ENEM 2017

Os temas mais recorrentes

Os assuntos que mais aparecem nas questões do Enem desde 2009
Interpretação de texto
Gêneros textuais
Norma culta e popular
Funções da linguagem
Figuras de linguagem
Literatura
Gramática relacionada à semântica

Se você ler atentamente qualquer uma das provas anteriores do Enem, vai perceber que a maior parte das questões, de todas as matérias, depende de uma boa capacidade de interpretação de texto e leitura. Na prova de Linguagens, essa habilidade é, sem comparação, a mais importante e a mais abordada.

De acordo com a professora Fernanda Carvalho Bomfim, do Cursinho do XI, o estudante deve focar a atenção nas figuras de linguagem, em ambiguidade, intertextualidade, síntese e resumo, além de literatura e gêneros textuais.

Importante: é válido ficar atento aos conceitos de denotação e conotação, que costumam ser cobrados e podem confundir o aluno.

Denotação: quando a palavra apresenta o sentido original, sem levar em consideração o contexto da frase, ou seja, tal como aparece no dicionário.
Conotação: quando a palavra aparece com significado, passível de interpretações que dependem do contexto em que está aparecendo.

FONTE : GUIA DO ESTUDANTE

ENEM 2017

Você já ouviu falar no quadro kanban? É uma técnica de organização comumente utilizada em empresas, que permite organizar um projeto visualmente, onde a equipe pode conferir o andamento do trabalho passo a passo. O GUIA preparou um tutorial de como você pode utilizá-la em seus estudos.

O quadro é dividido em em três colunas: “Ainda por fazer”, “em andamento” e “concluído”. Na primeira coluna, você insere todo o trabalho que ainda não fez, os próximos na fila. Na segunda, insere o que está fazendo no momento. E, na terceira, os que já pode dar como encerrados. Se transferirmos o kanban para uma sessão de estudos, podemos dizer que o “ainda por fazer” refere-se às matérias que você ainda vai estudar; o “em andamento”, às que você está resolvendo agora e o “concluído” se refere às que você já finalizou. Veja um exemplo:

kanban1

O legal do kanban é que, com ele, você pode controlar o andamento das disciplinas: quais você demorou mais para finalizar, em quais encontrou problemas e precisa fazer uma revisão (ou estudar de novo) e quais foram as mais fáceis. É simples: apenas marcar as matérias com canetas de cores diferentes, de acordo com o grau de dificuldade e o tempo que levou para concluir.

Veja outro exemplo: dessa vez, elaboramos o quadro kanban de um aluno que esteja estudando apenas a matéria de óptica, em Física. Ele pode controlar o próprio avanço na disciplina, a partir do tópico mais básico (espelhos planos).

kanban2

Com o quadro, o estudante pode controlar seu avanço em óptica: quantos tópicos ainda falta estudar, quais deles foram mais complicados de entender, quais vão precisar de uma segunda rodada de estudos.

