RESUMO PARA PROVA – 7° ANO C

Queridas alunas e alunos,

Devido a um problema do servidor, não foi possível a postagem deste material anteriormente.

Durante nossas aulas neste início de bimestre, pudemos estudar melhor sobre os povos muçulmanos e sua cultura. Pudemos compreender que, antes do estabelecimento do islamismo como religião, o povo árabe era politeísta. Porém, Mohamed – mais conhecido como Maomé – segundo seus relatos, teve um encontro com o anjo Gabriel e, a partir daí passou a receber revelações sobre a fé que fundou. É preciso observar que, ao se casar com Khadidja, viúva rica, ele tem a oportunidade de ampliar seu trabalho com o comércio. Além disso, em suas viagens a negócio ele teve contato com o cristianismo e o judaísmo, religiões das quais recebeu grande influência, ajudando-o a fundar sua religião monoteísta.

Sua esposa se torna a primeira fiel de sua religião e Maomé consegue convencer os beduínos acerca de todas as bem-aventuranças que os aguardava após à morte. Porém, a população de Meca, principalmente os sacerdotes que lidavam com a religião, não aceitaram o islã, uma vez que batia de frente com seus deuses. As diversas imagens e relíquias destes deuses rendiam muito dinheiro ao povo de Meca. Esse povo agiu com indiferença à pregação de Maomé, mas a disputa se acirrou e, no ano 622, Maomé foge de Meca para Yatreb (Medina), cidade sagrada do profeta. Ele só retorna posteriormente e consegue estabelecer sua religião em Meca. Essa fuga, conhecida como Hégira, marca o início do calendário muçulmano em todo mundo. Sendo lunar, um ano equivale a 354 dias.

A fé islâmica é composta, entre outras coisas, de 5 obrigações básicas: Iman (fé), Salat (oração), Hajj (peregrinação), Zakat (tributo) e Syiam (jejum). Na página 13 de seu livro você encontra mais detalhes sobre estas obrigações.

No que se refere à cultura, podemos destacar algumas contribuições dos muçulmanos. São elas:

  1. algarismos indo-arábicos;
  2. introdução do papel no Ocidente, em cerca do ano 750, principalmente na Espanha e Itália;
  3. na Literatura, a obra “As mil e uma noites, de Omar Khayan, uma coleção de contos;
  4. na Filosofia, Averróis e seu trabalho de preservação das obras de Aristóteles;
  5. na Arquitetura, os minaretes, construções com torres pontiagudas (ver página 17);
  6. na Medicina, a realização de cirurgias e o estudo de anatomia;
  7. Desenvolvimento do comércio do Oriente com o Ocidente.

Dada a sua jihad (luta) para que a fé islâmica se espalhasse por todo o mundo, os muçulmanos conquistaram muitos povos e os islamizaram. Um exemplo disso são os diversos países do Norte da África, como o Egito, por exemplo. Chegaram também à região da Península Ibérica (Portugal e Espanha), mas não conseguiram alcançar toda a Europa. Um marco desse período de conquistas foi a Batalha de Poitiers, vencida por Carlos Martel, em favor dos francos (atual França). Não fosse essa vitória, provavelmente toda a Europa teria sido islamizada. Mais que isso, durante a expansão marítima e comercial, o islamismo teria chegado às Américas e até mesmo ao Sul da África.

Na atualidade, o islã possui, basicamente, dois grupos de pessoas que praticam essa fé. São eles:

  1. Xiitas: esse grupo de pessoas se mantém fiel somente ao Alcorão, livro sagrado dos muçulmanos. Acreditam que o genro de Maomé, chamado Ali, era seu verdadeiro sucessor, o que defendem até hoje. Ali deu início à Dinastia Omíada, que ficou no poder por cerca de 100 anos, sendo derrubada por descendentes de Abbas, tio de Maomé, que fundaram a Dinastia Abássida.
  2. Sunitas: esse grupo, basicamente, acredita não somente no Alcorão, mas também na Suna, um livro com relatos da vida de Maomé.

 

SÉTIMOS A e B: CORREÇÃO DAS ATIVIDADES DO CAPÍTULO 2

Página 26:

Não. O texto procura explicar a importância de cada grupo social, que deve cumprir seu papel. Assim, embora as condições dos servos fossem difíceis, eles deviam aceitá-lo como parte do plano divino.

