovar uma reforma que determinava a repartição de parte das terras públicas com os cidadãos. Os nobres não se agradam da proposta e assassinam a Tibério. Caio Graco alcança então popularidade entre os plebeus e consegue implementar uma reforma agrária em Roma.

Na crise republicana, os romanos contaram com o regime de Triunvirato. O primeiro triunvirato foi formado por Pompeu, Crasso e Júlio César. Já o segundo foi formado por Marco Antônio, Lépido e Otávio Por fim, Otávio Augusto se torna o primeiro imperador de Roma, em 27 a.C.

No período imperial, podemos destacar a figura de Nero, conhecido por sua forma violenta de resolver todas as questões. Um exemplo disso é a forma como ele tratava os cristãos, que por muitas vezes foram condenados e mortos no Coliseu Romano. Um outro fato discutido pelos historiadores é o incêndio em Roma. Segundo especialistas, Nero seria responsável, mas culpou os cristãos pelo fato, o que levou a uma dispersão dos cristãos pelo mundo.

Também durante o império utilizou-se de uma prática chamada panis et circensis, ou seja a política do pão e circo. Com isso, os imperadores ofereciam comida a baixo custo para a população e diversão nas praças e Coliseu. Segundo especialistas, o propósito dos imperadores era justamente maquiar os reais problemas da sociedade romana. Enquanto a população estava feliz com comida e festas, não teriam tempo de se ocupar com os problemas do Império Romano.

 

RESUMÃO: GRÉCIA ANTIGA

Olá, queridos alunos e alunas.

Neste espaço trago para vocês um resumo para a prova da próxima sexta. Ele irá ajudar vocês no estudo. Lembrem-se, porém, de ler o material no livro, que é a base para a prova de vocês.

Então, chega de conversa e, vamos lá! 😉

Precisamos sempre ter em mente que os gregos não se formaram de um só povo, mas de vários, não sendo assim um reino único, mas formadas de diversas cidades, cada uma com seu governo próprio. Se consideravam helenos, pois acreditavam que Heleno, filho de um sobrevivente de um dilúvio provocado por Zeus, era seu ascendente. Ao estes povos se fixarem à região, desenvolvem a agricultura e a criação de animais.

No que se refere à geografia, seu território na Península Balcânica era dividido assim:

  • Continental: existência de várias montanhas;
  • Peninsular: litoral com poucas praias, em muitos casos planalto e montanha terminando no mar, não existindo praias ou portos naturais;
  • Insular: Diversas ilhas ao redor da península.

Em seu período inicial, o povo micênico foi um dos diversos povos vindos do Leste. Ficaram conhecidos por seus grandes palácios e edificações. No que se refere aos palácios, eles se tornam importantes naquela sociedade pois eles não funcionavam somente como morada do rei, mas várias atividades eram desenvolvidas ao redor destes palácios, o que demonstra um domínio monárquico forte.

PERÍODO HOMÉRICO

No Período Homérico, diversas transformações ocorreram. grandes palácios deixam de existir, técnicas de produção de objetos simplificados, com abandono de algumas cidades. A economia passou a ser de subsistência: para consumo próprio. Também neste período, as diferenças sociais começaram a aumentar, com muitos pobres e poucos ricos (não muito diferente de nossa realidade).

Os casamentos eram usados para alianças entre famílias. Apesar de a maior parte da população ser livre, existiam escravos, mas não tão fundamentais naquela sociedade. Somente após o século VIII a.C. é que os escravos se tornam a base do trabalho.

Apesar disso, este período não foi de total decadência, uma vez que as comunidades gregas cresciam e se especializavam cada vez mais na guerra.

PERÍODO ARCAICO

Durante este período, os gregos deixaram de ser uma sociedade camponesa e guerreira e começaram a se organizar, em cerca de 500 a.C., em cidades-Estado, a pólis, cada uma com seu governo próprio.

pólis era o centro urbanizado. Nela se reuniam edifícios públicos, praças, templos e habitações. As terras ao redor da pólis também faziam parte dela, sendo utilizadas para o cultivo. A administração da pólis deu origem à palavra política, tão comentada por nós na sala de aulas.

