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O MENINO ABANDONADO – Pedro Collar T:64

Essa é a história de um menino

Que queria ter esperança

Ele preferia ter isso em sua vida

Do que ter uma herança

Ele só estava nas ruas

Porque foi abandonado pelos pais

Não foi ele quem escolheu

Ser deixado para trás

Viver na rua para ele

Era a pior coisa do mundo

Ele preferia fazer qualquer coisa

Para mudar seu rumo

Sua aparência é de

Alguém triste e isolado

Durante todo dia trabalha

Quase nunca fica parado

Todo dia procura alguém

Para o ajudar

O ruim é que as pessoas

Não param de atrapalhar!

Um dia conseguiu alguém

Que queria o ajudar

O deu comida e proteção

Então com ele foi morar!

Dicionário poético de coisas inexplicáveis!

Os sextos anos realizaram na última semana a criação dos seus próprios dicionários poéticos, baseando-se no livro Mania de Explicação de Adriana Falcão.
Confira algumas das palavras definidas por eles!

A

Alegria: é como se tivesse um aniversário atrás do outro! (Rafaela, 64)
Alteza: que manda e desmanda na minha cabeça. (Gabriel Halon, 63)
Amigo: prefiro estar com ele que comer chocolate! (Kézia, 64)
Amor: começa no começo e termina no fim. (Yasminn, 61)
Ansiedade: um sentimento que não te espera. (Ana Laura, 63)
Aulas: período de interrupção das férias. (Eduardo, 61)
Avião: pássaro de metal. (Luis Felipe, 61)

B

Boato: todo mundo já sabe. (Amanda, 62)
Boi: o marido da vaca! (Josias, 61)
Brincar: coisa divertida que as crianças fazem. (Danielle, 63)

C

Cachorro: animal que faz au au. (Lara, 64)
Calor: quando é verão e parece que você é um forno. (Evelyn, 64)
Cavalo: animal que dá coice. (Dhienifer, 64)
Chácara: casinha muito confortável de vovó. (Ana Lara, 63)
Choro: é o que sai do olho. (Yasmin C, 64)
Coração: lugar que tem espaço pra todas as pessoas que eu amo. (Geovana, 64)
Curiosidade: palavra que no final é um ponto de interrogação. (Guilherme, 61)

D

Dado: objeto quadrado que, se jogarmos, roda. (Yohana, 64)
Dedo: parte do corpo que não deve ter muita intimidade com o nariz. (Eduardo, 61)
Dentista: aquela pessoa que você morre de medo.  (Cristini, 62)
Desespero: é quando você esquece de fazer o tema. (Samuel, 62)
Doente: tem que ir pro hospital. (Arthur, 62)
Dor: você sente quando quebra o dedo. (Karen, 64)
Dor: a felicidade saiu pra comprar melado. (Laura, 62)
Dragão: lagarto voador! (Vitória, 64)
Duvidas: uma coisa que todos temos na escola. (Manuela S, 64)

E

Elefante: animal que come com o nariz. (Arthur, 63)
Elevador: transportador embutido no prédio. (Késsia, 63)
Escada: podemos cair (Manuela R., 64)
Escolha: quando você quer duas coisas e tem que preferir uma. (Pedro, 64)
Esperança: é a última que morre. (Lívia, 62)
Esperto: quando você sabe fazer as coisas. (Rafael, 62)

F

Fada: a do dente troca seu dente por R$1,00. (Juliano, 64)
Falta: sentimos quando alguém não está por perto. (Melany, 61)
Feijão: tem caldo preto, as vezes marrom, não importa, os dois são bons! (Gabriel, 61)
Feio: é quem tem beleza negativa. (Luiz Otávio, 61)
Filmes: bom pra ver comendo pipoca. (Manuela V., 64)
Fogo: quem brinca com ele amanhece mijado. (Brunna, 61)
Folha: um simples papel que você imagina, sonha, descreve… (Sarah, 62)