E aí, pessoal, o que acharam? Que tal testar as propriedades do kanban? 😉

FONTE: GUIA DO ESTUDANTE

REGRINHAS DE CONCORDÂNCIA

Sujeito Simples

  1. Em regra geral, o verbo concorda com o núcleo em número e pessoa.
    Ex.: O trabalho cabe aos homens.
  2. Sujeito coletivo, o verbo fica na terceira pessoa do singular.
    Ex.: A multidão, apavorada, saiu aos gritos.
  3. Sujeito coletivo seguido de adjunto adnominal no plural, o verbo pode ficar no singular ou no plural.
    Ex.: Uma multidão de pessoas saiu aos gritos.
    Uma multidão de pessoas saíram aos gritos.
  4.  Sujeito representado por expressões partitivas como “a maioria de, a maior parte de, a metade de, uma porção de, entre outras”, o verbo concorda tanto com o núcleo ficando no singular quanto com o substantivo ficando no plural.
    Ex.: A maioria dos alunos resolveu ficar.
    A maioria dos alunos resolveram ficar.
  5. Caso esteja com a expressão “mais de um” utiliza-se o verbo no singular.
    Ex.: Mais de um aluno reprovou no teste final.
  6. Caso esteja com a expressão “mais de um” repetida, utiliza-se o verbo no plural.
    Ex.: Mais de um aluno, mais de um professor contribuíram na campanha de doação de alimentos.
  7. Sujeito tiver a expressão “um dos que”, o verbo fica no plural.
    Ex.: Este aluno foi um dos que tiraram as melhores notas no vestibular.
  8. Casos com locuções pronominais como “algum de nós, qual de vós, alguns de nós”, entre outras, faz-se necessário prestar atenção aos seguintes casos:
    1. Se o primeiro pronome estiver no plural, o verbo poderá concordar com ele, como poderá concordar com o pronome pessoal.
      Ex.: Alguns de nós o receberemos. / Alguns de nós o receberão.
    2. Quando o primeiro pronome da locução estiver expresso no singular, o verbo poderá ficar no singular.
      Ex.: Algum de nós o receberá.
  9. Quando a palavra “quem” representar o sujeito, o verbo permanecerá na terceira pessoa do singular ou poderá concordar com o antecedente desse pronome.
    Ex.: Fomos nós quem contou toda a verdade para ela.
    Fomos nós quem contamos toda a verdade para ela.
  10. Em casos que o sujeito aparece realçado pelo “que”, o verbo concordará com o termo que antecede essa palavra.
    Ex.: Nesta empresa somos nós que tomamos as decisões.
    Sou eu que decido tudo.
  11. Nos sujeitos que sejam representados por expressões que indiquem porcentagens, o verbo concordará com o numeral ou com o substantivo a que se refere a porcentagem.
    Ex.:  50% dos funcionários aprovaram a decisão da diretoria.
    50% do eleitorado apoiou a decisão.

    1. Caso o verbo venha anteposto, ele concordará com o numeral.
      Ex.: Aprovaram a decisão da diretoria 50% dos funcionários.
    2. Em casos relativos a 1%, o verbo fica no singular.
      Ex.: 1% dos funcionários aprovou a decisão da diretoria.
    3.  Caso o numeral esteja acompanhado de um determinante, o verbo ficará no plural.
      Ex.: Os 50% dos funcionários aprovaram a decisão da diretoria.
  12. Sujeitos representados por pronomes de tratamento, o verbo ficará na terceira pessoa do singular ou do plural.
    Ex.: Vossas Majestades gostaram das homenagens.
    Vossa Majestade gostou da homenagem.
  13. Casos relativos a sujeito representado por substantivo próprio no plural se encontram relacionados a alguns aspectos que os determinam:
    1. Diante de nomes de obras no plural, seguidos de verbo ser, este permanece no singular, contato que o predicativo também esteja no singular.
      Ex.: Memórias póstumas de Brás Cubas é uma criação de Machado de Assis.
    2. Nos casos de artigo expresso no plural, o verbo também permanece no plural.
      Ex.: Os Estados Unidos são uma potência mundial.
    3. Casos em que o artigo figura no singular ou que ele nem aparece, o verbo permanece no singular.
      Ex.: Estados Unidos é uma potência mundial.

