Arquivos mensais: maio 2016

blog1. COMECE HOJE

 

Quanto mais cedo você começar a se preparar, melhor! É importante se programar: faça um esqueminha do que você precisa estudar e estabeleça metas e prazos para a conclusão de cada tarefa. Também é importante organizar um cantinho em casa para que você possa se dedicar aos seus estudos sem distrações: coloque ali tudo o que você vai precisar, de modo que todo o material fique ao alcance das suas mãos. Seu local de estudo precisa ser bem iluminado, arejado e silencioso.

 

2. AULA DADA É AULA ESTUDADA

 

Se você ainda está na escola ou fazendo cursinho pré-vestibular, procure revisar as aulas dadas naquele mesmo dia quando chegar em casa. Isso é importante para que você consiga fixar bem o conteúdo daquela determinada matéria. Procure revisar os textos e fazer os exercícios.

 

3. PRIORIZE

 

Ao estudar, procure definir suas prioridades. É importante saber em que matéria você possui mais dificuldade de aprendizado e também aquela que terá peso maior na prova que for fazer. Na hora de estudar, priorize esses conteúdo. Por exemplo, caso você for prestar vestibular para engenharia, priorize o estudo das matérias de química, física e matemática. Isso não significa deixar de lado as outras matérias!

 

4. ELABORE UM PLANO DE ESTUDOS

 

Elaborar um plano de estudos é uma maneira de se organizar e não perder minutos preciosos. Você pode elaborar um plano de estudos semanal: liste os dias da semana e os horários que você tem disponível para se dedicar aos seus estudos. Então anote todos os conteúdos que você precisa estudar e, na hora de distribuir esses conteúdos na sua planilha de estudos, priorize aqueles em que você tem mais dificuldade e distribua todos os outros de maneira igualitária durante a semana, intercalando matérias. Veja um exemplo:

 

Plano de estudos exemplo

 

Esse plano de estudos fictício eu elaborei pensando em mim mesma. Eu tenho mais dificuldade para assimilar conteúdos de química e geografia, então dei prioridade para essas matérias e distribuí todas as outras igualitariamente entre os dias da semana, intercalando-as para que a minha rotina de estudos não fique cansativa demais.

 

Se você for prestar um vestibular que tenha prova específica (como Música ou Arquitetura, por exemplo) é importante separar um horário específico para se preparar para essas provas também.

 

5. ORGANIZE O MATERIAL

 

Também é importante que você tenha em mãos todo o material necessário. Separe e organize tudo! Se estiver na escola ou no cursinho, aproveite o material que é dado. Separe também os livros de apoio e os livros de leitura obrigatória para o vestibular, material de outros cursinhos (você pode pegar emprestado com um amigo), apostilas que você encontra em bancas de jornal e livrarias, artigos na internet e dicionários, por exemplo. Uma outra ótima dica é baixar e imprimir as provas de vestibulares anteriores que você encontra para download na internet.

6. DESCUBRA O QUE FUNCIONA MELHOR PARA VOCÊ

 

Eu só consigo fixar bem o conteúdo de uma determinada matéria fazendo resumos. Adoro anotar tudo, mas talvez você prefira estudar lendo em voz alta, assistindo vídeo aulas explicativas, ouvindo o conteúdo que você gravou anteriormente com o celular, enfim, cada um funciona melhor de um jeito e assimila melhor o conteúdo de um jeito. Você só precisa descobrir que tipo de estudante é e de que forma os estudos rendem melhor para você.

 

7. FAÇA SIMULADOS

 

Você já baixou e imprimiu as provas dos vestibulares anteriores da faculdade que você pretende prestar? Sim? Ótimo! Agora é a hora de separar um determinado dia da semana para resolver as provas como se fossem para valer! Anote o horário em que você começou a fazer a prova e resolva-a no tempo previsto como se fosse o vestibular. Evite distrações nesse momento! Saber resolver provas é no que consiste o vestibular: não se trata apenas de assinalar a resposta correta, mas de conseguir resolver a prova no tempo dado, sem perder tempo demais com esta ou aquela questão.