G

Galo: animal que acorda as pessoas de manhã. (Raí, 61)
Gargalhada: quando sai você fica querendo se esconder. (Juliana, 62)
Gaveta: um portal onde guardamos coisas secretas! (Luisa Soster, 63)
Gelo: parece coração – derrete rápido! (Guilherme, 61)
Gentileza: é quando se ajuda alguém mesmo estando em necessidade. (Nicoly, 63)
Gordo: quando você come muito e sua barriga fica inchada. (Manuella F., 64)
Grito: é o que eu dou quando vejo uma barata! (Laura, 64)
Guerra: uma coisa triste que as pessoas fazem porque querem. (Lorenzo, 63)

H

História: matéria da escola que as vezes dá um pouquinho de sono. (Érika, 62)
Hora: passa muito rápido. (Mateus, 62)
Humildade: deixar de fazer algo por si para fazer por outra pessoa. (Luiza Kaiper, 63)

I

Ilusões: coisas que você cria quando não está muito bem. (Gabriel B, 62)
Infinito: é tão grande que não tem fim.
Inteligência: é bom, mas se errar não tem problema. (Sara, 62)
Irrelevante: uma palavra que nem importa muito. (Gabriel P, 62)

J

Jaguara: palavra que meus pais usam para identificar um cachorrinho sem raça. (Júlia, 64)
Janela: porta de ladrão. (Eduardo, 61)
Joaninha: animal com catapora. (Isabelle S, 62)
Juventude: quando você não tem dor nas costas. (Guilherme, 61)

K

KKKKK: tipo de risada. (Natália, 64)

L

Linguiça: uma salsicha comprida. (João Gabriel, 62)
Louça: odeeeeeeeeeeeeeio lavar! (Yasminn, 61)

M

Macaco: comedor de banana. (Matheus, 61)
Maldade: ver uma série com alguém e essa pessoa assistir alguns episódios sozinha. (Ester, 63)
Manteiga: é igual margarina, só que saudável. (Nathali, 64)
Matemática: matéria mais legal (só que não). (Bianca, 62)
Minotauro: pessoa que tentou engolir um boi inteiro e se engasgou. (Arthur, 63)
Muito: uma coisa em excesso. (Yasmin M., 64)

N

Nada:                              (Gustavo, 63)
Nuvem: o algodão doce do céu. (Ana Laura, 62)

O

Óbvio: uma coisa que tá na cara, né?! (Yohana, 64)
Olhar: tem gente que sorri por ele e eu acho lindo! (Isabelle C, 62)

P

Potencial: que pode ou não acontecer. (Luiza Avila, 63)
Princesa: Léia. (Mateus, 62)

Q

Questão: isso é uma pergunta? (Laura, 64)
Questionar: insistir que o chocolate sumiu quando ele está na sua mão. (Manuella, 63)
Querer: não é poder! (Bruno, 62)
Quieto: quando colam uma fita invisível bem na sua boca. (Felipe, 63)

R

Raiva: quando a bateria do celular acaba. (Rafaela, 64)
Ranço: quando não gostamos de alguém. (Laura, 64)
Riso: som que fazemos quando estamos felizes. (Gabriela, 61)

S

Sapato: é melhor não cheirar! (Isabelle S, 62)
Saudade: é um vazio tão grande que ocupa muito espaço. (Luisa Soster, 63)
Silêncio: os professores vivem pedindo. (Ana Laura, 62)
Sonhar: ter um bolo recheado na sua frente. (Sara, 62)
Sopapo: o que acontece quando só papo não adianta. (Eduardo, 61)
Sorvete: congela o cérebro! (Yasmin, 62)

T

Tema: sempre tem mas ninguém gosta! (Pedro, 62)
Toalha: seca quando você está molhado. (Manuela A, 64)
Touca: usamos no inverno. (Guilherme, 62)
Tu: é trevo de quatro folhaaaas (Manuela R., 64)