Página 28:

  1. Feudal é uma palavra de origem germânica ou celta, que significa “o direito de usufruir qualquer bem”; está geralmente relacionada a terras, mas poderia também ser o direito de cobrar taxas de pedágio para atravessar um caminho ou ponte, ou o direito de usar um moinho, ou ter um cargo importante. Era, assim, um benefício ou propriedade dado por um senhor de terras.
  2. Não havia o que hoje chamamos de Constituição, conjunto de leis a que todos devem obedecer. O poder era descentralizado, e a relação entre os senhores feudais era baseada mais em costumes e tradições do que em leis formalmente elaboradas. Além disso, havia as relações de suserania e vassalagem, que marcavam as disputas políticas na época.
  3. Sequencia correta (de cima para baixo): F, V, V, F, F, V, F, F, V, V.

Página 29: Resposta pessoal.

Páginas 33 e 34:

  1. Sequencia da Cruzadinha ( de cima para baixo): 1. FEUDO; 2. VILÕES; 3. SUSERANO; 4. BANALIDADES; 5. VASSALO; 6. AGRÍCOLA; 7. SUBSISTÊNCIA; 8. SERVIL; 9. COMUNAL; 10. CORVEIA
  2. C
  3. Muros, alarmes e segurança reforçada indicam a preocupação com a violência, resultado, sobretudo, da desigualdade social nas grandes cidades, muito embora não exista uma causa única responsável por esse problema. O assunto pode ser amplamente discutido com os alunos.
  4. C

SEXTOS ANOS: CORREÇÃO DAS ATIVIDADES – CAPÍTULO 2

Página 25:

  1. O que pode-se observar nas pinturas são as imagens de animais . Apesar de as pinturas rupestres não serem totalmente entendidas pelos pesquisadores, o que podemos conhecer delas é que elas nos ajudam a compreender aspectos do cotidiano das populações do passado. Muitas delas mostram cenas de caça, ou até mesmo atividades coletivas.
  2. Os arqueólogos possuem técnicas de pesquisa que permitem analisar a História das sociedades a partir de sua cultura material. Esta se refere aos objetos e materiais diversos produzidos por um povo. Isso se aplica não apenas aos povos antigos, mas também ao estudo das sociedades contemporâneas.

Páginas 28 e 29:

  1. Ambos defendem o relato bíblico da criação. No entanto, os fixistas acreditam que as características dos seres vivos não mudaram desde a criação. Já os criacionistas modernos aceitam que existem pequenas mudanças no seres vivos ao longo do tempo. Essas pequenas mudanças são chamadas de microvariação.
  2. Resposta pessoal.

Páginas 30 e 31:

  1. Resposta pessoal.
  2. Sequencia (de cima para baixo): F, V, V, F, F, V, F

Página 33:

  1. De acordo com muitos estudiosos, no Neolítico ocorreu uma revolução a partir do desenvolvimento da agricultura, o que possibilitou a sedentarização. Isso ocorreu próximo a grandes rios e colaborou par o aumento populacional, talvez em mais de vinte vezes. Foi um período também de grande desenvolvimento nas formas de trabalho. A rapidez dessas transformações justifica o uso do termo revolução.
  2. D

Páginas 37 e 38:

  1. É possível identificar a presença da pecuária, a aglomeração das residências e a circulação de pessoas por cima das construções. Não havia ruas e as pessoas entravam e saíam de suas casas pelo teto. Para isso, utilizavam escadas de madeira.
  2. a) Geologia     b) Sedentarismo     c) Erectus     d) Paleolítico     e) Bering
  3.  Resposta pessoal.

O que você vê? – Página 39

a) Porque nessa região se encontram centenas de sítios arqueológicos, fundamentais par a os estudos sobre a presença do ser humano no continente americano. Nesse parque existe a possibilidade de conhecer aspectos importantes dos antepassados dos povos indígenas brasileiros. O local deve ser preservado para que as futuras gerações possam conhecer esse rico passado humano.

b) Patrimônio Histórico é todo bem, material ou imaterial, que conte a História e cultura de um povo. Como exemplo, no Estado do Espírito Santo, temos o Palácio Anchieta, sede do governo estadual e a Igreja Evangélica de Confissão Luterana de Domingos Martins, que são patrimônios materiais. Como patrimônio imaterial no Estado, podemos citar o processo de fabricação de panelas de barro das Paneleiras de Vitória.