Além disso, podemos destacar que, neste período, o gregos começaram a ocupar territórios fora da Península Balcânica, alcançando a Ásia Menor, o sul da Itália, diversas ilhas do Mar Egeu e o Mediterrâneo. A junção de todos os territórios gregos neste período se chamava Magna Grécia.

É no século VIII a.C. ocorreu aquilo que podemos considerar uma revolução no Mediterrâneo. O principal motor disso tudo foi a navegação, com barcos e navios criados primeiramente pelos fenícios. Assim, o Mediterrâneo se tornou em uma grande estrada que interligava diversos povos, o que fazia com que diversas culturas entrassem em contato uma com as outras, além da troca de riquezas e bens.

ATENAS

Podemos considerar Atenas como o berço da democracia, apesar de outros povos desenvolverem ideias democráticas.

Porém, é preciso colocar que nem todos tinham direito a essa democracia. Ela pertencia a um pequeno grupo privilegiado, sobretudo de famílias tradicionais. Com o passar dos anos, os comerciantes, começam a exigir direitos políticos e a situação dos pequenos agricultores piorava, se tornando escravos por dívidas. Drácon então reúne todas as leis orais, baseada nas tradições e costumes gregos. Sólon é quem cederá à pressão em 594 a.C., permitindo que comerciantes ricos pudessem votar. Por fim, Clístenes, o “pai da democracia”, promove uma série de reformas entre 508 e 507 a.C., permitindo participação política nunca antes vista. Assim, o cidadão acima de 20 anos podia participar da política e tinha direito a voz e voto.

Devemos lembrar que democracia é uma palavra que significa poder do povo, sendo uma forma de governo onde a vontade da maioria dos cidadãos prevalece. A democracia, como pudemos ver, não era direito de todos. em tese, eram considerados cidadãos somente os homens, a minoria da população. Mulheres, crianças, estrangeiros e escravos estavam fora da democracia.

Duas formas de governos predominaram em Atenas:

  1. Monarquia: poder de uma só pessoa, no caso, o rei
  2. Oligarquia: poder de poucos, sendo estes representantes de famílias mais tradicionais.

Sobre a sociedade ateniense, era formada da seguinte forma:

  • famílias tradicionais: se consideravam descendentes daqueles que fundaram Atenas;
  • Comerciantes e artesãos: cresceram economicamente, passando a exigir participação política;
  • Pequenos agricultores: camada mais pobre, que poderiam se tornar escravos, caso não conseguissem pagar suas dívidas;
  • Escravos: formados por prisioneiros de guerra e pessoas compradas no exterior.

ESPARTA

Os espartanos são um exemplo de desenvolvimento militar na sociedade grega. Seus soldados permaneciam dos 18 aos 60 anos no Exército, isso sem contar os 6 anos de treinamento.

A mulher era de extrema importância na sociedade espartana. É com elas que começava a educação das crianças. Elas eram:

  • responsáveis pela educação das crianças até aos sete anos de idade;
  • eram excelentes administradoras;
  • cuidavam dos negócios da família quando os homens iam para a guerra;
  • conduziam atividades religiosas;
  • influenciavam a atividade de alguns políticos;
  • algumas atá participavam de combates, segundo alguns historiadores.

Percebe-se o militarismo na sociedade espartana desde o nascimento.Crianças eram examinadas ao nascer para decidir se viveriam ou não. Os que eram aprovados, viveriam até aos sete anos com a mãe. Então, eram enviados à escola, permanecendo ali até os doze anos. As meninas, com doze anos, voltava ao convívio com a mãe, e os meninos tinham de sobreviver sozinhos, afastados da cidade, onde eram obrigados a desenvolver habilidades necessárias à sobrevivência.

AS GUERRAS

Das guerras em que os gregos se envolveram, a Gurra do Peloponeso foi de grande importância, entre os anos 431 e 404 a.C.  Esse conflito encerrou o fim da exploração por parte de Atenas sobre as demais póleis.