U

Umbigo: buraco negro na barriga! (Lívia, 62)
Unha: o que fica em cima da ponta do dedo. (Natália, 64)
Unicórnio: cavalo chifrudo. (Marlon, 63)
Uniforme: nenhum aluno quer vestir. (Brunna, 61)
Universo: perfeito como Deus criou. (Maria Luísa, 61)

V

Vaca: manteiga, leite, ambrosia, requeijão. (Hysadora, 61)
Vassoura: BMW das bruxas. (Angelo, 62)

W

Wikipédia: você usa quando tem preguiça de usar o dicionário. (Yasmin, 62)

X

Xarope: ruim que nem aipim. (Fernanda Flores, 61)
Xícara: coisa onde bebemos chá. (Luiza, 64)
Xixi: todo mundo faz. (Pedro Arthur, 61)
Xuxa: só para baixinhos. (Gabriela, 64)

Z

Zoom: inimigo do Flash! (Pedro, 63)

SAUDADE – Poemas Premiados

A saudade

Brota no peito

Como um rio

Que corre no seu leito

 

Sinto saudade

De um amigo

Que muito

Distante está

 

Saudade de quê?

Saudade pra que?

Só sei que ela existe

Em meu viver

 

A saudade

Mostra enfim

O quanto é importante

Relacionamento pra mim

Yohana Viegas T: 64

 

A saudade é um sentimento

Sentimento de aperto

A saudade mora longe

Mas dentro do peito

 

A  saudade dói

Mas um dia ela passa

Saudade é amor

Que carrega dor

 

Saudades de lugares

Que não conheci

Experiências que não vivi

Momentos que já esqueci

 

Tenho saudade

Das pessoas que conheci

Memórias que esqueci

E amizades que perdi

Manuela Américo T: 64

 

Papai, muito obrigado

Por estar do meu lado

Mamãe, que Deus te cuide

E te dê muita saúde

 

Quando fico longe de vocês

Eu sinto ansiedade

Para eu não ficar

Com uma coisa chamada saudade

 

Quando fico por perto

Com meu abraço te aperto

As vezes vocês dão sorrisos

As vezes me arrepiam

 

A saudade é uma palavra

Que só  se fala no português

Não existe no francês

E nem no inglês

Guilherme Maciel T: 61

 

A saudade quando bate

Não tem muita expressão

Mas vem do coração

Ela pode ser ruim ou não

 

Te acalma, não se desespere

A saudade pode ser boa ou não

Mas saiba que a lembrança vem da memória

Que cada pedaço tem uma história

 

Quando pegar uma foto não pense:

Que pena que não estou mais lá

Mas lembre-se que foi bom

E do que passou e também há de passar

 

E se lembre que tem alguém pra te aconselhar

Que te ama muito, muito mesmo

E não te deixará chorar

Esse alguém é Jesus, que morreu por mim e por você na cruz

Ana Beatriz T: 61

 

Saudade daquele lugar

Que eu deveria estar

Eu gostava de lá

Era onde a todo tempo eu queria estar

Eu quero voltar!

 

A magia daquele lugar

Me fazia acreditar no impossível

Tudo era compreensível

Eu podia sonhar, voar e até viajar

 

Lá eu me sentia especial

Nada era banal

Tudo tinha alto astral

Tudo era especial

 

Essa saudade vai me matar

Eu só quero voltar!

Com meus amigos poder estar

E assim me libertar

 

Eu choro só de lembrar

De como era lá

De como a magia me fazia voar

De como dormir me fazia acordar

Saudades de lá

Laura Paim T: 62

 

Sinto saudade da minha avó

Não a conheci, mas mamãe

Me disse que ela era

Uma pessoa feliz

 

Minha mãe me disse que

Minha avó ficou sabendo

Que ganharia uma netinha

Chamada Cristini

 

Mas o tempo não deu chance

E assim minha avó

Se foi em um instante

 

Queria te conhecer

Mas não foi dessa vez

Vó, sei que você foi feliz

Cristini Peres T: 62

 

Saudade as vezes é boa

Mas quando não sinto dor

Viajando numa lagoa

Pensando em tudo, lembro de você

 

Momentos bons e felizes

Não tem como esquecer

Tudo o que queria era não pensar

Mas só consigo lembrar

 

Lembranças de alegria

Mas agora só há dor

Não te ter ao meu lado

Um belo homem fardado

 

Como se alegrar?