Texto Complementar – Páginas 40 e 41

a) Texto 1: O autor defende o Criacionismo, argumentando que a ciência tem verificado cada vez mais planejamento na natureza. Além disso, ele diz que as pessoas estão habituadas a aceitar tudo o que recebem dos meios de comunicação sem questionar. Isso se relaciona ao fato de a mídia, de modo geral, defender a evolução.

Texto 2: O autor defende o Evolucionismo, argumentando que os seres humanos são também animais. Além disso, ele defende que uma das evidências da evolução é a semelhança entre os seres vivos, que teriam ancestrais comuns.

b) Resposta pessoal.

 

Defenda suas ideias – Página 41

a) Na visão de Sartori, Homo sapiens seria o homem sábio, pensante, que decide.

b) A crítica que se faz ao tempo gasto em frente às novas tecnologias comunicativas, como a TV, o celular e o computador, pode ser prejudicial ou benéfico. O usuário é quem decide, escolhe o que vai ver, o que quer assistir, e isso vai influenciar negativa ou positivamente. Logo, como seres inteligentes que somos, precisamos usar a tv, a internet, o smartphone, entre outros, para buscar informações que melhorem nosso conhecimento e nos façam crescer como seres humanos.

 

CORREÇÃO DE ATIVIDADES – MÓDULO 2

PÁGINA 20:

  1. De uma forma geral, o conceito de Pré-História defendido pela historiografia entende que todos os povos que vieram antes da escrita eram primitivos. Contudo, nos últimos anos, revisões têm sido efetuadas, uma vez que, para se compreender uma civilização, não é necessário somente material escrito, mas todas as sociedades devem ser analisadas a partir de seu sistema de valores e aspectos culturais.
  2. O Criacionismo possui diversas características e, dentre elas, podemos citar: para alguns, as obras de Deus foram manifestadas durante os seis dias de 24 horas demonstrado no Gênesis; Deus criou a matéria do Universo e, a partir de então, formou os seres vivos, bem como animais e plantas; para outro grupo representativo, a superfície terrestre foi drasticamente transformada por ocasião do dilúvio; da mesma forma, uma grande parte dos criacionistas acreditam que todos os homens vêm de uma origem comum, a partir dos seres humanos que sobreviveram a uma grande catástrofe global.
  3. A Revolução Neolítica envolve as transformações que surgiram a partir do uso da (1) agricultura, bem como o controle das fontes de alimento. (2) Isso levou à sedentarização,  do ser humano em diversas regiões do globo, o que levou a um aumento populacional e a formação dos primeiros grupos humanos. (3)Isso facilitou o aperfeiçoamento dos instrumentos de pedra, o uso da cerâmica, da tecelagem e da roda.
  4. Resposta pessoal. Deve-se lembrar que o Criacionismo se utiliza de argumentos científicos para corroborar suas ideias.
  5. Aqui precisamos levar em consideração a Revolução Neolítica, que indica um crescente nível de desigualdade social  a partir do aperfeiçoamento das técnicas de produção. Assim, precisamos questionar: a desigualdade social é um processo natural no crescimento das sociedades? Deve-se também lembrar que o desenvolvimento tecnológico pode ser usado para diminuir as desigualdades sociais.

PÁGINAS 21 E 22.

  1. Essa divisão rígida entre Pré-História e História, tendo como marco divisor a invenção da escrita, traz em si a ideia de divisão entre mundo primitivo e o civilizado, deve ser questionada, uma vez que a ideia de civilização vai muito além do conhecimento da escrita.
  2. C
  3. A
  4. B
  5. C
  6. D
  7. E