Sujeito Composto

  1. Em regra geral, o verbo vai para o plural.
    Ex.: João e Maria foram passear no bosque.
  2. Quando os núclos do sujeito são constituídos de pessoas gramaticais diferentes o verbo ficará no plural seguindo-se a prioridade de 1ª, 2ª e 3ª pessoa.
    Ex.: Eu (1ª singular) e ele (3ª singular) nos tornaremos (1ª plural) amigos.
    Tu (2ª singular) e ele (3ª singular) vos tornareis (2ª plural) / se tornarão (3ª plural, mais comum) amigos.
  3. Quando o sujeito está posposto, o verbo concorda com o mais próximo ou fica no plural concordando com ambos.
    Ex.: Chegou(aram) ontem o técnico e os jogadores.
  4. Quando o sujeito está anteposto, o verbo fica no plural.
    Ex.: O técnico e os jogadores chegaram ontem a São Paulo.
  5. Com núcleos em correlação, verbo concorda com o mais próximo ou fica no plural.
    Ex.: O cientista assim como o médico pesquisa(m) a causa do mal.
  6. Ligado por OU, o verbo no singular caso tenha valor de exclusão ou plural dependendo se tiver valor de inclusão.
    Ex.: Valdir ou Leão será o goleiro titular. (exclusão)
    A poluição sonora ou poluição do ar são nocivos à saúde. (inclusão, adição)
  7. Ligado por COM, o verbo concorda com o antecedente do COM ou vai para o plural.
    Ex.: O professor, com os alunos, resolveu o problema.
    O maestro com a orquestra executaram a peça clássica.
  8. Ligado por NEM, o verbo no plural e, às vezes, no singular.
    Ex.: Nem Paulo nem Maria conquistaram a simpatia de Catifunda.
  9. Quando os sujeitos forem resumidos por “nada, tudo, ninguém” o verbo concordará com o aposto resumidor.
    Ex.: Os pedidos, as súplicas, o desespero, nada o comoveu.
  10. Quando os sujeitos estiverem ligados pelas séries correlativas (tanto… como/ assim… como/ não só… mas também, etc.) o que comumente ocorre é o verbo ir para o plural, embora o singular seja aceitável se os núcleos estiverem no singular.
    Ex.: Tanto Erundina quanto Collor perderam as eleições municipais em São Paulo.
    Tanto Erundina quanto Collor perdeu as eleições municipais em São Paulo.

Verbo acompanhado da palavra SE

  1. SE = pronome apassivador: verbo concorda com o sujeito paciente.
    Ex.: Viam-se ao longe as primeiras casas.
    Ofereceu-se um grande prêmio ao vencedor da corrida.
  2. SE = índice de indeterminação do sujeito: verbo sempre na 3ª pessoa do singular.
    Ex.: Necessitava-se naqueles dias de novas idéias.
    Morria-se de tédio durante o inverno.

Verbos impessoais

São aqueles que não possuem sujeito, como os que indicam fenômenos. Portanto, ficarão sempre na 3ª pessoa do singular.

“Haver” no sentido de “existir”, indicando “tempo” ou no sentido de “ocorrer” ficará na terceira pessoa do singular. É impessoal, ou seja, não admite sujeito.

“Fazer” quando indica “tempo” ou “fenômenos da natureza”, também é impessoal e deverá ficar na terceira pessoa do singular.

Ex.:
Durante o inverno, nevava muito.
Vai para dez meses que tudo terminou.
Havia sérios problemas na cidade.
Fazia quinze anos que ele havia parado de estudar.
Deve haver sérios problemas na cidade.
Vai fazer quinze anos que ele parou de estudar.

Verbo SER

  1. Indicando tempo, distância: concorda com o predicativo.
    Ex.: Hoje é dia 3 de outubro, pois ontem foram 2 e o amanhã serão 4.
  2. Com sujeito que indica quantidade e predicativo que indica suficiência, excesso: concorda com o predicativo.
    Ex.: Vinte milhões era muito por aquela casa.
  3. Com sujeito e predicativo do sujeito: concorda com o que prevalecer.
    Ex.: O homem sempre foi suas idéias.
    A Pátria não é ninguém; somos todos nós.
  4. Se o sujeito do verbo ser ou parecer for constituído pelos pronomes: isto, isso, aquilo, tudo e o predicativo estiver no plural, o verbo irá para o plural:
    Ex.: Isto são ossos duros de roer.
    Aquilo pareciam-me bisbilhotices…
    Eram tudo falcatruas de profissional incompetente.
  5. Se o sujeito designar pessoa, o verbo concordará com ele:
    Ex.: Ela era as alegrias da casa.
    Jaime foi os terrores de seu bairro.
  6. Se o sujeito é constituído de um substantivo e o verbo ser vem seguido de pronome pessoal, o verbo concordará com o pronome:
    Ex.: Os funcionários mais aplicados somos nós.
    Os maiores diretores sois vós.
    Os verdadeiros profissionais são eles.
  7. Nas orações interrogativas com utilização de quem, o verbo concorda com o substantivo ou pronome que lhe segue:
    Ex.: Quem são os profissionais dessa organização?
    Quem és tu?
    Quem sós vós?
  8. http://www.diegomacedo.com.br/tag/verbal