Uma saudade só de lembrar

Você me ensinando com brincadeira

A gente pensa em brincadeira, a gente lembra

 

Vou te levar pra vida

Como um exemplo de pessoa

Não vou ficar triste, como você pediu

Então um belo sorriso se abriu

(Em homenagem ao meu avô)

Isabelle Cardozo T: 62

 

Saudade,

É um sentimento de verdade

Que ninguém quer ter

Mas também não quer perder

 

A saudade não é inimiga

É apenas um sentimento

Então com aquela pessoa especial

Curta cada momento

 

É ruim sentir saudade

De alguém ou de um animal

Mas ela nos faz lembrar

De momentos com a pessoa especial

 

Saudade não é felicidade

Mas mexe com o coração

Saudade de uma amiga

De uma avó ou de um irmão

 

Saudade é realidade

Um sentimento especial

Só existe na língua portuguesa

Mas em cada coração é igual

Isabelle Sulzbach T: 62

 

Saudades da minha avó

Nós sempre ficávamos juntas

Nunca deixaria ela só

Porque eu amo muito minha avó

 

Saudades do mundo antigo

Que na rua não se via

Nenhum bandido!

Que você ficava tranquilo

 

Saudade dos meus amigos

Não que eu os tenha perdido

Sinto faltas das zoeiras

Mas a amizade ainda é verdadeira

 

Sinto saudade de muitas coisas

Era muito doido tudo isso!

Mas fico triste só de pensar

Que algumas coisas não irão voltar

Bianca Pinheiro T: 62

MOTIVO – Projeto de Releituras

Os sextos anos trabalharam linguagem verbal e não verbal no primeiro bimestre desse ano letivo, e tal conteúdo os empolgou muito!

Como prova disso, as turmas 61 e 62 preparam um painel de releituras ilustradas do poema “Motivo”, de Cecília Meireles.

Confira abaixo!

Motivo

Eu canto porque o instante existe
e a minha vida está completa.
Não sou alegre nem sou triste:
sou poeta.

Irmão das coisas fugidias,
não sinto gozo nem tormento.
Atravesso noites e dias
no vento.

Se desmorono ou se edifico,
se permaneço ou me desfaço,
— não sei, não sei. Não sei se fico
ou passo.

Sei que canto. E a canção é tudo.
Tem sangue eterno a asa ritmada.
E um dia sei que estarei mudo:
— mais nada.

Cecília Meireles , Antologia Poética. Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira, 2001

 

COORDENADAS DE VIDA – Samuel Fontoura Amodeu T:62

New York, 26 de abril de 2018, 11:45.

Caro leitor, meu nome é Hill Robson, tenho 17 anos e estou estudando em Columbia University – nome estranho para um colégio, né?

Voltando a história, sabe aqueles dias que tem tudo pra serem bons, namorada bonita, notas boas, etc? Então, esse dia foi o contrário. Conheci um militar chamado Jhon no seu pior momento, pelo menos que eu pensava que poderia ser, conhecer a morte. Sim, tinha uma pessoa morrendo do lado do colégio e ninguém viu – pelo que ou por quem eu não sei…

Ele estava com um buraco na perna esquerda, tentei chamar ajuda mas tinha deixado meu celular em casa e ninguém passava por ali. Tentei enfaixar sua perna com meu casaco mas não adiantou muito, então ele me falou uns números estranhos:

– L: 40.6643, L:-73.938-5 40º39’51N 73º56’12″oest…

E morreu. Depois de alguns dias sem dormir, pesquisei na internet e descobri que aqueles números eram coordenadas que levavam ao centro da cidade.