Dos diversos comandantes que foram às guerras, a figura de Alexandre, o Grande, se destaca. Nascido na Macedônia e educado na Grécia, era grande admirador do pensamento grego. Com apenas 20 anos ele substitui seu pai, Felipe II, no comando do mundo greco-macedônico. Em 334 a.C., ele vai até à Ásia e submete o grande Império Persa, dominando o que hoje conhecemos como Oriente Médio. Com 31 anos era o comandante supremo de um dos mais vastos impérios da História. Ele morre aos 32 anos, provavelmente de malária, em 323 a.C. Seu império foi dividido entre seus generais, o que levou ao enfraquecimento da Grécia, quando enfim foram dominados pelos Romanos.  Os quatro principais generais que substituíram Alexandre foram: Cassandro, Lissímaco, Seleuco e Ptolomeu.

RESUMÃO: COLONIZAÇÃO ESPANHOLA NA AMÉRICA

QUERIDOS ALUNOS,

Abaixo reproduzo um resumo para o estudo da prova desta sexta-feira, que vai ajudar a vocês nos estudos. Lembre-se de ler o material do livro, pois ele complementa o estudo aqui feito.

Então, vamos lá! 🙂

A colonização da América Espanhola aconteceu devido a diversos fatores que pudemos perceber em nossos estudos. Podemos destacar aqueles que podem explicar a facilidade com que os espanhóis conquistaram as diversas comunidades nativas da América. Assim, devemos apontar os seguintes fatores que facilitaram a colonização:

  • armamentos superiores dos espanhóis: o uso de armas de fogo, cavalos e cães colocaram os espanhóis à frente dos povos nativos;
  • aliança entre europeus e povos dominados por astecas e incas: diversas promessas foram feitas para que estes povos entrassem do lado dos espanhóis. Lógico, estas promessas não foram cumpridas.
  • epidemias: doenças trazidas pelos espanhóis, às quais os índios não tinham conhecimento e resistência, entre elas, sarampo, varíola e sarampo, atingiam aldeias, matando centenas de pessoas. Da mesma forma, os europeus também eram atingidos por doenças comuns aos nativos, mas sem muitos prejuízos;
  • a forma como os povos da América entendiam a guerra: os astecas, por exemplo, consideravam que a guerra tinha muitas regras. O objetivo era demonstrar  coragem e capturar o inimigo vivo para usar em sacrifícios, se necessário. os espanhóis não tinham regras: o importante era atacar e vencer.

A presença da Igreja Católica na América foi importante para o processo de colonização. A Igreja vinha com a missão de evangelizar ou catequizar os índios americanos. Era propósito da missão também ensinar aos nativos a cultura e os costumes europeus, considerados superiores aos americanos. Porém, segundo alguns registros históricos, alguns padres se envolveram em abusos contra os índios, provavelmente por causa da religião praticada por eles.  Porém, muitos padres denunciavam essa práticas, buscando a defesa dos nativos americanos. Entre estes padres, se destaca Bartolomé de Las Casas.

A CONQUISTA DO IMPÉRIO ASTECA

Duas pessoas foram importantes para que Hernán Cortez obtivesse êxito: Jerônimo Aguilar e Malinche. Eram os dois que traduziam as conversas entre Cortez e os diversos povos dominados pelos astecas. Malinche, com o tempo, aprendeu o espanhol, o que facilitou a comunicação com Cortez, com quem ela se casaria. O propósito dos diálogos de Cortez com os povos conquistados pelos astecas eram convencê-los a participar da conquista, fazendo até mesmo algumas promessas. Malinche foi peça chave, junto com outros informantes, para a conquista.

Motezuma II acirrou mais ainda a vontade dos espanhóis quando enviou ouro de presente a eles, antes que chegassem a Tenochtitlán. Quando os espanhóis chegam, são bem tratados pelo Imperador. Por fim, em 1521, após Cortez organizar grande expedição, os astecas são conquistados, matando, torturando e queimando pessoas.