 

8. LEIA OS LIVROS OBRIGATÓRIOS

 

Todo vestibular divulga uma lista de livros de leitura obrigatória como “Dom Casmurro”, “Capitães da Areia”e “Iracema”, por exemplo. Leia esses livros! Não adianta buscar por resumos na internet, a não ser que você já tenha lido os livros e queira apenas relembrar a história. Você pode estabelecer prazos e ler um livro por mês até o vestibular.

 

9. DESCONECTE-SE

 

Quando estamos estudando, principalmente com tanta tecnologia ao nosso redor, é muito fácil se distrair. Você abre o computador por apenas um minutinho e acaba perdendo horas observando as atualizações dos amigos no Facebook. É importante se distanciar das redes sociais enquanto estiver estudando. Deixe o celular longe de você e o computador desligado. Concentre-se na sua tarefa!

Fórum de interpretação – médio- Lec 4

Intertextualidade é a relação que se estabelece entre dois textos quando um deles faz referência a elementos existentes no outro. Esses elementos podem dizer respeito ao conteúdo, à forma, ou mesmo forma e conteúdo.

No meio do caminho tinha uma pedra
Carlos Drummond Andrade

“No meio do caminho tinha uma pedra
Tinha uma pedra no meio do caminho
tinha uma pedra
No meio do caminho tinha uma pedra”
“No meio do caminho
tinha uma pedra…
E uma ponta de cigarro
E uma lata
E um saco plástico
E até cacos de vidro”

Esses dois poemas estão em relação de Intertextualidade.

leia o poema abaixo, e faça Outra texto combo no exemplo acima!

Boa Sorte!
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Quinhentismo/ Classicismo

O que é? 

descobrimento-do-brasil

Quinhentismo foi o período das manifestações literárias do século XVI (ou seja, a partir de 1500). O Brasil era recém descoberto e tudo o que tínhamos eram textos sobre o Brasil no ponto de vista dos europeus.

 

Portanto, nessa época, tudo o que tínhamos em termos de produção literária se resumia a dois tipos de escrita:

Literatura de Informação: narram e descrevem as viagens e os primeiros contatos com a terra brasileira. A linguagem era simples e cheia de descrições e de informações a respeito das viagens e das terras descobertas. Grande destaque: A Carta de Caminha, escrita por Pero Vaz de Caminha para o rei de Portugal (D. Manoel), documento considerado o marco inicial da Literatura Brasileira (afinal, foi o primeiro texto escrito sobre o Brasil).

 

Literatura de Catequese: Jesuítas foram enviados para catequizarem os índios no Brasil e o grande destaque desse período foi o padre José de Anchieta. Seus textos eram escritos para serem representados (teatro e encenações) já que o público era muito diversificado (índios, marujos, colonos, comerciantes, soldados…). Porém, seu alvo maior era o índio. Para isso, o padre Anchieta escreveu em mais de uma língua (ele inclusive aprendeu Tupie escreveu uma gramática sobre a língua dos índios).

Enquanto que no Brasil (Literatura Brasileira) ocorria o Quinhentismo com a produção da Literatura de Informação e de Catequese, em Portugal (Literatura Portuguesa) continuava ocorrendo o Classicismo.