CORREÇÃO DE ATIVIDADES – MÓDULO 1

AGORA É SUA VEZ

  1. Diversas características podem ser mencionadas aqui. Dentre eles, podemos destacar o multiculturalismo, o ser humano como agente histórico, quer seja individual ou coletivamente, as continuidades e rupturas que estão envolvidas no estudo de História, além do conceito de fonte histórica.
  2. Um dos pilares defendidos pela História é o Multiculturalismo. Partindo deste pressuposto, é preciso observar que não se admite nenhum tipo de entendimento de superioridade cultural, racismo ou até mesmo etnocentrismo.
  3. As fontes históricas são de suma importância para o trabalho do historiador. Entre as diversas fontes que podem ser utilizadas para compreender os diversos processos da educação em uma instituição, podem ser utilizadas como fontes históricas: boletins escolares, tipo de avaliação, a grade curricular, os materiais didáticos utilizados, planejamentos e anotações dos professores e alunos.
  4. Não. Toda vez que a educação foi deixada de lado em uma sociedade, o que se percebeu foi um aumento de dominação de uns sobre outros. Quando se estuda especificamente a disciplina de História, busca-se ter uma formação que leve a uma consciência cidadã, que seja não somente crítica, mas reflexiva sobre a realidade social de nossa comunidade, cidade, Estado ou país.
  5. Etnocentrismo, em linhas gerais, tem que ver com a pessoa ou um grupo de pessoas se considerarem superiores a outras pessoas ou grupos. O etnocentrismo favoreceu, no decorrer da história, movimentos onde povos que se consideravam superiores dominavam outros povos, considerados assim inferiores. Hoje em dia o etnocentrismo é negado pelas Ciências Humanas, uma vez que prega um superioridade de raça.
  6. Entre os diversos elementos que podem ser apontados para legitimar o estudo de História, podemos citar o estudo das peculiaridades das mais diversas sociedades, como elas respondem aos diversos problemas que enfrentam no decorrer do tempo, as diversas relações entre história local e as grandes tendências do cenário internacional.

 

DE OLHO NO VESTIBULAR

  1. A) Tudo o que é produzido por um autor se fundamenta em análise e interpretação de uma fonte histórica, ou mais. Até pouco tempo, tinha-se o entendimento de que a História só poderia ser entendida consultando-se documentos escritos. Logo, só povos com escrita teriam um passado a ser estudado. Porém, para os historiadores atuais, diversos vestígios ou registros constituem aquilo que foi produzido pelos seres humanos em diferentes épocas. Apesar disso, a fonte escrita ainda é o principal material de pesquisa do historiador.                           B)  Além dos documentos escritos, diversos estudos da atualidade utilizam diferentes fontes, como relatos orais, obras de arte, mitos, entre outros. Assim, objetos do cotidiano, como vestimentas e construções, se tornam fundamentais para o entendimento da economia e das relações sociais existentes no passado.
  2. V, V, F, F
  3. B
  4. A
  5. D
  6. B
  7. 1+4+8+16 = 29
  8. F, V, F, F, F.

ATIVIDADE FINAL PARA OS SEXTOS ANOS

Caros alunos e alunas,

Durante este quarto bimestre discutimos muito sobre a importância da Igreja Católica Apostólica Romana após sua organização no século IV, após o Édito de Milão, promulgado pelo Imperador Constantino no ano 323, quando fez do cristianismo a religião oficial romana, unindo assim Fé e Estado em um só governo.

Sabemos muito bem que existem diferentes formas de manifestação de fé na atualidade, principalmente quando falamos no Cristianismo, fé que a maioria (senão todos nós) professamos.

Para discutirmos a diferença entre as diversas igrejas, você deve fazer uma pesquisa sobre as doutrinas de sua igreja e de outra diferente da sua. Por exemplo, se você é Batista, deve pesquisar sobre as doutrinas da Igreja Batista e da Igreja Adventista, por exemplo. Se você é Presbiteriano, deve pesquisar sobre as doutrinas da Igreja Presbiteriana e as da Assembleia de Deus, por exemplo.

Após fazer sua pesquisa, escreva um texto, descrevendo as diferenças de fé entre sua Igreja e a de outras pessoas. Além disso, tente encontrar coisas onde essas duas Igrejas pensam de igual forma.

Seu texto deve ter no mínimo 15 linhas, com fonte Arial ou Times New Roman, no tamanho 12.

DÊ UM TÍTULO QUE APONTE AS DUAS IGREJAS QUE VOCÊ PESQUISOU.

Lembre-se que você deve apenas descrever, mas sem julgar se as doutrinas de outras Igrejas são certas ou erradas. Como conversamos em sala de aula, devemos tratar com respeito a fé de outras pessoas, assim como gostaríamos de ser respeitados.

Use a internet para pesquisa, mas não faça cópias. Se detectado cópia da internet, a nota é zerada automaticamente. Use suas palavras, escreva do seu jeito. Lembre-se que não sabemos tudo, mas sempre sabemos alguma coisa que pode contribuir para o aprendizado de todos.

Após terminar seu trabalho, envie para o e-mail: edadvir@gmail.com. Qualquer dúvida, envie nos comentários ou elas podem ser mandadas pelo e-mail acima. Lembre-se de colocar seu nome, série e turma no trabalho.