CHAMADINHA UNIVERSITÁRIA – REALISMO E NATURALISMO

A partir da segunda metade do século 20, as concepções estéticas que nortearam o ideário romântico começaram a perder espaço. Uma nova tendência, baseada na trama psicológica e em personagens inspirados na realidade, toma conta da literatura ocidental. Estava inaugurado o Realismo-Naturalismo.
No Brasil, essa passagem ocorre em 1881, com a publicação de Memória Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis (1839-1908), e de O Mulato, de Aluísio Azevedo (1857-1913). Enquanto o livro de Machado apresenta acentuado viés realista, o de Aluísio é claramente naturalista.

Realismo
O Realismo brasileiro é completamente diferente do europeu. A obra de seu principal autor, Machado de Assis, escapa de qualquer tentativa de classificação esquemática.

Na fase madura, Machado produz uma literatura essencialmente problematizadora. Com minuciosa investigação psicológica, ele indaga a existência humana. Ele ainda substitui o determinismo biológico por acentuado pessimismo existencialista e discute temas como a relatividade da loucura e a exploração do homem pelo próprio homem.

A intertextualidade e a metalinguagem marcam o estilo de Machado. O uso da linguagem poética, do jogo proposital de ambigüidades, da recuperação de lugares comuns e do microrrealismo psicológico também são características fundamentais da obra machadiana. Dom Casmurro, Esaú e Jacó eMemorial de Aires são alguns romances do autor.

Naturalismo
O principal autor naturalista no Brasil é Aluísio Azevedo. O determinismo social predomina em sua obra, construída através de observação rigorosa do mundo físico e da zoomorfização das personagens. Aluísio é autor de O mulato, Casa de pensão e O cortiço, obras com acentuado caráter investigativo e cuidadosa análise de comportamentos sociais.

Com o que ficar atento?
A riqueza literária do Realismo-Naturalismo no Brasil não se restringe à prosa de ficção. A dramaturgia também evolui e consolida a comédia de costumes como um gênero maior – na obra de França Júnior e Artur Azevedo, por exemplo.

Vale lembrar que o Realismo-Naturalismo brasileiro oferece amplo painel de uma época em que o país era monárquico, escravocrata, patriarcalista e passava por profundas mudanças socioeconômicas e culturais.

Como pode cair no vestibular?
Muitos vestibulares tem cobrado conhecimentos sobre a obra de Machado de Assis e os temas problematizados pelo autor, como a própria vida e a literatura.

FONTE: GUIA DO ESTUDANTE

blog1. COMECE HOJE

 

Quanto mais cedo você começar a se preparar, melhor! É importante se programar: faça um esqueminha do que você precisa estudar e estabeleça metas e prazos para a conclusão de cada tarefa. Também é importante organizar um cantinho em casa para que você possa se dedicar aos seus estudos sem distrações: coloque ali tudo o que você vai precisar, de modo que todo o material fique ao alcance das suas mãos. Seu local de estudo precisa ser bem iluminado, arejado e silencioso.

 

2. AULA DADA É AULA ESTUDADA

 

Se você ainda está na escola ou fazendo cursinho pré-vestibular, procure revisar as aulas dadas naquele mesmo dia quando chegar em casa. Isso é importante para que você consiga fixar bem o conteúdo daquela determinada matéria. Procure revisar os textos e fazer os exercícios.

 

3. PRIORIZE

 

Ao estudar, procure definir suas prioridades. É importante saber em que matéria você possui mais dificuldade de aprendizado e também aquela que terá peso maior na prova que for fazer. Na hora de estudar, priorize esses conteúdo. Por exemplo, caso você for prestar vestibular para engenharia, priorize o estudo das matérias de química, física e matemática. Isso não significa deixar de lado as outras matérias!