A diferença existente entre classicismo e quinhentismo é o local onde ocorreram dado que, o classicismo ocorreu em Portugal e o quinhentismo no Brasil. O quinhentismo foi o primeiro movimento literário que ocorreu no Brasil, e tem esse nome pelo fato de as manifestações literárias terem sido iniciadas no ano de 1.500. Nessa época a literatura brasileira não tinha sua identidade, que foi sendo formada a partir da influencia da literatura portuguesa e europeia em geral. De acordo com o site Brasil Escola “com o passar dos anos, as literaturas informativa e dos jesuítas, foram dando lugar a denotações da visão dos artistas brasileiros.”, a literatura informativa, também conhecida como literatura dos viajantes ou literatura dos cronistas, empenhava-se em fazer um levantamento da “terra nova”, a partir desse ponto pode-se dizer que era uma forma de literatura muito pouco descritiva e com pouco valor literário. Já a literatura dos jesuítas tinha como abjetivo a catequese.Este trabalho de catequizar provocou produções literárias na poesia de devoção e no teatro inspirado nas passagens bíblicasTem como principais características textos descritivos em linguagem simples, muitos substantivos seguidos de adjetivos e o uso exagerado de adjetivos empregados. o principal “autor” jesuíta daquela época foi o Padre José de Anchieta, foi o autor da primeira gramática tupi-guarani e também varias poesias de devoção.

    O classicismo foi um dos estilos literários da Era Clássica. A era clássica surgiu durante o renascimento (movimento artístico ocorrido entre os anos de 1400 e 1650,e que acabou transformando a ideologia do homem da época em varias áreas como a fé, a filosofia e a política) . Ela compreende os séculos XVI, XVII, XVIII e retoma os valores da antiguidade clássica e dai vem o nome. Nesse período aconteceram a queda do feudalismo, expansão marítima e o desenvolvimento do capitalismo e ,perdurou até que um novo sistema governamental fosse instalado com a chegada da revolução industrial e da revolução francesa. A era clássica “ enfatiza a poesia, a mitologia; os autores clássicos, como Homero, Virgílio e Horácio; a exaltação da vida no campo e o bucolismo.”de acordo com Patricia Vilarinho graduada em letras, equipe Brasil Escola.Pode ser dividida em três estilos literários: o Classicismo, Barroco e Arcadismo, mas, falaremos agora sobre o classicismo.

O classicismo surge também durante o renascimento, quando a idade moderna ditava a nova realidade. Sua principal característica foi o antropocentrismo (o homem no centro de tudo). Passa a existir em Portugal em 1527, com o retorno de Francisco de Sá de Miranda da Itália, que divulga os novos conceitos europeus de arte e poesia.  A arte classicista procura a pureza formal, o equilíbrio, o rigor ou, segundo a nomenclatura proposta por Friedrich Nietzsche pretende ser mais apolínea que dionisíaca (mais voltada para o raciocínio e não para a celebração). Serve também o para designar uma obra ou um autor de elementos fundadores de determinada corrente artística.

 

 O classicismo tem como principais características:

 

  • Racionalismo: a razão predomina sobre o sentimento, ou seja, a expressão dos sentimentos era controlada pela razão.
  • Universalismo: os assuntos pessoais ficaram de lado e as verdades universais passaram a ser privilegiadas.
  • Perfeição formal: métrica, rima, correção gramatical, tudo isso passa a ser motivo de atenção e preocupação.
  • Presença da mitologia greco-romana
  • Humanismo: o homem dessa época se liberta dos ensinamentos da Igreja e passa a se preocupar com si próprio, valorizando a sua vida aqui na Terra e cultivando a sua capacidade de produzir e conquistar. Porém, a religiosidade não desapareceu por completo.

 

 

 Logo, também temos suas características gerais:

 

 

  • Individualismo: exprime a afirmação e a liberdade do individuo frente a um grupo, à sociedade ou ao Estado.
  • Antropocentrismo: o universo deve ser avaliado de acordo com a sua relação com o Homem.
  • Neoplatonismo: termo que define o conjunto de doutrinas e escolas de inspiração platônica que se desenvolveram do século III ao século VI.
  • Nacionalismo: tese ideológica que faz sentido a um sentimento de valorização marcado pela aproximação e identificação com uma nação.
  • Paganismo: é um termo geral, normalmente usado para se referir a tradições religiosas politeístas.
  • Simplicidade, clareza e concisão.
  • Mimese (imitação da Natureza: Aristóteles)
  • Soneto (2 Quartetos e 2 Tercetos)
  • Versos com até dez sílabas métrica.
  • Rimas consoantes, por vezes até ricas.