 

Boa Escrita. 🙂

ATIVIDADE FINAL PARA O SÉTIMO ANO

BRASIL: UM PAÍS DESIGUAL.

Segundo Edison Adão e Laercio Furquim Júnior podemos dizer que “o Brasil constituiu-se ao longo de sua história em um país de grandes desigualdades, fruto da forte concentração de renda e do elevado nível de pobreza. Em que pese uma sutil melhora na primeira década do século XXI (2001-2010), um recorte histórico mais amplo revela uma situação próxima ao dramático, e aqui não há nenhum exagero. A desigualdade social tornou-se uma triste marca brasileira que excluiu grande parte da população dos padrões mínimos de dignidade e cidadania. Tal situação colocou o país entre os mais injustos socialmente em todo o mundo”.

O Economista Celso Furtado também considera que o Brasil não pode ser considerado um país pobre. É preciso dizer que o conceito de pobreza não obedece a padrões rígidos; a ideia de pobreza varia com o passar do tempo, ou seja, o que a um século atrás seria considerado um sinal de pobreza, hoje não é. Logo, o conceito de pobreza é subjetivo. O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) entende que pobreza refere-se à situação de “carência em que os indivíduos não conseguem manter um padrão mínimo condizente com as referências socialmente estabelecidas em cada contexto histórico”. Assim, podemos usar como exemplo o telefone celular. Nos anos 90 ele era um privilégio de poucos, com alto custo tanto do aparelho quanto das contas de linha telefônica, impossibilitando que camadas mais baixas da população possuíssem um aparelho, mas hoje em dia é comum as pessoas utilizarem celular e, em muitos casos, é comum ver pessoas com um IPhone no transporte público.

 

A partir deste texto – e de acordo com seus conhecimentos e pesquisa – elabore um texto no Word com no mínimo 15 linhas, discutindo a questão da desigualdade no Brasil. Você pode levar em consideração todo um processo histórico que levou a essa desigualdade. Assim, assuntos que estudamos como o tratamento que povos indígenas e negros receberam no Brasil podem te ajudar a pensar o nosso país. Discuta também o que podemos fazer para reduzir as desigualdades no lugar onde vivemos.

Formatação do documento:

Fonte: Arial ou Times New Roman

Tamanho: 12

Margens esquerda e superior: 3cm

Margens direita e inferior: 2cm

DÊ UM TÍTULO PARA O SEU TEXTO

Use a internet para pesquisa, mas não faça cópias. Se detectado cópia da internet, a nota é zerada automaticamente. Use suas palavras, escreva do seu jeito. Lembre-se que não sabemos tudo, mas sempre sabemos alguma coisa que pode contribuir para o aprendizado de todos.

Esta atividade vale 2,0 pontos, e pode ser enviada de 03 de dezembro às 12h até o dia 07 de dezembro às 17h para o e-mail edadvir@gmail.com, com nome do aluno e a série a que pertence.

Qualquer dúvida, envie nos comentários ou pelo e-mail acima mencionado.

 

Sucesso na escrita. 😉

MEU BRASIL

Nas aulas de Redação, no 3º Bimestre, a Professora Ana Lúcia Coutinho trabalhou com os alunos do Sétimo Ano a Literatura de Cordel e, para minha grata surpresa, a disciplina de História foi homenageada pela aluna Victória Araújo, aluna dedicada que abordou a História do Brasil, desde seu “achamento” (ou invasão) até à atualidade.

Compartilho aqui com vocês este material, sendo grato a Deus por ter me dado a oportunidade de ter os melhores alunos. Aproveito para parabenizar a Victória Araújo pela sua originalidade e criticidade na  produção deste material. 🙂

 

Meu Brasil

Em 1500 chegou uns brancos

Dizendo “pau-brasil”!

O índio assustou

Foi um encontro bem hostil.

 

Então começou o escambo

Troca de madeira por um pedaço de pano

O português lucrou,

E o índio com seu espelho ficou

 

O índio achou estava tudo combinado

Que pena!

Anos depois, seria ele o escravizado!

 

A escravidão chegou

O índio chateado ficou

 

Quando viu estava rezando em uma cruz

Foram vestidos por uns caras que falavam

De um tal “Jesus”.

 

Os escravos se entristeceram

E fizeram uma construção

Quilombo, o chamaram.