Fui até lá para vero que era mas não encontrei nada, até que avistei uma estátua e nos pés dela havia uma maleta com um livro que continua informações sobre um vírus geneticamente modificado.

Me assustei na hora, o vírus estava em fase de teste e sendo aplicado em animais para ver seu comportamento. Essa droga não os afetou, então passaram para a segunda etapa: aplicar em humanos.

No livro havia um fundo falso com uma dose daquilo. Eu fiquei desesperado, sem saber o que fazer ou em quem confiar, então decidi levá-lo pra casa e não contar para ninguém.

No outro dia chegaram umas pessoas de preto em casa. Era o FBI. Estavam procurando pelo vírus, tenho certeza. Como me acharam? Não sei.

Eles começaram a revistar, olhar, bagunçar, quebrar tudo. Pelo jeito era realmente importante. Eu havia escondido, porém não dentro de casa. Quando eles foram embora, parecia que a poeira havia baixado. Percebi que eles tinham escondido micro câmeras lá.

No dia seguinte peguei uma gota daquela seringa e levei para o laboratório da universidade, para analisar. Descobri ser um vírus cancerígeno, que em menos de um mês poderia matar mais de zilhões de pessoas se caísse nas mãos erradas.

Espera aí. E se já tivessem colocado na comida, pessoas, água?

Então, no dia seguinte, ligo a TV:

– NOTÍCIA URGENTE: PESSOAS DO MUNDO INTEIRO ESTÃO MORRENDO SEM MOTIVO. 60% DA HUMANIDADE ESTÁ MORTA.

Continua…

Colocação Pronominal

A colocação dos pronomes oblíquos átonos se dá de três formas:

  1. Próclise: o pronome se posiciona antes do verbo.
  2. Mesóclise: o pronome se posta ao meio do verbo.
  3. Ênclise: o pronome se coloca após o verbo.

Usamos PRÓCLISE:

– Palavras ou expressões negativas: não, nunca, jamais, nada, ninguém, nem ou de modo algum. Exemplo: Nada me perturba.

– Conjunções subordinativas: quando, se, porque, qual, conforme, embora ou logo que. Exemplo: Quando se trata de falar em inglês ele é um expert.

– Pronomes Relativos, Demonstrativos e Indefinidos. Exemplos: A pessoa que me ligou era minha colega. (relativo) – Isso me traz alegria. (demonstrativo) – Alguém me ligou? (indefinido)

 

Usamos MESÓCLISE:

– Acontece quando o verbo está flexionado no futuro do presente ou no futuro do pretérito, mas sem palavra atrativa.

Exemplos: A prova aplicar-se-á na semana que vem.

 

Usamos ÊNCLISE:

– Quando o verbo iniciar uma oração. Exemplo: Diga-me o que pensas sobre o resultado.

– Quando o verbo estiver no infinitivo. Exemplo: Quero convidar-te para o meu aniversário.

– Quando o verbo estiver no imperativo afirmativo. Exemplo: Sigam-me, por favor.

– Quando o verbo estiver no gerúndio. Exemplo: A menina desatenta argumentou fazendo-se de boba.

– Quando houver pausa antes do verbo ou vírgula. Exemplo: Se não for muito tarde, encaminho-me à empresa agora.

Leia mais aqui.

 

VAMOS PRATICAR?

Corrija as orações incorretas.

a) Rapidamente atendem-nos se formos simpáticos.
b) Te chamei há horas.
c) Quanto mais o critica, menos ele trabalha.
d) Quantos disseram-te a mesma coisa?
e) Queria lhe dizer que não posso ir à reunião de amanhã.
f) Ninguém vai te ouvir.
g) Continuo elogiando-lhe o seu comportamento.
h) Teria me dado tudo se eu fosse fiel.
i) Isto traz-me boas recordações.
j) Quem me dera!
k) Acordem-me quando chegarem.
l) Chegou à casa e se trancou no quarto.

 

Resposta aqui.