 

 O principal autor do classicismo foi Luiz Vaz de Camões (1525?-1580), sendo sua maior obra, Os Lusíadas, a maior epopeia escrita em português. Escreveu várias peças teatrais, além de poesias líricas e épicas.

Outros autores da época foram:

  • João de Barros: Ganhou destaque na historiografia, com a obra Décadas.
  • Fernão Mendes Pinto: que se sobressaiu na literatura de viagem, com Peregrinação.
  • Antônio Ferreira: Sua obra principal foi A castro (ou Tragédia de Dona Inês de Castro), escrita em versos, publicada em 1587, em Portugal;
  • Sá de Miranda: Trouxe o novo ideal de poesia para Portugal, foi com a volde de Sá de Miranda que o Classicismo começou;
  • Bernardim Ribeiro: Sua principal obra foi a novela Menina Moça;
  • Diogo Bernardes:Importante para o Brasil, casou-se com uma índia brasileira e residiu no Brasil;Fernão Cadim.

 

Resumo do livro A escrava Isaura

A Escrava Isaura – Bernardo Guimarães

          “O coração é livre; ninguém pode escravizá-lo, nem o próprio dono.” escravaisaura

   Em  a Escrava Isaura, a temática abolicionista é tratada com simpatia e a ação se Passa no Rio e em Recife. A nota abolicionista soa neste romance considerado uma réplica do Uncle Tom’s Cabim, de Harriet Beecher Stowe. (EEUU, 1851) (A cabana do Pai Tomás, nacional) .
Tem  como enredo as aventuras e desventuras de uma bela escrava que fugindo da luxúria de seu senhor, Leôncio, encontra um jovem, Álvaro, de idéias igualitárias, que a liberta do cativeiro e casa-se com ela. Embora posto a serviço da causa abolicionista, é interessante observar o cuidado com que Bernardo branqueia a personagem, fazendo-a mais branca que as brancas.

Resumo 
                Em uma magnífica fazenda, no município de Campos de Goitacases (RJ), morava Isaura, uma linda escrava de cor de marfim. Isaura era filha de uma bonita escrava que por não se sujeitar aos sórdidos desejos do senhor comendador Almeida (dono da casa) sofreu as mais terríveis privações. Esta escrava teve um caso com o feitor Miguel, que era um bom homem e não aceitou castigá-la como mandou o seu senhor, sendo Isaura fruto desse relacionamento. Isaura foi educada pela mulher do comendador, e era dotada de natural bondade e candura do coração além de saber ler, escrever, italiano, francês e piano. A mulher do comendador tinha desejo de libertar Isaura, porém não o fazia para conservá-la perto e assim ter companhia.