 

Logo a Princesa Isabel chegou

E ela a lei Áurea assinou

Assim, a escravidão acabou

 

Três poderes foram divididos

Judiciário, Executivo e até Legislativo

Até voto foi decidido

Pena que eram só os “bonitos”:

Homens, brancos e ricos.

 

Mas com o tempo houve várias conquistas

Agora não era só elitista:

Tinha pobre, negro e até feminista.

 

Vargas foi quem consolidou

Os direitos conquistou

A CLT criou.

 

Hoje vivemos uma tal “democracia”

Que é governo do povo

Pena que continua a tal aristocracia.

 

Mentem

Enganam

Governam sem a gente

Roubam enfim…

 

Mas como posso reclamar da política

Se não dá bola para ao paralítico

Se quando recebo o troco errado

No silencio eu fico?

 

Os governantes não querem saber de nada,

Só querem o dinheiro em sua conta bancária.

Os assaltantes estão soltos e armados

O que fazemos

Para não sermos assaltados?

 

Os caminhoneiros realizaram até greve

Para o preço da gasolina baixar

Mas os governantes

Não quiseram comentar.

 

Nosso dinheiro

Que conseguimos com esforço

Só serve para pagar e imposto.

 

Somos escravas do nosso dinheiro

Não temos felicidade

E nem honestidade.

RESUMÃO: COLONIZAÇÃO PORTUGUESA NA AMÉRICA

Olá, queridos alunos e alunas. Um resumão de acordo com aquilo que falamos em sala de aula, os destaques propostos no material didático e a Avaliação que será realizada na próxima quarta-feira!

Em 22 de abril de 1500, Pedro Álvares Cabral aporta na região da atual cidade de Porto Seguro. A Coroa portuguesa toma posse das terras, mas a princípio não teve o interesse de colonizá-la e ocupá-la, uma vez que as especiarias indianas (da Índia, no continente asiático) traziam lucro para Portugal. Assim, as primeiras expedições tinham o interesse de explorar a terra, reconhecer o litoral e mapeá-lo. As expedições exploratórias batizaram algumas regiões e rios do Brasil, como o Cabo de São Roque, a Baía de Todos os Santos e o Rio São Francisco. Um navegador da época que ficou conhecido como o primeiro a registrar que as terras encontradas formavam um continente foi Américo Vespúcio, o que explica o nome América para o “Novo Mundo”.

A princípio, somente uma atividade econômica interessou aos portugueses: a extração de pau-brasil. Ele era importante pois, além de ser uma madeira de lei, também produzia um pigmento de cor vermelha, utilizado para tingir tecidos. Para essa prática, os portugueses praticavam o escambo com os índios, prática onde se faziam trocas diretas de um bem por outro, sem a intermediação do dinheiro. Assim, os índios forneciam o pau-brasil em troca de objetos exóticos, como espelhos, pentes, facões e machados de metal. Todo produto extraído era levado para as feitorias, locais que funcionavam como armazéns e fortalezas, antes que a madeira fosse expedida para Portugal. Eram nas feitorias que se realizavam as negociações e os portugueses estabeleciam alianças com os indígenas.

Em 1532 surge uma maior preocupação com a colonização do solo brasileiro, e Martim Afonso de Souza é enviado com uma expedição colonizadora. ele funda então uma vila no litoral de São Paulo para a produção de cana-de-açúcar e lhe dá o nome de Vila de São Vicente. Os portugueses então tentam estender a prática do escambo para a produção canavieira. Porém, os índios não aceitam a prática, uma vez que a produção do açúcar se constituía de trabalho muito pesado, o que leva a escravização dos indígenas. Com a forte resistência indígena, os portugueses passam então a invadir aldeias e a tratar os nativos como empecilho para a colonização. A Coroa interfere para controlar o impulso dos colonos, uma vez que ela desejava manter os acordos comerciais com os nativos para a extração do pau-brasil.

A Coroa então decide criar no Brasil um sistema que ficou conhecido como Capitanias Hereditárias, com o intuito de impulsionar a ocupação do território, em 1534. As capitanias eram grandes lotes de terra concedidos pelo governo de Portugal para portugueses de posses, da nobreza, que ficaram conhecidos como donatários. Cada um destes donatários ficava assim encarregado de implantar  a colonização em sua capitania, tornando-a produtiva. Assim, a Coroa tirava de si a responsabilidade e os custos para a colonização. O projeto não dá certo, pois muitos destes donatários não conseguiram promover a colonização e, em muitos casos, não houve interesse pelas terras. As capitanias que se desenvolveram de fato foram São Vicente, Pernambuco, Ilhéus e Porto Seguro.