A CONQUISTA DO IMPÉRIO INCA

Dois homens são importantes na conquista: Francisco Pizarro e Diego Almagro. Diferente de Cortez, que era um homem com experiência militar e que tinha estudado em uma universidade na Espanha, Pizarro era um homem sem estudos, mas que tinha uma coisa que o impulsionava: a ambição por riquezas.

Pizarro e Almagro se aproveitam da instabilidade política do Império Inca. Naquele período, havia uma briga de sucessão entre Atahualpa e Huascar. Atahualpa é capturado quando vai visitar o acampamento espanhol, que exigem o resgate de uma sala repleta de ouro. O resgate é pago e Atahualpa é morto.

Ao chegar a Cuzco, Manco Capac foi colocado como Imperador. Ele lidera uma rebelião, que foi reprimida com violência.

Pizarro e Almagro lutaram entre si por conta das riquezas. Almagro foi executado pelos partidários de Pizarro que, anos depois, também foi assassinado. Um vice-reinado é estabelecido pelos espanhóis na região, destruindo todas as resistências, organizando a administração da região.

ORGANIZAÇÃO DA COLÔNIA

Diversos órgãos, com funções específicas, foram criados. São eles:

  • Casa de Contratação: Criada em 1503, supervisionava as relações marítimas e comerciais entre metrópole e colônia. Cuidavam da cobrança de impostos e aplicação de leis;
  • Conselho das Índias: Formado por pessoas que nomeavam as autoridades na América, mantendo o contato entre metrópole e colônia;
  • Audiências: Tribunais de julgamento e que realizava funções administrativas, vigiando funcionários coloniais.
  • Cabildo: Formados por grandes comerciantes e proprietários de terras, funcionava como uma Câmara Municipal.

TRABALHO

Duas formas de dominação foram extensamente praticadas na América Espanhola:

  • Encomienda: os índios eram colocado sob responsabilidade dos espanhóis, que deveriam catequizá-los, ensinando o cristianismo. Além disso, deveriam ser civilizados segundo os costumes europeus. Em troca desse favor, o espanhol tinha o direito de fazer os índios trabalharem. Era uma forma de escravidão, apesar de ser chamado de trabalho compulsório;
  • Mita: prática já utilizada pelo sapa inca (imperador inca), da qual os espanhóis se apropriam após a conquista. Assim, os espanhóis fizeram com que os nativos trabalhassem muito em minas de prata e nas haciendas, na produção de alimentos.

Além disso, podemos deixar claro que a forma de colonização destas terras foi na forma de exploração, diferente do que aconteceu na região Norte da América, onde as colônias eram de povoamento. Nas páginas 194 e 195, você encontra mais informações sobre essas formas de colonização.

ALGUMAS CONSEQUÊNCIAS NEGATIVAS DA COLONIZAÇÃO ESPANHOLA

  1. extermínio de diversos povos indígenas da região;
  2. desrespeito à diversidade cultural e religiosa dos povos nativos;
  3. os espanhóis não levaram em consideração a organização social dos povos americanos;
  4. retirada de grande quantidade de riquezas das terras conquistadas;
  5. transmissão de doenças antes desconhecidas dos nativos;
  6. Uso da violência excessiva para dominar os povos, o que levou à morte de milhares de nativos.

COLONIZAÇÃO ESPANHOLA NA AMÉRICA: A CONQUISTA DO IMPÉRIO ASTECA

A conquista do Império Asteca é atribuída a Hernán Cortez. Em busca de ouro (o que fazia parte do Metalismo europeu), Cortez sai com 11 navios de guerra, 100 marinheiros, 600 soldados, 10 canhões e 16 cavalos, com o objetivo de chegar a Tenotchitlán e dominá-la.. Logicamente, com um pequeno contingente, não consegue dominar a cidade.