DESIGUALDADE SOCIAL – TOP 3 Redações Premiadas

Desigualdade é meio chato

Pois cortam o seu barato

Algumas pessoas passam fome

Enquanto outras tem um iPhone

 

Algumas nem casa tem

E outras ganham bastante

Os mais pobres têm barracos

E os ricos tem casa grande

 

Os ricos ficam de boa

E os outros não ficam bem

Por causa do frio e de tudo

Por isso ajudá-los faz bem

 

Vamos ajudar os outros

Para eles terem um pouco

De saúde, alimento, sustento

Isso traz bom desenvolvimento

 

Então você já sabe

Desigualdade não é bom para a sociedade

Pratique a igualdade

Isso sim é bom pra humanidade!

Luísa Soster Marasini T:63

 

 

Desigualdade social

Isso não é legal!

Enquanto outros morrem de fome

Você está em casa, mexendo em seu iPhone!

 

Desigualdade tem de vários tipos

Por que isso tem que existir?

Assim eu não estaria escrevendo, nos versos que grifo

O fato de um só cooperar não assistir

 

Alguns tem comida e uma casa

Outras não tem nada!

Alguns tem muito dinheiro

Outros não ganham nada e isso os consome por inteiro!

 

Em vez de olhar só pra si mesmo

Olhe ao seu redor

A tristeza, a pobreza,

Algo que não devia existir em um mundo de riquezas.

 

Olhe para a sua realidade!

Faça algo para um país de qualidade!

Faça algo que mude!

Mostre sua atitude!

Yasmin Pinheiro Feld T:62

 

O que podemos dizer sobre desigualdade?

Tantas diferenças na sociedade

Por que não há igualdade

Na nossa humanidade?

 

Nesse mundo frio

Há tantos lugares sombrios

Tanta gente com alegria

E tantas que não comem sequer comida fria

 

Muita desigualdade

Mas tão pouca humildade

Falta alimento

Ninguém vive de vento!

 

Todos um dia morreremos

Mas quem não come vive menos,

E nesse mundo há tanto fome

Tanta gente que não come

 

Aqui no nosso Brasil

Temos muito mais que mil

Passando necessidade

Essa é a nossa verdade

Júlia Caletti T:64

EU SOU – Mateus Andrade T: 62

Eu sou um super-herói (The Fenix), tenho o poder de alterar a realidade e probabilidade de tudo, eu acho.

Acho que nasci assim. Mais ou menos dez meses atrás meus poderes se manifestaram, eu transformei pequenas sementes e em questão de segundos elas viraram belas árvores. Achei que controlava somente as plantas, mas transformei o cajado em serpente e minhas mãos ficaram mais brancas do que já são; não, desculpe, não fui eu que fiz isso, foi um tal de Moisés.

Enfim, comecei a transformar as coisas e adquiri novos poderes, transformei terra em água, acabando com secas, dei comida para os que precisavam, entre outras coisas.

Só não me considero um Deus, pois Deus só existe um, o nosso Criador. Ele fez tudo e eu quase nada, mas quero fazer mais e mais…

Quero aprender a criar mais do que já crio, que são esses textos e poemas onde tanto me divirto!

GÊNERO TEXTUAL: RELATO PESSOAL

O Relato Pessoal é a modalidade textual que apresenta um fato marcante na vida do narrador. A sequência textual é narrativa, podendo também ser descritiva – descrevendo os lugares, as sensações, pessoas e objetos.

As características de um relato são:

  • Textos narrados em 1ª pessoa – EU/NÓS.
  • Verbos no presente e passado.
  • Experiências pessoais.
  • Presença de emissor e receptor.
  • Caráter subjetivo.

O relato é formado por:

  • Título: o título, ainda que simples, deve esclarecer o tema do relato.
  • Introdução: curta, apresenta uma breve visão do local, personagens e situação que irá ser narrada.
  • Contexto: narração do ocorrido utilizando os tempos verbais presente e passado, sempre situando o local em que ocorrem os fatos.
  • Desfecho: após apresentar a ordem do acontecimento, encerrar com o aprendizado que a situação lhe trouxe, uma questão que surgiu após esse ocorrido ou uma dica ao leitor sobre o que fazer nessa situação.