Diante do fracasso das capitanias, D. João III, rei de Portugal, implanta no Brasil o Governo-geral, em 1549. Seu objetivo era tornar a Coroa mais presente na colônia e organizá-la administrativamente. O Primeiro governador-geral foi Tomé de Souza. É neste governo que a presença dos Jezuítas da Companhia de Jesus foi consolidada. Com o intuito de catequizar os índios e ensinar os costumes europeus, considerados superiores pelos portugueses, os padres ajudaram no estabelecimento da colônia. A Igreja Católica tinha uma compreensão de que o índio brasileiro era em certo sentido puro, e não devia ser escravizado, uma vez que a forma de religião indígena era considera ingênua. Porém, os jesuítas acabam enfrentando problemas com os portugueses, pois a Coroa entendia que grupos indígenas considerados rebeldes deveriam ser escravizados, permitindo assim o ataque a diversas aldeias que eram contra os interesses portugueses. Para fazer parte da Companhia de Jesus, os candidatos passavam por rígida disciplina. A Igreja entendia que eles deveriam estar preparados para as privações, uma vez que enfrentariam diversos perigos na colônia.

o segundo governador-geral do Brasil foi Duarte da Costa, que tem de enfrentar diversas invasões, principalmente dos franceses, na região do atual Estado do Rio de Janeiro. Podemos assim perceber que não somente os portugueses, mas os diversos países da Europa estavam interessados nestas terras. No que se refere à religião, é importante lembrar que a França recebeu forte influência do protestantismo e reforma, sobretudo dos calvinistas, ou seja, os adeptos de João Calvino. Com interesses missionários, os protestantes realizam, no dia 10 de março de 1577, o primeiro culto protestante no Brasil. Os planos franceses de evangelização acabam se frustrando, sobretudo por causa das diferenças doutrinárias e, logicamente, a sua expulsão do Brasil.

Por fim, é preciso destacar que os índios, em diversos momentos, tiveram de formar resistência contra a escravização portuguesa. Diversas aldeias foram atacadas e dizimadas, não restando sobreviventes, sepultando diversas culturas. Muitos povos conseguiram sobreviver, mas alguns historiadores estimam que até cerca de 3 milhões de índios podem ter morrido no período colonial. Os ataques, as epidemias e a falta de compreensão da cultura indígena levaram à destruição de boa parte dos povos nativos do Brasil. Porém, muitos sobreviveram,e hoje podemos conhecer melhor estas etnias que fazem parte da constituição do povo brasileiro. No nosso Estado do Espírito Santo podemos destacar a sobrevivência dos tupiniquins e guaranis.

RESUMÃO: ROMA ANTIGA

Olá, queridos alunos.

Vamos a mais um resumão, baseado nos estudos de sala de aulas, nos destaques propostos no livro didático e na avaliação que acontecerá na próxima quarta-feira.

Historicamente falando, Roma, situada na região do Lácio, na Península Itálica, começou a ser povoada em cerca do século VIII a.C., tendo os povos latinos como os primeiros a se organizarem em uma pequena comunidade com várias aldeias. A formação dos povos latinos é resultado do encontro cultural de diversos povos indo-europeus e outros grupos da região do Mediterrâneo. Outros povos, como os gregos, cartagineses, sabinos, italioltas e latinos habitavam a região da Península Itálica, se destacando os povos etruscos.

Economicamente, no princípio, os romanos praticavam a agricultura e o pastoreio, que eram praticados de forma simples e tendo a função de abastecer a própria comunidade. Porém, precisamos destacar que os etruscos foram importantes para a atividade comercial, uma vez que eram hábeis navegadores, introduzindo assim essa atividade no Mediterrâneo.

Devemos destacar também o surgimento mitológico de Roma. Segundo o mito, Rômulo foi o fundador da cidade de Roma e seu primeiro Rei. Rômulo e seu irmão Remo eram filhos do deus Marte e da Reia Silvia, filha de Numitor, Rei de Alba Longa.