 

4. ELABORE UM PLANO DE ESTUDOS

 

Elaborar um plano de estudos é uma maneira de se organizar e não perder minutos preciosos. Você pode elaborar um plano de estudos semanal: liste os dias da semana e os horários que você tem disponível para se dedicar aos seus estudos. Então anote todos os conteúdos que você precisa estudar e, na hora de distribuir esses conteúdos na sua planilha de estudos, priorize aqueles em que você tem mais dificuldade e distribua todos os outros de maneira igualitária durante a semana, intercalando matérias. Veja um exemplo:

 

Plano de estudos exemplo

 

Esse plano de estudos fictício eu elaborei pensando em mim mesma. Eu tenho mais dificuldade para assimilar conteúdos de química e geografia, então dei prioridade para essas matérias e distribuí todas as outras igualitariamente entre os dias da semana, intercalando-as para que a minha rotina de estudos não fique cansativa demais.

 

Se você for prestar um vestibular que tenha prova específica (como Música ou Arquitetura, por exemplo) é importante separar um horário específico para se preparar para essas provas também.

 

5. ORGANIZE O MATERIAL

 

Também é importante que você tenha em mãos todo o material necessário. Separe e organize tudo! Se estiver na escola ou no cursinho, aproveite o material que é dado. Separe também os livros de apoio e os livros de leitura obrigatória para o vestibular, material de outros cursinhos (você pode pegar emprestado com um amigo), apostilas que você encontra em bancas de jornal e livrarias, artigos na internet e dicionários, por exemplo. Uma outra ótima dica é baixar e imprimir as provas de vestibulares anteriores que você encontra para download na internet.

6. DESCUBRA O QUE FUNCIONA MELHOR PARA VOCÊ

 

Eu só consigo fixar bem o conteúdo de uma determinada matéria fazendo resumos. Adoro anotar tudo, mas talvez você prefira estudar lendo em voz alta, assistindo vídeo aulas explicativas, ouvindo o conteúdo que você gravou anteriormente com o celular, enfim, cada um funciona melhor de um jeito e assimila melhor o conteúdo de um jeito. Você só precisa descobrir que tipo de estudante é e de que forma os estudos rendem melhor para você.

 

7. FAÇA SIMULADOS

 

Você já baixou e imprimiu as provas dos vestibulares anteriores da faculdade que você pretende prestar? Sim? Ótimo! Agora é a hora de separar um determinado dia da semana para resolver as provas como se fossem para valer! Anote o horário em que você começou a fazer a prova e resolva-a no tempo previsto como se fosse o vestibular. Evite distrações nesse momento! Saber resolver provas é no que consiste o vestibular: não se trata apenas de assinalar a resposta correta, mas de conseguir resolver a prova no tempo dado, sem perder tempo demais com esta ou aquela questão.

 

8. LEIA OS LIVROS OBRIGATÓRIOS

 

Todo vestibular divulga uma lista de livros de leitura obrigatória como “Dom Casmurro”, “Capitães da Areia”e “Iracema”, por exemplo. Leia esses livros! Não adianta buscar por resumos na internet, a não ser que você já tenha lido os livros e queira apenas relembrar a história. Você pode estabelecer prazos e ler um livro por mês até o vestibular.

 

9. DESCONECTE-SE

 

Quando estamos estudando, principalmente com tanta tecnologia ao nosso redor, é muito fácil se distrair. Você abre o computador por apenas um minutinho e acaba perdendo horas observando as atualizações dos amigos no Facebook. É importante se distanciar das redes sociais enquanto estiver estudando. Deixe o celular longe de você e o computador desligado. Concentre-se na sua tarefa!

Fórum de interpretação – médio- Lec 4

Intertextualidade é a relação que se estabelece entre dois textos quando um deles faz referência a elementos existentes no outro. Esses elementos podem dizer respeito ao conteúdo, à forma, ou mesmo forma e conteúdo.

No meio do caminho tinha uma pedra
Carlos Drummond Andrade

“No meio do caminho tinha uma pedra
Tinha uma pedra no meio do caminho
tinha uma pedra
No meio do caminho tinha uma pedra”
“No meio do caminho
tinha uma pedra…
E uma ponta de cigarro
E uma lata
E um saco plástico
E até cacos de vidro”

Esses dois poemas estão em relação de Intertextualidade.

leia o poema abaixo, e faça Outra texto combo no exemplo acima!

Boa Sorte!
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