                O Sr. Almeida se aposenta, retirando-se para a corte e entrega a fazenda a seu filho Leôncio. Este era digno herdeiro de todos os maus instintos e devassidão do comendador. Casou-se por especulação. Nutre por Isaura o mais cego e violento amor. Ele chega à fazenda com sua mulher – Malvina – e seu cunhado – Henrique. Malvina era mulher dócil e tratava Isaura muito bem. Henrique era um filho rico, estudante de medicina, e também ficou tocado pela beleza de Isaura. Morre a mãe de Leôncio sem deixar testamento que libertasse Isaura.
Henrique rapidamente percebe as intenções de Leôncio para com Isaura. Temendo que ele traia sua irmã, adverte-o que não tolerará tal ato. Henrique se oferece como amante para Isaura e daria em troca sua liberdade. O jardineiro da fazenda, um ser disforme e objetável, também se oferece como amante. Isaura não dá atenção a essas propostas, e diz nunca casar sem amor. Leôncio é avistado por Henrique e Malvina quando fazia semelhante proposta à Isaura. Malvina sentencia: ou ela (Isaura) ou eu. No mesmo momento da calorosa discussão, aparece o pai de Isaura com o dinheiro suficiente, uma enorme quantia de 10 contos de réis, para comprar a liberdade dela conforme havia prometido o comendador Almeida. Leôncio não aceita o dinheiro e dá desculpas vazias.
Morre o pai de Leôncio e ele finge imensa tristeza por dias, o que o alija temporariamente de brigar com a mulher. Passado certo tempo, Malvina continua a pressão para que se liberta Isaura. Com as desculpas e adiamentos de Leôncio, ela decide voltar à casa do seu pai. A sua saída era caminho livre para os intentos indecentes de Leôncio. Como Isaura continuava a resistir, Leôncio ameaça com torturas. Miguel, sabendo do acontecido, decide fugir com Isaura para o Norte.
Chegando em Recife, a linda Veneza Americana, Isaura muda seu nome para Elvira e Miguel para Anselmo passando a morarem numa chácara no bairro de Santo Antônio. Álvaro era um moço rico, filho de uma distinta e opulenta família, liberal, republicano e abolicionista extremado. Ele avista Isaura ao passear perto da sua chácara e a conhece, passando a visitá-la constantemente. Álvaro se utiliza de todos os meios para convencer Isaura a ir a um baile com ele. Isaura não queria ir para não enganar a sociedade e iludir o seu amante. Ela por diversas vezes tentou contar a Álvaro que se tratava de uma escrava fugida, mas não tinha coragem. Ela só aceita ir diante do argumento de que tanta reclusão estaria despertando a atenção da polícia. Isaura sente um mau presságio desse baile.
No baile, Isaura se destaca no meio de todas as mulheres devido a sua beleza e por tocar muito bem piano. Contudo, é reconhecida por Martinho – um estudante de sórdida ganância e espírito de cobiça – que havia guardado um anúncio de escravo fugido. Ele provoca um escândalo durante o baile e Isaura confessa diante de toda a sociedade se tratar de uma escrava. Álvaro, não obstante, defende-a e devido a sua influência a toma por fiador, sem deixar que ela caísse nas mãos imundas de Martinho. Este, sem conseguir levá-la, escreve para Leôncio informando que havia achado sua escrava.
Graças a valiosa intervenção de Álvaro, Miguel e Isaura continuam na sua chácara em Santo Antônio na espera das ações que ele havia prometido tomar. Isaura conta que fugiu para escapar do amor de um senhor libidinoso e cruel. Enquanto Álvaro se encontrava na chácara, Leôncio aparece para sua surpresa e exige levar Isaura. Leôncio encontrava-se munido de um mandado de prisão contra Miguel e guardas para levar sua escrava. A aparição é seguida de forte discussão e Álvaro avança contra Leôncio. A briga é cessada com a aparição de Isaura que se entrega ao seu senhor.
Isaura volta a fazenda onde fica na mais completa reclusão. Leôncio se reconciliara com Malvina, pois iria precisar do seu dinheiro. Miguel é ludibriado na cadeia e convencido a tentar persuadir Isaura a se casar com Belchior, o jardineiro da fazenda, em troca da liberdade sua e da filha.
Isaura aceita o sacrifício pois estava sem forças e sem esperança. Leôncio já havia tomado todas as providências para o casamento, quando é informado que alguns cavalheiros chegaram. Pensando se tratar do vigário e do tabelião, mando-os entrar. É tomado de surpresa ao avistar Álvaro. Este tinha ido ao Rio de Janeiro e descobre com alguns comerciantes que Leôncio estava falido. Compra os seus créditos e fica dono de toda a dívida de Leôncio.
Álvaro afirma a Leôncio que nada mais o pertence, que toda a sua fazenda incluindo os escravos passavam a ser dele com a execução dos débitos. Isaura abraça Álvaro. Leôncio jura que nunca irá implorar a sua generosidade para abrandar a dívida. Ele ausenta-se da sala e se suicida.