Amúlio, irmão do rei Numitor, deu um golpe de Estado, prendeu seu irmão e passou a reinar. Além disso, confinou Reia Silvia, tentando assim destruir a descendência de Numitor. O deus Marte então teria desposado Reia e ela deu à luz aos dois garotos. Amúlio, sabendo do nascimento das crianças, as joga noRio Tibre. Elas são arremessadas às margens do rio, sendo encontradas por uma loba, qu as amamenta e, logo depois, o pastor de oevelhas Fáustulo resgata os meninos e cuida deles, com sua esposa.

Quando Rômulo e Remo se tornam adultos, Remo se indispõe com alguns pastores e é preso. Seu irmão Rômulo o liberta da prisão, mata Amúlio e recoloca seu avô Numitor novamente no poder. O rei então permite que os dois construam uma cidade. Porém, quando chegam à região de Roma, Remo vê seis abutres sobrevoando o monte Aventido. Rômulo vê doze aves sobrevoando o Palatino. Diante da escolha de Rômulo, ele então faz um sulco ao redor da cidade. Remo, enciumado, atravessa o sulco e é morto pelo irmão. Assim, a cidade é construída e Rômulo se torna seu fundador e rei.

Politicamente, os romanos passaram por três períodos históricos: Mornarquia, República e Império.

Com o crescimento populacional, Roma deixou de ser um pequeno povoado para uma grande cidade, passando a ter uma melhor infra-estrutura com redes de esgoto, construção de calçadas, fortificações para a proteção da cidade, e tendo o rei como principal figura. Começava então o período monárquico de Roma. Porém, o rei não era a figura mais importante, pois seu poder era dividido com os patrícios, homens das famílias mais ricas de Roma, formando assim o Senado.

Logicamente, outras classes sociais formavam aquela socieade. Assim, além do rei e dos patrícios, existiam os plebeus, camada social de pequenos agricultores, comerciantes e artesãos, que não tinham direito à participação política, o que gerou diversos conflitos naquela sociedade.  Clientes, em geral parentes de segundo ou terceiro graus dos patrícios, que buscavam assim proteção e apoio de um patrício rico, também podiam ser escravos libertos, estrangeiros e até filhos ilegítimos dos patrícios. Por úlitmo, figuravam os escravos, que eram uma pequena parcela da população, pessoas que se tornavam escravas por causa de dívidas, sobretudo da classe dos plebeus.

Durante o período republicano, a dinâmica política se alterou, principalmente quando nos referimos ao senado, uma vez que plebeus enriquecidos conseguiam agora fazer parte. Além disso, os senadores passaram a ter maior influência em outros aspectos da sociedade. Além disso, graças à sua influência, o exército passou a ser mais favorecido dentro da República romana.

Também neste período houve movimentos para reduzir as desigualdades sociais gerada pela concentração de terras. Duas figuras importantes para tal foram Tibério e Caio Graco, obtendo o apoio da plebe rural, que queria uma reforma agrária. Todos os dois, tribunos da plebe, conseguem alguns avanços. Tibério conseguiu aprovar uma reforma que determinava a repartição de parte das terras públicas com os cidadãos. Os nobres não se agradam da proposta e assassinam a Tibério. Caio Graco alcança então popularidade entre os plebeus e consegue implementar uma reforma agrária em Roma.

Na crise republicana, os romanos contaram com o regime de Triunvirato. O primeiro triunvirato foi formado por Pompeu, Crasso e Júlio César. Já o segundo foi formado por Marco Antônio, Lépido e Otávio Por fim, Otávio Augusto se torna o primeiro imperador de Roma, em 27 a.C.

No período imperial, podemos destacar a figura de Nero, conhecido por sua forma violenta de resolver todas as questões. Um exemplo disso é a forma como ele tratava os cristãos, que por muitas vezes foram condenados e mortos no Coliseu Romano. Um outro fato discutido pelos historiadores é o incêndio em Roma. Segundo especialistas, Nero seria responsável, mas culpou os cristãos pelo fato, o que levou a uma dispersão dos cristãos pelo mundo.

Também durante o império utilizou-se de uma prática chamada panis et circensis, ou seja a política do pão e circo. Com isso, os imperadores ofereciam comida a baixo custo para a população e diversão nas praças e Coliseu. Segundo especialistas, o propósito dos imperadores era justamente maquiar os reais problemas da sociedade romana. Enquanto a população estava feliz com comida e festas, não teriam tempo de se ocupar com os problemas do Império Romano.