Porém, Cortez conhece a Jerônimo Aguilar, conhecedor da língua maia, e também Malinche, que falava tanto a língua maia como a asteca. Malinche foi oferecida a Cortez como prisioneira de guerra, convertida ao cristianismo, sendo a responsável por ajudar os espanhóis na conquista do Império Asteca. Era ela que fazia as traduções entre os povos americanos e europeus. No fim das contas, Malinche acaba se casando com Hernán Cortez. Ela é considerada pelos mexicanos, até hoje, como uma traidora, uma vez que se não fosse pela intervenção dela, os Astecas não seriam conquistados. Porém, veremos mais à frente que outros fatores contribuíram para o processo de conquista.

Precisamos lembrar que os Astecas eram fatalistas, sobretudo com o fim dos ciclos de seu calendário e, como em 1500 era o fim de um destes ciclos, passaram a crer em um possível fim dos tempos com a chegada dos europeus. A vitória só foi possível porque Hernán Cortez se associou a povos inimigos dos Astecas. Para que tivesse êxito, Cortez oferece uma série de benefícios, que não foram cumpridos depois da conquista.

Podemos perceber que Cortez se aproveitou das lendas, da ideia de uma tragédia iminente, da inimizade dos povos dominados e do apoio de Malinche para obter sucesso sobre os Astecas.

Hernán Cortez:

Malinche:

A COLONIZAÇÃO ESPANHOLA NA AMÉRICA: O MUNDO GLOBALIZADO

Os séculos XV e XVI podem ser considerados como o início do processo de Globalização no mundo. Isso se deve principalmente ao fato de que, mais do que em qualquer momento da História, povos de culturas tão diversas se encontram, não sendo mais  a Europa o centro do mundo, mas o achamento de outros lugares habitados no mundo, como a América, fez com que este europeu encontrasse novas realidades totalmente diversas das suas.

Logicamente, não significa que este contato com novas culturas seja positivo. As diferenças levaram a tragédias que marcaram a História. Colombo empreende uma viagem não somente para conhecer novas terras, mas para atender à ambição dos europeus por lucro. Em um período em que o Metalismo era uma forma de demonstrar poder, a possibilidade de encontrar ouro e prata nas novas terras atiçava a gana dos europeus. Em consequência disso, no Caribe, por exemplo, a luta pela posse da terra levou à morte tanto nativos, quanto os europeus que ali chegavam para dominar.

Junte-se a isso a Missão Cristã, que trazia em sua costas o árduo dever de combater as práticas demoníacas dos povos conquistados. Os europeus, compreendo que sua cultura era superior, buscavam de todas as formas ensinar aos povos conquistados aquilo que consideravam superior. E o cristianismo entrava nessa História. Assim, catequizar o nativo e fazê-lo cristão era necessário. Contudo, observe que quem deseja impor uma religião é o homem.

Os europeus, assim, conquistam muitos territórios, formando diversas colônias. Os espanhóis foram responsáveis pelo maior império colonial das Américas. Mas não somente eles, mas portugueses, ingleses, franceses e holandeses também ocuparam terras para explorar e povoar. Cabia às colônias oferecer recursos, matéria-prima e lucro para as metrópoles.

Observa-se, por fim, que este processo de Globalização pelo qual passa o mundo não traz nenhum benefício para as colônias naquele momento. Pelo contrário, grande parte das riquezas dos países conquistados foram levadas para a Europa, para atender aos interesses de um povo que desejava cada vez mais poder e riqueza, mesmo que isso fosse conquistado à custa da exploração do outro.

OS JOGOS OLÍMPICOS: DA ANTIGUIDADE GREGA PARA A ATUALIDADE

Falar sobre os Jogos Olímpicos não se resume à atualidade. Desde a Antiguidade Clássica, na Grécia, já eram realizados estes jogos, uma forma de reunir diversos representantes das póleis gregas, celebrando sua cultura helênica, bem como os diversos deuses daqueles povos.