O relato também deve conter um tema e personagens relevantes ao seu desenvolvimento.

Observe dois exemplos de relatos abaixo:

RELATO I

Minha travessura

Era uma sexta-feira que parecia igual às outras, porém acabou saindo um pouco fora do comum.

Minha mãe havia viajado com meu padrasto para o Rio de Janeiro, meu pai estava trabalhando e eu tinha ficado na casa dos meus avós. Minha avó, uma adoradora de gatos, estava com uma gata que tinha acabado de dar cria de três lindos filhotinhos.

Como eu era pequena, mal sabia de onde vinham essas pequenas criaturinhas e a única coisa que consigo me lembrar era de que eu já os amava intensamente.

Minha avó então foi a padaria comprar um pão para o lanche e eu fiquei sozinha com os gatos. Um deles estava se afogando em lágrima de tanto chorar e gritava como se sentisse uma dor incurável.  Eu querendo ajudar peguei-o em meus braços e o aninhei como uma mãe ao segurar seu filho em seu colo. O amor era tanto, que eu o abracei para que ele pudesse sentir meu coração batendo por ele. Aquela pequena gatinha branca, com manchas marrom e olhos azuis como uma piscina, que se encontrava sendo esmagada de amor por mim, mal sabia eu que havia acabado de matá-la. Pensei que ela estava apenas dormindo em um profundo sono após eu acalmá-la.

Assim que minha avó chegou em casa e viu aquela cena parecia desacreditada, seu queixo quase tocava o chão e seus olhos estavam tão arregalados que eu me espantei e fui para o quarto. Depois de alguns minutos só conseguia ouvi lá chorando e gritando, porém não entendia seu motivo. Quando meu pai chegou a casa ela contou tal história para ele, que me deixou de castigo por fazer uma coisa que nem eu mesma tinha acreditado.

Disponível em: http://texto2013.blogspot.com.br/2013/05/relato-pessoal-travessura.html Acesso em: 04 de maio de 2018

RELATO II

A viagem!

 

No meu aniversário, fui viajar com o meu tio, com a minha tia e o com meu irmão. Planejávamos ir a Porto de Galinhas. Contudo havia um probleminha: teríamos de ir de avião. Quando fiquei sabendo, desisti da viagem, “vai que aquele avião cai!?”

Percebi que se eu pensasse assim, não ia poder fazer nada na vida!
– Vamos andar de bicicleta?
– Não! Vai que caia e me machuque!
– Vamos à montanha-russa?
– Não! Vai que ela quebre!
Então, decidi. Ia viajar e ia superar o meu medo…

Até que o dia da viagem chegou. Estava nervosa, aflita, tremendo… Saí de casa, indo de táxi ao aeroporto de Congonhas.
No local, fazendo o check-in, não havia ninguém na fila, foi rápido. Estávamos sentados em frente de onde iríamos embarcar.
Depois de uns dez minutos, chamaram o meu voo. Fiquei na frente do avião, não sabia o que fazer: chorar, andar ou voltar.
Determinado momento, tive de entrar. Sentei em meu lugar e o avião decolou. Nada de medo. Até comi meu lanchinho, estava uma delícia…

Ocorreu tudo bem.
A partir daquele momento, não tive mais medo de avião. Inclusive gosto de estar nele.

Beatriz Ferreira Noble

Disponível em: http://escolabarifaldi.blogspot.com.br/2011/03/relato-pessoal.html Acesso em: 04 de maio de 2018

Quer ler mais? Clique na categoria REDAÇÕES PREMIADAS aqui no blog! Os textos estão marcados como RELATO.

Atividade extra!