Os primeiros Jogos Olímpicos foram realizados pela primeira vez em 776 a.c., no santuário de Olímpia, cidade esta que fazia referência à habitação dos deuses, o Olimpo. A princípio, as principais modalidades esportivas eram a corrida, o pugilato (parecido com o boxe praticado na atualidade, mas com regras diferentes), e arremesso de disco e dardo. Como eram poucas modalidades e não muitas cidades-Estado representadas, os jogos duravam apenas um dia. Porém, à medida que o tempo passou, as modalidades aumentaram, bem como o número de participantes, durando assim os jogos cerca de uma semana.

Assim como na atualidade, os jogos eram realizados a cada quatro anos.  Algo que nos ajuda a entender como os jogos eram importantes era o fato de que, durante a sua realização, existia o que chamavam de “trégua sagrada”, ou seja, todas a guerras  cessavam. Assim, os expectadores podiam se deslocar até Olímpia sem correr o risco de serem atacados.

Neste período, não somente os jogos eram realizados, mas as pessoas que vinham das mais remotas cidades da Grécia aproveitavam para oferecer sacrifícios a seus diversos deuses. os atletas não somente representavam as cidades pelas quais iam competir, mas também os seus deuses. Assim, o fato de vencer e receber a coroa de louros trazia em si três honrarias:

  1. A honra para o próprio atleta;
  2. A honra dos deuses a que ele representava; e
  3. A honra da cidade que estes atletas representavam.

Até o século IV d.C. os gregos realizavam os jogos periodicamente. Porém, alguns fatores levaram ao fim dos Jogos. Entre eles, podemos citar as guerras que enfraqueciam a Grécia, os problemas econômicos e, principalmente, a dominação romana. No ano de 393 d.C., o Imperador Teodósio I aboliu definitivamente os Jogos Olímpicos.

AS OLIMPÍADAS NA ATUALIDADE

Este homem na foto acima é o responsável pela volta das Olimpíadas. Pierre de Coubertin, Francês, tem a iniciativa de voltar com os Jogos, agora na cidade de Atenas, no ano de 1986.

Para isso ele criou um lema: “O importante é competir”. Era seu propósito estimular as competições esportivas como uma forma de desenvolver a paz entre os povos. Logicamente, os homens dominavam o cenário. Mas  a partir do ano de 1.900 um pequeno número de mulheres puderam participar de algumas modalidades. Na atualidade, as mulheres fazem parte das Olimpíadas de forma consistente, em diversas modalidades, inclusive algumas praticadas no passado somente por homens. Além disso, elas representam mais de 40% dos atletas nos Jogos Olímpicos Modernos.

O Brasil participou da primeira Olimpíada somente no ano de 1.920, na Antuérpia, Bélgica. Naquela ocasião foram enviados 21 atletas brasileiros, todos homens. em 1932 a primeira mulher brasileira vai aos Jogos Olímpicos de Los Angeles. A nadadora Maria Lenke se torna assim a primeira mulher latino-americana a participar de uma Olimpíada.

De 1.932 para cá o Brasil participou de todos os Jogos. Podemos destacar também que em 2.016 as Olimpíadas foram realizadas no Brasil, juntamente com os Jogos Paralímpicos, na cidade do Rio de Janeiro.

A partir deste texto, faça uma pesquisa sobre os Jogos Paralímpicos. A seguir, escreva um pequeno texto, levando em consideração as seguintes informações:

  • O que são os Jogos Paralímpicos?
  • Aponte três modalidades realizadas nestes Jogos e como elas funcionam.
  • Geralmente, em que período são realizados estes Jogos?
  • Qual modalidade dos Jogos Paralímpicos você achou mais interessante?
  • Por que os Jogos Paralímpicos são importantes?

O TEXTO QUE VOCÊ PRODUZIU DEVE SER POSTADO AQUI no “O Blog da História” até o dia 17 de setembro, às 21h. Na hora que postar o texto, lembre de colocar um cabeçalho com as seguintes informações:

  • Nome:
  • Série:
  • Turma:

Vale lembrar que este trabalho vale 5,0 pontos para a disciplina de História no 4º Bimestre letivo.

Então, BOA PESQUISA E BOM TRABALHO!!!