Para praticar, faça a atividade abaixo. Pode mandar as respostas nos comentários 🙂

1. Leiam o relato abaixo e depois respondam às perguntas.

Relato Pessoal

GENTE É BICHO E BICHO É GENTE

Querido Diário, não tenho mais dúvida de que este mundo está virado ao avesso! Fui ontem à cidade com minha mãe e você não faz ideia do que eu vi. Uma coisa horrível, horripilante, escabrosa, assustadora, triste, estranha, diferente, desumana… E eu fiquei chateada.

Eu vi um homem, um ser humano, igual a nós, remexendo na lata de lixo. E sabe o que ele estava procurando? Ele buscava, no lixo, restos de alimento. Ele procurava comida!

Querido Diário, como pode isso? Alguém revirando uma lata cheia de coisas imundas e retirar dela algo para comer? Pois foi assim mesmo, do jeitinho que estou contando. Ele colocou num saco de plástico enorme um montão de comida que um restaurante havia jogado fora. Aarghh!!! Devia estar horrível!

Mas o homem parecia bastante satisfeito por ter encontrado aqueles restos. Na mesma hora, querido Diário, olhei assustadíssima para a mamãe. Ela compreendeu o meu assombro. Virei para ela e perguntei: “Mãe, aquele homem vai comer aquilo?” Mamãe fez um “sim” com a cabeça e, em seguida, continuou: “Viu, entende por que eu fico brava quando você reclama da comida?”.
É verdade! Muitas vezes, eu me recuso a comer chuchu, quiabo, abobrinha e moranga. E larguei no prato, duas vezes, um montão de repolho, que eu odeio! Puxa vida! Eu me senti muito envergonhada!
Vendo aquela cena, ainda me lembrei do Pó, nosso cachorro. Nem ele come uma comida igual àquela que o homem buscou do lixo. Engraçado, querido Diário, o nosso cão vive bem melhor do que aquele homem.
Tem alguma coisa errada nessa história, você não acha?
Como pode um ser humano comer comida do lixo e o meu cachorro comer comida limpinha? Como pode, querido Diário, bicho tratado como gente e gente vivendo como bicho? Naquela noite eu rezei, pedindo que Deus conserte logo este mundo. Ele nunca falha. E jamais deixa de atender os meus pedidos. Só assim, eu consegui adormecer um pouquinho mais feliz.
(OLIVEIRA, Pedro Antônio. Gente é bicho e bicho é gente. Diário da Tarde. Belo Horizonte, 16 out. 1999).
ATIVIDADES PROPOSTAS 
01. O texto lido é do gênero “Relato Pessoal”, do tipo “Diário”. Que marcas textuais comprovam essa afirmativa?
02. A narradora inicia seu relato afirmando não ter mais dúvida de que o mundo está “virado ao avesso”? Por que ela afirma isso?
03. O texto aborda uma problemática social muito específica. Indique tal problemática e justifique sua resposta.
04. Em certo trecho, a narradora se diz muito envergonhada? Do que ela se envergonha?
05. A narradora compara a vida de seu cachorro à vida do homem que buscava comida no lixo. A partir dessa comparação, pode-se afirmar que o autor do texto quer mostrar a vida humana, muitas vezes, sendo menos valorizada que a vida de um animal? Justifique seus comentários.
06. No final do relato, a narradora deposita sua confiança em um ser divino. Por que ela não deposita essa confiança em outro ser humano? Explique.
07. Em sua opinião, o que pode ser feito para diminuir o sofrimento de pessoas como o homem retratado no relato? Justifique.
E aí, captou?
Beijos!

QUEM SOU EU? – Sarah Machado T: 62

Olá, meu nome é Vitória e estou aqui para contar minha história.

Eu nasci na cidade de Boston e, em uma cidade grande como essa, descobri que queria ajudar as pessoas. Assim, criei uma ONG de ajuda aos que precisam de amor, esperança, igualdade, paz, comida e até um lar.

As vezes as pessoas acham que essa é uma atitude exaustiva mas é muito pelo contrário, o que eu faço me dá prazer!

Ajudar aos outros é muito mais gratificante que ajudar a si mesmo. Adoro ajudar os outros e guardo os sorrisos em meu coração.